MORALIDADE COMPARADA.

Para Nietzsche a moralidade é puramente circunstancial. Analisando as obras Genealogia da moral e Além do bem e do mal Nietzsche ressalta a inversão de valores devido às oscilações nas relações de poder.

Para ele a moral sadia é denominada pelo instinto de vida, ou seja, é a determinação do que deve e não se deve fazer. Entretanto a moral ensinada hoje é puramente antinatural, pois suprime todos os instintos naturais da vida.

A moralidade (mores+itatis) pode ser definida como um conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, éticas, para qualquer tempo ou lugar, quer para grupos ou pessoa determinada. De acordo com o filósofo Matthew Alper a moralidade é o conjunto de regras adotadas por um grupo de organismos, definindo o que é bom ou ruim para aquele grupo.

Na visão de Alper a moralidade abrange muito mais do que o grupo dos homens, mas se estende para outros níveis, como o biológico. De fato, a questão da moral pode ser retratada como um zeitgeist, ou seja, variável dependendo do momento da história que se olha, ou até mesmo na sociedade e cultura, religião, englobando o individual e coletivo.

Matthew alper

É evidente que animais tem regras que atendem exatamente a exigência do que se entende por moralidade. O primatologista Frans de Wall conhece certas regras adotadas por grupos de antropóides para melhor convivência em sociedade já que estuda esses animais a muitas décadas.

Em sociedades humanas primitivas a sobrevivências dos mais bondosos pode ter sido fator crucial para o desenvolvimento da moralidade. Uma vez surgida essa sensibilidades, seu alcance expandiu-se fazendo parte hoje da estrutural social humana.

A crença também entra na questão moral, pois ela dita regras morais segundo a visão de um determinado deus ou sistema religioso.

A bíblia é um livro exclusivamente moral em que dita as regras de melhor convivência entre os grupos que compartilham o mesmo sistema religioso e como ganhar a vida eterna, o reino dos céus. Para fazer isso ela oferece a liberdade chamada de livre arbítrio e o suprime com mandamentos supressores do instinto natural humano.

Para Montesquieu a moral é produzida por processos puramente sociais, uma necessidade coletiva.

De acordo com Kluckhohn seu objetivo é suprimir comportamentos destrutivos, reduzir a ansiedade e canalizar da agressividade das pessoas de uma determinada sociedade. Portanto em uma situação onde a necessidade desaparece certamente ocorre o desaparecimento da norma. Assim sua funcionalidade se assemelha com a visão de Malinowski, a moral como uma necessidade humana essencial tal como é o alimento e a segurança. Uma necessidade básica.

O francês Durkheim vê a moralidade como uma norma forçosa de defesa do interesse dos membros da sociedade, ela faz a manutenção da unidade societária estimulando a capacidade de evitar conflitos principalmente individuais para com o coletivo.

Ela trás uma identidade social punindo, se impondo e restringindo as predileções naturais como o egoísmo, incesto, estupros, atitudes ameaçadoras, cruéis.

Uma visão muito semelhante aquela proposta pela religião na qual Nietzsche ataca quando o sacerdote diz que Deus vê o coração. Assim os desejos mais baixos e altos da vida são suprimidos e Deus se torna o inimigo da vida, pois ele restringe com seus mandamentos morais o instinto da vida. O santo em que Deus se compraz é castrado, portanto a vida termina quando o reino de Deus começa.

Ainda sim, a moralidade na visão de Durkheim é vista como uma norma forçosa, promovendo a submissão á sociedade, a condição para a libertação e força emancipadora das forças irracionais.

Sob o ponto de vista de Durkheim ela então eleva o sentimento de humanidade, pois molda os comportamentos humanos, regulando-os.

O imoral seria visto então como um desvio da norma, um marginal da conduta movido por comportamentos associais e desumanos. Sendo assim, qualquer supressão da moral seria estimulo para o recuo a Barbárie.

De certa forma a moralidade molda sim os aspectos mais elementares da sociedade, mas nem sempre o que é ditado como moral tem fundamentação moral.

A supressão da moral não é o único motivo que leva as pessoas a barbárie. Pelo contrário, a historia esta repleta de situações onde o que se estabeleceu como comportamento moral foi justificativa para a barbárie. Entretanto, obviamente no momento em que ocorreu não era visto como imoral ou pelo menos era simplesmente mascarado.

Matar mulheres acusadas de bruxaria era considerado uma honra para os seguidores da Santa Inquisição, já que tudo estaria sendo feito conforme as leis de Deus.

A homossexualidade é considerada imoral perante as leis de Deus, assim como utilizar preservativo e anticoncepcional. Mas quem são os sacerdotes para condena-los?

Sob certos aspectos o que a bíblia apresenta como regras de moralidade é claramente ultrapassado. Não há lógica alguma em aplicar o conceito de moralidade de 4 ou 2 mil anos atrás em um contexto contemporâneo.

