UMA ANÁLISE CIENTÍFICA E CONCEITUAL DO LIVRO CRIACIONISTA “QUANDO TUDO É UMA CRIAÇÃO”. Parte II

Continuando a nossa análise sobre o livro focaremos agora no conceito de que existe um Universo primordial na foi criado anteriormente ao nosso com base na referência do autor.

No Capítulo segundo denominado O primeiro Universo cita-se que “Sempre há um primeiro passo, sempre há uma primeira ação, em tudo o que fazemos em nossas vidas sempre há um começo, e agora iremos falar sobre o começo da criação, onde os primeiros seres vivos foram criados por Deus.”

Tenho abordado sempre essa questão, a de que se algo existe, ele deve ter uma origem. Em nossa primeira analise do livro citei o conceito de multiverso e universo e suas probabilidades. A origem do Universo no fundo reflete simplesmente uma questão: Será o Universo resultado de um fenômeno causal (sendo um projetista a causa) ou um fenômeno casual? Outra questão que sempre vem ao caso e que nenhum cristão se arrisca a responder (mesmo porque a bíblia não explica) é qual a origem de Deus? (Veja: ORIGEM DE DEUS É QUESTÃO ABSURDA)

Alguns pensariam que a existência do universo como fruto de Deus é um absurdo, outros que a aleatoriedade seria um mecanismo impossível para criar tal complexidade. A aleatoriedade e a ausência de intencionalidade já foi discutida em (Veja: AUSÊNCIA DE INTENCIONALIDADE E IMPERFEIÇÕES DESESTABILIZAM O CRIACIONISMO E FAVORECEM O VERDADEIRO DESIGNER e Casualidade e Causalidade) além do físico Stephen Hawking e seu parceiro Leonard Mlodinow já ter escrito um livro que destaca o papel da aleatoriedade em complexos fenômenos naturais.

Mas para que algo exista, ele deve ter uma origem e não simplesmente existir (exceto sob o ponto de vista religioso).

A origem do universo sob o ponto de vista da física é distinta a religiosa, mas sempre haverá um momento em que algo passa a existir. Sob o ponto de vista religioso temos uma visão, sobre o ponto de vista científico outra e até sob o ponto de vista filosófico o argumento ontológico e cosmológico apresenta outras visões (veja: FALHAS NO ARGUMENTO ONTOLÓGICO E COSMOLÓGICO).

A existência de deuses e minotauros são confirmadas pelo simples fato de que estamos aqui discutindo se eles existem ou não, além de suas carateristicas físicas e comportamentais de acordo com cada mitologia.

Cientificamente não existem porque não são estruturas físicas portanto cegas a experimentação. Religiosamente sempre existiram por trata-se de uma visão puramente teológica, sobrenatural e associada a eventos históricos como a junção da teologia cristã com as propostas filosóficas de Aristóteles.

Para Aristóteles o tempo não tinha inicio ou fim, ele simplesmente existia. Na Idade Média a igreja ao entrar em contato com esses ideiais filosóficos cooptou astutamente tais pensamentos a uma visão teísta. Hoje temos um Deus sobrenatural extra-material e puramente atemporal graças a Aristóteles, razão pela qual filosoficamente vemos que o cristianismo não tem uma filosofia própria e sim enxertada de outros pensadores e mitos religiosos. Permanece assim a questão; qual a origem de Deus?

Obviamente esta questão é esquivada pelo autor ao dizer que “…sempre há uma primeira ação, em tudo o que fazemos em nossas vidas sempre há um começo…” pois fica claro que a primeira ação e tudo o que fazemos em nossas vidas citado no trecho acima refere-se a uma ação mundana e não sobrenatural. A criação de Deus só pode ter uma explicação ontológica, pelo simples fato de que o autor cita também “No começo de tudo só havia Deus, e mais nada elem dele existia…”. Encerra-se ai o questionamento, pois este é o ponto de partida da criação.

