DESCOBERTAS MOSTRAM COMO O GENOMA DE BACTÉRIAS E MICRÓBIOS EVOLUI. (comentado)

Processo é feito principalmente pela aquisição de cromossomos de outros indivíduos

Cientistas do Instituto Pasteur, na França, e da Universidade de Maryland, nos EUA, revelam como bactérias e micróbios do reino Archaea evoluíram seu repertório de genes para enfrentar novos desafios, principalmente por meio da aquisição de cromossomos de outros indivíduos.

O estudo, publicado na revista de acesso livre PLoS Genetics na última quinta-feira, 27, esclarece o papel da duplicação de genes, uma importante fonte de inovações em bactérias e organismos pluricelulares.

Os micróbios vivem e prosperam em condições extremamente diversas e difíceis, desde água fervente ou gelada até o sistema imunológico humano. Essa notável adaptabilidade é resultado de sua capacidade de modificar rapidamente o repertório de funções de proteínas, ao ganhar, perder ou alterar genes.

Esses organismos são conhecidos por mudar genes para expandir seu repertório de famílias de proteínas sob duas formas: por meio de processos de duplicação seguidos de especialização funcional lenta – da mesma forma como fazem grandes organismos pluricelulares, como os humanos – e por meio da aquisição de diferentes genes diretamente de outros micróbios.

O último método, conhecido como transferência horizontal de genes (HGT), é notoriamente visível na disseminação de resistência de bactérias a antibióticos, transformando-as em “superbactérias”, como a Staphylococcus aureus resistente a meticilina (MRSA, na sigla em inglês), um grave problema de saúde pública.

Os pesquisadores examinaram um grande banco de dados de genomas microbianos, incluindo alguns dos patógenos humanos mais virulentos, para descobrir se a duplicação ou a HGT foi o método mais comum de expansão. Eles mostram que o crescimento da família de genes pode seguir as duas vias citadas, mas, ao contrário de grandes organismos pluricelulares, os micróbios preferem a transferência horizontal. Assim, a diversificação rápida das funções resulta do recrutamento de adaptações pré-existentes em outros desses seres unicelulares.

O trabalho termina a observação de que, uma vez que esses organismos criaram a maior parte das formas bioquímicas de vida – da respiração à fotossíntese -, é preciso reconhecer o papel preponderante da HGT na diversificação de todas as famílias de proteínas.

FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,descobertas-mostram-como-o-genoma-de-bacterias-e-microbios-evolui,672388,0.htm

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Resenha do autor

Esta reportagem é um tapa na cara daquelas pessoas que não aceitam que a evolução ocorra, veja como o uso incorreto do antibiótico produz superbacterias adaptadas, resistentes a esses medicamentos.

Filogenia dos primeiros organismos vivos microscópicos

Exemplos assim vemos aos montes, na verdade essa reportagem demonstra como a evolução esta no nosso cotidiano, quando vemos pássaros adaptados a viver em um ambiente extremamente urbanizado, insetos também e muitas vezes se tornam resistentes as formulas químicas desenvolvidas em produtos inseticidas. Todos esses são exemplos de seleção indireta

Animais domésticos adaptados ao ecossistema urbano também são exemplos de seleção, porém artificial.

A seleção artificial é um exemplo clássico de seleção natural, porém o agente que condiciona ela é o homem e não o ambiente e as pressões seletivas dele. A domesticação dos animais tanto para a docilidade como nos cães e gatos como para uso comercial e pecuários são exemplos diários de evolução.

Negar isso é negar algo que esta cotidianamente na sua cara.

Scritto da Rossetti

23 thoughts on “DESCOBERTAS MOSTRAM COMO O GENOMA DE BACTÉRIAS E MICRÓBIOS EVOLUI. (comentado)

  1. Minha cara, como pode ser tão ingenua ao afirmar que a bactéria evolui. Ela simplesmente recombina seus genes, ou seja, troca de informaçao. Ela nunca cria informação por si só, como afirma a teoria da evolução.

    Faltou uma certa atenção por sua parte ao não entender estes trechos:

    “meio da aquisição de diferentes genes diretamente de outros micróbios”

    Com outras palavras, as bactérias COPIARAM códigos genéticos JÁ EXISTENTES, e agregaram a seus genes.

    As bactérias por sí só, sem os código genéticos de outros seres, não sofreria efeito algum.

    Resumidamente, ela, contêm em seus genes (JÁ ESCRITOS) a capacidade de ROUBAR INFORMAÇÕES, mais nada.
    Se esta capacidade não estivesse escrita em seu código genético, isso não seria possível.

    A evolução afirma que a seleção natural e o meio ambiênte (ou a maléfica mutação genética) “força” (de forma miraculosa) o ser, ao ponto dele mesmo criar suas mudanças genéticas.

    Estes argumentos, antigamente na ciência arcaica, até era plausível, visto que não havia tecnologia para refutar. Porém hoje, sabemos que nada disso acontece.

    A T.E apoia-se na interpretação errônea das evidências, não levando em consideração a refutação dos argumentos de Lamarck e não levando em consideração a lei de Mendel, onde afirma, que combinações genéticas, são herdadas dos pais, e não levando em consideração da realidade destruidora do efeito da mutação nos genes.

    Infelizmente, não me conformo como pensamentos ultrapassados, elaborado por um homem que nem sequer sabia direito o que era uma célula, ainda permeiam alguns naturalistas da ciência moderna, fazendo estagnar e não crescer.

    • A aquisição de genes permite uma espécie gerar outras sim, mutações aleatórias também permitem isso e uma série de outros mecanismos já descritos mostram tanto na natureza quanto em laboratório como pode emergir especies. Existem alguns exemplos de especies criadas em laboratório somente usando o processo de seleção sexual ou artificial e alguns naturalmente.
      Nova informação genética não implica no recebimento de mais moléculas de DNA. A simples mudança de pares de base pode implicar em um isolamento reprodutivo comportamental e gerar novas espécies. As ervilhas de Mendel mostram isso, a alteração de um único par de base no gene que produz a giberelina faz com que as ervilhas se tornem anãs. Com o isolamento elas podem se tornar uma espécie nova.
      A transferência de genes é só um mecanismo, talvez o mais comum entre bactérias. As leis de Mendel explicam justamente como essas características passam para as seguintes gerações e conferem aptidão em animais sexuados, a recombinações genéticas genética explica também,e a realidade destruidora do efeito da mutação nos genes é expressa nas deficiências da prole que morrem ou se tornam inaptas a reprodução.
      Bom, se para voce a evolução não explica nada, nem a tamanha diversidade de bactérias, animais e plantas suponho que voce deva ter uma explicação plausível melhor e mais avançada do que a ultrapassada evolução.

      Divida ela conosco!

  2. Ah, outra coisa, sem perceber, você mesmo já refutou a Idéia evolucionista de mutação genética (cujo 99% é prejudicial), expondo em seu tópico:

    “Processo é feito principalmente pela aquisição de cromossomos de outros indivíduos”

    Aquisição do código de outros seres, é CÓPIA e “ROUBO” de informações, diferentemente da mutação, que é erro de combinações ou efeitos nocivos provocados por radiações e agentes químicos.

  3. “A aquisição de genes permite uma espécie gerar outras sim, mutações aleatórias também permitem isso e uma série de outros mecanismos já descritos mostram tanto na natureza quanto em laboratório como pode emergir especies.“

    Minha cara, não utilize argumentos como evidências empíricas. Esta tua afirmação é baseada em argumentos equivocados e não em fatos. Não há uma evidência sequer que uma espécie se tornou outra, por mutações genéticas (que são em 99% maléficas). Nenhuma bactéria, deixou de ser bactéria simplesmente por recombinar seus genes. Ela continua sendo bactéria.
    Mas se afirmas que há evidências na natureza que corrobe a teoria GERAL da evolução (vulgarmente conhecido como Macro-Evolução), gostaria que citasse pelo menos um.

    “Existem alguns exemplos de especies criadas em laboratório somente usando o processo de seleção sexual ou artificial e alguns naturalmente.”

    Poderia por gentileza, citar um ÚNICO exemplo, com sua respectiva fonte.

    “Nova informação genética não implica no recebimento de mais moléculas de DNA. A simples mudança de pares de base pode implicar em um isolamento reprodutivo comportamental e gerar novas espécies. As ervilhas de Mendel mostram isso, a alteração de um único par de base no gene que produz a giberelina faz com que as ervilhas se tornem anãs. Com o isolamento elas podem se tornar uma espécie nova.”

    Mais uma vez há um equivoco de interpretação das leis de Mendel. As combinações genéticas PRÉ-EXISTENTES, não corrobam a Macro-evolução como afirma. Elas permitem no máximo a mudança fenotípica, Corrobando apenas a teoria ESPECIAL da evolução (Vulgarmente conhecido como Micro-Evolução) e não mudanças que extrapolam o âmbito específico cujo qual, o ser habita.
    Com outras palavras, as combinações são limitadas aos códigos já existentes. Funcionam simplesmente por combinações genéticas e não por adições, descrito na a teoria GERAL da evolução.

    Como descrito em seu exemplo, as ervilhas apenas modificaram sua estrutura, ou seja, seu tipo, porém ela não deixou de ser ervilha.
    Quando os seres de mesma espécie, trocam informações genéticas, ocorrere-se no máximo mudanças fenotípicas, derivados do código genético JÁ EXISTENTES.

    “A transferência de genes é só um mecanismo, talvez o mais comum entre bactérias. As leis de Mendel explicam justamente como essas características passam para as seguintes gerações e conferem aptidão em animais sexuados, a recombinações genéticas genética explica também,e a realidade destruidora do efeito da mutação nos genes é expressa nas deficiências da prole que morrem ou se tornam inaptas a reprodução.”

    Concordo. Ela explica claramente a Micro-Evolução e não a Macro-evolução, como afirma.

    “Bom, se para voce a evolução não explica nada, nem a tamanha diversidade de bactérias, animais e plantas suponho que voce deva ter uma explicação plausível melhor e mais avançada do que a ultrapassada evolução.”

    Bom, o fato de não saber, não significa que devo aceitar o que está errado. A Teoria da evolução está ultrapassada (mais dois um séculos) e as evidências esclarecidas pela ciência moderna, refutam esta crença.
    Se continuarmos a manter este tipo de crença, a ciência tende a estagnar, não permitindo que avance em estudos específicos, por partirem de pressuposições erradas.

    sds

    • Vamos por partes! Primeiro; não sou Cara Rossetti mas sim CARO Rossetti.
      Segundo, há uma série de animais domesticados como o porco que são isolados geneticamente de sua versão selvagem, o javali, existem mais de 30 mil espécies de orquídeas criadas com o uso da seleção artificial, além de exemplos com drosophilas (Drosophila pseudobscura, criada em laboratório na década de 80) . Na Califórnia há exemplos de especies anéis que mostram como processos de especiação em salamandras ocorrem, assim como gaivotas, um grupo de argentinos identificou recentemente o processo de especiação onde duas especies não mais trocam genes a não por uma espécie anel.
      São claramente exemplos de especiação, isolamento genético e geográfico.Não estou apenas argumentando, antes de tudo estou mostrando as evidências coletadas de zoólogos e catalogadas em revistas científicas.
      É bom saber que o que voce entende por macro-evolução é distinto do que a biologia evolutiva tem como conceito, voce é criacionista. As leis da genética mostram exatamente como as características passam para a geração seguinte, transferindo os genes que podem dar um valor adaptativo.
      Exatamente como voce disse, a mudança está no fenótipo, é exatamente o que garante a sobrevivência meu querido. O fenótipo é o resultado indireto da expressão do conjunto de genes que a espécie possui. Voce mesmo esta respondendo o que põem em questão.
      As combinações são limitadas ao código (mas não são fixas), desde que o código não mude.
      Se o código mudar ele pode ter um efeito e por isso não existe essa fixidez alguma como voce propõem.
      O código genético é sujeito a mudança, a alteração em um gene que pode transtornar o controle celular da atividade causando tumores, massas celulares amorfas sem função específica. Ele pode alterar a atividade de outros genes, ou a interrupção na sinalização celular nas células adjuntas. Se um gene alterado pode quebrar essa fixidez imposta por voce, uma mudança pode ser benéfica e conferir a habilidade de sintetizar certas moléculas por exemplo. Isso confere adaptação e pode vir a conferir um isolamento etológico caso seja uma mudança comportamental, ou sexual, ou cariotípico, morfológico…. Existem exemplos com grilos que demonstram claramente isso, isolamento etológico e sexual e uma espécie anel que faz a troca de genes nessas espécies que estão separando.
      Exato ervilhas continuam sendo ervilhas no caso citado, mas isso mostra primeiro; uma variação fenotípica extrema que poderia ser considerada uma macro-mutação diante das novas dimensões da planta mas nem por isso confere uma nova espécie. Dai, sugiro a voce que não confunda macro-mutação com a origem de espécies ou o saltacionismo criacionista.
      Macromutação não é o mesmo que origem de espécie. Lysenko, parceiro de Stalin fez experimentos justamente usando 30 gerações de raposas e domesticou-as de tal forma que poderíamos chamar de uma macromutação.
      Não há artigo científico algum que demonstre que espécies não podem dar origem a outras, de fato, a seleção natural e outros mecanismos evolutivos podem ser fatores sim que isolam e geram novas espécies como já documentado.
      No exemplo da ervilha de fato, ervilhas não deixam de ser ervilhas e no caso em questão não deixaram de ser ervilhas, inclusive da mesma espécie, mas Gaivota- argênteas trocam genes com Gaivotas-de-asa-escura através de espécies anel e nem por isso deixam de ser gaivotas e são espécies diferentes.
      Eis ai alguns exemplos de mecanismos e evidencias evolutivas, mas a grande maioria das pessoas ignoram essas coisas. Bom, se isso nao é o suficiente para elas eu acabo sempre perguntando; o que fazemos então com os 6 mil fosseis da evoluçao dos cavalos? Ignora-los? E o que fazer com as mais de 80 espécies de dinossauros descobertos nos 4 cantos do mundo datados em mais de 65 milhões de anos? O que fazer com os fosseis da evoluçao humana? o que fazer com todos os fósseis do mundo? Todos estao datados errados? São farsas? Teorias de conspiração para criar uma historinha dentro da biologia? Enfim… nada no mundo é fixo, as religiões mudam ao longo do tempo, a sociedade, a musica, as línguas e porque não a vida?
      Mas eu concordo com voce. Se continuarmos a manter este tipo de raciocínio em ciência não haverá avanço nos estudos específicos justamente por partirem de pressuposições erradas, como o conceito errado de macromutação, como não consultar artigos científicos e verificar os exemplos de seleção natural e artificial ja catalogados pela ciência e a que pé estão as novas descobertas.

