ACREDITAR É HUMANO. (comentado)

A religião nasceu da união de reverência e necessidade. E, assim, continua definindo como a maioria vê o mundo.

O ser humano é um animal acreditador. Talvez esse seja um bom modo de definir nossa espécie. “Humanos são primatas com autoconsciência e a habilidade de acreditar.” Já que ” acreditar” sempre pede um “em quê?”, refiro-me aqui a acreditar em poderes que transcendem a percepção do real, algo além da dimensão da vida ordinária, além do que podemos perceber apenas com nossos sentidos.

Eu me pergunto se a necessidade de acreditar em algo (não uso a palavra “fé”, pois essa tem toda uma conotação religiosa) é consequência da consciência. Será que outras inteligências cósmicas também acreditam?

Parece que somos incapazes de viver nossas vidas sem acreditar na existência de algo maior do que nós, algo além do “meramente” humano. Bem, nem todos nós, mas a maioria. Isso desde muito tempo. Para os babilônios e egípcios, os céus eram mágicos, a morada dos deuses, ponte entre o humano e o divino. Interpretar os céus era interpretar mensagens dos deuses, muitas vezes dirigidas a nós mortais.

Essa divinização da natureza é muito mais antiga do que a civilização. Pinturas rupestres, os símbolos mais antigos da expressão humana, já demonstram a atração que nossos ancestrais nas cavernas tinham pelo desconhecido, sua reverência por poderes além de seu controle. As pinturas de animais representavam encantamentos, uma mágica gráfica criada com o objetivo de auxiliar os caçadores em sua empreitada, cujo sucesso garantia a sobrevivência do grupo.

Fico imaginando o poder que essas imagens -que dançavam à luz do fogo- exerciam sobre o grupo reunido na caverna, uma tentativa de recriar a realidade para ter algum controle sobre ela. A religião nasceu da combinação de reverência e necessidade. E assim continua, definindo como a maioria dos humanos vê o mundo.

Mesmo após termos desenvolvido meios para explorar fontes de energia da natureza, estamos ainda à mercê dos elementos. Muitos chamam enchentes, tornados, erupções vulcânicas ou terremotos de atos divinos, representando forças além do nosso controle.

A ciência, claro, atribui esses desastres a causas naturais, o que acarreta abandonar a crença de que a fé pode nos ajudar de alguma forma a controlá-los. Fica difícil, hoje em dia, rezar para o deus do vulcão ou para o deus da chuva.

Esse é um desafio para a ciência e para os seus educadores: a ciência pode explicar, às vezes prever e, até certo ponto, proteger-nos de desastres naturais. Porém, não pode competir com o poder da crença na imaginação humana, mesmo na completa ausência de evidência de que possa nos proteger contra desastres naturais.

O mundo estava cheio de deuses no início da história da nossa espécie e, para muitas pessoas, assim continua. A resposta, parece, não é tentar transformar a ciência numa espécie de deus, substituindo uma crença por outra, mas, ao contrário, mostrar que vidas podem ser vividas sem a crença em poderes divinos cuja intenção é nos manipular, seja para o bem ou para o mal.

Talvez a maior invenção da vida na Terra tenha sido essa espécie de primatas com a capacidade de imaginar realidades que a transcendem.

 .

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor de “Criação Imperfeita”. Facebook: http://goo.gl/93dHI

 

Fonte: UOL

 .

Resenha do autor

O primeiro questionamento a se fazer é; Acreditar em que? Ou em quem?

O primeira reflexão possível de se fazer é discriminar “acreditar em que” ou “acreditar em quem”.

Quem é o dono da verdade? que faz-nos questionar se á uma verdade absoluta (veja: O VERDADEIRO PROBLEMA DA VERDADE).

Para seguir um pensamento, ou uma linha reflexiva devemos por em pauta suposição que acreditamos estar certa, ou seja, fornecer subsídios que nos confortem com a verdade.

