UMA ANÁLISE CIENTÍFICA E CONCEITUAL DO LIVRO CRIACIONISTA PECULIAR (QUANDO TUDO É UMA CRIAÇÃO). Parte V

Em uma última análise vejamos como o autor finaliza seu livro criacionista.

Quando o autor argumenta que “Fazemos mais guerras do que em qualquer outra época após o período “PD” e estamos nos especializando cada vez mais para um genocídio global.” Vale lembrar que os principais motivos que levam  a guerra são econômicos, ideológicos, políticos e religiosos.

Na maioria das vezes políticos e religiosos embora recentemente tem crescido o número de atentados feitos por fundamentalistas muçulmanos e cristão alem da violência moral. Neste quesito vale citar “Não temos mais o principio de Deus em nossas mentes que é o amor. E banalizamos o sofrimento alheio através da indiferença. Um amor frio e apático temos um pelo outro pois sempre olhamos para nos mesmos e para mais ninguém.

Realmente isso vem ocorrendo, mas essa apatia e rejeição também ocorre dentro do movimento cristão como a desumaniação dos homossexuais pela igreja. Como a condenação da conduta homossexual pelos lideres religiosos. Não é preciso ser pastor para compreender que quem deve julgar e condenar as pessoas é Deus e não os lideres religiosos que tem expressado suas condutas homofóbicas se escondendo atrás de sua religião. Jesus trouxe a mensagem de amar uns aos outros como ele nos amou, se não amamos uma posição sexual distinta a nossa deveríamos ao menos respeitá-la e não condená-la ao inferno.

Sustentado pela fé o autor conclui que “A calafetação da madeira e o isolamento da mesma de forma que ela uma vês fechada se tornaria como uma bóia flutuante. Retendo todo o ar dentro de si e impedindo que a mesma, mesmo em condição de submersão viesse a se encher de água e afundar no meio das turbulentas águas.

O autor baseia a construção da arca de acordo com sua interpretação pessoal, pois a arca nunca foi encontrada (nem mesmo um esboço dela) e portanto o modo de construção dessa suposta arca é baseado unicamente na fé e não na ciência. A arca poderia ter qualquer formato, sendo quadrada, retangular, circular.

Até mesmo a Torre de babel, que nunca foi encontrada poderia ter a forma que desejássemos que ela fosse.

O mais impressionante é a interpretação bíblica do homem “Sendo o côvado uma medida humana, e sendo os humanos daquela época maiores que os atuais, então as medidas também seria maiores.

Não há menção alguma na bíblia sobre a relação da altura do construtor (Noé) com os andares da arca. Note também que a algum tempo não estamos mais falando de ciência e simplesmente de teologia e o mito da criação.

Outros limites referentes a extrapolação do tempo também ocorrem “Acredita-se que Eridu foi fundada próximo ao Golfo Pérsico, junto à boca do rio Eufrates. Com o acúmulo milenar de lama e barro às margens do rio, entretanto, os restos da cidade tiveram sua posição alterada, encontrando-se agora em Aby Shahrain, no Iraque, a certo distanciamento do golfo. Investigações arqueológicas tomaram lugar na década de 1940, provando que o assentamento mais antigo da região provavelmente ocorreu por volta de 5.000 a.C.” Extrapola o limite de 6 mil anos de existência da Terra segundo a proposta do autor, assim como uma série de outros artefatos da arqueologia e da paleontologia.

É interessante notar que o autor cita “Na mitologia Suméria…” o que de certa forma justifica o ateísmo do autor em relação ao deus alheio. Isso casa até com a campanha feita por uma comunidade chamada ATEA de que somos ateus em relação aos deuses de outras culturas e doutrinas religiosas. O que faz dos deuses sumérios uma mitologia e o dos cristãos uma verdade absoluta e concreta sob os mistérios do universo? Seria também o cristianismo uma mitologia como os sumérios considerando que ambos tem o mito da arca em comum e claramente compartilhado?

