SHOULD WE CLONE NEANDERTHALS? (comentado)

Given reliable technology, could it ever be ethical to bring our prehistoric relatives back from the dead?

Cloning Neanderthals … ‘No one would want to be the only member of their species’. Photograph; Action Press ,Rex Features

I am at a conference in Dubai on science, religion and modernity, and the best question to come up was “should we clone Neanderthals?” Let’s assume the kind of technical progress which would make this look like a possibly ethical thing to do: the failure rate with mammalian cloning has been so high that it really would be rather dodgy to inflict the process on a human being. But for the sake of argument assume a reliable technology and a sufficiency of DNA to work with.

Of course, the first difficulty from the strictly utilitarian point of view is that we don’t know what the consequences would be. Neanderthal brains were physically different from ours and we have no idea how that impacted their consciousness. We assume they had speech, but this is obviously something that does not fossilise. So it’s hard to judge the consequences inflicted on a sentient being when we have no clear idea of what kind of sentience is involved.

So a straightforward calculation of the likely consequences can’t be done in the way that it can at least be attempted in bioethical questions as they affect homo sapiens. That doesn’t mean that religion can provide answers, either. I haven’t asked a Roman Catholic but assume that they would apply the same kind of precautionary principle as is applied in the case of abortion: that something which might be a human being should always be given the benefit of the doubt. But other religions, and other forms of Christianity, are not opposed to human cloning. They might not be opposed to cloning Neanderthals.

So let’s not set it up as a science v religion argument. There will be ethical disagreement, but this will lie between believers as much as between unbelievers.

Does it make a difference that this would be an experiment? It’s science, which means that we discover things by trial and error. These trials are carefully constructed to ensure that the errors are as instructive as possible, but the outcome can’t be known in advance. It’s not easy to see how one could be certain of having a complete and viable sequence of Neanderthal DNA when there is nothing to compare it with and only the broad assumption that if the specimen from which it was extracted made it to adulthood it was reasonably healthy.

OK: let’s try from another angle. Surely the final ethical test of this is that the cloned Neanderthal would be happy to have been born. Looked at from this angle, it is immediately obvious that it would be wrong to clone a Neanderthal. No one would want to be the only member of their species. The minimum ethical thing to do would be to clone 20 or 30. We would not be bringing back an individual, but a species, for which we would then become responsible.

What religion would these creatures have? We know that Neanderthals had rituals, and presumably beliefs, around death. These are lost forever. Should they be replaced? If Neanderthals are enough like us to bury their dead, they will make mythologies with or without our help. What should those be? If two separate countries or cultures cloned two different Neanderthal cultures, would each regard the other as heretics?

All this presupposes that they can be taught contemporary languages. Again, the choice here is obviously arbitrary but not terribly important, though I admit to a sneaking desire to have them all taught Latin or ancient Greek. But at the same time it is reasonably certain that they would develop and bend the language they were given to map onto their rather different cognitive faculties.

Whatever happened, it would be entirely fascinating to observe. There would be other advantages. The revival of a species from 25,000 years ago would be a wonderful window onto our own nature; it would provide a stunning and – if evidence had anything to do with it – irrefutable argument against creationists. It would enrich our understanding of consciousness, of biodiversity, and it should also be wonderful for the Neanderthals. Who would not rather be alive and healthy than dead?

Nonetheless, there are two reasons why it should never be attempted. The first is feminist. Cloning does not stop in a petri dish. There must be surrogate mothers, and they would be just as much the subjects of these experiments as the Neanderthal embryos. Given the enormously complex interplay between a mother’s immune system and a human foetus, it’s hard to imagine things would go better when another species was involved.

The second is also concerned with the differences that evolution brings about: a Neanderthal of 25,000 years ago would have essentially no immunity to any of the diseases that have evolved since then. All of us now alive are descended from the survivors of centuries of epidemics. They flourished, in turn, because of human settlement patterns. We have no right to bring anyone else into the mess we have made.

Fonte: The Guardian

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Resenha do autor

Should we clone the neanderthal?

I support this great idea. Afinal, porque não clonar? A biologia precisa de uma revolução, ela precisa dar um passo ousado. Ela precisa ser renovada como a mecânica quântica renovou a física. Ela precisa dar grandes passos e deixar de ser mesquinha produzindo coisas aparentemente banais como a criação de vida artificial em pequenas bactérias sintéticas.