      Abraço do Caro Rossetti !!!

  4. Rosseti, perdoe-me, achei que fosse uma mulher.

    Segundo, há uma série de animais domesticados como o porco que são isolados geneticamente de sua versão selvagem, o javali, existem mais de 30 mil espécies de orquídeas criadas com o uso da seleção artificial, além de exemplos com drosophilas (Drosophila pseudobscura, criada em laboratório na década de 80) . Na Califórnia há exemplos de especies anéis que mostram como processos de especiação em salamandras ocorrem, assim como gaivotas, um grupo de argentinos identificou recentemente o processo de especiação onde duas especies não mais trocam genes a não por uma espécie anel.
    São claramente exemplos de especiação, isolamento genético e geográfico.Não estou apenas argumentando, antes de tudo estou mostrando as evidências coletadas de zoólogos e catalogadas em revistas científicas.

    Ok, isto é Micro-Evolução. Os animais se especializaram dentro da característica genética cujo pertencia.
    Não estou questionando isto. Estou questionando você, ao utilizar este argumento para justificar a Macro-evolução. Isso é errado, pois não é o que as evidências mostram.
    Justificar a macro-evolução com a micro-evolução é puramente expeculativo e errôneo, visto que não há evidências que corrobe o tal.

    É bom saber que o que voce entende por macro-evolução é distinto do que a biologia evolutiva tem como conceito, voce é criacionista. As leis da genética mostram exatamente como as características passam para a geração seguinte, transferindo os genes que podem dar um valor adaptativo.

    Não sou eu que faço esta distinção. Você como um bom naturalista evolucionista, deve conhecer que a T.E divide-se em 2 partes: A teoria GERAL da evolução e teoria ESPECIAL da evolução.

    Meu questionamento não é referente a Teoria ESPECIAL, mas sim a teoria GERAL.

    Que a teoria ESPECIAL da evolução [microevolução intra-espécies com limitação na variabilidade genética] é um FATO, disso não tenho dúvidas. Ela está tão bem estabelecido, equiparando-se as leis científicas. Até os criacionistas estão convencidos disso. Há inúmeras evidências empiricamente comprovadas (até mesmo citadas por ti) corroborando a teoria especial da evolução de Darwin.

    Porém, a teoria GERAL da evolução [macroevolução interespécies, uma espécie se transformando em outra], não há comprovações empíricas e as evidências, REFUTAM este pensamento. Apenas os darwinistas ortodoxos fundamentalistas afirmam existir uma “montanha de evidências” supostamente “corroborando” o “fato” da Macro-evolução. Só que essas “montanhas” de evidências não passam de especulações, sem o empirismo para comprovar. Sem contar que as leis de Mendel, Conhecimento da complexibilidade de uma célula a refutação dos argumentos de Lamarck e a genética, devidamente compreendida, refuta este tipo de pensamento.

    Exatamente como voce disse, a mudança está no fenótipo, é exatamente o que garante a sobrevivência meu querido. O fenótipo é o resultado indireto da expressão do conjunto de genes que a espécie possui. Voce mesmo esta respondendo o que põem em questão.
    As combinações são limitadas ao código (mas não são fixas), desde que o código não mude.
    Se o código mudar ele pode ter um efeito e por isso não existe essa fixidez alguma como voce propõem.

    Não confunda o fixismo com a refutação da Macro-evolução. A especialização do ser é demonstrado na natureza (como afirmei acima) porém a suposta macro-evolução, continua erroneamente a ser ensinada, mesmo possuindo evidências claras de sua inexistência e seu engano.

    O código genético é sujeito a mudança, a alteração em um gene que pode transtornar o controle celular da atividade causando tumores, massas celulares amorfas sem função específica. Ele pode alterar a atividade de outros genes, ou a interrupção na sinalização celular nas células adjuntas. Se um gene alterado pode quebrar essa fixidez imposta por voce, uma mudança pode ser benéfica e conferir a habilidade de sintetizar certas moléculas por exemplo. Isso confere adaptação e pode vir a conferir um isolamento etológico caso seja uma mudança comportamental, ou sexual, ou cariotípico, morfológico…. Existem exemplos com grilos que demonstram claramente isso, isolamento etológico e sexual e uma espécie anel que faz a troca de genes nessas espécies que estão separando.

    Mas é claro. O código genético permite mudanças no mesmo ser através de suas combinações. Porém as modificações são limitadas aos códigos existentes. Nenhum código novo “surge” por estas combinações. elas apenas criam COMBINAÇÕES diferêntes.

    Por exemplo, um canino, pode sofrer diversas combinações. Com isso, várias raças apareceriam posteriormente (Lobo, Bulldog, hiena, etc.). Porém as mudanças fenotípicas sempre será em sua espécie. Isso ocorre pois o código genético contido nele, é de canino, e como comprova as leis de mendel, as devirações posteriores permanecerão neste limite.

    Um canino nunca se tornará um felino, pois o código genético contido nele NÃO permite tal alteração.

    Exato ervilhas continuam sendo ervilhas no caso citado, mas isso mostra primeiro; uma variação fenotípica extrema que poderia ser considerada uma macro-mutação diante das novas dimensões da planta mas nem por isso confere uma nova espécie. Dai, sugiro a voce que não confunda macro-mutação com a origem de espécies ou o saltacionismo criacionista.

    Esta suposta “macro-mutação” ocorreu devido combinação de código genético já presentes na ervilha. Suas combinações levaram a este “salto”
    Porém, mais uma vez, não foi acrescentado código algum a ervilha, mas sim mudanças em suas características devidas combinações de códigos PRÉ-existentes.

    Com outras palavras, isso apenas corroba a teoria ESPECIAL da evolução. A teoria GERAL da evolução, é refutada por esta lei.

    Macromutação não é o mesmo que origem de espécie. Lysenko, parceiro de Stalin fez experimentos justamente usando 30 gerações de raposas e domesticou-as de tal forma que poderíamos chamar de uma macromutação.
    Não há artigo científico algum que demonstre que espécies não podem dar origem a outras, de fato, a seleção natural e outros mecanismos evolutivos podem ser fatores sim que isolam e geram novas espécies como já documentado.

    Isso não corroba a teoria Geral, mas sim a ESPECIAL.
    Repetindo, não sou fixista e não duvido da teoria ESPECIAL da evolução.
    Apesar dos nomes serem parecidos, os conceitos são diferentes. Como um naturalista evolucionista, deveria saber.

    No exemplo da ervilha de fato, ervilhas não deixam de ser ervilhas e no caso em questão não deixaram de ser ervilhas, inclusive da mesma espécie, mas Gaivota- argênteas trocam genes com Gaivotas-de-asa-escura através de espécies anel e nem por isso deixam de ser gaivotas e são espécies diferentes.

    “Eles podem até ser caracterizados ‘ERRÔNEAMENTE” de espécies diferentes, pela taxonomia moderna, porém pela Filogenia, são as mesmas.
    Com outras palavras, gaivotas são gaivotas, e não deixaram de possuir suas características de gaivotas (tornando-se outro ser), através das combinações genéticas.

    Eis ai alguns exemplos de mecanismos e evidencias evolutivas, mas a grande maioria das pessoas ignoram essas coisas.

    Prezado, mais uma vez eu disse que não duvido dos mecanismos da diversificação INTRA-espécies (Micro). O detalhe é que você tenta justificar erroneamente a suposta diversificação INTER-espécies (Macro), baseados em teorias não comprovadas, pelas evidências comprovadas da diversificação INTRA-espécies (Micro).

    Bom, se isso nao é o suficiente para elas eu acabo sempre perguntando; o que fazemos então com os 6 mil fosseis da evoluçao dos cavalos? Ignora-los?

    Se refere-se a fósseis que demonstram diversificação INTRA-espécies (Micro) , não duvido, pois as evidências e as leis científicas corobam este argumento. Mas se refere-se a suposta diversificação INTER-espécies (Macro), precisará de evidências para comprovar. Existe algum fóssil de transição entre estes dois seres? Se há mais de 6 mil fósseis de animais COMPLETOS, deveria ter no mínimo 10 vezes mais a quantidade de fósseis de animais em fase de transição. Existe algum fóssil para comprovar esta suposta teoria?

    E o que fazer com as mais de 80 espécies de dinossauros descobertos nos 4 cantos do mundo datados em mais de 65 milhões de anos?

    Primeiramente, como pode se comprovar com exatidão a idade dos fósseis? Qual método você sugere como seguro, para a datação? a estratigrafia? Tomando pelo princípio do uniformismo?

    Segundo, fósseis de dinossauros só demonstram que houve-se seres de outras espécies cujo não existem mais. Eles não corrobam a teoria GERAL da evolução.

    O que fazer com os fosseis da evoluçao humana?

    Qual evolução humana? Só porque foram encontrados fósseis de primatas extintos, não significa que o homem é sua evolução. Significam apenas que existiram em um passado (Desconhecido, pois as técnicas e princípios de datação são falhos), outras espécies de animais que não existem hoje.

    Esta evidência não corroba a teoria GERAL da evolução.

    o que fazer com todos os fósseis do mundo? Todos estao datados errados? São farsas? Teorias de conspiração para criar uma historinha dentro da biologia?

    Eles devem ser estudados de maneira correta, e não sobre pressuposições falhas.
    O fato de teorias serem refutadas, não significam que estão fazendo “conspiração”. Significam apenas falta de humildade em assumir que estavam ERRADOS.
    Métodos de datação, baseadas no princípio de Uniformismo, está errado. Se este princípio fosse certo, a alguns milhões de anos (mesmo depois da suposta existência de vida) , a lua estaria a 15 Km da terra e o sol teria a temperatura de 150º celsius. Sem contar a camada eletromagnética e a presença de hélio no planeta.

    Enfim… nada no mundo é fixo, as religiões mudam ao longo do tempo, a sociedade, a musica, as línguas e porque não a vida?

    Concordo, porem mudanças não significam MACRO-MUDANÇAS entre espécies. Para afirmar-se algo desta grandeza, deveria-se possuir evidências para o tal.

    Mas eu concordo com voce. Se continuarmos a manter este tipo de raciocínio em ciência não haverá avanço nos estudos específicos justamente por partirem de pressuposições erradas, como o conceito errado de macromutação, como não consultar artigos científicos e verificar os exemplos de seleção natural e artificial ja catalogados pela ciência e a que pé estão as novas descobertas

    Se concorda comigo, porque ainda mantém na crença de dois séculos atrás? porque simplesmente não aceita o fato desta crença estar errada e começar a reformula-la do zero?
    Porque insistir no mesmo erro e tentar tapar o sol com a peneira?

    O próprio Darwin afirmou que se fosse encontrado algum órgão complexo sua teoria seria destruída. O detalhe é que TODOS órgãos são complexos, muitos porém, fechando os olhos para estas evidências e pela honestidade de Darwin, preferem acreditar em teorias ultrapassadas, elaboradas a mais de dois séculos atrás, onde a ciência “engatinhava”.

    sds

    • Ok, sem problemas quanto ao nome.
      Olha, para ser breve, bem breve; o que estou dizendo é que não é preciso inserir código genético para mudar a atuação dinâmica dos genes. Uma simples mudança de base no caso do gene do fitormônio geberelina mostra um código modificado e não criado. Não houve inserção de genes ou qualquer coisa. A alteração de um par de base criou uma nova informação sem a inserção de novos genes. Em um gene que atua como fator de transcrição por exemplo, isso pode reprogramar a intensidade a frequencia, quando e como um gene ou um cluster de genes vai expressar-se ou ser suprimido durante a vida de uma pessoa ou até mesmo durante a embriologia. Teratógenos querendo ou não atuam provocando mudanças enormes em recém nascidos. Macromutações ocorrem, mas seu efeito benéfico e criativo no nível de espécies é muito difícil de ser provado na biologia evolutiva. A explicação mais simples é a melhor (razão de Ockham)
      Eu apresentei a ervilha como um exemplo de redimensionamento corporal extremo e não de salto como voce disse a cima. Como uma modificação extrema nas dimensões corpóreas e estou mostrando isso como exemplo de macromutação sem a criação de uma nova espécie. Não estou dizendo que macromutaçao significa o surgimento de uma espécie, de fato são coisas distintas e em teoria, a macromutação pode promover a criação de uma nova espécie, mas na prática não há registros. Dawkins acreditar que o pescoço da girafa é um exemplo de macromutação. Eu sou contra, é uma explicação inútil e não concordo com ele, mas não concordo tambem em dizer que macromutação é sinônimo de origem de uma espécie. Citei acima alguns exemplos de origem de especie para voce, alguns em pleno estágio de especiação e isso mostra como a microevolução, como o isolamento pode e esta gerando novas espécies. Isso mostra como a seleção natural em si pode promover o isolamento e a partir de pequenos passos separar espécies.