Ao afirmar que “…começou a criar a todas as coisas vivas em formas diferentes das que hoje são conhecidas como seres materiais, como criador ele se esmero em fazer todo esse primeiro Universo perfeito e harmônico, esse Universo era sem nenhuma ruptura ou imperfeição, e nele os seus primeiros filhos foram criados…” fica claro que o que suporta essa visão é uma interpretação puramente baseada na fé, impossível a experimentação e puramente individualizada onde a bíblia é vista como base da verdade absoluta. A mesma bíblia que no cristianismo primitivo suportava a idéia heliocêntrica castigadora de hereges até o fim da Idade Média.

Retornando, a invisibilidade que o autor assume é “E esse universo é para nós completamente invisível, e praticamente imperceptível , mas contudo ele exerce sobre nós poder de forma incalculável. Lebre se que há existência não requer está dentro da percepção dos sentidos….”

Mas ela deve ser capaz de ser alcançada pelo homem para ser considerado uma descoberta científica. O homem não enxerga comprimentos de onda do ultravioleta ou infravermelho, mas eles existem porque foi alcançado pelo homem de maneiras diferentes, com o desenvolvimento de metodologia cientifica e tecnologia.

Como evidenciar esse universo divino? Até o momento não há concordância científica /religiosa de que ele exista. Sua existência preenche somente e exclusivamente o campo da religião. Essas tentativas absurdas fere até mesmo o que Stephen Jay Gould propõe como magistérios-não-interferentes. Por ser sobrenatural, e referente ao divino fica claro a afirmação “Entenda que a vida em um universo invisível é eterna por não sofrer decomposição material”

Segundo a proposta do autor “… a matéria moldável foi criada quando foi feito o segundo universo, o nosso universo”

Sob o ponto de vista da mecânica quântica todos os universos que compõem o multiverso, mesmo que ainda teóricos e inacessíveis devem seguir uma regra básica, a matéria. Sob o ponto de vista da religião em tentativa de conciliação com a ciência esse universo imaterial não existe.

Assim, na afirmação “Com isso podemos claramente entender que o invisível existe e age em nosso meio, sendo o universo invisível a porta para o universo visível ao qual estamos” consideramos que o invisível existe, o ar de certa forma é realmente invisível, mas pode ser evidenciado de alguma forma alternativa, afinal antes de tudo é formado por matéria.

Como evidenciar um espírito imaterial invisível que é intocável aos olhos e a experimentação metodológica científica como propõe o autor?

A invisibilidade não confere inexistência, mas o ar, assim como partículas nanometricas, a emoção ou o comportamento que não são elementos materiais são resultado de manifestações da matéria. O comportamento por exemplo é resultado da atuação de neurotransmissores no sistema límbico. Isso gera emoções, comportamentos que não são estruturas físicas, mas psicológicas, entretanto ligado a matérias. O caso Phineas gage evidencia justamente essa passagem.

Obviamente que sob o ponto de vista bíblico, quando abandonado o simbolismo e toda as alegorias metafóricas e poéticas toma-se a literalidade como referência tudo é possível, por exemplo:

“E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de David, não temas receber Maria, tua mulher, porque, o que nela está gerado é do Espírito Santo

2 E dará à luz um filho, e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.

3 Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz:

Nos textos acima abordados, temos a real clareza de que a transição entre invisível que é o “verbo”, e o visível que é “carne” pode existirem em uma mesma pessoa.

Note que o embasamento da existência do espírito e do universo divino onde Deus reina é explicado não como ciência, mas como uma manifestação puramente teológica.

O que costumeiramente é visto no criacionismo, uma tentativa de embasar a teologia cristã em ciência. Em situações como esta onde a ciência não se encaixa recorre-se a passagens bíblicas que erroneamente é vista como ciência absoluta. Claramente vemos que não há ciência nas passagens bíblicas acima e sim manifestações teológicas metafóricas que embasam a historia do nascimento de Cristo e preceitos como a moral e a bondade.

Como vimos acima “…Jesus Cristo é Emanuel, e sendo Jesus Emanuel, se torna ele exatamente o que diz o seu nome “Deus conosco”, ou ”Deus entre nós…”.