Finalmente essa discussão chega ao meio acadêmico como uma possibilidade plausível e série e até revolucionária.

A idéia de clonar animais extintos já foi levantada algumas vezes, mas sem muita importância, vista sempre como um sonho distante.

Em minhas aulas de genética na graduação discutimos a possibilidade de reviver um animal extinto como os tilacinos da Austrália. Parecia absurdo fazer isso, mas estamos caminhando para esse objetivo, um objetivo de grandes proporções; reviver um ser extinto, dar a vida a quem não mais existe.

No caso do tilacino, seu genoma não é difícil de ser adquirido, basta pega-lo na pele e tecidos de exemplares empalhados em museus e remontar um genoma a partir de várias frações.

Obviamente que em tese é fácil, mas custaria milhões, e a viabilidade da clonagem ainda é pequena. É isso que precisa ser melhorado, para dar a certeza de que os embriões se desenvolveram e chegaram a fase adulta com qualidade de vida.

Muito se tentou em clonar animais, com sorte a ovelha Dolly foi um belo exemplo.

Discute-se em reviver o mamute lanoso, extinto no final do Pleistoceno. E assim como ele os neandertais têm grande parte do seu genoma seqüenciado e organizado em laboratórios internacionais.

Discute-se muito sobre a clonagem humana embora esteja longe de ser feita, devido a complicações experimentais, metodológicas, restrições éticas e religiosas.

O problema de reviver tais formas de vida é a incerteza a respeito de sua biologia e suas consequencias.

Imaginemos reviver um dinossauro qualquer. Seria ele capaz de prosperar em um mundo tão diferente? As presas ou a folhagem disponível para alimentação hoje é bastante distinta a de milhões de anos atrás. A condição climática é bastante distinta, pois no Cretáceo a temperatura do planeta era cerca de 4 graus mais quente.

Poderiam eles se transformar em animais exóticos assim como os caramujos Africanos no litoral brasileiro?

A grande verdade é que tanto a clonagem de animais quanto de hominídeos trás incertezas enormes.

A primeira dificuldade do ponto de vista estritamente utilitarista é que não sabemos as conseqüências desse ato.

No caso do neandertal seu sistema nervoso apesar de ser bastante semelhante ao nosso ainda sim não proporciona as dimensões biopsicossociais compreensíveis a humanidade. Será que esse cérebro era dotado de consciência humana? Será que a consciência segue níveis dentro do grupo dos mamíferos e de suas relações sociais?

Sob o ponto de vista cerebral, acredita-se que eles tinham o dom da fala, mas isso é obviamente algo que não se fossiliza e portanto eis uma justificativa bastante interessante do porque clonar um Neandertal.

É difícil julgar as consequências de tais atos quando tudo é subjetivo, tudo é teórico.

Na questão bioética, como eles se relacionariam com o Homo sapiens? Será que tal clonagem teria proporções religiosas como a aplicada no caso do aborto. Trocando em miúdos será que se algo que poderia ser humano deve-se sempre ser concedido o benefício da vida? Teria ele os mesmo direitos humanos? Ou melhor; o Neandertal é humano?

Sob o ponto de vista biológico não. Ele apenas passaria “raspando” na humanidade, se é que sabemos o que é ser humano. Deixando o mérito da filosofia da busca do que somos, poderíamos sanar uma dúvida bastante comum da comunidade científica contemporânea; o neandertal é uma variedade da espécie humana ou é uma espécie irmã do Homo sapiens?

Porque essa pergunta? Porque algumas linhas de pensamento consideram o Neanderthal uma variedade da espécie humana embora a grande maioria dos evolucionistas descartam essa possibilidade.

Mas o principal desafio bioético em se clonar um Neanderthal seria saber se ele seria capaz de compreender e aceitar que nasceu de uma clonagem experimental de um ser já extinto. Saber que é único e que sob a concepção mais direta, ele é apenas um rascunho, uma cópia de algo que não mais existe. Uma quimera de vários genomas fracionados ou simplesmente a copia de alguém que já existiu.

Visto sob esse ângulo torna-se absurdo tal procedimento. Ninguém gostaria de ser o único membro de sua espécie.