  5. Olha, para ser breve, bem breve; o que estou dizendo é que não é preciso inserir código genético para mudar a atuação dinâmica dos genes. Uma simples mudança de base no caso do gene do fitormônio geberelina mostra um código modificado e não criado.

    Ok, eu concordo. Porém as combinações não extrapolam o limite dos códigos pré-existentes.
    Voltando ao exemplo do canino,
    Eles possuem códigos genéticos intrínsecos que ao combinarem entre si, modificam sua estrutura. O que isto quer dizer? Um cachorro, por combinações, modifica sua característica LIMITANDO-SE aos códigos genéticos pré-existentes.
    Se efetuar cruzamento entre várias raças de cachorros, por várias gerações, poderá haver micro-mudanças em suas características, como tamanho, cor, pelo, musculatura, etc…
    Porém, independentemente do número de cruzamentos ou tempo, Pelas evidências apresentadas pela genética e segundo as leis de Mendel, nunca haverá uma estrutura diferente em seu ser, cujo qual não está inserida na característica de canino, como por exemplo, asas, chifres, brânquias, etc…

    Não houve inserção de genes ou qualquer coisa. A alteração de um par de base criou uma nova informação sem a inserção de novos genes.

    Mas é claro que não houve. Disto eu já sabia. Porém esta suposta “criação” de informação sem inserção de novos genes, que ULTRAPASSAM as informações de códigos genéticos descritos anteriormente no ser, também não ocorreu.
    Todas informações inseridas no novo ser, já faziam parte das informações transferidas pelos seus pais.
    Com isso, qualquer mudança no ser, limita-se a combinações de códigos préviamentes transferidos.
    Somente a teoria GERAL evolucionária, alega que estas mudanças são infinitas, porém na prática, e segundo leis de Mendel, as evidências apontam ao contrário, as combinações são LIMITADAS.

    Em um gene que atua como fator de transcrição por exemplo, isso pode reprogramar a intensidade a frequencia, quando e como um gene ou um cluster de genes vai expressar-se ou ser suprimido durante a vida de uma pessoa ou até mesmo durante a embriologia. Teratógenos querendo ou não atuam provocando mudanças enormes em recém nascidos. Macromutações ocorrem, mas seu efeito benéfico e criativo no nível de espécies é muito difícil de ser provado na biologia evolutiva. A explicação mais simples é a melhor (razão de Ockham)
    Eu apresentei a ervilha como um exemplo de redimensionamento corporal extremo e não de salto como voce disse a cima. Como uma modificação extrema nas dimensões corpóreas e estou mostrando isso como exemplo de macromutação sem a criação de uma nova espécie. Não estou dizendo que macromutaçao significa o surgimento de uma espécie, de fato são coisas distintas e em teoria, a macromutação pode promover a criação de uma nova espécie, mas na prática não há registros. Dawkins acreditar que o pescoço da girafa é um exemplo de macromutação. Eu sou contra, é uma explicação inútil e não concordo com ele, mas não concordo tambem em dizer que macromutação é sinônimo de origem de uma espécie.

    Concordo plenamente contigo neste aspecto. Este argumento citado demonstra claramente a Micro-evolução, porém ele não justifica e nem corroba a suposta Macro-evolução, até mesmo porque a capacidade genética de mudanças limita-se a combinações dos pais. O ambiênte externo não influência na mudança. (exceto radiação e agentes químicos)

    Citei acima alguns exemplos de origem de especie para voce, alguns em pleno estágio de especiação e isso mostra como a microevolução, como o isolamento pode e esta gerando novas espécies. Isso mostra como a seleção natural em si pode promover o isolamento e a partir de pequenos passos separar espécies.

    Houve um erro de interpretação das evidências. Teu exemplo demonstrou o aparecimento de novas raças na mesma espécie (ex: Chiuaua e Dog alemão) e não espécies gerando espécies (Peixe gerando anfíbios).

    Para ilustrar utilizarei novamente o exemplo do Canino:
    A diferenciação e combinação do código genético desta experiência, seria semelhante a uma experiência no canino “Primordial”

    O canino “primordial” possuía códigos genéticos suficientes para combinarem e gerarem raças deste um chiuaua a um Dog alemão.

    Apesar das diferenças serem “gritantes”, as mesmas raças fazem parte da mesma espécie.

    Com outras palavras, o que as experiências demonstram é exatamente isso, ou seja a Micro-evolução.
    Nenhuma “especialização” extrapolou a ESPÉCIE observada, ela apenas gerou raças pertencentes a mesma espécie.

    sds

    • Pseudo-genes ilustram isso, podem ser ativos e se conferirem uma característica como ser tolerante a lactose por exemplo é uma informação que é expressa na prole e não precisa necessariamente estar presente nos pais. O pseudo-gene certamente estará nos pais, mas é ativo, e pode levar a vantagens.

      Voce pode até alegar que micromudanças em características como tamanho, cor, pelo, musculatura nunca será estrutura diferente em seu ser, mas se isso conferir uma mudança de comportamento reprodutivo certamente o isolamento pode correr e pode ocorrer o surgimento de uma espécie. É isso que estou dizendo, que essas pequeninas mudanças nas gaivotas, nos Skuas e nas salamandras que contém espécies anéis mostram. Algumas das salamandras são geneticamente compatíveis mas a troca de genes ocorre por intermediários por houve isolamento reprodutivo, comportamental.
      O problema é que justamente o conceito de espécie é subjetivo, existem exemplos de animais que são geneticamente compatíveis mas que não trocam mais genes entre si devido a uma simples mudança no comportamento reprodutivo. Mas o conceito diz que uma espécie é um grupo de animais capazes de reproduzir entre si e gerar descendentes férteis. Essas salamandras são compatíveis mas não se reproduzem. Foram exatamente as pequenas mudanças que separaram elas.

      Não tenho tanta certeza se o externo não influencia o interno sim. Temos vírus, e agora os prions também que foram mostrados cientificamente como agente que estao diretamente ligados a alterações genomicas de seus hospedeiros. Fatores epigenéticos, a própria transferência horizontal de genes, agentes teratogênicos. São todos mecanismos externo que atuam no genoma.

      Bom, o exemplo de peixes virando anfíbios é interessante olhar os registros fósseis de Eusthenopteron, Panderichthys, Ventastega, Acantosthega, Ichtyostega, Elpistostege, Tulerpeton, Sinostegan Metaxygnathus. Alias o peixe Saltador-do-lodo que não tem relação alguma com a evolução de anfíbios mas ele é um exemplo de peixe pulmonado que de vez enquanto sai do lago e vai passear no continente.

  6. Pseudo-genes ilustram isso, podem ser ativos e se conferirem uma característica como ser tolerante a lactose por exemplo é uma informação que é expressa na prole e não precisa necessariamente estar presente nos pais. O pseudo-gene certamente estará nos pais, mas é ativo, e pode levar a vantagens.

    Pseudogenes, apesar de não demonstrarem tão ativos como explana, (pois a maioria não se expressa no resultado do produto funcional) , não explica a suposta Macro-evolução. Em suma, Quando é ativo (pouquissimos casos) ele basicamente representa uma característica “adormecida” nos pais que são “despertadas” nos filhos, após combinações genéticas.

    Assim como os genes, ele também é limitado ao código já inserido ou combinado.
    Este é outro exemplo de Micro-evolução, confirmando a teoria ESPECIAL, mas ainda assim, não corroba a teoria GERAL.

    Voce pode até alegar que micromudanças em características como tamanho, cor, pelo, musculatura nunca será estrutura diferente em seu ser, mas se isso conferir uma mudança de comportamento reprodutivo certamente o isolamento pode correr e pode ocorrer o surgimento de uma espécie.

    Não concordo. Por mais frequentes que as micro-mudanças possam surgir no ser, ele sempre limitará ao código genético transferido pelos pais. Nunca haverá um surgimento de uma nova espécie por meio das combinações. Apenas Raças da mesmas espécie, aparecerá.

    É isso que estou dizendo, que essas pequeninas mudanças nas gaivotas, nos Skuas e nas salamandras que contém espécies anéis mostram. Algumas das salamandras são geneticamente compatíveis mas a troca de genes ocorre por intermediários por houve isolamento reprodutivo, comportamental.

    Eu sei, não estou questionando as mudanças de características ocorridas na gaivotas e nas Salamandras, não questiono micro-evoluções. Questiono apenas você justificar estas micro-mudanças como se fosse macro. Uma gaivota sempre será uma gaivota e uma salamandra sempre será uma Salamandra, independentemente das modificações ocorridas em seus genes, pois as mesmas são condicionadas as informações contidas em seus pais.

    O problema é que justamente o conceito de espécie é subjetivo, existem exemplos de animais que são geneticamente compatíveis mas que não trocam mais genes entre si devido a uma simples mudança no comportamento reprodutivo.

    O problema é que a taxonomia moderna está errada, pois foi fundamentada na precária teoria evolucionária, elaborada em 1880. A maioria das categorizações, foram estabelecidas em uma época onde os conhecimentos genéticos eram precários.
    Neste caso, a baraminologia, fundamentada na ciência moderna, está mais de acordo, visto que os conceitos de espécie estão fundamentados de acordo com sua capacidade reprodutiva (Entrando em concordância com os estudos genéticos)

    Mas o conceito diz que uma espécie é um grupo de animais capazes de reproduzir entre si e gerar descendentes férteis. Essas salamandras são compatíveis mas não se reproduzem. Foram exatamente as pequenas mudanças que separaram elas.

    Isso não significa que ouve uma melhora genética, como prega a teoria geral da evolução, mas pelo contrário, mostrando que o código genético, ao sofrer especialização, obtem uma “piora”, pois o mesmo é deletério.

    Não tenho tanta certeza se o externo não influencia o interno sim. Temos vírus, e agora os prions também que foram mostrados cientificamente como agente que estao diretamente ligados a alterações genomicas de seus hospedeiros.

    Primeiro, a analogia está errada. O termo ambiente externo é generalizado por você como tudo que é de fora, interferindo no ser. Minha colocação foi relacionado ao MEIO AMBIÊNTE externo, motivando supostas alterações nos genes dos animais. Como sabemos, a ciência moderna demonstrou que isto não ocorre. (exceto pela radiação e agentes químicos)

    A respeito dos vírus, eles agem como parasitas, cujo qual possuem informações em se código genérico, específicos a agregarem códigos genéticos de seus hospedeiros (semelhantes as bactérias)
    Se não possuísse código genético descrito para esta “tarefa”, nenhuma mudança ocorreria em suas características.
    Já a respeito dos príons, não entendo o que isto poderia encadear ma suposta Macro-evolução, visto que os mesmos não possuem DNA ou RNA

    Fatores epigenéticos, a própria transferência horizontal de genes, agentes teratogênicos. São todos mecanismos externo que atuam no genoma.

    Novamente, está generalizando minha colocação. Mas se caso queira justificar este atgumento a favor da suposta macro-evolução, cite um exemplo destes fatores externo terem transformado um ser em outro.

    Alguns destes fatores tornaram um protozoário em metazoário?

    Se perceber, tuas justificativas para embasar a teoria GERAL, está totalmente fora do contexto, pois os mesmos não se enquadram lógica proposta por Darwin.

    Bom, o exemplo de peixes virando anfíbios é interessante olhar os registros fósseis de Eusthenopteron, Panderichthys, Ventastega, Acantosthega, Ichtyostega, Elpistostege, Tulerpeton, Sinostegan Metaxygnathus.

    Eusthenopteron, Panderichthys, Ventastega e Elpistostege são caracterizados PEIXES extintos.

    Acantosthega, Ichtyostega, Tulerpeton e Sinostegan Metaxygnathus são caracterizados ANFÍBIOS extintos.

    Qual é o espanto? como isso pode ser alguma evidência de Macro- evolução?

    Se perceber, TODOS ELES estão bem formados, com seus órgãos e caracteristicas COMPLETAS.

    Existe algum fóssil que demonstra transição? Um suposto peixe com um pulmão em formação? (meio guelra e meio pulmão)

    Se supostamente estes peixes se tornaram anfíbios, deveria existir 10 vezes mais fósseis de transição do mesmo, comprovando os órgãos em formação.

    Existe algum?