Acreditamos que irá chover em breve diante das nuvens acinzantadas no céu. Acreditamos que vamos ganhar na loteria, pois investimos parte do nosso dinheiro em uma sequência de números aleatória ou especialmente escolhida que pode sair no próximo sorteio. Pois ela pode realmente sair!

A chance de ganhar existe considerando que o jogador apostou em seus bons números e que o sorteio seja honesto.

Seria estranho acreditar que poderíamos ganhar na mega-sena sem ter apostado número algum.

Essa última suposição é exatamente a aposta feita pela fé, a falta de evidencias, apostar na verdade com base em um livro cujas evidenciasse encerram nela mesma. Mas a falta de evidencias não é evidencia da inexistência de divindades.

Existem diferenças entre acreditar em crer. Crer não se trata apenas de conhecer ou acreditar a respeito de algum assunto, mas receber em sua própria vida a ação daquilo ou daquele em quem se crê. No caso da salvação cristã, crê-se em Cristo como Salvador de nossas vidas.

Como poderíamos crer na existência da arca da aliança na travessia do mar morto, no êxodo do povo judeu do antigo Egito?

O único local onde pode-se retirar essas informações é na própria bíblia, pois não há registro arqueológico algum que corrobore nenhuma dessas afirmações teológicas. Nem mesmo os manuscritos do mar morto que contem livros apócrifos citam tais passagens.

Caindo novamente no caso dos babilônios citados acima por Gleiser, na teologia judaica a arca da aliança é citada desde os anos 800 a.c até que no ano de 600 a.c ela desaparece dos registros arqueológicos.

Acredita-se que os judeus detinham a arca da aliança com os dez mandamentos em Jerusalém, mas na invasão dos babilônios ao território judeu no anos de 587 a.c onde  tocaram fogo em toda a cidade e saquearam todo seus pertences e tesouros nenhuma arca foi encontrada e nenhum registro arqueológico dos antigos babilônios faz referencia a tal arca.

Alguns acreditam que o rei Salomão teria escondido a arca da aliança na Etiópia sob a proteção da rainha de Sabá, mas novamente a única menção a respeito da rainha de Sabá é no livro sagrado dos judeus. Não há evidencia alguma nem mesmo da existência da própria rainha.

O que faz as pessoas acreditar, ou melhor, crer na verdade absoluta da religião, seja ela abraamica ou não, é simplesmente a fé.

O mecanismo que faz as pessoas acreditar deve ser a fé, a ausência de evidencia e não a compreensão de um fenômeno em si.

É isso que Gleiser se refere, a necessidade de sanar as dúvidas mais cruéis da humanidade a respeito dos fenômenos naturais. Essa interpretação teológica do mundo em sua perspectiva histórica trás a criação de forças sobrenaturais da natureza interpretadas pelos xamãs. Posteriormente com o desenvolvimento das primeiras civilizações e acidades os deuses adquiriram características animalescas e humanas. Quando a humanidade se modernizou, os deuses novamente evoluíram ganhando características cada vez mais humanas, incluindo seu caráter antropocêntrico, sendo o homem a imagem e semelhança de deus. O sistema geocêntrico que trás a Terra como centro das atenções universais não é assim feito pelo seu posicionamento astronômico a principio, essa característica abrigar a humanidade como centro das atenções do universo, a menina dos olhos da criação.

O interessante que Gleiser faz um questionamento que nos permite refletir sobre a inteligência; Será que outras inteligências cósmicas também acreditam?

Certamente acreditariam, pois até o momento todas as menções a respeito de contatos imediatos com seres extraterrestres de outros planetas tem demonstrado semelhanças anatômicas e comportamentais com a nossa espécie. A diagramação corporal é dotada de quatro membros, olhos, nariz, boca e uma anatomica que evolutivamente seria convergente a nossa. Poderíamos classificar biologicamente um extraterrestre como pertencente ao grupo dos mamíferos e primatas.