Seria então “mais ético” clonar uma pequena população? Por outro lado estaríamos trazendo de volta não um indivíduo, mas uma espécie completa com população estável e talvez até variabilidade genética.

O renascimento de uma espécie de 28 mil anos atrás seria uma maravilhosa janela para ver o passado. Permitiria tirar conclusões a respeito de nossa natureza, de nosso corpo e do nosso entendimento. Proporcionaria um impressionante argumento irrefutável contra os criacionistas além de permitir o enriquecimento da nossa compreensão da consciência humana e da biodiversidade.

Há duas grandes barreiras que impedem a clonagem do neandertal. A clonagem não ocorre em uma placa de Petri, ela depende de mães de aluguel. Ressaltando o fato de que a mãe de aluguel dará a luz a um quase humano caímos novamente na questão ética da coisa. Além disso, também preocupa-se com as diferenças evolutivas. Um Neandertal de mais de 28 mil anos atrás poderia sofrer com a falta de imunidade imunidade e estar sujeito a doenças.

O grande desafio é conseguir criar clones com qualidade de vida e quem sabe num futuro distante não possamos ter entre nós mamutes, tilacinos, Neandertais. E porque não ousar em clonar Jesus Cristo? Seus ossos parecem ter sido encontrados. Assim saberemos qual era sua verdadeira face.

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Scritto da Rossetti

Palavra chave: Netnature, Rossetti, Clonagem, Neandertal, Bioética.

One thought on “SHOULD WE CLONE NEANDERTHALS? (comentado)

  1. Nem a ciência nem a religião, e muito as artes, ainda responderam o que seja a “vida”, e por tabela, o “se-vivo”. A religião revela algo relacionado com os espíritos, de forma ainda não tão clara, EXCETO A RELIGIÃO ESPÍRITA, que mesmo assim, CONSIDERA QUE AS PLATNTAS NÃO TÊM ESPÍRITO, o que fica uma lacuna. Considera as plantas com o atributo “anímico”, mas não com espírito, O QUE DE FATO É UMA CONTRADIÇÃO NA PRÓPRIA DOUTRINA, mas de qualquer forma, apenas a religião espírita fala abertamente de que o ser vivo é uma DUALIDADE DE ESPÍRITO E CORPO ORGÂNICO, e que o espírito é uma comunidade de “outro Mundo”, o Espiritiual, que circunstancialmente se torna também uma comunidade no Mundo Material, QUE REPRESENTA MENOS DE 5% DA MATÉIRA DO UNIVERSO, E À QUAL PERTENCEMOS.
    Sem definir o que é vida e também o ser-vivo, ficamos em duas hipóteses que são as veigentes majoritariamente:
    – OBRA E GRAÇA DE DEUS INFINITO, portanto, temos um destino traçado por Deus, e nem sei porque as igrejas se preocupam tanto com salvação de quem que seja.
    – OBRA DE UM UM ACASO CUJA ORIGEM ESTÁ NO “NADA”, e portanto, estamos aqui ao leo, nem sei porque a ciência se preocupa tanto em “inventar” traquitanas, uma vez que temos um destino traçado pelo fortuismo do acaso.

    Como vê, duas correntes que não mostram caminho algum para o futuro do homem, e pior do que isso, SEQUER CONHECEMOS NOSSO PASSADO. Inventamos asneiras sobre o passado e projetamos idiotices sobre o futuro, tudo porque inventamos nossa origem na forma que não temos como interferir. E O FATO É QUE INTERFEIRMOS NO UNIVERSO, pelo menos de nossa pequenina Terra, tanto que já estamos prestes a detoná-la.