    Alias o peixe Saltador-do-lodo que não tem relação alguma com a evolução de anfíbios mas ele é um exemplo de peixe pulmonado que de vez enquanto sai do lago e vai passear no continente.

    O Ornitorrinco é exemplo de um animal que possui várias características de outros seres. Seria ele o Elo perdido que manteve sua forma original nos supostos milhões de anos?
    Só porque um animal demonstra características de outros animais, não significa que uns derivaram dos outros.

    Somente fósseis transicionais corrobariam este argumento, porém, como sabemos, não há um sequer.

    sds

    • Os estudos e macroevolução tem como foco as mudanças que ocorrem no nível de espécie ou acima dela. Ou seja, mudanças grandes dentro de uma espécie ou extrapolando a criar outras.
      Uma mudança em um gene Hox que leva ao aumento dos ossos da coluna vertebral certamente não explicam por si só o aumento do pescoço da girafa como Dawkins diz. Mas mesmo assim, voce esta dizendo que o simples fato de uma especie ser criada de outra é um processo macroevolutivo e voce diz que microevoluçao não explicam a mudança de uma espécie a outra.
      Mas eu estou mostrando para voce exemplos de especies anéis que mostram justamente eventos recentes em andamentos de espécies que acabaram de surgir.
      Se uma mudança em um gene promove uma nova característica no comportamento reprodutivo, por menor que seja, seja ela em tese uma microevoluçao ela esta promovendo um isolamento genético, mas já são especies diferentes pois não mais se reproduzem. Eis ai um exemplo de como uma espécie da origem a outra mesmo que ela caia na concepção de macroevolução porque é uma nova espécie. Isso ocorre porque os termos são subjetivos.
      O problema é justamente a subjetividade dos conceito, se as microevoluções que voce não questiona como disse acima ocorrem, porque elas criariam apenas raças? Porque não extrapolariam a tal ponto de criar espécies? Não há artigo algum que mostre que as variações genéticas ocorram somente a tal ponto de criar raças. E como explicar o caso das salamandras? Sob o ponto de vista macroevolutivo não daria afinal as salamandras não mais se reproduzem e conferem especies diferentes.
      O que as salamandras e os Skuas e gaivotas mostram é que pequenas variações são o suficiente para isolar essas populações. Podem até ser geneticamente compatíveis mas não trocam mais genes entre si. Esse é exatamente o conceito de espécie, o isolamento reprodutivo.
      Criar uma espécie não é algo impossível, as Drosophilas que te citei anteriormente foram criadas em 3 ou 4 gerações. O problema de macromutações é que seu conceito é abrangente. Pode ser grandes variações dentro do limite da espécie e também considera-se macromutação quando uma população extravasa o limite do conceito de espécie.
      A evolução sempre vai extravasar o limite da espécie e cair na macromutação segundo esse seu conceito que interpreta única e exclusivamente a origem das espécies.
      Para uma espécie surgir as mudanças cumulativas podem gerar a longo prazo o surgimento de uma espécie. Se evolução significa transformação então ela necessita de novas espécies e de acordo com o conceito de macromutação todas as espécies surgiram desse fenômeno pois deve haver um momento entre pequenas mudanças e grandes mudanças adquiridas a longo prazo. Diferente do saltacionismo, em que do nada tudo é criado por um designer inteligente que nem somos capazes de testar a existência porque cai no plano metafísico, religioso ou fadístico.
      Não confunda evolução com saltacionismo.

      Há alguns grupos de pesquisadores que mostram que prions interferem sim da variabilidade genética dos animais e humanos. Há alguns estudos falando sobre isso, foi feito por um grupo de pesquisadores italianos, inclusive saiu uma reportagem na área de ciências do jornal Il Sussidiario da itália. Bom, variações no genoma há com certeza, ou então não haveria câncer que nada mais é do que a perda de diversos mecanismos moleculares e metabólicos gerados pela variação do genoma. Inclusive algumas áreas do genoma tem maior probabilidade de sofrerem com alterações ou erros de maquinaria enzimática de reparação, justamente aquelas menos condensadas. Se existe a possibilidade de mudanças negativas ocorrer no genoma porque não eventualmente alguma mudança positiva na síntese de proteínas, ou acordando pseudo-genes adormecidos? Inclusive nas células tumorais ha um remanejamento genético enorme com translocação de cromossomos de tal forma que muitos genes tem sua frequência de atuação mudada, alteração de regiões promotoras de genes e até mesmo remanejamento de genes.
      A conjugação de bactérias por vezes pode fornecer conjuntos de genes inteiros. O problema de classificar bactérias em espécies é novamente o problema do conceito de espécie. Mas há diversas cepas, variedades criadas em laboratório com o uso da conjugação de genes. Até que ponto elas são uma espécie ou outra se torna mais difícil classificar já que bactérias não “transam”. Mas ha experimentos feitos que mostram como ao longo de milhares de gerações é possível direcionar bactérias para caminhos evolutivos diferentes. Como o experimento de Lenski e as Eschericchia coli.
      Não vejo como esses exemplos não se encaixa em Darwin, alias, é exatamente o exemplo das pequenas variações isolando populações salamandras ou Skuas.
      Na Europa o gafanhoto Chorthippus brunneus e o Chorthippus guttulus são tão próximas que até os entomologistas tem dificuldade de identifica-las. Embora sejam geneticamente compatíveis, na natureza elas não se cruzam graças a um isolamento na freqüência de vocalização das fêmeas. Em um experimento laboratorial onde foi estimulado artificialmente uma mudança no padrão de vocalização de uma das espécies e mostrou que geneticamente elas eram compatíveis e o que separava essas duas populações eram unicamente a vocalização. Novamente pequenas mudancas criando especies novas ou o que voce chama de macromutação. Se a evolução implica em transformação eis ai exemplos.

      Só porque um animal demonstra características de outros animais, não significa que uns derivaram dos outros“. Concordo com voce, por isso usei o saltador-de-lodo como exemplo. Ele que não tem relação alguma com a origem dos anfíbios e mesmo assim mostra que é possivel isso acontecer. Peixes andando fora da água. Ha uma série fósseis de transição dos peixes a anfíbios e exemplos de peixes pulmonados que saem da água para passear. Os peixes dipnóicos são aqueles que possuem guelras, pulmões e circulação pulmonar. Um exemplo deles são os sarcopterígios, alias há diversos fósseis de sarcopterígios e exemplares vivos.
      Existem peixes pulmonados como o saltador de lodo e se ele pode andar em terras porque que o ancestral dos anfíbios não fariam? Os fósseis entre o pakicetus e as baleias também resguardam características e mostram a transição de habitats. Essa semana foi encontrado mais um fóssil que mostra a transiçao de ambiente aquático para o terrestre. É um fóssil que preenche uma lacuna de 15 milhões de anos, saiu no site G1 anteontem. Os ancestrais comuns entre o peixe-boi e os elefantes também mostram isso, ou devemos negar que os amebelodonte, gonfoterios, barytherium, moeritherium, deitonterio, paleomastodontes, mamutes e mastodontes não são ancestrais dos elefantes? E o que fazer com os mais de 25 fósseis que mostram a transição de dinossauros para aves?

      Voce, que assina como Ciência Moderna, como explicaria então esses fósseis, tamanha diversidade e a origem das espécies? Qual a origem de tantas espécies?

  7. Os estudos e macroevolução tem como foco as mudanças que ocorrem no nível de espécie ou acima dela. Ou seja, mudanças grandes dentro de uma espécie ou extrapolando a criar outras.
    Uma mudança em um gene Hox que leva ao aumento dos ossos da coluna vertebral certamente não explicam por si só o aumento do pescoço da girafa como Dawkins diz.

    Este é meu ponto. Se supostamente Girafas aumentaram seu pescoço, graças a ciência moderna, sabemos que NÃO ocorreu devido motivação de mudanças externas NO MEIO AMBIÊNTE. (Isso pode ser comprovado através da refutação da teoria de Lamarck). O mesmo só pode ocorrer por combinações genéticas transferidas por pais (Leis de Mendel). Supostamente, vocês naturalistas evolucionistas alegam, como forma de ajustar a teoria Geral, que supostas mutações, causaram mudanças.
    Porém as técnicas científicas modernas, declararam através de experiências realizadas nas moscas das frutas, que a mutação em 99% dos caso são maléficas e que moscas mutantes, após várias gerações de reprodução, voltavam a seu estado anterior, comprovando que o DNA possui uma característica interessante de “corrigir” os erros de mutação.
    Então, com estas evidências MODERNAS, podemos concluir que a capacidade de especialização, não são influenciados pelo meio ambiente, e que mutações ocorridas nos genes (derivados de radiação ou agentes químicos), são corrigidos posteriormente nas gerações posteriores.
    Isso contradiz TODA idéia de Darwin, cujo qual elaborou esta teoria, em uma época de ignorância e precariedade de técnicas ciêntíficas (pois nem mesmo uma célula ele conhecia) utilizando na maioria das vezes a criatividade.

    Mas mesmo assim, voce esta dizendo que o simples fato de uma especie ser criada de outra é um processo macroevolutivo e voce diz que microevoluçao não explicam a mudança de uma espécie a outra.
    Mas eu estou mostrando para voce exemplos de especies anéis que mostram justamente eventos recentes em andamentos de espécies que acabaram de surgir.

    O exemplo que você mostrou, não foi uma espécie nova sendo criada por uma espécie antiga. O que você mostrou foi derivações de raças constituídas de uma mesma espécie.
    Com outras palavras, você demonstrou MICRO-EVOLUÇÃO e não a MACRO.
    Eu não discordo de ti neste aspecto, pois a Micro-evolução ocorre dentro da mesma espécie de forma LIMITADA.

    Se uma mudança em um gene promove uma nova característica no comportamento reprodutivo, por menor que seja, seja ela em tese uma microevoluçao ela esta promovendo um isolamento genético, mas já são especies diferentes pois não mais se reproduzem. Eis ai um exemplo de como uma espécie da origem a outra mesmo que ela caia na concepção de macroevolução porque é uma nova espécie. Isso ocorre porque os termos são subjetivos.

    Discordo completamente. Isso demonstra característica de especialização e “degeneração” do ser, devido mudanças deletérias do ser ao efetuar combinações genéticas.
    Isso mostra claramente a limitação no código genético, permitindo enxergar que o ser ao mudar suas característica (através de combinações) perde a capacidade de se reproduzir entre si, mesmo pertencendo na mesma raça.
    Por exemplo, a Lobo é um canino. Porém tente cruza-la com um chiuaua. Isso não acontecerá. Porque não ocorrerá? porque ao se especializar, a capacidade reprodutiva do código genético “se perdeu”.
    Com isso deduzimos que o código genético era mais COMPLETO, que ao passar do tempo, com as combinações genéticas, elas tornaram-se INFERIORES.
    Isso contradiz toda teoria geral, cujo afirma que o código genético era inferior, e com os supostos milhares de anos, ela deveria ser superior.
    Se a teoria geral fosse correto, esta limitação não ocorreria, e os seres poderiam facilmente reproduzir entre si.
    Com outras palavras, a idéia de macro-evolução, tem conduzido os pensamentos a caminho contrário do que as evidências apontam.

    O problema é justamente a subjetividade dos conceito, se as microevoluções que voce não questiona como disse acima ocorrem, porque elas criariam apenas raças? Porque não extrapolariam a tal ponto de criar espécies?

    Puxa vida, você mesmo já respondeu a pergunta. O código genético, por ser “limitado”, através de combinações demonstraram que a espécie se distancia, não permitindo sua reprodução. Por isso o processo de especialização é DELETÉRIO e não AGREGATÓRIO como afirma a teoria geral.
    Com outras palavras, se uma suposta célula primordial surgiu no passado, o processo de especialização a tornaria mais INFERIOR do que ela apresentava no início.
    Com isso, ao invés de termos seres mais complexos, teríamos seres mais inferiores.
    As evidências, na REALIDADE, demonstram isso, porém a teoria geral, afirma ao contrário do que as evidências apontam.

    Não há artigo algum que mostre que as variações genéticas ocorram somente a tal ponto de criar raças. E como explicar o caso das salamandras? Sob o ponto de vista macroevolutivo não daria afinal as salamandras não mais se reproduzem e conferem especies diferentes.

    Perceba que as salamandras “modificadas” são INFERIORES em código genético, da salamandras ORIGINAIS.
    Perceba que a teoria Geral afirma ao contrário, pois se fosse correto, as salamandras seriam SUPERIORES em código genético, agregando a sí característica anterior, somadas com características novas, com isso.
    Se conseguir enxergar minha colocação, se a teoria Geral fosse correta, hoje poderia-mos cruzar com facilidade um peixe com um mamífero, visto que o peixe ao evoluir a amfíbio e evoluir a réptil e evoluir a mamífero, agregaria em sí capacidade no código genético.
    Porém na realidade não é o que ocorrre.

    O que as salamandras e os Skuas e gaivotas mostram é que pequenas variações são o suficiente para isolar essas populações. Podem até ser geneticamente compatíveis mas não trocam mais genes entre si. Esse é exatamente o conceito de espécie, o isolamento reprodutivo.