Isso me lembra o caso dos raelianos, uma seita que não crê em um deus propriamente dito, mas que adotou uma série de costumes de diferentes religiões. Foi fundada pelo francês Claude Vorilhon que disse ter entrado em contato com um ser vindo do espaço dentro de sua nave na década de 70. O delicado extraterrestre anatomicamente humano disse a ele que a Terra hoje passa pelo mesmo dilema que seu planeta passou a algumas milhares de anos e explicou que sua espécie deu origem a todos os humanos aqui na Terra.

As pessoas passam a acreditar em tudo aquilo que lhes conforta diante do hostil e por isso criam também a hostilidade como o mal metafísico chamado de demônio (veja: O PESSIMISMO HUMANO É A RAZÃO EXISTENCIAL DO MAL METAFÍSICO), ou anjo caído de luz que destruiu o sistema perfeito divino que não era tão perfeito assim. Criam profecias, visões bíblicas escatológicas, previsões destrutivas esotéricas, entidades secretas malignas, comportamentos catastrofístas, pessimistas extremos e todo tipo de baboseira anti-racional para justificar o sobrenatural. Quando na verdade a crença em uma entidade sobrenatural, um deus pode ser simplificada pela fé.

Isso tudo da força para crer em um mundo virtual, alternativo, cuja felicidade é absoluta.

A crença não precisa de evidencias, basta crer, por isso tudo sempre foi mais fácil na teologia. O deus impossível pode fazer o impossível afinal tudo posso naquele que me fortalece.

Scritto da Rossetti

Palavra chave: Netnature, Rossetti, Acreditar, Crer, OVNIS, Deus, Religião, Gleiser.

11 thoughts on “ACREDITAR É HUMANO. (comentado)

  1. Olá Rossetti, tudo beleza!

    Então … Essa última suposição é exatamente a aposta feita pela fé, a falta de evidencias, apostar na verdade com base em um livro cujas evidenciasse encerram nela mesma.

    A Bíblia tem várias evidências científicas, arqueológicas e históricas que confirmam vários eventos descritos ali.
    Inclusive no livro de Jó há explicações para eventos da natureza que a ciência não consegue explicar!
    Lembrando
    Como poderíamos crer na existência da arca da aliança na travessia do mar morto, no êxodo do povo judeu do antigo Egito?

    A Arca da aliança, o objeto mais sagrado para os judeus, Deus a recolheu no céu antes da invasão babilônica como diz o texto de Ap 11:19 “E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo;…”. O mesmo ocorreu com o corpo de Moisés que Deus escondeu para não virar símbolo de idolatria.

    A travessia do mar vermelho com fotos de restos de carruagens egípcias e ossadas humanas está aqui: http://arqbib.atspace.com/exodo.html,

    Os achados de Adam Zertal arqueólogo da Universidade de Haifa confirmam os escritos de Moisés referente ao monte Ebal já em Canaã.
    http://ebal.haifa.ac.il/ebal06.html

    Também uma inscrição do faraó Merneptá no século 13 AC nas paredes do templo de Karnak faz menção a Israel já como um povo de Canaã, cfe. os relatos de Moisés.

    Alguns acreditam que o rei Salomão teria escondido a arca da aliança na Etiópia sob a proteção da rainha de Sabá, mas novamente a única menção a respeito da rainha de Sabá é no livro sagrado dos judeus. Não há evidencia alguma nem mesmo da existência da própria rainha.

    Neste site de ciência menciona-se a descoberta da rainha de Sabá: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=26233&op=all.

    É claro que não há interesse da mídia geral e acadêmica em divulgar essas coisas!!

    O que faz as pessoas acreditar, ou melhor, crer na verdade absoluta da religião, seja ela abraamica ou não, é simplesmente a fé.

    Não é somente fé. A razão, a lógica, o raciocínio, a cognição, as descobertas, são elementos importantes na construção da fé.