Quando autor menciona que “os pré diluvianos se tornarem tecnologicamente avançados, eles viviam mais, e tinham um aproveitamento psicológico maior, principalmente na área criativa, pois o seu tecido do córtex era mais desenvolvido, o que aumenta a sua percepção do meio,.. O QI deles era muito maior que o nosso. Pois o córtex tinha um processo de crescimento mais lento.” deveríamos supor que eles fossem tecnologicamente mais avançados que nossa civilização e não que utilizassem azeite para alimentar seus lampiões noturnos ou estrelas para se orientar. Suposição puramente individual e baseada na fé e especulação.

Sob o aspecto dos dinossauros o autor cita um achado um tanto polêmico que mostra 33 mil estatuetas de dinossauros datadas em aproximadamente 6 mil anos “Várias espécies de dinossauros moldadas com perfeição…. Julsrud encheu os doze cômodos de sua mansão com esta coleção de cerca de 33.500 peças onde estão incluídos instrumentos musicais, máscaras, ídolos, ferramentas e utensílios que tiveram conexões culturais com os egípcios, sumerianos entre outros, bem como estatuetas esculpidas em barro e em várias cores de humanos de várias raças como esquimós, asiáticos, africanos, barbudos caucasianos, Mongóis, polinésios, como também de criaturas monstruosas, aquáticas, misturas estranhas de humanos com animais, e muitas outras criações inexplicáveis. Também foram encontrados dentes de Equus Conversidans Owen (um cavalo americano da Era do Gelo).

O autor realmente aposta suas fichas nessa falácia “Nessa época começamos a caçar e entre esses animais estavam os grandes dinossauros, que ofereciam ao homem naquela época o mesmo risco de um urso branco de hoje em dia”

Supostamente essas estatuetas indicariam que o povo de Acambaro no México teria vivido com dinossauros nesta época. Ou que os dinossauros viviam ate pouco tempo.

É de surpreender, mas o fato é que essas estatuetas existem somente no México e não foram encontradas em qualquer outro lugar do mundo embora sabemos que os dinossauros tiveram uma distribuição geográfica ampla. Levianamente poderíamos dizer que homens e dinossauros co-exitiram.

Mas sob determinadas circunstâncias a escavação deixa certas duvidas. Julsrud parece ter pago a camponeses por cada figura criada apresentando-as como relíquias autênticas. De acordo com Charles C. DiPeso a superfície de algumas figuras evidenciava que eram de faturas recentes e não evidenciavam características de elementos que teriam sido enterrados durante alguns milhares de anos. Se fossem relíquias realmente autênticas estariam  desgastadas como o apresentam outros artefatos encontrados nessa área do México. De fato, para criar tais estatuetas o tempo não foi um problema já que os achados ocorreram entre 1945 e 1952.

Grande parte das estatuetas foram criadas com base na cerâmica tarascana, um tipo de cerâmica indígena da região indicando ter tido contato com habitantes de outra região do planeta. Entretanto nenhuma estatueta foi encontrado em outro local do planeta, o que levanta varias suspeitas.

Estatuetas de Acambaro


Vale lembrar que estatuetas não corroboram a existência de dinossauros em períodos recentes, ou seja em menos de 65 milhões de anos.

Ao que parece Julsrud pagava muito pouco para cada estatueta encontrada e portanto quando mais fossem criadas maior seria a renda dos camponeses.

Foram encontradas algumas estatuetas bizarras retratando homens com línguas bífidas e mamíferos com cabeças de aves. Além disso o autor cita “Incluso estava o Leviatã, a serpente semelhante ao dragão das culturas antigas como a da China.” Certamente essas criaturas não existiram materialmente mas fazem parte do repertório de bizarrices da polêmica coleção de Acámbaro.

