LA SCIENZA E LA RELIGIONE. (comentado)

Nel passato si è creduto che la scienza con il suo progredire avrebbe eliminato la religione, cultura che in occidente è tipica dell’ epoca medioevale, ma così non è stato, infatti anche nelle società tecnologicamente avanzate le credenze religiose sono restate e condivise dalla maggioranza delle persone anche culturalmente evolute, fino all’ esempio di eminenti scienziati che si definiscono credenti. Nel nuovo millennio Dio sembra resuscitato, anche di fronte a stupefacenti progressi scientifici. Tutta la mitologia supera e domina e plasma le forze della natura nell’ immaginazione e attraverso l’ immaginazione; quindi scompare con l’avvento di una vera padronanza su di esse (Marx). Questa profezia di Carlo Marx non si è dimostrata vera nella realtà del mondo contemporaneo. Questo fenomeno si spiega con il fatto che la scienza e la religione sono due culture totalmente differenti e completamente antitetiche. La scienza studia e fonda le sue conoscenze sulla realtà del mondo e delle cose, la religione esiste per superare la realtà dell’uomo e del mondo, sono due cose differenti che operano in luoghi differenti.

Fonte: http://apocalisselaica.net/varie/scienza-ed-evoluzione/pagina-3

Resenha do autor

No passado acreditava-se que a ciência com seu progresso iria eliminar a religião. Mas no novo milênio, Jesus ainda é visto como o homem que ressuscitou mesmo com tamanho progresso cientifico. Essa proposta foi dada por Karl Marx, que errou já que a ciência trabalha de uma forma e a religião de outra.

A ciência busca conhecer a realidade do mundo sob a observação de seus fenômenos. A religião existe para superar a realidade do mundo criado pelo homem, são duas maneiras diferentes de trabalhar. O que o texto trás claramente é o que difere ciência da religião. A ciência trabalha com verdades temporárias, paradigmas, e a religião com verdades absolutas. Note que mesmo depois de toda a ciência moderna a religião ainda existe, por diferentes motivos. Recentemente artigos tem mostrado que em determinadas regiões do mundo a religião corre sério risco de sumir da tradição local.

Em uma pequena parcela das sociedades do mundo a religião vem perdendo campo, algo que fez e faz parte da essência da humanidade e que tem dado respaldo a idéia de Marx.

Harry Houdini – 1874 — 1926

Eu li uma reportagem do Michael Shermer que trata justamente disto, sobre o natural e o sobrenatural. Arthur C. Doyle o criador do personagem Sherlock Holmes era formado em física, um excelente físico por sinal. Entretanto, apesar de sua excelente formação acadêmica ele acreditava fanaticamente em eventos sobrenaturais, ligadso ao espiritismo. De fato, deve a oportunidade de conhecer o grande mágico Harry Houdini, que fez um numero exclusivo ao Sir Doyle.

O truque consistia em utilizar uma esfera feita do mesmo material que se produz as rolhas de garrafa. Então Houdini pediu para que Doyle fosse até a rua e escreve-se em um pedaço de papel uma frase qualquer, guarda-se o papel em seu bolso e depois retorna-se ao palco.

Doyle escreveu “mene, mene, tekel, uphanrsin” (Foi contado e contado, pesado e dividido) referindo-se a uma passagem bíblica. Quando Doyle voltou da rua, Houdini mergulhou a esfera dentro de um compartimento com tinta branca e depois fez a esfera rolar sobre uma ardósia. Conforme a esfera rolava as letras M,E,N,E foram aparecendo.

Apesar de Houdini não explicar a essência do truque como qualquer mágico faria ele explicou a Doyle que aquilo não passava de um truque de mágica ou ilusionismo. Mesmo assim Doyle acreditava fatidicamente que Houdini tinha poderes mediúnicos, parapsicológicos ou espirituais.

Aqui Shermer aponta dois argumentos fundamentais para a interpretação de fenômenos como este. O argumento da ignorância; algo é verdade, pois não foi provado ser falso; argumento da incredulidade pessoal: como não consigo imaginar uma explicação natural para algo, portanto, por definição não deve existir uma, sendo assim, a explicação é sobrenatural.

Estes argumentos são encontrados em pessoas com altos graus de credulidade espiritual, o que evidencia que essa falsa racionalidade pode ser uma maneira de nosso encéfalo satisfazer as curiosidades cotidianas da maneira mais rápida possível. Algo como o senso comum. Em uma analogia fantástica de Shamer; assim como a natureza abomina o vácuo nosso encéfalo abomina a ausência de explicação de um determinado fenômeno. Assim surgem os discos voadores, extraterrestres, deuses e etc.

Arthur Conan Doyle. 1859 — 1930 Criador das Aventuras de Sherlock Holmes.

A mágica é um exemplo clássico, só porque algo aparentemente é inexplicável não significa que seja paranormal, sobrenatural conspiratório ou extraterrestre. Antes de afirmar que um determinado evento é sobrenatural deve-se ter certeza de que o fenômeno não seja natural. A ciência fundamentaliza-se no natural e não no sobrenatural ou paranormalidade.

Desta forma, vemos que o criacionismo não pode ser caracterizado como uma ciência, e nem mesmo o espiritismo. Embora espíritas afirmem que o espiritismo é uma ciência, ele não é. Allan Kardec desenvolveu este pensamento espiritualista (baseado em ideias cietificas) no período do modernismo onde o progresso científico estava a todo vapor, o espiritismo não é uma ciência porque não existe uma metodologia cientifica e não trata da esfera natural. O criacionismo também, trata-se de um argumento especulativo, não cientifico nem filosófico. Em suma, embora haja divergências entre cristãos e espíritas, e que na maioria das vezes são acalorados, ambos não são ciências, e estão em pé de igualdade perante a ciência. São absolutamente identicos. Tratado como verdades mitológicas, sobrenaturais, cuja existência se dá unicamente pela crença sem evidências, a fé.

Scritto da Rossetti

Fonte: Scientific american

Palavras chave: Rossetti, Netnature, Houdini, Doyle, Ciência, religião

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