    Abs.

    • Argumentos de que a mídia esconde não faz sentido algum, soa até como teoria de conspiração, porque faria sentido para os cristão também esconder uma série de evidencias que vão contra um monte de coisas da ciência.
      Não vejo o caso da abertura como um evento cientificamente comprovado, o próprio texto que você me mandou afirma “O vento com força sobrenatural veio do lado árabe (das montanhas ao fundo) na direção do povo mas se dividiu em duas correntes de ar separando as águas sob a forma de muros que, afastados criaram um caminho sem água…”
      Sobrenatural? Isso não é ciência, poderia ser um mar aberto por extraterrestres, por Amon-rá ou o Deus dos Judeus e não o dos cristãos como é contado hoje.
      O que seria então, um vulcão? Tsnumani? Vários arqueólogos da bíblia e até mesmo cientistas já testaram teorias para a abertura do mar vermelho e nenhum explica como um mar pode ser aberto.
      Claro, sob o ponto de vista teológico é possível, afinal anda-se sobre as águas, ressuscita-se e assim por diante. Não vamos confundir a bíblia com um livro moral em um livro que relata a historia. A bíblia tem seu valor religioso e como tal trás passagens que exaltam o sobrenatural.
      Estudar a historia tem uma série de fatores. O babilônios não tem registro algum da arca, a arca sumiu se é que existiu com os poderes que lhe foram conferidos.
      Não faz sentido ficar perdido 40 anos em um deserto com 200 quilometros de distância. Achar resquícios do castelo da rainha de Sabá não prova que a rainha de Sabá existiu, pode ser uma figura mitológica assim como uma sarça ardendo em chamas. Embora pelo menos encontraram alguma ligação com a suposta rainha.
      Fotos de satélite que mostrar supostos caminhos, bem, mostram caminhos hoje, se houvessem caminhos mesmo não ficariam presos 40 anos em um misero deserto.
      Ossos encontrados no mar vermelho não são raros e podem ser de qualquer pescador. Se realmente houve essa passagem e milhares de egípcios mortos espera-se encontrar várias ossadas e carruagens, cavalos e ossos de animais que também tentaram a travessia.
      Há museus em Israel com embarcações originais da época de cristo que poderiam ter pertencido a Maria Magdalena e nem por isso afirma-se que seja dela.
      Não faz sentido algum Deus abrir o céu justamente para que os babilônios não pegassem a arca, somente na bíblia, afinal Deus poderia ter aberto os céus quando os filisteus tiveram posse da arca.
      Há muitas incoerências e coisas interessantes nesses achados. Se realmente estes achados forem verdadeiros deveriam ser mostrados para o mundo para serem debatidos.
      Mas concordo com a sua ultima frase sobre a lógica e o racional.

  2. A mídia dificilmente irá mostrar alguma pesquisa que confirme algum evento bíblico. Por que os cristãos iriam esconder isso?
    No caso da travessia como vc citou; o vento foi SOBRENATURAL (milagre) mesmo. Deus abriu o mar por cima daquela ponte submersa que há no braço direito do mar vermelho até a Arábia Saudita. Como mostram as fotos, não sei se você viu.
    Confirmando inclusive que o monte Sinai verdadeiro fica na Arábia como diz a bíblia em Gálatas 4:25.

    É bem possível que a maior parte do material dos egipcios, e eles mesmos, tenham sido empurrados para além daquela ponte submersa; em grande profundidade; devido a volta das águas quando Deus fechou o mar, e as correntezas posteriores normais, e outros já estão bem enterrados no fundo, por sedimentos.

    Os 40 anos no deserto foi devido a punição de Deus e não que estivessem perdidos.
    Em Apocalipese diz que a arca da aliança já está no céu. Deus a recolheu antes da invasão babilônica. Os filisteus sofreram muito quando a tomaram e Deus ainda teve misericórdia deles, pois só o Sumo-Sacerdote poderia tocar nela e apenas uma vez por ano com a vida limpa! outras pessoas morriam quando a tocavam ou manuseavam de forma errada.