Sob o ponto de vista cientifico não há como homens e dinossauros terem co-existido, os registros fósseis mostram isso. Não há sequer um fóssil de hominídeos que seja datado em mais de 65 milhões de anos, ou seja no Cretácio, portanto os fosseis que fazem parte da linhagem da humanidade remontam meros 8 milhões de anos. Também não um sequer um fóssil de dinossauro datado em menos de 65 milhões de anos, ou seja, nenhum datado em 5,6,7 ou 8, 10, 100 500 mil anos ou 1, 50 milhão de anos. A conclusão que os pesquisadores, arqueólogos e cientistas chegaram é que as estatuetas não passam de fraudes.

O mais suspeito é o que o autor ainda cita no final “Infelizmente parte dos objetos desapareceram após a morte de Julsrud”.

Seguindo o complexo caminho criacionista, no capitulo 7 o autor aborda mais alegações sobre a suposta criação com base na física para retratar a criação do homem e do pecado original “Quando o universo foi criado havia uma lei física regular, na qual posso chamar de física harmônica. A física harmônica é baseada no princípio da humanidade descrita no livro de Genesis, com a criação do céu e da terra em seis dias e o sétimo dia de descanço (sábado). A por isso houve a queda da humanidade, com o pecado original citado na bíblia. A qual chamo de período da 1º desarmonia.

Ainda o autor explica como a física do universo cria o princípio da desarmonia que abala o ser humano como perfeição e diz “Após esse período houve um terceiro período chamado período da 2º desarmonia imposta, o qual ocorreu após uma ordenança de Deus. A qual o próprio Deus reduz o tempo de vida do homem de quase 1000 anos para um tempo máximo de 120 anos.”

A desarmonia pseudo-científica do autor é um mecanismo teológico para a explicação do pecado. Sendo essa desarmonia o mecanismo que supostamente reduz a expectativa de vida da humanidade. Explicando que “Nesse período o homem falava diretamente com deus. Por isso estava ligado ao criador e longe de todos os problemas físicos e mentais e guardava em seu corpo a semi perfeição de Deus, o homem teria em torno de 4 metros de altura e uma força física e mental muito acima da nossa força atual”.

Jamais foi encontrado qualquer esqueleto humano com tais dimensões, o que evidencia a criação cristã como um mito não diferente ao dos sumérios ou maias ou Incas. São interpretação literais baseadas na teologia o que evidencia o antropocentrismo cristão declarado por Lynn White Jr e combina com a alegação “Tudo foi feito para o homem antes que ele viesse a existir na terra.”fomos a obra final de Deus na terra”.

Em relação a criação das outras formas de vida “Todos os animais nesse Período viviam em harmonia, até que apareceu o pecado…As moscas e os vermes ainda não existiam, nem nenhum animal responsável pela decomposição do alimento o da carne. Até porque não havia ainda a morte nem dos homens nem dos animais….capacidade psicológica e mental superior, em resumo, éramos muito mais fortes física e mentalmente que hoje em dia.”

Alegações baseadas em suposições pessoais a respeito do mito da criação cristã.

Além disso, o autor concorda literalmente com Darwin embora o conceito de adaptação restrinja-se unicamente aos últimos 6 mil anos “Por isso dou nota 10 a Darwin por crer que as espécimes tendem a adaptar-se para se manterem aptas a existirem dentro de nossa biosfera, e as mais aptas sobrevivem e as inaptas tendem a perecer e extinguir-se por falta de adaptação. Essa teoria da adaptação ao meio é importantíssima para estudarmos sobre a adaptação dos seres vivos dentro das 4 eras temporais e geológicas. Na primeira época geológica.”  Isso é uma alegação rara entre criacionistas que geralmente condenam Darwin por ter dado uma resposta puramente naturalista para a grande diversidade de formas e estratégias complexas de sobrevivência.

Alguns criacionistas ainda acreditam que o processo de adaptação das espécies é restrito somente ao nível das espécies. Não há artigos científicos que corroboram a falácia de que as variações em um organismo ocorrem somente no nível da espécie e nunca a ultrapassam a tal ponto de gerar uma nova espécie.