O embasamento de “Deus entre nós” vindo da palavra Emanuel pode ser uma criação momentânea e não divina. Da mesma forma que diz-se que Emanuel significa “Deus conosco” poderia criar interpretações para meu próprio nome. Victor então derivaria Vic dos Vikins, e Tor do deus nórdico Thor. Portanto poderia ser eu a manifestação física de Thor o deus dos Vikins? Coincidência? Não, puramente especulação. Cria-se então outros nome para Jesus; Leão de Judá, estrela da manhã e etc.

Em uma outra abordagem na qual explica o nascimento de cristo e a morada do pecado o autor cita “…Jesus é uma nova criação, a qual não compartilhando em seu sangue do pecado de Adão…” Mas sabemos que tanto Jesus, quando os anjos, quanto os demônios (anjos caídos) e os humanos na realidade são todos irmãos segundo a teologia cristã uma vez que tudo e todos são frutos da criação divina.

Se Jesus foi humano e o homem é a morada do pecado certamente cometeu erros como qualquer homem. Abordaremos a linhagem de Cristo e suas contradições a seguir.

Cita-se que “A bíblia deixa bem claro que Jesus Cristo é nascido do Espírito Santo, e com isso ele não possuía o pecado original, Maria sua mãe o teve de forma diferente das demais mulheres que tiveram filhos antes e depois dela. “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco. “ “MT 1-20 AOU 25”

A crença de que Maria era virgem é puramente sustentada pela fé.

Na física quântica a incapacidade dos físicos quânticos de alcançar universos paralelos que supostamente existem não são baseadas em fé, mas em teorias sustentadas pelas leis da físicas e evidências.

É possível que nunca acessemos esses supostos universos paralelos, mas evidências físicas possibilitam cogitar a possibilidade de sua existência.

O que possibilita a crença de que Maria era virgem? A fé, pois a bíblia é a única forma de corroborar tal afirmação, e como para o cristão ela é a verdade absoluta é então vista como verdade comprovada. Tanto que a frase seguinte do autor é “…É fato que Maria era virgem, e que esteve grávida por obra do Espírito Santo é fato”. Fato corroborado pela bíblia mas nunca corroborado pela ciência que o criacionismo diz ser.

Não há problema em acredita na virgindade de Maria conforme a bíblia explica. O dilema é fazer dessa afirmação uma verdade científica, assim como fazer com toda a bíblia segundo os criacionistas.

Os cristãos do século II e III depois de Cristo conquistavam grande parte do Oriente Médio e acreditavam claramente que a Terra era o centro do universo, embasando essas afirmações inclusive na bíblia. Hoje sabemos que isso não ocorre. Poderíamos supor por exemplo, que nesse quesito a bíblia e os fieis cristão seguidores estavam errados e mataram inocentes em nome de tal falácia.

Outra questão bastante polêmica de Gênesis é no que refere-se a genealogia “A bíblia deixa bem claro que Jesus viria da linhagem de Davi… Cristo Jesus, ele era filho de José, e José era da linhagem direta de Davi.”

Aqui se sucede incoerência graves. Sendo Jesus filho do espírito Santo e Maria Virgem como Cristo Jesus pode ser filho de José que supostamente era da linhagem de Davi? Jesus não tem então ligação alguma com a linhagem de Davi. Como Jesus seria da linhagem de Davi se o pai biológico que carrega essa característica não participa efetivamente da linhagem e apenas na criação.

O que acirra mais essas discrepâncias é o fato de que a bíblia no idioma hebraico não afirma que Maria era virgem e sim unicamente Jovem. A virgindade de Maria é uma criação da igreja católica no século 13 para exaltar o poder de Jesus cristo como sendo filho direto de Deus.