    PERFEITO. É exatamente isso. O isolamento reprodutivo demonstrou “inferioridade” no código genético, referente ao “original” e não “superioridade” como afirma a teoria Geral.
    Se fizermos uma analogia, e compararmos a gaivota com a suposta célula primordial, como sabemos que a gaivota sofreu, isolamento reprodutivo ao combinar sue genes, a suposta célula primordial, sofreria o mesmo, ao se modificar, ou se manteria na mesma característica ao se duplicar.
    Com outras palavras, se a célula primordial, apenas se reproduzisse, hoje haveria apenas células primordiais. Porém se ela modificasse sua estrutura, hoje haveria células “INFERIORES” aas células primordiais.
    Está entendendo agora o equivoco nesta teoria?

    Criar uma espécie não é algo impossível, as Drosophilas que te citei anteriormente foram criadas em 3 ou 4 gerações. O problema de macromutações é que seu conceito é abrangente. Pode ser grandes variações dentro do limite da espécie e também considera-se macromutação quando uma população extravasa o limite do conceito de espécie.

    Mudanças na característica não implica em espécie nova. Implica apenas em surgimento de Raças para espécie.

    A evolução sempre vai extravasar o limite da espécie e cair na macromutação segundo esse seu conceito que interpreta única e exclusivamente a origem das espécies.
    Para uma espécie surgir as mudanças cumulativas podem gerar a longo prazo o surgimento de uma espécie. Se evolução significa transformação então ela necessita de novas espécies e de acordo com o conceito de macromutação todas as espécies surgiram desse fenômeno pois deve haver um momento entre pequenas mudanças e grandes mudanças adquiridas a longo prazo. Diferente do saltacionismo, em que do nada tudo é criado por um designer inteligente que nem somos capazes de testar a existência porque cai no plano metafísico, religioso ou fadístico.
    Não confunda evolução com saltacionismo.

    As evidências demonstram seres complexos que tornaram-se inferiores com a combinação e especialização.
    A teoria Geral afirma que seres inferiores tornaram-se complexos através das combinações e especializações.
    Não estou aqui para julgar, mas sim seguir onde as evidências apontam.
    As evidências apontam ao contrário do que a teoria ensina.

    Há alguns grupos de pesquisadores que mostram que prions interferem sim da variabilidade genética dos animais e humanos. Há alguns estudos falando sobre isso, foi feito por um grupo de pesquisadores italianos, inclusive saiu uma reportagem na área de ciências do jornal Il Sussidiario da itália. Bom, variações no genoma há com certeza, ou então não haveria câncer que nada mais é do que a perda de diversos mecanismos moleculares e metabólicos gerados pela variação do genoma. Inclusive algumas áreas do genoma tem maior probabilidade de sofrerem com alterações ou erros de maquinaria enzimática de reparação, justamente aquelas menos condensadas. Se existe a possibilidade de mudanças negativas ocorrer no genoma porque não eventualmente alguma mudança positiva na síntese de proteínas, ou acordando pseudo-genes adormecidos? Inclusive nas células tumorais ha um remanejamento genético enorme com translocação de cromossomos de tal forma que muitos genes tem sua frequência de atuação mudada, alteração de regiões promotoras de genes e até mesmo remanejamento de genes.

    Ok, isso é interessante, pois não vejo ligação com a suposta Macro-evolução, afinal todo código genético para mudança, deveria estar presente. E mesmo estas mudanças não comprovariam “espécies” novas mas sim raças da mesma espécie.

    A conjugação de bactérias por vezes pode fornecer conjuntos de genes inteiros. O problema de classificar bactérias em espécies é novamente o problema do conceito de espécie. Mas há diversas cepas, variedades criadas em laboratório com o uso da conjugação de genes. Até que ponto elas são uma espécie ou outra se torna mais difícil classificar já que bactérias não “transam”. Mas ha experimentos feitos que mostram como ao longo de milhares de gerações é possível direcionar bactérias para caminhos evolutivos diferentes. Como o experimento de Lenski e as Eschericchia coli.
    Não vejo como esses exemplos não se encaixa em Darwin, alias, é exatamente o exemplo das pequenas variações isolando populações salamandras ou Skuas.
    Na Europa o gafanhoto Chorthippus brunneus e o Chorthippus guttulus são tão próximas que até os entomologistas tem dificuldade de identifica-las. Embora sejam geneticamente compatíveis, na natureza elas não se cruzam graças a um isolamento na freqüência de vocalização das fêmeas. Em um experimento laboratorial onde foi estimulado artificialmente uma mudança no padrão de vocalização de uma das espécies e mostrou que geneticamente elas eram compatíveis e o que separava essas duas populações eram unicamente a vocalização. Novamente pequenas mudancas criando especies novas ou o que voce chama de macromutação. Se a evolução implica em transformação eis ai exemplos.

    Discordo deste caso. Primeiramente, não há evidências de bactéria terem tornado outra por suposta “Macro-evoluções”.
    Elas podem até mudar a estrutura e combinar com seus hospedeiros, porém sua característica principal, continua a mesma.
    Estas mudanças seria no Micro ambiente e não Macro.
    Se você conhece alguma bactéria “evoluiu para outra” de forma macro, poderia citar um exemplo?

    Outra coisa, devido conceitos errôneos da propostas pela teoria geral, surgiu-se um mito que as bactérias tornavam-se resistentes aos antibióticos porque elas “evoluíam” por mutações.
    A ideia era que algumas bactérias ficaram mais resistentes, através de mutações, e sobreviviam ao medicamento, enquanto as outras mais fracas morriam.
    Este conceito, trouxe por muito tempo, um grande atraso para os cientistas, na busca de melhorias em antibióticos.
    Porém recentemente, descobriu-se que o que ocorre não é uma mutação, mas sim um trabalho em grupo, com doses de altruísmo.
    Uma pesquisa científica, publicada pela revista Nature (Volume 467, Pag. 82 a 85, 2010 – DOI: 10.1021 / nn100946q) mostra que quando as bactéria são atacadas pelos antibióticos, as bactérias mais fortes começam a produzir uma proteína que desencadeia um mecanismo de proteção as bactérias mais fracas. Como a bactéria utiliza muita energia para produzir esta proteína, ela acaba morrendo, mas garante a sobrevivência das demais bactérias, que acabam resistindo ao efeito do antibiótico. (“Bacterial clarity work leads to population-wide resistance” H.H.Lee , M.N. Molla, C.R. Cantore e J.J. Collins) Ao contrário do que ensina a seleção natural, onde os mais capacitados sobrevivem, a realidade é exatamente ao contrário.
    Este é um exemplo onde conceitos atrasados, acabam prejudicando a ciência moderna.

    Concordo com voce, por isso usei o saltador-de-lodo como exemplo. Ele que não tem relação alguma com a origem dos anfíbios e mesmo assim mostra que é possivel isso acontecer. Peixes andando fora da água.

    Eu sei que existe peixes que andam fora d´agua, assim como existem mamíferos que botam ovos (ornitorrinco). Disso eu não tenho dúvida.
    Porém o fato de dizer que peixes evoluíram para anfíbios, será necessário fósseis de transição para comprovar o tal. E como você e eu sabemos que não existe, não há como provar.
    Sabemos que os fósseis demonstravam animais COMPLETOS, onde seus órgãos já estavam formados.
    Não há um fóssil sequer que indique um órgão em formação.
    Por este motivo que eu digo que a taxonomia moderna precisa ser revista. Ela foi baseada em características aparentes, fundamentadas na errônea teoria de Macro-evolução, pois sua formação foi em um período onde não havia-se muito conhecimento sobre genética. Hoje eu prefiro caracterizar os seres e suas espécies através da Baraminologia, cujo qual utiliza estudos genéticos para efetuar a separação.

    Ha uma série fósseis de transição dos peixes a anfíbios e exemplos de peixes pulmonados que saem da água para passear. Os peixes dipnóicos são aqueles que possuem guelras, pulmões e circulação pulmonar. Um exemplo deles são os sarcopterígios, alias há diversos fósseis de sarcopterígios e exemplares vivos.

    Prezado, todos estes seres citados possuem suas estruturas completas e em funcionamento completo. Não há um sequer que demonstre órgãos em formação e em funcionamento incompleto.
    O ornitorrinco possui várias características, e nem por isso significa que está em formação.
    Ele bota ovo perfeitamente, amamenta perfeitamente, possui pêlos perfeitos, possui bico perfeito, ou seja, nenhuma característica nele está incorreta.
    O mesmo acontece com teus exemplos citados:
    Guelras, pulmões circulação pulmonar já estão completos nestes seres. Isso n]ão iondica transição, mas sim espécie que tinha a característica em comum. (assim como o ornitorrinco)
    Então os registros fósseis, na verdade são interpretados erroneamente pela teoria geral, como suposto fósseis de transição, porém para obter esta característica, nenhum órgão deveria estar COMPLETO.
    E TODOS estes seres estão COMPLETOS es suas espécies DEFINIDAS.

    Existem peixes pulmonados como o saltador de lodo e se ele pode andar em terras porque que o ancestral dos anfíbios não fariam?

    Simplesmente porque não há ancestral de outra espécie que gerou esta. O máximo que pode ocorrer são ser principal de mesma espécie que se tornaram raças distintas.
    Não me prendo ao que “parece ser”.Ciêntistas conceituados não devem se prende a este argumento, pois nem tudo que parece, de fato é.
    Ciêntistas conceituados devem haver evidências empíricas para comprovar um argumento.

    Os fósseis entre o pakicetus e as baleias também resguardam características e mostram a transição de habitats.

    Isso é pura especulação. Não há nada que comprove esta suposta transição. Só porque a taxonimia atual está errada ao definir os seres errôneamete, e alguns seres possuem características em comum, não significa que um descende do outro.
    Citarei um exemplo para ilustrar minha ideia
    Imagine o sistema operacional Windows.
    Imagine que encontraríamos os sistemas Win 3.11 –Win 98 – Win XP e Win 7
    Imagine que não saberíamos suas origens. Então eu poderia deduzir, que um sistema “evoluiu” dou outro simplesmente por possuírem características em comum.
    Porém o fato é que os sistemas foram feitos independentes, e não foram Ctrl + Alt e Del, somados várias vezes, que levara um sistema a “evoluir” para outro.
    O que evolucionistas fazem, é exatamente isto. Elaboram uma taxonomia errada, formando diferenciação de espécies equivocadas, baseadas em aparências e conceitos errados, e depois de encontrarem seres extintos, já COMPLETOS, que compartilham características em comum, dizem que são ancestrais.
    Isso é errado, e argumentações sem evidências não comprovam nada.
    Não ha evidências de supostas transformações de órgãos. Apenas há fósseis de seres completos com seus órgãos formados.

    Essa semana foi encontrado mais um fóssil que mostra a transiçao de ambiente aquático para o terrestre.É um fóssil que preenche uma lacuna de 15 milhões de anos, saiu no site G1 anteontem.

    Primeiramente, qual lacuna de 15 milhões de anos? como se comprova que o fóssil possui a idade indicada? Qual método foi utilizado para a datação? como se sabe se o método perfeito e de pressuposições perfeitas? Este método foi baseado no uniformismo? Sabemos que este princípio é errado, visto que se o uniformismo fosse real, a poucos milhões de anos a Lua estaria a 15 Km da terra, A temperatura solar seria mais de 150º Celsius na terra, o magnetismo da terra seria muito forte, não permitindo vida na terra, etc…
    Você acredita na estratigrafia? como existem camadas em várias partes do mundo que estão faltantes? Porque em enchentes, onde há deslizamento e acúmulo de barro, estas camadas surgem em 1 ano?
    Está vendo, nem mesmo a datação utilizada, tomadas como base estes princípios, estão corretos.
    Segundamente qual é o fóssil? poderia me enviar o link para estuda-lo?

    Os ancestrais comuns entre o peixe-boi e os elefantes também mostram isso, ou devemos negar que os amebelodonte, gonfoterios, barytherium, moeritherium, deitonterio, paleomastodontes, mamutes e mastodontes não são ancestrais dos elefantes?

    Será que não percebe que estes fósseis não demonstram transição pois seus órgãos estão FUNCIONAIS? Todos eles são classificados,até mesmo pela taxonomia moderna, em espécies DISTINTAS.
    Ao contrário do que enxerga, as evidências só demonstram seres extintos que possuíam características em comum.
    Se o ornitorrinco não existisse em vida, e fosse encontrado apenas seu fóssil, com certeza, erroneamente, evolucionistas o classificariam o animal de transição.
    Não concordo com esta visão.

    E o que fazer com os mais de 25 fósseis que mostram a transição de dinossauros para aves?

    É mesmo? Então o que seria o meio temor entre escama e penas? Qual fóssil demonstra uma passagem híbrida entre uma escama tornando-se pena?
    Qual fóssil demonstra a estrutura óssea no meio termo entre a estrutura de réptil (densa) e a de ave (oca).
    Qual fóssil demonstra a boca de um fóssil, meio híbrido em bico?
    Estes fósseis não demonstram transição. Eles apenas demonstram seres extintos que possuíam características singulares parecidas com outros seres.
    Estes fósseis JÁ ESTAVAM bem estruturados em suas espécies. Não há um sequer em formação, pois se ocorresse, os órgãos não seriam funcionais, a princípios.

    Voce, que assina como Ciência Moderna, como explicaria então esses fósseis, tamanha diversidade e a origem das espécies? Qual a origem de tantas espécies?