    Onde surge o nó da questgão?
    Confundimos “organismo material”, que é o organismo de qualquer ser-vivo, COM SER-VIVO. A religião aponta para a entidade mística que define o ser-vivo, a ciência aponta para a vida como atributo da própria matéria, e aí coisa simpoes como a morte que nos acompanha diariamente, SE TORNA MERO ENIGMA INSOLÚVEL PARA A CIÊNCIA. Como o mesmo organismo com todos os recuros iguais num determinado instante, É VIVO ANTES E MORTO DEPOIS? De reprente a matéria se altera sem explicação alguma? A revelação religiosa é mais racional, porque explica que o mesmo organismo era vivo antes e morto depois, PORQUE A ENTIDADE ESPÍRITO QUE DAVA VIDA, SIMPLESMENTE DEIXA O ORGANISMO, exatamente como o motorista do automóvel que lhe dá vida quando no comando, o deixa e o desliga. UMA HIPÓTESE VÁLIDA ANTES E QUE NÃO VALE DEPOIS, É POR NASCENÇA UMA HIPÓTESE FALHA.
    O ponto de partida está na premissa equivocada das duas correntes, uma de um Deus Infinito construtor no nosso Mundo Finito, e o outro, de um “nada” tão infinito quanto, e que poderia fazer os milagres que se negam ao Deus. A primeira falha por princípio, DEUS INFINITO NÃO PODERIA FAZER ALGO NÃO ACABADO, NÃO PERFEITO ETC., PORQUE SENÃO, NÃO SERIA INFINITO, MAS FINITO COMO NÓS. A segunda falha por ser mera negação da primeira, tão impossível quanto.

    A grande diferença entre as duas correntes está na questão da inteligência, que pressupõe planos, processos, meios etc. etc. Um Deus Infinito pressupõe uma inteligência infinita, NÃO EM EVOLUÇÃO, tudo que vemos à nossa volta pressupõe algo em evolução, INCLUSIVE SE TIVER COMO ORIGEM ALGUMA INTELIGÊNCIA. E se há plano inteligente, HÁ QUE TER MOTIVO OU RAZÃO DE SER. A hipótese de uma origem burra sem inteligência, SE CHEGA AO ENIGMA QUE CONTRARIA TUDO O QUE O HOMEM FAÇA: HÁ ALGUMA COISA SEM UTILIDADE OU PLANO? Quando há, É ERRO HUMANO, claro como água.
    A hipótese científica reducionista do “nada como orgiem de tudo” nos leva às considerações como as do texto, DE CLONAR DINOSSAUROS ETC. A pergunta seria, COM QUE FINALIDADE? Como responder se sequer sabemos qual é a nossa própria finalidade por aqui?
    Do ponto de vista da ciência, clonar um dinossauro é tão possível como fazer a máquina inventada por Da Vinci, MAS COM QUE FINALIDADE? Qual a finalidade do homem moderno refazer um Ford T? Talvez servisse para algum colecionador lunático, MAS PARA A HUMANIDADE QUE É PONTO DE REFERÊNCIA, QUAL A FINALIDADE?

    A grande questão que passa despaercebida está em entender melhor o que seja o ser vivo. Se alguém clonar um neardenthal ele será “tão inteligente” como nós? Baseado em que se formula essa pergunta. SABE-SE O QUE SEJA A INTELIGÊNCIA, e se nem sequer sabemos isso, COMO AVALIAR UM SER MAIS OU MENOS INTELIGENTE? Apenas anlisando o “organismo material” que dá sustentação a um ser vivo?
    É possível avaliar a inteligência de um motorista atual numa Ferrari com a inteligência de um motorista do início do século XX num Ford T? A única coisa que se pode avaliar SÃO OS RECURSOS DA FERRARI EM COMPARAÇÃO COM OS RECURSOS DO FORD T, os motoristas tanto podem serem igual ou desigualmente burros ou inteligentes, o ORGANISMO MATERIAL NÃO TEM ATRIBUTO ALGUM DE INTELIGÊNCIA.