Em uma nova abordagem feita pelo autor ele trabalha com a questão do tempo e espaço sob o ponto de vista da ciência. “Não há tempo sem haver espaço, tanto que não se pode separar um do outro, pois tempo e espaço são uma coisa só. Como no 1° universo a relação de espaço tempo é diferente da do nosso universo devido a matéria, lá devido a inexistência de matéria faz com que o tempo e espaço seja diferente do nosso.” Isso ocorre pelo simples fato de que no sobrenatural tudo é possível. O termo sagrado refere-se a um tempo santo ou sanctum ou em hebraico kadosh que significa um tempo separado especialmente para a adoração. Essa é uma visão também puramente aristotélica. De fato, por ser especial ou externo e inacessível ao ser humano faz sentido (teológico) afirmar que “Esse fato não altera a capacidade de Deus Agir em nosso universo físico e real de forma direta e eficaz…” portanto justifica nossa fraqueza diante de tal onipotência. Encha um balão e tente manipular o que há dentro dele. Certamente não conseguira e talvez explodirá o balão. Obviamente que Deus com toda sua sabedoria e onipotência conseguirá, graças a fé dos seus seguidores.

Como refutar cientificamente e materialmente um evento sobrenatural? Não é possível, assim como corroborar uma vez que a ciência é materialista.

…apesar de Deus não ter construído o universo usando ferramentas humanas, tipo pá, martelo, picareta,foice, régua etc… ele usou suas próprias ferramentas inteligente, e materiais também inteligentes, pois Deus aplica inteligência em todo o seu trabalho, logo todo seu trabalho se torna em inteligente.

Outro caso de inacessibilidade e digressão ente ciência e religião. Quais ferramentas seriam essas? A bíblia, livro de todas as respostas não dá indícios sob essa perspectiva que pode ser uma interpretação unicamente pessoal. O que fica evidente aqui é que por trás desse trabalho há um designer inteligente e finaliza-se o assunto.

Quando o autor afirma “Antes de Deus construir o 1° universo ele projetou esse universo com uma maquete para como um construtor, ordena, esquadrinhar e controlar tudo da forma que ele queira, e para construir tudo ele usou de si mesmo uma espécie de código matemático consciente pra equacionar toda as formas de vidas deste 1° e também do 2° universo( o nosso), e parte por parte conforme a sua vontade foi sendo tudo feito pela sua palavra”vontade”. Esse código matemático vivo e inteligente funciona como um programa de computador em sua estrutura interna, sem uma interface

Note que a interpretação é novamente pessoal. Por essas interpretações individuais dentre tantas outras razão que o ensino de religião e do criacionismo como ciência ou a proposta de designe inteligente foi negada nos EUA (veja: O CASO JOHN SCOPES. A LEI E O PRÓPRIO CRIACIONISMO SE EXPONDO COMO UMA NÃO-CIÊNCIA).

Sob outra perspectiva o autor tenta uma nova abordagem leviana e incoerente com a física para abordar a questão da origem do universo reduzindo tudo a três categorias primordiais de construção do universo; a matéria, submatéria e imatéria.

imateria (i=não //matéria = existente de forma física). “Todo o 1°e também o 2°universo é completamente feito por imatéria, contudo toda submatéria do 1° universo possui dentro de si uma imatéria que controla essa submatéria assim como todo 2° universo possui matéria e submatéria controlada por imatéria…A imatéria não é possível de ser tocada ou sentida pois ela não é um corpo material ou sub-material , contudo dentro de toda sub- matéria e matéria existe uma imatéria que a controla, assim como um programa de computador controla o hardware a imatéria controla a sub-matéria e a matéria.”

Se a imatéria não pode ser tocada ou sentida é cega pela ciência o que cai na interpretação teológica especulativa a Gênesis. Se ela não permite ser percebida mesmo que indiretamente não pode ser considerada ciência.