    Jesus mencionou sobre a rainha de Sabá, então não pode ser mito. Se for assim Gilgamesh, Sargão, Hamurabi, Shamshi-Adad e reis antigos egípcios como Iry-Hor, Ka-Sekhen e Horus-Serek com poucos resquícios seriam mitos também??

  3. Sim, a Bíblia está recheada de milagres.
    “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.”
    Hebreus 11:6

  4. Vc mostra um grande preconceito contra coisas sobrenaturais ou milagres.
    Mas até vários médicos já confirmaram milagres (curas sem explicação pela medicina).

    • Cura sem explicação = milagre, por isso Deus existe. Enquanto tiver perguntas sem respostas os seres sobrenaturais vao existir, e por conclusão sempre haverá Deus porque as perguntas nunca cessam.
      Entende porque a ciência não é o que mata a Deus? A minha descrença no sobrenatural não é por causa da ciência, a física do Big Bang ou a evolução Darwiniana ou seja la de quem for não mata Deus, ela só descarta Gêneses.
      Meu preconceito com a sobrenaturalidade é que ela explica tudo da maneira mais simples, tudo parece bobo!!!
      Não vejo problema nenhum se por exemplo a bíblia for interpretada da forma com que ela se oferece, literal e moral, Jesus em seus ensinamentos dava lições preciosas de caráter e amor pra sua época, Amar uns aos outros, isso é legal, mas a religião se restringe a isso. Ela ensina a receber o reino dos céus e não é uma reportagem de como o mundo foi criado.
      Por isso não vejo a bíblia como um livro cientifico, ou a serviço da teologia da prosperidade financeira.
      O que o Silas Malafaia, Waldomiro santiago fazem é destruir o verdadeiro significado mora da bíblia.
      Silas justifica sua homofobia na religião e usa a autoridade, quem é ele pra julgar? Não é Deus quem juga moral ou imoral a homossexualidade? Ele é um ditador.
      E o Waldomiro que vende milagres forjados e milagres financeiros assim como o Macedão. No sobrenatural tudo vale.
      Se o sobrenatural existe então vamos esquecer da ciência, do senso comum, das artes e criar um sistema ditatorial Malafaista. A graça da ciência é justamente que ela não explica, que ela é limitada.
      Isso não é religião, nem cristianismo. Alias o que é o verdadeiro cristianismo? Ele deve ter morrido com jesus.

      OBS: o Ulisses não lê os textos do Enézio e nem do Michelson. Na edição de novembro da Scientific american na qual o Ulisses publicou uma carta minha aos leitores da revista eu conversei com ele sobre esses textos que o Michelson escreve e ele tem ciência mas não responde por uma série de razões!!!

  5. Sim, religiões organizadas pelo homem, muitas vezes mais atrapalham que ajudam. A palavra mais dura de Jesus foi contra os religiosos da época – fariseus,saduceus – chamando-os de “serpentes raças de víboras”.

    Mas não precisa de nenhum Malafaia para dizer que o comportamento homossexual é contrário ao que Deus quer. Apesar de Deus amar eles como qualquer outro pecador – eu e tu – e seria incompatível explicar cientificamente os milagres da bíblia. Por isso são milagres!

    Os cristãos não são contra a ciência; esta defende vários eventos bíblicos; mas sim contra os mitos transformistas darwinistas.
    Neste link há vários eventos bíblicos confirmados pela ciência: http://www.clarifyingchristianity.com/science.shtml

    Abs.

  6. Esse texto estava na prova da prefeitura de queimados magistério, acreditar é humano, sobre o texto é possível afirmar que :————–, se alguem tiver o gabarito por favor envie-me por e-mail, desde já
    Elizete.

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