As variações ocorrem e através da seleção artificial, natural, exaptações, deriva genética e outros mecanismos temos evidencias claras de que a evolução esta em pleno curso em todos os níveis da biologia. O problema é temporal, pelo simples fato de que as variações ocorrem e o tempo necessário é variável, dependendo de milhares ou milhões de anos e casualmente achamos exemplos na natureza que mostram o recente surgimento de algumas espécies.

O autor a partir dessa concepção criacionista de alguns milhares de anos mostra exemplo de animais pré-historicos mas que por algum motivo ele usa o nome dos tempos geológicos descritos na paleontologia e que estão na escala dos milhões de anos, como o caso dos crocodilianos do Cretácio “os mamíferos eram maiores,assim como os crustáceos , peixes, aves e répteis. A própria vegetação era mais abundante…. Deinosuchus é um dos maiores crocodilianos que já existiu . Embora seja conhecido pobremente pelos seus fósseis, é calculado que os adultos grandes poderiam ter alcançado até aproximadamente 15 metros. Vivia pelas orlas marítimas do Cretáceo na América Norte… O maior responsável pelo gigantismo dos animais pré históricos era o tempo de vida que eles tinham para se desenvolver e crescer. A ciência não aceita o conceito de uma afirmação bíblica que diz em Genesis 6-3” Então disse o Senhor, não contendera para sempre o meu espírito com o homem; por que ele, também, é carne: porem os seus dias serão cento e vinte anos.”

O autor vê uma relação entre o tempo o pecado e a expectativa de vida que não tem correlação alguma “assim como na doença acima citada o tempo de envelhecimento do homem e dos animais é um fator de extrema importância para a maturação genética das espécimes, o que influencia em seu tamanho e desenvolvimento físico e e mental o que prova que a delimitação do nosso tempo Maximo de vida para 120 anos afetou o nosso desenvolvimento físico e mental em relação ao nossos antecessores que tinham média de vida em torno dos 800 anos contra nossos 80 anos atuais”.

Outra falha esta na afirmação “Muitos estudos realizados revelaram uma correlação entre o tamanho do cérebro humano e a habilidade mental do indivíduo.”

Supondo que isto esteja certo, então elefantes seriam excelentes professores de mecânica quântica e ratos estupidamente ignorantes. O potencial cognitivo de uma espécie é dado pelo número de áreas ou centros especializados na coordenação de tarefas cognitivas e interligados entre si.

Gálagos, terrencideos tem os sistemas nervosos mais simples de todo o grupo dos mamíferos, especialmente os primatas. Tamanho não tem correlação com inteligência e sim o número de circuitarias que liga diferentes módulos neurais.

O Homo floresiensis, um hominídeo que vive em Java (indonésia) na ilha de flores a mais de 13 mil anos tinha uma estatura baixa devido a adaptações insulares (veja: PROTEÇÃO ECOLÓGICA A UM LABORATÓRIO NATURAL DE ESPECIAÇÃO E EVOLUÇÃO NO BRASIL) com um encéfalo um pouco maior do que uma laranja. Entretanto, registros fósseis do endomolde craniano desses hominídeos permitiu calcular o coeficiente de encefalização mostrando que eles tinham circuitarias neuronais tão complexas quanto a de um Homo sapiens. De fato, possivelmente era uma espécie de Homo sapiens adaptada a ambientes insulares e que desenvolveu tal estatura e projeções encefálicas, embora suas qualidades cognitivas tenham sido preservadas e permitindo comportamentos sofisticados e estruturação estrutura biopsicossociais complexas semelhante as da nossa espécie.

Assim para fechar o capítulo o autor afirma que “A existência do DNA invalida toda teoria evolucionista, toda teoria de vida espontânea, e deixa espaço para apenas a busca de quem colocou esse código vivo nos seres vivos. Um código de tamanha complexibilidade, requer uma mente muito mais complexa. E essa mente só pode ser de um Deus.” o que descarta claramente a proposta da complexidade como resultado de regras simples.