Langdon Down foi a primeira pessoa a descrever a síndrome de Down, a única explicação que ele apresentou a respeito da doença foi o argumento da ontogenia recapitulando a filogenia. Sob muitos aspectos no passado as pessoas acreditavam realmente que o portador desta síndrome estacionava seu desenvolvimento num estágio anterior ao da humanidade durante seu desenvolvimento fetal. Atualmente essa explicação soa como imoral, até mesmo preconceituosa, mas não no contexto na qual foi escrito.

Até antes de 1938 via-se como absurdo a mulher ter direito de expressar sua opção política em votos nas urnas. Votar era somente para homens.

Louis agassiz um zoólogo cristão dizia que “Os negros devem ser treinados para o trabalho manual, e os brancos para o trabalho intelectual”

Se hoje enxergamos essas passagens como imorais, perturbadoras a sociedade contemporânea certamente enxergaríamos 1 Timóteo 2: 11 com os mesmo olhos (A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição.
Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio
).

Porém o melhor exemplo não é está na religião, pois a religião tem seu próprio sistema moral e que é a parte a sociedade.

O melhor exemplo de como a moral imposta pode ser um mecanismo de barbárie vem do nazismo

Essa experiência foi adquirida com quem realmente viveu e sobreviveu a tal massacre, como Zygmund Bauman ou Hannah arendt. De acordo com ela a força indutora entre o bem e o mal não pode ser ditada por poderes sociais. A conduta individual deve ser moral, o comportamento moral é concebível somente na coexistência, a socialização é manipuladora da moral.

Hannah Arendt

Tal afirmação faz juízo ao que Sartre afirma, a moralidade deve ser um limite, uma restrição e não um estímulo.

O lema do nazismo, diante de tamanhas propagandas anti-semitas era o de superar o judeu ao lado, ou seja, abandonar as relações pessoais. Tornar o alemão um povo anti-semita.

Isso porque durante anos os alemães e judeus tiveram uma convivência pacífica, alemães e judeus cresciam juntos e o partido nazista interveio com a finalidade de destruir essas relações sociais uma vez que os judeus tinham um poder econômico em uma Alemanha devastada pela primeira guerra mundial.

O que Hitler fez foi esculpir o orgulho alemão e trabalhar o estereotipo intelectual do povo como superior em relação ao seu relacionamento pessoal com os donos de mercados e comerciantes judeus.

O partido nazista então estabeleceu como regra, como moral a quebra das relações pessoais entre o povo alemão e os judeus. Tratando os como infecção, parasitas, insetos de uma raça superior intelectualmente.

Entretanto, a moralidade pode se manifestar numa insubordinação diante de princípios socialmente sustentados. Apesar dos simpatizantes do partido nazista realmente adotarem tal postura, a sociedade alemã não enxergava os judeus como insetos ou desumanos uma vez que grande parte do seu relacionamento pessoal era com judeus. De certa forma o dilema imposto pelos nazistas ao povo alemão foi;  Como ver o meu melhor amigo, meu vizinho, o amigo de meus filhos como um inseto que infecta minha raça?

Essa insubordinação é vista em filmes como a Lista de Schindler e uma série de filiados do partido nazista que não tinham simpatia com a política e a falsa moral hitlerista.

Nesse caso, a moralidade foi não seguir o que a política nazista determinou como moralidade.

Ainda hoje membros da sociedade, a grande maioria não interpreta o uso do preservativo como uma atitude imoral diante dos olhos de Deus. Essa insubordinação a moral cristã católica é negada categoricamente em um país como o Brasil por exemplo. Isso mostra como a moralidade não pode ser sustentada por ideologias.

Particularmente, não conheço um católico que tenha relações sexuais sem preservativo alegando que este é o correto a se fazer segundo o papa e sua visão conservadora, ou até mesmo a visão radical do pastor Silas malafaia em afirmar que o homossexuais levarão a espécies humana a extinção. O ódio pessoal pregado pelo pastor justificado pela sua religião é puramente pessoal, pois o fato de alguém ser homossexual não o torna uma infecção da espécie humana, um disseminador da AIDS ou imoral diante de Deus. Homossexualidade não deve ser tratada como os judeus foram no nazismo.

Nesses aspectos a sociedade não adota como moral cristã a repressão ao homossexual, assim como grande parte das pessoas trata o aborto como imoral atualmente.

Esses exemplos citados acima mostram como a moral é variável de acordo com o momento histórico e como ela não pode ser impostas por ideologias políticas e religiosas.

A cultura também é um fator bastante determinante na questão da moral. A determinação dos chandálas como seres imundos e imorais é um exemplo, mas o melhor exemplo que encontro para representar como sistemas morais distintos entram em choque esta aqui mesmo no Brasil.