    Pelo modelo evolucionista não é. Isso já foi demonstrado e é demonstrado a todo tempo.
    As teorias de seres que evoluíram já foram refutados, porém darwinistas, motivados pela religião que tornou, não enxergam que a teoria geral estava ERRADA.
    Ainda tentam “tapar o sol com a peneira” com argumentos sem sentido para suatentar tal crença.
    Tudo indica que a origem dos seres, foram em classes independentes, MAIS COMPLEXOS, onde houve-se processo de especialização de raças, tornando-o INFERIORES e LIMITADOS em relação aos originais, em um processo de tempo DESCONHECIDO, pois o princípio do uniformismo para medição de tempo está ERRADA.
    As evidências apontam para este caminho, porém deverá ser necessário mais experiências para chegar ao veridicto.
    Mas se continuar-mos a bater na mesma tecla, onde o erro já foi comprovado, NUNCA saberemos a origem das espécies.
    Devo ressaltar que o fato de não saber a origem, não me faz aceitar o que já sei que está ERRADO.

    Sds.

    • Inferiores? Isso não existe em biologia evolutiva, nem mesmo termos como superiores, eles apenas se modificam, salamandras não deixaram de ser salamandras quando as novas especies emergiram, apenas são espécies diferentes. Uma salamandra pode ao longo de milhões de anos evoluir a tal ponto de um dia o seu descendente mais recente não ser semelhante ao seus primeiro ancestral lá trás. É o que aconteceu com as baleias, aves, anfíbios. Apenas modificação, sem foco na progressividade, a seleção natural apenas mantem vivo nem que isso significa mudança.
      Se estão vivas é porque de acordo com suas características gerais elas não foram podadas da árvore da vida, mesmo sendo uma espécie nova.
      Não atribua a busca da complexidade em biologia evolutiva, a seleção natural apenas mantem vivos os seres e não cria animais com códigos superiores ou inferiores. Não confunda ciência com X-men, ja não basta ter de aguentar criacionistas dizendo que flinstones existiram.
      Não há progressividade na evolução, como eu disse, evolução é sinônimo de transformação. Se voce não consegue enxergar isso seja la como voce interprete, em nível micro ou macro então não da para discutir evolução.
      Concordo com as condições deletérias, mas o fato é que temos esses exemplos de especiação e de transformação ocorrendo neste momento nesses animais e isso voce não consegue argumentar contra. Skuas tem duas espécies diferentes e claramente mostram o limite da especie sendo extrapolado. Até o momento Darwin é o único que explica isso. Mesmo sendo elas deletérias há outros mecanismos como já discutimos que levam a variação no genoma, e sem a necessidade de busca a complexidade. Deixemos de ser repetitivos.
      O isolamento reprodutivo não demonstra “inferioridade” no código genético, referente ao “original” e nem “superioridade.” Ele apenas mostra a transformação um grupo que derivou de outra, podemo preencher um novo nicho e se estão vivas até o momento não significa que são inferiores pelo fato de serem derivadas. Se estão vivas e perpetuando a nova espécie é justamente porque estão aptas a luta pela sobrevivência. Sobrevivem e não extinguiram.
      Eu não poderia dizer que um estromatolito é superior ou inferior a um elefante, pelo simples fato de que sobrevivem até hoje mantendo o mesmo sistema de colonias nos mares a bilhões de anos. Vá a Austrália e veja.
      Sob essa perspectiva que voce segue, por serem mais antigos, espaço de DERIVAÇAO entre estromatolitos e elefantes seria notável então que os elefantes fossem geneticamente inferiores ou que nós seriamos inferiores geneticamente aos neanderthais, que os Homo floresiensis seriam inferiores a nós.
      Não atribua objetivos intelectuais as transformações da evolução.

      Note como voce ignora o conceito de espécies em ” poderia-mos cruzar com facilidade um peixe com um mamífero, visto que o peixe ao evoluir a amfíbio e evoluir a réptil e evoluir a mamífero, agregaria em sí capacidade no código genético“. Darwin quando começou a buscar um padrão para explicar tudo o que viu em suas viagens chegou a seleção natural. Ele considerou justamente o conceito de espécie. Senão ouvesse um conceito de especie, se não houvesse conhecimento de que salamandras geram salamandras com modificações seria possível cogitar tal bobeira de que peixes e mamíferos seriam capazes de se reproduzir.

      Não há evidências de bactéria terem tornado outra por suposta Macro-evoluções. Elas podem até mudar a estrutura e combinar com seus hospedeiros, porém sua característica principal, continua a mesma” De fato, pelo simples fato de que o conceito de espécie tradicional não se encaixa porque bactérias não fazem sexo. Isso é evidente, mas dizer que elas não mudam suas características principais é meio vago. O que voce quer dizer com isso? Que elas não deixam de ser procariotas? Se for isso, tudo bem, mas é diferente de voce dizer que as Bactérias Sinecoccocus spp do parque Yellow stone são a mesma que Escherichia coli. O que vemos é que apesar de serem bactérias são totalmente diferentes.
      Deixando a concepção criacionista reducinista e patética de que tudo foi criado em um estalar de dedos e a da evolução então como essa divergência existe?

      Bom, voce pode até especular os fosseis de baleias sejam ilusórios, mas não é isso que se encontra nos centros acadêmicos, as datações batem, os estudos dos membros também, o encurtamento dos membros posteriores também. Alias, os golfinhos, que são cetáceos, apresentam membros posteriores no seu desenvolvimento embriológico, claramente adaptados a vida terrestres. Enfim, qualquer zoólogo da USP, do Museu da USP de Harvard, Oxford, Cambridge, ou qualquer universidade série tem artigos mostrando que esses fósseis ilustram claramente essa evolução na escala de milhões de anos.

      Interessante, porque no Win 3.11 –Win 98 – Win XP e Win 7 foi exatamente isso que ocorreu, o uso da mesma plataforma para programação para criar os sistemas operacionais. Inclusive foi o Bill gates que roubou essa plataforma do Steve Jobs, re-diagramou e lançou no mercado e depois foi processado pela Apple. O mesmo sistema foi usado até a plataforma do windows 2000 quando foi revisado e acoplou-se outros elementos de leitura e programação. É evidente que ao usar os sistemas operacionais de hoje ou de antigamente como o windows 95 por mais que esteticamente e visualmente sejam diferentes há a mesma plataforma de leitura e isso ficam evidente ao usa-los. A diferença é que nesse caso sim há um designer inteligente, chamado programadores de computador ou simplesmente humanos. isso ocorre com a nossa língua também e outras 52 que derivam do Latim. Não falamos latim, mas nossa língua evidencia isso. Não somos hebreus ou pagãos mas claramente vemos seus elementos no cristianismo e judaísmo. Voce pode não tocar blues ou jazz, mas certamente vemos escalas pentatônicas e tercinas embutidas no rock atual. A diferença é que esses elementos não se transformam seguindo a perspetiva darwiniana.

      Site G1 publicou um registo de um fóssil que mostra uma transição de um grupo de animais saindo do ambiente marinho para aquático. O No hypescience, El pais da espanha, The Guardian na Inglaterra, sempre mostram esses estudos.

      Como cientistas moderno voce esta mais para criacionista. Segundo sua visão então todos os fosseis do mundo estão datados errados. A mesma perspectiva de teoria de conspiração. Então qual é a explicação? A de que os fósseis existem por causa do diluvio?

      No caso da evolução dos proboscídeos é exatamente isso que voce disso, especies distintas. ou será que os elefantes de hoje deveriam ainda sim ser chamados com o nome de suas versões ancestrais aquáticas de 30 milhões de anos, os Barytheriuns? Todos são exemplos de transformação, se continuassem sendo o que sempre são não se chamaria evolução, se chamaria monotonia rsrrsrs. A transformação ocorre no nível de raças, mas também podem eventualmente mostrar especies novas. É exatamente isso que os fósseis mostram, semelhanças é isso ai que Darwin notou nos animais vivos e nos fosseis. O DNA também, morfologia, anatomia, comportamento…

      É mesmo? Então o que seria o meio temor entre escama e penas?”
      A resposta é plumas, que já ocorriam em dinossauros com escamas e tufos de pêlo. Exemplos de exaptação, transferência de função.
      Grandes dinossauros já tinham suas vértebras e ossos dos membros relativamente ocos, justamente pelo peso de seus membros, isso é visto em registros fósseis também. Inclusive já foi tema da National Geographic apresentado pelo Dr. Phill Manning.
      Remodelamento de vértebras feito com uso de maquinas de emissão de pósitrons. Leia os artigos da biologia evolutiva das aves que existem por ai, lá tem esses passos, as caraterísticas, as explicações. Voce como Ciência Moderna deveria ler a Scientific american, Nature, PNAS e coisas desse tipo. Vá ao Museu de Zoologia da Usp procure Mario de Pinna ou Mario César de Vivo, Dr Chalybs Hassan. Alias me maio terá uma apresentação sobre a evolução do grupo de carnívoros. É bastante interessante. Apareça lá e assista e confronte-os. O convite esta feito!!!

      Não é defeito algum não ter um palpite ou uma opinião formada. O problema é não assumir.
      Críticas Darwin recebe desde quando estava vivo. O darwinismo não me parece refutado quando a medicina, agronomia, psicologia e uma série de outros ramos da ciência moderna usam suas idéias. Isso é uma opinião pessoal, sua e certamente voce jamais defenderia uma tese de mestrado negando o conhecimento já absorvido e construído pela ciência moderna.
      Tente ser mais sintético e menos emotivo e repetitivo nos seus textos.
      Abraço!!!

    • Cara, voce usa Baraminologia e quer falar de ciência? Onde há ciência moderna na baraminologia? Suas interpretações não são científicas, olhe os fósseis de peixes para anfíbios, olhe o substrato anatômico dos fósseis. Se as bacteriais mais fortes protegem as mais fracas explica o caso das superbactérias. Não faça pseudo ciência!!! E escreva comentários, se quiser escrever textos faça um blog e a gente troca figurinhas!!! Sugiro que voce leia artigos de evolução que mostram a evolução dos anfíbios e das baleias. Ja que citou a Nature, leia os artigos e nao interprete ele da forma com que lhe interessa. Baraminologia não é ciência, é charlatanismo cristão!!!

  8. Prezado, As emoções estressas por ti são mais visíveis, do que supostas expressões emotivas proferidas por mim.

    Na verdade está exaltado simplesmente porque questionei sua fé.
    Quando a teoria de Darwin é questionada, parte por um comportamento quase “patriótico” , até mesmo apelando para argumentos repetitivos e circulares, simplesmente para escapar das refutações pelo qual não consegue responder.
    Devido comportamentos quase “religiosos” expressados por ti, fica difícil o debate, visto que tentará refutar um argumento, partindo para o proselitismo da religião Evolucionista.
    Está claro que em teus argumentos, apela para uma interpretação sem comprovações empíricas dos registros fósseis. Estes argumentos são frequentemente defendidos (afinal a genética e as leis de Mendel e a refutação de Lamarck, não permite muito espaço para esta teoria), e tremendamente repetitivos, chegando até mesmo a passar a impressão de que crê por fideismo em um argumento que não é sustentado pela ciência moderna.
    Aconselho a ser menos emotivos em tuas palavras, e evitar raciocínios repetitivos e circulares, ignorando os argumentos refutatórios proferidos por mim, anteriormente.
    Vamos para suas respostas:

    Inferiores? Isso não existe em biologia evolutiva, nem mesmo termos como superiores, eles apenas se modificam, salamandras não deixaram de ser salamandras quando as novas especies emergiram, apenas são espécies diferentes. Uma salamandra pode ao longo de milhões de anos evoluir a tal ponto de um dia o seu descendente mais recente não ser semelhante ao seus primeiro ancestral lá trás. É o que aconteceu com as baleias, aves, anfíbios. Apenas modificação, sem foco na progressividade, a seleção natural apenas mantem vivo nem que isso significa mudança.
    Se estão vivas é porque de acordo com suas características gerais elas não foram podadas da árvore da vida, mesmo sendo uma espécie nova.

    O que a biologia evolutiva prega ou deixa de pregar não influência nas evidências encontradas. A realidade é que os seres que sofreram especialização, de fato são INFERIORES, as espécies originais.
    Esta resposta além de longa, não esclareceu o problema que a teoria contém.

    Não atribua a busca da complexidade em biologia evolutiva, a seleção natural apenas mantem vivos os seres e não cria animais com códigos superiores ou inferiores. Não confunda ciência com X-men, ja não basta ter de aguentar criacionistas dizendo que flinstones existiram.

    Prezado, novamente demonstrou uma aversão a teorias que contradizem tua fé. Você possui uma crença fundamentada no suposto milhões de anos e na suposta afirmação que dinossauros e humanos nunca coabitaram juntos.
    Vejo que esta aversão equivalia a mesma aversão que os supostos cientistas possuíam quando algumas pessoas afirmavam que a terra era redonda.
    Bom, este radicalismo religioso, afirma que não está aberto para onde as evidências apontam, selecionando e descartando algumas delas, simplesmente para confirmar tua fé.
    Não posso fazer nada enquanto a isso, seja feliz nesta crença.
    Porém achar que irá me convencer que X-Man existe e ainda chamar de científico, ai é outra história.