O Capítulo 8 é bastante curto e foca-se única e exclusivamente em uma interpretação puramente teológica, bíblica e não tem preceitos científicos, inclusive sobre apocalipse, o livro mais simbólico de toda a bíblia.

Já o capitulo 9 vem tratando sobre determinados assuntos a respeito da universo e de suas leis e mecanismo “ Se a força gravitacional fosse alterada em 0,00000000000000000000000000000000000001 por cento, nosso Sol não existiria e, portanto, nós também não.62 Isso é que é precisão!”

Em um universo único pode parecer que as leis e constantes da física são ajustadas intencionalmente para suprimir a vida. A gravidade é a mais fraca de todas as forças e a variação dela ocorre no universo. Júpiter tem um valor gravitacional diferente a da Terra. Buracos negros tem um campo gravitacional absurdo. Esse números não estabelece referencia alguma para construir padrões.

Um exemplo melhor seria uma variação na Constante de estrutura fina que é dada pela fórmula α=e²/2 ε0hc

Se a constante da estrutura fina fosse menor, a densidade da matéria atômica também seria menor e as ligações entre elas seriam mais frágeis diante de temperaturas menores. Se a estrutura fina fosse maior, os núcleos atômicos muito pequenos não existiriam devido a repulsão elétrica entre os prótons e nêutrons. Possivelmente em alguns outros lugares do Universo esta constante seja diferente e com certeza diferentes se há realmente esses multiversos.

Em contrapartida se houvesse uma variação da temperatura durante a inflação dos primórdios da inflação a taxa de formação de estrelas e galáxias seria maior e a probabilidade de surgimento da vida em diferentes pontos do universo seria ainda maior.

O universo parece não ter sido ajustado para a existência da vida.

Conclusão.

Sob todos os aspetos o livro trata de uma questão puramente teológica e não científica. O que fica mais evidente apesar do autor aceitar determinadas propostas cientificas, é que ele opta por associá-las a eventos teológicos. O uso da astronomia e da física quântica para demonstrar suas propostas sofre uma partição ao rejeitar aspectos do principio de tudo ou da origem da vida.

Assim, evidencia-se que sob o ponto de vista da criação do universo a questão é explicada pela simplicidade da vontade de Deus.

Se tudo é uma um criação permanece uma questão insolúvel, Deus também deveria ser parte desta criação, não no sentido do criador, mas no sentido de ser criado. A questão de sua origem sob o ponto de vista teológico permanece sem argumentação embora já respondida, pois parte do principio aristotélico de que ele sempre existiu, sem origem e sem fim. Sob o ponto de vista cientifico não há evidencia alguma e sob o ponto de histórico há explicações, basta ver DEUS – UMA BIOGRAFIA

 

Scritto da Rossetti

Palavras chave: Netnature, Rossetti, Roberto Neves, Criacionismo, Ciência, Universo, Evolução, Dilúvio, Filosofia, Arca de Noé, Sumérios.

3 thoughts on “UMA ANÁLISE CIENTÍFICA E CONCEITUAL DO LIVRO CRIACIONISTA PECULIAR (QUANDO TUDO É UMA CRIAÇÃO). Parte V

  1. Obrigado por ler o meu livro, e agradeço pela sua publicação, ainda que a mesma discorde de meus pontos de vista de forma direta.
    o livro “Quando tudo é uma criação”, é o meu 1ª trabalho, e realmente em alguns aspectos de minhas citações cientificas de 3° pessoas, ” a partes do livro onde uso expressões de evolucionistas e ramificações”, não deixo minhas afirmações com profundidade suficiente para responder suas indagações de forma cientificamente açeitavel. realmente esse meu 1° livro foi apenas uma escavação dos temas citados, no meu 2° livro “e assim tudo começou” termino as abordagens iniciais para os livros especializados. tanto o livro “quando tudo é uma criação” e o livro ” e assim tudo começou” que será publicado em janeiro de 2012 são apenas uma introdução de temas, por isso voce diz que os capitulos são curtos, pois são apenas esboços.