De fato a proposta do autor é demonstrar que a imatéria é invisível imperceptível e inalcançável pelo homem. Só pode ser percebida través da bíblia, cujo conceito de imatéria não pode ser acessado cientificamente embora ele considere o criacionismo uma ciência em uma interpretação bíblica puramente pessoal. Essas interpretações não casam com a produção de ciência e foi vista até mesmo por um dos primeiros cientistas a seguir uma metodologia científica, Galileu Galilei. Mesmo para Galileu ficava evidente que as escrituras sagradas não apresentavam um caráter científico da maneira tradicional. Galileu que foi perseguido na Idade media dizia que “A intenção do Espírito Santo é de nos ensinar como se vai para o céu e não como o céu vai”. Para ele ainda a bíblia era um livro escrito em uma linguagem matemática e não era transparente para aqueles que não dominavam esta linguagem, muito menos para teólogos. Fica claro que ele tinha uma visão parecida com a proposta de Stephen Jay Gould a respeito dos magistérios não interferentes e que a complexidade da bíblia é um fator debilitante no que diz respeito ao que ela pode nos ensinar como potencial científica, visando unicamente a moral.

Essa forma de vida é possível de existir no nosso meio, e se não ignorarmos a cultura religiosa das nações… veremos uma singularidade entre elas a respeito de uma vida invisível dentro do nosso

Vejo a mesma religião atual, com um comportamento cego para a ciência assim como a ciência cega para a religião, pois devido a todos os processos ignorados que demonstram uma clara e nítida percepção preconceituosa dos fatos apresentados. Cada um só vê aquilo que interessa ver.

A ciência não é cega para a religião, ela é cega para o não material, se algo é imperceptível a ciência ela é cega no sentido de não buscar provar o que não se há para provar. Com tamanha tecnologia e percepção da profundidade da matéria entrando nos níveis da submateria e da física de partículas especificamente na mecânica e física quântica assim como em um nível macro sob a física relativística de Einstein tem se mostrado que de fato não é necessário um designer inteligente para criar tal complexidade.

Hawking mostra isso com classe, evidenciando no Jogo da Vida por exemplo, e Mlodinow em seus livros também (embora Mlodinow acredita que Deus seja uma lei da física). O que se tem evidenciado é que por si só a ciência tem caminhado com autonomia na construção de conhecimento se desvencilhando da religião.

Não existem evidencias únicas e exclusivas que determinem a existência de um designer criador, elas são ambíguas e para a ciência que é puramente materialista o que vale é o que é possível mensurar. Sob o ponto de vista religioso todas as perguntas do mundo tem sua resposta, e o que ela demonstra é sempre a mesma resposta. Porque existimos? porque as coisas são como são? para onde vamos? A resposta é sempre a mesma “por Deus quis assim”. Pensando dessa forma estaríamos vivendo como xamãs e não reconheceríamos o sistema heliocêntrico.

… que é necessário mais estudos para poder provar na pratica a existência da imatéria e da sub-matéria uma vez que a principio o mesmo não passa de uma teoria baseada na percepção de fatores diversos de uma ciência mais ampla dentro dos fatos…

Exatamente, porque o que o criacionismo propõe é puramente especulativo. Ciência também trabalha com especulações, para que possa seguir um caminho ao passo das experimentações e análises. O que se passa é: quem faria tal estudo? Não existe Universidades com laboratórios visando a promoção do criacionismo como ciência ou talvez qualquer física quântico que queira estudar a proposta de imatéria submateria e matéria. Hoje em dia com tamanha explosão de descobertas nessas áreas o foco é o que se tem de concreto na física e não especulações teológicas.

a ciência atual procura ignorar para poder se sobre por como fonte perfeita dos fatos, vendo que a mesma ignora a percepção daquilo que é óbvio. ( o nosso universo foi criado por algo ou algumas coisas muito poderosos e mais inteligentes do que nós, basta ver a harmonia existente dentro do universo

O que pode ser obvio para um cristão, que segue as premissas bíblicas não é obvio para um mecanismo de construção de conhecimento cujo foco é outro, a matéria e suas composições. Essa interpretação segue o padrão de todo o restante do livro, um livro não cientifico e sim teológico em que não demonstra uma linha clara de raciocínio uma vez que o foco é a criação sob o ponto de vista teológico cristão. De ciência há somente informações ajustadas e especulações.

 

Scritto da Rossetti

Palavras chave: Netnature, Rossetti, Roberto Neves, Criacionismo, Ciência, Universo, Evolução.

Gostou da reportagem? Então vote nela, basta clicar nesse botão azul aqui em baixo:

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s