    O texto levanta apenas nossa burrice de inventores de rodas, QUANDO A RODA JÁ EXISTE DESQUE QUE O HOMEM MANIFESTOU SUA INTELIGÊNCIA.
    Se Schumaker for colocado num Ford T, o que ele pode fazer com a geringonça? E se o carroceiro for colocado numa Ferrari, o que ele pode fazer com a nova geringonça?
    Então, QUAL É A FINALIDADE DE SE “RESSUSCITAR” DEFUNTOS EXTINTOS? Sem que se responda, É POSSÍVEL FAZER EXPERIÊNCIAS E INVENTOS EXDRÚXULOS E ATÉ ESTÚPIDOS?
    E a resposta me parece simples, O SER-VIVO COMO QUALQUER COISA NO UNIVERSO HÁ QUE SER OBRA PLANEJADA POR INTELIGÊNCIAS IGUAIS À NOSSA, EM EVOLUÇÃO, E, PORTANTO, A IGNORÂNCIA É ATRIBUTO DE INTELIGÊNCIA QUE ESTÁ EVOLUINDO. Não saber como somos, de onde viemos e para onde vamos, É SINTOMA DE MERA IGNORÂNCIA QUE IDENTIFICA O SENTIMENTO DE EVOLUÇÃO INTELECTUAL. O dogma de fé onde quer que ocrra, tanto na religião, como na ciência e nas artes é a negação da ignorância, E FICAMOS CERTOS DE ESTAMOS CERTOS E COM CERTEZA ESTAMOS ERRADOS.
    A razão ou objetivo de um plano se estabelece nas leis, CUJA OBEDIÊNCIA SIGNIFICA MORAL O SENTIMENTO MORAL, pelo qual nos é possível fazer o que é certo, POUCO IMPORTA SE SAIBAMOS OU NÃO PARA ONDE VAI, é a lei que dá a direção e o objetivo. A ÚNICA COISA QUE PODEMOS ENTENDER COMO CRIAÇÃO DE DEUS, SÃO AS LEIS QUE DIRIGEM E COMANDAM O UNIVERSO, INCLUSIVE O PRÓPRIO SER-VIVO. Sem moral e ética, QUAL A FINALIDADE DE UM CLONE? QUAL A FINALIDADE DE AVIÃO A JATO OU UMA BOMA ATÔMICA?

    A maioria dos inventos não têm a utilidade que se presumia ter, PORQUE DE FATO NÃO PARTE DE UM CONCEITO MORAL E ÉTICO APRIMORADO. O próprio inventor não sabe para o que servirá sua invenção, EXCETO QUE É UMA IDÉIA QUE VAI DESENVOLVER. Como não há o sentido de utilidade, EM GERAL A UTILIDADE NUNCA É AQUELA QUE O INVENTOR PENSOU, mas isso é um processo de “evolução”, se evolui por erros e acertos, E ISSO MOSTRA COM CLAREZA QUE A EVOLUÇÃO DA VIDA NA TERRA NÃO É “SELEÇÃO NATURAL” DE PORCARIA NENHUMA, mas mera evolução inteligente e planejada onde se vê erros (espécies que se extinguem) e acertos (espécies que se descontinuam), isso é forma inteligente de ver a Vida na Terra, EXATAMENTE COMO O PRÓPRIO HOMEM FAZ COM SEUS ARTEFATOS, inclusive na área biológica. O grande problema na área biológica é a prudência nos erros. Quando se inventou a bomba atõmica e se a utilizou pela primeira vez, NOS FAZ SER PRUDENTES COM A SEGUNDA VEZ. Na Vida a coisa é semelhante, ainda que confinada à questão humana. OS COBAIAS ANIMAIS SÃO UTILIZADOS DE FORMA “CIENTÍFICA”, POUCO SE DÁ SE É MORAL OU NÃO, NA VIDA HUMANDA OS CONCEITOS DE MORALIDADE JÁ SÃO MAIS APURADOS. Um dia chegaremos a entender que o organismo vivo, pouco importa se de uma planta ou de Einstein, tem um objetivo de entidades mais evoluídas, E QUE NÓS COMO HOMENS INTELIGENTES, ESTAMOS APENAS SENDO CONVOCADOS PARA PARTICIPAR COM NOSSA INTELIGÊNCIA, DA CONFECÇÃO DA VIDA NA TERRA, sequer ainda somos convocados a participara de vida em outros pontos do Universo, e o que estamos já tentando fazer, É O LIVRE ARBÍTRIO DO USO DA INTELIGÊNCIA, sem saber para o quê e nem por quê. A ÚNICA COISA QUE SABEMOS É QUE HÁ DINHEIRO PARA ISSO, E, PORTANTO, É LÍCITO USAR ESSE DINHEIRO, por que é a lei do homem, SEQUER SABEMOS DIREITO SE É A LEI DO UNIVERSO.
    A moral do homem moderno significa dispor de dinheiro para fazer isso ou aquilo, O RESTO É DESTINO DE UM DEUS INFINITO OU DE UM NADA ABSOLUTAMENTE BURRO. Tudo questão de premissas equivocadas como pontos de partida.

    arioba.

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