    o livro que estou escrevendo agora trata sobre a Mente do periodo prediluviano de forma mais abragente e detalhada com material cientificos, historico e biblico de forma abrangente e provavel.

    não sou preconceituoso quanto a outra religiões, mas realmente tenho como foco o criacionismo cristão, pois vejo nele melhor base cientifica e historica.

    rosseti mesmo assim agradeço, e ralmente fico feliz por ter lido.

    • Robertão, nada contra sua pessoa, desde já adianto, somente contra a lua linha de raciocínio.
      Fique tranquilo, percebi que foi seu primeiro livro e peço desculpa se ofendi ou peguei pesado.
      Assim que publicar seu novo livro fico feliz em conhece-lo. Seus argumentos das estatuetas do México deram trabalho, eu não as conhecia! Foi uma bela sacada. Criacionismo e evolucionismo a parte, somos acima de tudo seres humanos.

      Grande abraço!!!

  2. Rosseti, de maneira nenhuma me senti ofendido, até fiquei feliz por ter recebido uma boa critica!
    umas observações de sua analise.
    1º- não é o tamanho do cerebro (massa cinzenta) que se beneficia apenas do envelhecimento mais lento, mas principalmente o cortex, que pela velocidade de maturação mais lenta, gera um enorme almento cognitativo de raciocinio ( imagine um processador de 6 nucleos que so pode usar um só nucleo corretamente ) assim é o cerebro humano atual com relação a sua arquitetura e função atual.
    2º-Voce não leu meu 2º livro que explica o porque da decadençia cientifica da humanidade nos 500 anos apos o diluvio de forma acentuada. (de roma antiga até o ano de 1700 DC, os recursos cientifos eram relativamente menores do que o que se encontrou por exemplo na sumeria,egito e na propria sociedade Maia. ambas com datações em torno de 2000 AC.
    3º- Não acho que outras culturas sejam totalmente mitos, odeio até essa palavra ” mito = mentira”, pois seria dizer que todas as culturas tendem a mentir. realmete existe mentiras, e as mentiras geralmente são usadas por motivos proprios, para ocultar fatos propositalmente em cada sociedade e tempo especifico.ex: o homem a lua ( a corrida espaçial em si), Hittler como um total monstro ( ele tinha fortes razões para ter agido daquela maneira, pois a alemanha estava humilhada pelo acorde de guerra da 1º guerra mundial) comunismo como sistema inviavel e fracassado ( foi esmagado por ataques de paises capitalistas, ao qual geraram barreiras comerciais fortes). veja que a cada dia, a sociedade controi a sua historia e destroi a historia de outra sociedade a qual não lhe agrada.
    4º-realmente para voce, as ações de Deus não açeitaveis em uma analize, pois voçe não cre em Deus ” se eu tambem não cresce nas leis naturais, tambem não as aceitaria, mas isso não impediria de elas continuarem existindo contra a minha vontade e açeitação.
    quando voce ler oum livro criaçionista, voçe deve observar se os principios uma vez gerados são realmentes possiveis de se manter, e averiguar os rastros do mesmo, caso eles existam. O meu trabalho se baseia na busca de pegadas da ação da criação de Deus.
    tambem fui ateu e evolucionista até os meus 22 anos de idade, e todo o dia leio materias evolucionistas, e infelismente admito que os evolucionistas esão muito alem em nivel de pesquisa com relação aos criacionistas, pos pucas pessoas estudam seriamente a criação e suas possibilidades ” uma mentira bem contada, vale mais de que uma verdade mau apresentada.” Isso vale tanto para o evolucionismo quanto para o criacionismo.

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