    Não há progressividade na evolução, como eu disse, evolução é sinônimo de transformação. Se voce não consegue enxergar isso seja la como voce interprete, em nível micro ou macro então não da para discutir evolução.

    Novamente, fugiu do assunto. Segundo teoria evolucionária a progressividade mantém, (Menos complexo para o mais complexo). E o nível Macro e Micro não é invenção minha, mas sim uma separação da própria teoria (Especial e Geral)

    Concordo com as condições deletérias, mas o fato é que temos esses exemplos de especiação e de transformação ocorrendo neste momento nesses animais e isso voce não consegue argumentar contra.

    Será que ainda não consegue perceber que não sou contra a Micro-evolução¿ Porque insiste em bater na mesma tecla, repetindo sempre coisas que eu não disse¿
    A Microevolução É FATO, a Macro, é apenas uma crença.

    Skuas tem duas espécies diferentes e claramente mostram o limite da especie sendo extrapolado. Até o momento Darwin é o único que explica isso. Mesmo sendo elas deletérias há outros mecanismos como já discutimos que levam a variação no genoma, e sem a necessidade de busca a complexidade. Deixemos de ser repetitivos.

    Puxa vida, denovo batendo em mesma tecla¿ Você repete sempre a mesma coisa e diz que eu é quem estou repetindo.
    Pela última vez (eu espero), EU NÃO DUVIDO DA MICRO-EVOLUÇÃO.
    Teu exemplo é de MICRO-EVOLUÇÃO, e não MACRO.
    Deixemos de ser repetitivos digo eu.
    Se tem um exemplo de um protozoário “evoluindo” para um metazoário, diga logo, caso contrário, não tente basear tua argumentação com palavras pelo qual não proferi.

    O isolamento reprodutivo não demonstra “inferioridade” no código genético, referente ao “original” e nem “superioridade.” Ele apenas mostra a transformação um grupo que derivou de outra, podemo preencher um novo nicho e se estão vivas até o momento não significa que são inferiores pelo fato de serem derivadas. Se estão vivas e perpetuando a nova espécie é justamente porque estão aptas a luta pela sobrevivência. Sobrevivem e não extinguiram.
    Eu não poderia dizer que um estromatolito é superior ou inferior a um elefante, pelo simples fato de que sobrevivem até hoje mantendo o mesmo sistema de colonias nos mares a bilhões de anos. Vá a Austrália e veja.
    Sob essa perspectiva que voce segue, por serem mais antigos, espaço de DERIVAÇAO entre estromatolitos e elefantes seria notável então que os elefantes fossem geneticamente inferiores ou que nós seriamos inferiores geneticamente aos neanderthais, que os Homo floresiensis seriam inferiores a nós.
    Não atribua objetivos intelectuais as transformações da evolução.

    Prezado, deixamos as crenças para os religiosos. Vamos falar de evidências empíricas e não a interpretação delas.
    Você expõe uma visão proselitista de sua crença sem nenhuma comprovação empírica.
    Eu não creio em Macro-evolução e não creio em ancestrais do homem. Toda tua fé expressada, sem comprovações empíricas, não tem o mínimo valor para mim.
    Por gentileza, apeguemos em algo mais completo e empírico.

    Darwin quando começou a buscar um padrão para explicar tudo o que viu em suas viagens chegou a seleção natural. Ele considerou justamente o conceito de espécie. Senão ouvesse um conceito de especie, se não houvesse conhecimento de que salamandras geram salamandras com modificações seria possível cogitar tal bobeira de que peixes e mamíferos seriam capazes de se reproduzir.

    Darwin elaborou um padrão errôneo, baseado em técnicas científicas atrasadas.
    Me perdoe se falo mal de seu profeta, porém não é porque você acata sem questionar o que ele fala, que acontecerá o mesmo comigo.
    Cada um tem sua fé, e a minha com certeza não é em Darwin.

    De fato, pelo simples fato de que o conceito de espécie tradicional não se encaixa porque bactérias não fazem sexo. Isso é evidente, mas dizer que elas não mudam suas características principais é meio vago. O que voce quer dizer com isso? Que elas não deixam de ser procariotas? Se for isso, tudo bem, mas é diferente de voce dizer que as Bactérias Sinecoccocus spp do parque Yellow stone são a mesma que Escherichia coli. O que vemos é que apesar de serem bactérias são totalmcêente diferentes.
    Deixando a concepção criacionista reducinista e patética de que tudo foi criado em um estalar de dedos e a da evolução então como essa divergência existe?

    Patético e você querer me fazer acreditar que o homem descende de um roedor, cujo tempo foi uma varinha de condão que tornou o impossível em possível.
    Sapo transformando em gente, fica apenas nas fábulas de Disney.
    Ja não basta ter de aguentar Evolucionistas dizendo que X-Man existem e que o sapo tornou-se príncipe.
    Para você e tua fé, isso pode ser racional, porém para mim, fora de cogitação.

    Bom, voce pode até especular os fosseis de baleias sejam ilusórios, mas não é isso que se encontra nos centros acadêmicos, as datações batem, os estudos dos membros também, o encurtamento dos membros posteriores também. Alias, os golfinhos, que são cetáceos, apresentam membros posteriores no seu desenvolvimento embriológico, claramente adaptados a vida terrestres. Enfim, qualquer zoólogo da USP, do Museu da USP de Harvard, Oxford, Cambridge, ou qualquer universidade série tem artigos mostrando que esses fósseis ilustram claramente essa evolução na escala de milhões de anos.

    E daí¿ A ciência arcaica demonstrava como a terra era plana com ilustrações e “confirmações” de cientistas.
    O que eles demonstram hoje, devido engano de ideias arcaicas, em pouco tempo cairá.
    Não sou nenhum profeta, porém seguindo a lógica e o andar da carruagem, fica claro que motivado pelas evolução das técnicas científicas, e pela evolução dos estudos genéticos, estas fábulas, que foram acreditadas por vários anos, cairá por terra, quer você goste ou não.
    Breve estas universidades terão em seus posts:
    “O Engano do século”

    Interessante, porque no Win 3.11 –Win 98 – Win XP e Win 7 foi exatamente isso que ocorreu, o uso da mesma plataforma para programação para criar os sistemas operacionais. Inclusive foi o Bill gates que roubou essa plataforma do Steve Jobs, re-diagramou e lançou no mercado e depois foi processado pela Apple. O mesmo sistema foi usado até a plataforma do windows 2000 quando foi revisado e acoplou-se outros elementos de leitura e programação. É evidente que ao usar os sistemas operacionais de hoje ou de antigamente como o windows 95 por mais que esteticamente e visualmente sejam diferentes há a mesma plataforma de leitura e isso ficam evidente ao usa-los. A diferença é que nesse caso sim há um designer inteligente, chamado programadores de computador ou simplesmente humanos. isso ocorre com a nossa língua também e outras 52 que derivam do Latim. Não falamos latim, mas nossa língua evidencia isso. Não somos hebreus ou pagãos mas claramente vemos seus elementos no cristianismo e judaísmo. Voce pode não tocar blues ou jazz, mas certamente vemos escalas pentatônicas e tercinas embutidas no rock atual. A diferença é que esses elementos não se transformam seguindo a perspetiva darwiniana.

    ¿¿¿¿ O que isso tem a haver com Macro-evolução¿ Não acredito que você levou minha analogia ao pé da letra. Representei o sistema no sentido figurado e você partiu para o sentido literal¿ Eu eimO_o

    Como cientistas moderno voce esta mais para criacionista. Segundo sua visão então todos os fosseis do mundo estão datados errados. A mesma perspectiva de teoria de conspiração. Então qual é a explicação? A de que os fósseis existem por causa do diluvio?

    Ora, conspiração é querer fazer acreditar o que já foi refutado. Como eu disse, o fato de não saber o que aconteceu, não me faz acreditar no que eu sei que está errado.

    No caso da evolução dos proboscídeos é exatamente isso que voce disso, especies distintas. ou será que os elefantes de hoje deveriam ainda sim ser chamados com o nome de suas versões ancestrais aquáticas de 30 milhões de anos, os Barytheriuns? Todos são exemplos de transformação, se continuassem sendo o que sempre são não se chamaria evolução, se chamaria monotonia rsrrsrs. A transformação ocorre no nível de raças, mas também podem eventualmente mostrar especies novas. É exatamente isso que os fósseis mostram, semelhanças é isso ai que Darwin notou nos animais vivos e nos fosseis. O DNA também, morfologia, anatomia, comportamento…

    Ok, se você crê que pode extrapolar para espécies nova, por gentileza, me cite um exemplo pratico de um protozoário que “evoluiu” para um metazoário.
    Você só está citando exemplos de micro-evolução, porém até agora, não citou um exemplo de Macro.

    A resposta é plumas, que já ocorriam em dinossauros com escamas e tufos de pêlo. Exemplos de exaptação, transferência de função.
    Grandes dinossauros já tinham suas vértebras e ossos dos membros relativamente ocos, justamente pelo peso de seus membros, isso é visto em registros fósseis também. Inclusive já foi tema da National Geographic apresentado pelo Dr. Phill Manning.
    Remodelamento de vértebras feito com uso de maquinas de emissão de pósitrons. Leia os artigos da biologia evolutiva das aves que existem por ai, lá tem esses passos, as caraterísticas, as explicações. Voce como Ciência Moderna deveria ler a Scientific american, Nature, PNAS e coisas desse tipo. Vá ao Museu de Zoologia da Usp procure Mario de Pinna ou Mario César de Vivo, Dr Chalybs Hassan. Alias me maio terá uma apresentação sobre a evolução do grupo de carnívoros. É bastante interessante. Apareça lá e assista e confronte-os. O convite esta feito!!!

    Prezado, pelo amor de Darwin, (para seu caso, kkkk) Será que já não basta dizer que não dou a mínima para interpretações das evidências.
    Você pode falar que os fósseis representam evolução, porém até as plumas já estavam completas, nestes seres.
    O máximo que verei, são apenas fósseis de animais extintos. Precisará de uma grande imaginação de minha parte, tentar assimilar que um descende do outro.
    Um exemplo, se eu pegar os animais, hoje vivos, e classifica-los do mais complexo para o menos complexo, posso muito bem fazer o que vocês fazem, ou seja, montar uma cadeia “evolutiva”.
    Porém isso não significa que evoluí do chipanzé.
    Deixe esclarecer uma coisa, não trabalho com explicações sem comprovações empíricas. Evidências por si só, contém inúmeras explicações.
    Gostaria de algo mais palpável e empírico de sua parte, pois de explicações para explicações, prefiro as minhas.

    Não é defeito algum não ter um palpite ou uma opinião formada. O problema é não assumir.
    Críticas Darwin recebe desde quando estava vivo. O darwinismo não me parece refutado quando a medicina, agronomia, psicologia e uma série de outros ramos da ciência moderna usam suas idéias. Isso é uma opinião pessoal, sua e certamente voce jamais defenderia uma tese de mestrado negando o conhecimento já absorvido e construído pela ciência moderna.

    Certamente, tentar expor aos que creem que a terra é plana, dizer que é redonda, será muito difícil, porém o próprio tempo revelará a verdade.

    sds

    • Novamente, emotivo e sintético. vamos lá!!!
      Bem, as evidencias estão ai, voce aceitando-as ou não. Como não sou repetitivo releia o que escrevi e o que respondeu e percebera a grande diferença e procure revistas de ciência para discutir ciência.
      Voce que esta ai todo se justificando com textos e mais textos gigantescos, distorções e mais distorções. Quem ler essas discussões tem a capacidade de tirar conclusões por si só.
      Tudo que disse é matéria de graduação em biologia e sustentado por artigos e evidencias. Razão pela qual o presente blog é referencia para graduandos e com milhares de acessos em 2011.
      Do velho jargão e cliche proselitista que voces criacionistas gostam não tenho nada.
      Leia as revistas cientificas, estão todas lá, os dados as conclusões.
      Veja na Scientific e voce verá as reportagens das salamandras, anfíbios, aves. Ahh, poríferos são considerados o elo de ligação entre protozoários e metazoários.
      De ciência moderna voce nào tem nada, apenas argumentos criacionistas. Mas infelizmente para voce não há fósseis que mostrem dinossauros e homens juntos, não há complexidade e progressividade como voce prega e muito menos sua visão criacionista de macroevolução. Todos seus argumentos são baseados na fé de suas interpretações pessoas. As evidencias, empíricas mostram o contrário dos absurdos que voce recitou. Sinto muito mas a sua crença é claramente criacionista, baseada na fé e nada científica ou moderna. Como dizem “Sou responsável pelo que escrevo não pelo que voce entende”.
      Um forte abraço Mats, sinto se o ofendi, só espero que não seja motivo para uma Jihad ou um carro bomba em frente de minha casa!!!
      Sem ressentimentos…

  9. Novamente, emotivo e sintético. vamos lá!!!
    Bem, as evidencias estão ai, voce aceitando-as ou não. Como não sou repetitivo releia o que escrevi e o que respondeu e percebera a grande diferença e procure revistas de ciência para discutir ciência.

    Novamente emotivo, parcial e desonesto. Típico Naturalista evolucionista ATEU, revoltadinho por “Deus não ser um gênio da Lampada”.
    Prezado, você aceitando ou não, a crença na Macro-evolução é simplesmente uma crença. As evidências estão aí e as explicações delas são abertas para diversas interpretações.
    Mesmo desejando forçar a todos a engolir suas crenças, tentando imputar somente tua visão, de forma ditatória (semelhante a época da inquisição romana), sempre existirão quem não apoiam.