Na Amazônia, próximo a fronteira com a Venezuela vive a tribo indígena dos Yanomami. Soa como imoral para nós descendentes de europeus e totalmente urbanizados ouvir um índio dizer que caso o primeiro rebento seja uma menina ela deve ser abandonada na floresta, assim como ocorre com os deficientes, pois o primogênito deve ser um homem. Bem como soa como imoral um casal Yanomami abandonar um dos filhos gêmeos para morrer na floresta já que um deles nasce com um espírito bom e outro ruim. Dá-se então um dos filhos como oferenda e o mal jamais perturbará novamente aquela família.

Se aplicarmos o conceito de legalidade aos indígenas certamente entraremos em conflito com a sua cultura e por mais que isso pareça ilegal, ou imoral para nós brancos, “europificados”, urbanizados e catequizados. Essas são as regras morais para se viver na sociedade Yanomami por mais que eles já tenham contato com o homem branco essa regra moral deve ser respeitada. Isso mostra como o conceito de moralidade é diferente culturalmente.

Sob o ponto de vista biológico a moralidade também muda. Os mamíferos são animais extremamente sociáveis, resultado o desenvolvimento exacerbado do córtex cerebral como notado em toda sua filogenia.

Viver em grupos permitiu o afloramento de estruturas sociais bem desenvolvidas e a moral pode ser encontrada em outros grupos de animais.

É evidente que um grupo de chimpanzés e bonobos por mais próximos que sejam entre si tem regras sociais bastante distintas, o que evidencia como comportamentos e a estruturação social podem ser resultado de processos evolutivos.

Uma alcatéia tem um conjunto de regras que quando seguidas tende a beneficiar a todos do grupo. A regra do grooming para manter a coesão e o bom relacionamento em um grupo de macacos é um exemplo disto.

Um macaco que coça ou caça pulgas em outro certamente poderá precisar que esse favor seja retribuído no futuro, caso não seja correspondido a atitude egoísta pode gerar instabilidade na sociedade, punições, brigas e assim por diante.

Uma pessoa que tenha atitudes imorais hoje certamente será oprimida e suprimida pela lei embora a moralidade e a lei sejam mecanismos distintos e muitas vezes contraditórios. Um exemplo, sob determinados casos, como o estupro, o abordo é concedido pela legislação, mas sob o ponto de vista religioso ou até mesmo individual é condenado. Razão pela qual a discussão sobre o aborto é polêmica.

Algumas pessoas poderiam argumentar que já que temos um compartilhamento moral entre os animais poderíamos atuar como animais sem esperar repressão legal.

Mas cada grupo animal dotado de moral é dotado de sua moral, a moral dos chimpanzés e dos bonobos é relativamente distinta embora haja compartilhamentos e aspectos semelhantes, mas mesmo assim, são espécies diferentes.

Eu adotar um comportamento animal não torna meus atos justificáveis.

Se fêmeas de aranhas Nephilengys cruentata invadem teias de suas concorrentes esperando uma oferta de alimento e proteção melhor não justifica o ato de um homem invadir uma casa e tomá-la para si. São sistemas distintos com regramentos distintos e portanto não equivalem. Certamente tomaremos então isso como imoral, mas para essas aranhas solitárias certamente a moral não existe e portanto o que vale é a competição, a sobrevivência e os instintos mais destrutivos são aqueles que permitirão sua sub-existência .

A moral é puramente circunstancial e um assunto extremamente complexo já que envolve muitos aspectos da legalidade, da ética, religião, história e cultura.

 .

Scritto da Rossetti

Palavra chave: Netnature, Rossetti, Moralidade, Durkheim, Hanna Arendt, Zygmund Bauman, Kluckhohn, Nazismo, Malinowski, Frans de Waal, Mamíferos, Sociedade.

 .

REFERÊNCIAS

* Bauman, Z. Modernidade e Holocausto. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar. 1ºed., 1998.
* Silva, F. L. . Política como moralidade: a banalização da ética. In: Adauto Novaes. (Org.). O Esquecimento da Política. 1 ed. Rio de Janeiro: Editora Agir, 2007, v. 1, p. 127-137.
* The Waal  F. Eu, primata. Editora Companhia das letras. 1ºed., 2007.
* Gould. S. J. A falsa medida do Homem. São Paulo: Editora Martins fontes. 1ºed., 1999.
* Alper, M. A parte divína do cérebro. Rio de Janeiro: Editora Best Seller. 1ºed., 2008.
* Gusmão, Paulo Dourado. Introdução ao estudo do direito, 28º Edição. 2003
* Arquivos secretos. Editora Mythos media. Nº17. 2009.
* Arquitetura da destruição. Direção: Peter Cohen, Narração: Bruno Ganz. Suécia 1992.
* The Schindler’s list. Direção Steven Spielberg. EUA, 1993.