    Voce que esta ai todo se justificando com textos e mais textos gigantescos, distorções e mais distorções. Quem ler essas discussões tem a capacidade de tirar conclusões por si só.

    Prezado, você tenta ludibriar com textos enormes, desconexos, fugindo do assunto e das evidências, partindo para um proselitismo naturalista, utilizando de distorções das minhas palavras, elaborando um espantalho pelo qual desonestamente refuta.

    Tudo que disse é matéria de graduação em biologia e sustentado por artigos e evidencias. Razão pela qual o presente blog é referencia para graduandos e com milhares de acessos em 2011.

    É uma pena que mesmo assim, a Macro-evolução permanece do âmbito da subjetividade e teoria, não sendo comprovado empiricamente.

    Do velho jargão e cliche proselitista que voces criacionistas gostam não tenho nada.

    Claro que não, afinal o jargão proselitista que profere é Naturalista. Seria muito estranho um religioso naturalista, proferir jargões proselitistas Criacionista.

    Leia as revistas cientificas, estão todas lá, os dados as conclusões.

    Por gentileza, de todas as supostas afirmações destas supostas revistas “ciêntíficas” porque não achei em nenhuma delas alguma evidência empiricamente comprovada, sendo a confirmação cabal da macro-evolução?

    Veja na Scientific e voce verá as reportagens das salamandras, anfíbios, aves. Ahh, poríferos são considerados o elo de ligação entre protozoários e metazoários.

    Primeiramente, corrigindo tua frase, ELO, É DE LIGAÇÃO. Se não fosse de ligação não seria ELO, mas sim ARGOLA. Mas desconsiderando seu pleonasmo, este suposto “elo” é fundamentado em interpretações (assim como a pluma sendo o suposto elo entre escamas e pena). Mas se afirmar que um protozoário “evoluiu” em LABORATÓRIO, para um Metazoário, aí é outra história.
    Caso contrário, em minha interpretação, poríferos são apenas outros seres independentes, que são menos complexos que um metazoário e mais complexos que um protozoário. É Só.

    De ciência moderna voce nào tem nada, apenas argumentos criacionistas.

    Prezado, de ciência você só tem o ego. Apenas argumentos naturalistas (SEM COMPROVAÇÕES EMPÍRICAS) compõe teu vocabulário.

    Mas infelizmente para voce não há fósseis que mostrem dinossauros e homens juntos, não há complexidade e progressividade como voce prega e muito menos sua visão criacionista de macroevolução.

    Primeiramente, devo ressaltar que ausência de evidência não é evidência de ausência. Como é apenas um religioso naturalista, realmente não deve conhecer este conceito Científico.
    Segundo, se levarmos em consideração teu argumento, sinto em lhe dizer, mas não há um fóssil sequer que comprove sua fé na Macro-evolulção, com isso ela também seria falsa.

    Todos seus argumentos são baseados na fé de suas interpretações pessoas. As evidencias, empíricas mostram o contrário dos absurdos que voce recitou. Sinto muito mas a sua crença é claramente criacionista, baseada na fé e nada científica ou moderna. Como dizem “Sou responsável pelo que escrevo não pelo que voce entende”.

    Prezado, todas suas argumentações é que foram fundamentados em sua fé, não possuindo NENHUMA evidência EMPIRICAMENTE, para corrobar tal crença. E ainda pior, chama isso de “ciêntífico”
    Esta fé só nos fez atrasar com questões erradas (exemplo da superbactéria, que só evolui nas imaginações de naturalistas).

    Um forte abraço Mats, sinto se o ofendi, só espero que não seja motivo para uma Jihad ou um carro bomba em frente de minha casa!!!
    Sem ressentimentos…

    Prezado, isso para mim é diversão. Espero que tenha se divertido assim como eu, afinal não gostaria de te-lo ofendido e correr o risco de ter minha casa invadida por militantes do Naturalismo (Nazistas e Comunistas), ter meus bens “confiscados”, livros que contradizem suas crenças e fé, QUEIMADOS, e morrer em um campo de concentração, por uma suposta prática aos ensinamentos darwinianos de seleção Natural, onde apenas a raça superior prevalecerá.

    sds

  10. A propósito, para sair um pouco de seu comodismo, pesquise mais os argumentos dos ciêntistas que compões o Discovery Institute. Conheça o motivo pelo qual, ciêntistas MODERNOS e SINCEROS, abandonaram esta doutrina religiosa, fundada pelo “profeta” Darwin.
    Quem sabe, não abra os olhos e não comece enchergar, que ao contrário do que pensa os arcaicos “ciêntistas”, a terrra não é plana, mas sim REDONDA.

    sds

    • Não consegue mesmo ser sintético. Deixa de ser inseguro e leia as revistas, sem pressa e sem desespero!
      Isso pode ser diversão pra voce, porque para o criacionista o mito da criação é realmente uma palhaçada.
      Felizmente para mim isso é vivência (FMUSP, USP, Pós-Graduação, Int. Butatan, Professor). Esses artigos fazem parte do meu cotidiano, os meus contatos com os mestres e acadêmicos é constante, Alias, razão pela qual o convidei para ver um estudo de ciência moderna em que trata da evolução dos carnívoros. Se quer por em pauta suas idéias, duvidas e questionamentos eis então um bom modo de faze-lo. Ou pode simplesmente continuar postando essas baboseiras emotivas e descontextualizadas. O convite está feito, apareça no Museu da USP e lá voce pode questionar a vontade.
      Viu? sintético e explicativo, assim que se faz.
      A unica coisa sensata que voce disse até agora é que a Terra é redonda. Pelo menos os cristãos não vão te queimar na fogueira como faziam na idade das trevas.

      Abração e fique com Deus!!!

  11. Não consegue mesmo ser sintético. Deixa de ser inseguro e leia as revistas, sem pressa e sem desespero!

    Prezado, deixe de ser desonesto e não se esconda atrás de revistas ou títulos.
    Você fugiu dos meus argumentos referentes aos métodos de datação, fugiu das limitações expressas no genoma (através das leis de Mendel), fugiu da refutação da ultrapassada ideia de Lamarck (onde o meio ambiente modificava o ser), fugiu das evidências apresentadas sobre os problemas da mutação nas moscas da fruta (drosophila), e fugiu dos argumentos apresentados pela suposta superbactéria, que NÃO EVOLUI (como afirma o mito evolucionista), e ainda por cima, tentou justificar a macroevolução com interpretações errôneas dos fósseis.
    Como eu disse, até eu poderia hoje, classificar os animais EXISTENTES em suas espécies, dos mais complexos para os mais inferiores, e montar uma suposta “cadeia” evolutiva.
    Já disse que interpretações de fósseis, não tem nenhum valor, somente confirmações empíricas é que de fato demonstram a realidade.
    Mostre-me pelo menos uma comprovação empírica de sua fé sem sentido, e não fuja das evidências apresentadas por mim.

    Isso pode ser diversão pra voce, porque para o criacionista o mito da criação é realmente uma palhaçada.

    Para quem crê em um mito, onde o nada explode (ou gera uma energia que explode), acaso cria informações (presentes nas leis naturais e código genético), Barro + Sol + Acaso = Vida, e que o Roedor + Tempo = Homem, realmente qualquer coisa que negue este absurdo, pode parecer engraçado a teus olhos.

    Porém eu, que não acredito nestas fábulas, realmente o que você leva com seriedade, acaba tornando-se diversão para mim. Por mais que tente, não consigo enxergar com seriedade a fábula do sapo tornando-se príncipe, com a varinha mágica chamada tempo, como você enxerga.

    Felizmente para mim isso é vivência (FMUSP, USP, Pós-Graduação, Int. Butatan, Professor). Esses artigos fazem parte do meu cotidiano, os meus contatos com os mestres e acadêmicos é constante, Alias, razão pela qual o convidei para ver um estudo de ciência moderna em que trata da evolução dos carnívoros.

    É uma pena que mesmo rodeado por evidências, acaba crendo em mitologias fundamentadas em uma ciência arcaica.
    Será que de tanto estudar, e obter títulos, a soberba subiu para a cabeça?
    Será que em meio a tecnologias avançadas e em meio a refutações de mitos Darwinianos, ainda se apega a falsas interpretações de fósseis, para embasar estas teorias, fugindo de todas as leis científicas e evidências EMPÍRICAS, que refutaram tais lendas?
    Pouco importa se esconde atrás de títulos para justificar sua loucura. O importante é possuir um argumento fundamentado em evidências EMPÍRICAS, ai sim terá meu respeito.

    Se quer por em pauta suas idéias, duvidas e questionamentos eis então um bom modo de faze-lo. Ou pode simplesmente continuar postando essas baboseiras emotivas e descontextualizadas. O convite está feito, apareça no Museu da USP e lá voce pode questionar a vontade.

    Prezado, eu estava questionando numa boa, porém ao criticar a teoria que crê, ficou emotivo. Só porque faço perguntas pelo qual o deixa desconfortável, não é motivos para agir tão emocionalmente como fizeste.
    Tornaste evolucionismo uma religião, cujo não pode ser questionado, e tornaste Darwin um profeta, pelo qual seu nome jamais deva ser insultado.

    Viu? sintético e explicativo, assim que se faz.

    Sempre fui sintético, e você emotivo. Você expõe suas ideias e questionei, mostrando provas contrárias. Você repetiu seu repertório falaciosamente (ad nausean), achando que resolveria o problema, e eu como não “engoli” acabei te fazendo “perder a cabeça”

    A unica coisa sensata que voce disse até agora é que a Terra é redonda. Pelo menos os cristãos não vão te queimar na fogueira como faziam na idade das trevas.

    Infelizmente não digo o mesmo de você. A única coisa sensata que você falou foi afirmar que fui sensato em afirmar que a terra era redonda.
    Pelo menos, foi sincero e não procurou saber onde eu moro, me prender, torturar e matar, simplesmente por divergir de suas ideias, como faziam os evolucionistas de pouco tempo atrás.

    sds

    • Releia e lá estão as refutações científicas. Se graduação e revistas cientificas não são aceitas por voce sinto muito mas voce não é cientista é tão fideísta quando a quem acusa. Fique no nível da especulação e dos xingamentos como voce sempre esteve.
      Alguém que não sabe diferença ente fé e evidencias, ciência e religião não tem cacife para discussões científicas.
      Desculpe mas é em vão esses longos textos e todo esse imploro e choramingo. Se tem uma coisa que eu aprendi é “jamais entre numa discussào com um idiota, ele te rebaixa ao nível dele e vence por ser mais experiente”.
      Grande abraço para sua turminha dai onde voce mora, que sejam felizes pois evolucionista algum põem carros bomba ou matam em nome de divindades. Só espero que voltem ao ensino fundamental para aprender ciência moderna.
      Cesso aqui minhas respostas e bons estudos ou pregações.
      Abraço!!

  12. Prezado Victor Rosseti,
    Militante ateista, fâ inconicional de Richard Dawkins, esta frase: “There´s probably no god, Now stop worrying and enjoy your life”, tem algum sentido a você?

    Percebí pelo tom da conversa, rapidamente que se tratava de um militante Neo-Ateu.
    Neste caso, como poderei debater seriamente sobre evidências ciêntíficas, com um radical religioso.

    Mesmo que evidências contrárias a evolução, se choca com tua face, por crer no radicalismo: ‘Deus não Existe”,e por mais miraculoso e improvável que seja a crença evolucionista, ela é teu único caminho para o ateismo.

    Então qualquer argumento contra Darwin, a tí é caracterizado: “imploro e choramingo”, e qualquer evidência ou lei, que se choca com esta crença, será deliberadamente descartada ou deturpada pela tua visão.

    Bom, neste caso, vejo que não possui a capacidade de diferênciar Crenças naturalistas de ciência, evidências ciêntíficas, interpretações das evidências e leis ciêntíficas, com isso, um debate racional contigo, é impossível.

    Na verdade, o tolo fui eu, por iniciar um debate com uma pessoa pelo qual está cegada pelo ateismo, buscando a todo custo “provar” o que é improvável.

    Bom…. sucesso nesta empreitada sem fim, e continue você, juntamente com seus companheiros neo-ateus, buscando “provar” a fábula que vivem. (sem sucesso é claro)

    A propósito, se segundo tua visão ateista, ser criacionista necessita voltar para o ensino fundamental, graças a Deus Francis Collins não decidiu acatar teus conselhos, pois se dependessemos de Dawkins para gerenciar mapeamento o genoma humano, estavamos perdidos.

    Para concluir, só espero que continue seu estudo sobre como encontrar pêlo em ovo, respeitando opinião alheia, e não tomem as mesmas atitudes que seus companheiros de religião Naturalista (nazistas e comunistas) tomaram no passado, queimando livros opostos a crença, torturando e matando, quem possuisse idéias contrárias as crenças impostas.

    Não gostaria de reviver o massacre causado por militantes ateistas, nos regimes nazista e comunista, cujo colocaram em prática os ensinamentos da seleção natural e sobrevivência do mais ápto, efetuando a “limpeza” étnica.

    sds

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