One thought on “MORALIDADE COMPARADA.

  1. Ótimo tema para discussão.
    Do texto decorre QUE MORAL É ACATAR LEIS EXISTENTES. Aí é necessário dividir a “vida na Terra” em duas fases. A VIDA SOB AS LEIS EXCLUSIVAS DA NATUREZA, E A VIDA SOB A LEIS DOS HOMENS PARA OS HOMENS.
    As leis dos homens começaram com o “homem adâmico ou agrícola”, até então, o homem era outro mero animal ou espécie viva, CUMPRIA AS LEIS DA NATUREZA. E não havia “diretor, gerente, feitor etc.” para que as leis fossem cumpridas, ISTO É, ESTAMOS FRENTE A ORGANIZAÇÃO MODELO PARA O HOMEM. imagine uma fábrica onde não se precise de diretor, de gerente, de feitor, etc. e as coisa acontecem mesmo assim!! É ASSIM QUE FUNCIONA UMA COLMEIA DE ABELHA, onde rainha não é “lider de ninguém”, nem a abelha soldado vive azucrinando a vida das abelhas operárias, que não precisam de encarregados, lideres, gerentes etc.!! É PURA QUESTÃO DE ORGANIZAÇÃO, onde ela é perfeita, NÃO SE PRECISAM DE LIDERES, o lider é a imperfeição da organização. Um animal que lidera seu grupo, O FAZ SEM NENHUM CURSO DE LIDERANÇA, simplesmente exerce uma função onde aprende as regras ou “leis” e as seguem como a rainha da colméia.

    Onde o homem começou a errar sua “organização social”? Quando inventou o sistema do “cacique e do pajé”, cuja base se assentou na “religião”. A religião foi a “primeira constituição humana” de leis direcionadas para o homem! Só que essas leis eram feitas pelos “pajés” para serem “impostas pelo cacique”, e para que as leis fossem “perfeitas”, era preciso que o cacique fosse um “deus”, e daí surgiu a “lei” da governança: MENTIR PARA GOVERNAR. Faz-see um deus “igual ao cacique”, e as leis se impõem para todos, MENOS PARA O CACIQUE. Aqui começou a IMORALIDADE.

    As religiões não foram origem da pajelança, ELAS APRESENTARAM REVELAÇÕES QUE PODIAM SER TRANSFORMADAS EM LEIS, e o paradigma é simples e comum EM TODAS AS RELIGIÕES: “se cada um for melhor, o grupo também o será”. A “pajelança” detalhou isso em “leis e regras” que transformavam um cacique em “deus”, e não é por acaso que os mitos eram deuses feitos à imagem e semelhanças de “caciques”, e nada hoje ainda é muito diferente da época dos mitos, APENAS SE MUDOU A FORMA DE DESCREVÊ-LOS.
    Os pajés por milhares de anos eram os “religiosos” que eram os sábios, mágicos, entendidos etc., que davam autoridade ao “rei”. Os pajés hoje são os economistas e políticos. Com a autoridade que lhe era conferida pelos pajés, O REI PASSAVA A EXERCER O PODER, e aos poucos, O PODER SE SOBREPUNHA TAMBÉM AOS PRÓPRIOS PAJÉS, onde nasce a DITADURA. O cacique passa a ser o “chefe” dos pajés, e aí as leis que são impostas, NÃO SERVEM PARA O CACIQUE E POUCO PARA OS PAJES.

    O Deus Infinito tem autoridade sem nunca precisar exercer o poder, ESSE É O ESQUEMA DE ORGANIZAÇÃO PERFEITA e por isso as leis da natureza SÃO AS LEIS DE DEUS, emana de uma autoridade que não precisa de ter poder. Alguém já viu Deus punindo ou premiando alguém? MAS QUANDO AS COISAS SAEM ERRADAS, ALGUMA COISA ACONTECE? Essa é a questão, QUEM TEM AUTORIDADE, NÃO PRECISA EXERCER O PODER, as coisas acontecem. QUEM TEM PODER, NÃO TEM AUTORIDADE, exerce uma autoridade!
    Autoridade significa FAZER LEIS, poder significa IMPÕ-LAS. Quem tem autoridade para impor uma lei, TEM ANTES QUE OBEDECÊ-LA, a IMORALIDADE começa em quem faz a lei, sequer a cumpre, MAS A IMPÕE!! O resto é consequência!! Se uma lei é ruim, FALHOU A AUTORIDADE, se a lei á boa, ACERTA A AUTORIDADE, e neste caso, NÃO PRECISA DE PODER, que acontece na organização que decorre da lei.
    A imoralidade está em quem impõe leis QUE ELE SEQUER ACATA!! É assim que faz o ladrão!!

    arioba

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s