A HISTÓRIA OBSCURA DO CRISTIANISMO E SEUS PLÁGIOS TEOLÓGICOS. Parte I

O cristianismo não tem uma filosofia, teologia ou história própria. Todas são frutos da compilação de ideias e cooptação de conceitos de doutrinas alheias que foram convertidas e usadas para criar o cristianismo como conhecemos hoje. O cristianismo trilhou um caminho histórico e literal bastante transformador, foi perseguido duramente, posteriormente virou um perseguidor nefasto e atualmente não mata mais em nome de Deus, embora parte de sua violência ainda esteja concreta na sua visão moral e por vezes fundamentalista. Principalmente pelos ultraconservadores cristãos criacionistas dos EUA.

Aqui aponto a historia obscura do cristianismo que teólogo/cristão algum revela nos domingos, pois trata-se de evidencias arqueológicas e históricas comprometedoras abrangendo desde apoderações conceituais e teológicas quanto políticas e históricas.

O cristianismo de fato surge com a vinda de Jesus, filho de Deus na Terra. Entretanto, suas bases teológicas remontam mais de mil anos antes da vinda do filho do homem  como veremos a seguir. Será que Jesus foi realmente o filho do homem?

As bases cristãs remontam-nos ao Oriente Médio por volta do século 10 a.C. em uma pessoa decidiu escrever um livro que nos seguinte mil anos continuaria sendo reescrito em um compilado de ideias teológicas que influenciou as principais religiões do mundo atual, as religiões abraamicas; judaísmo, cristianismo e islamismo.

Embora todos esses livros sejam considerados canônicos, ou seja, escrito sob inspirações divina a própria Igreja reconhece que a revelação divina só veio até nós por meio de mãos humanas. A palavra hoje vista como sagrada foi escrita por simples mortais e poucos vestígios sobraram como evidências concretas da raiz cristã, sendo a maior delas a própria Bíblia e evangelhos paralelos a ela.

A palavra Bíblia é um termo singular vindo mas veio literalmente do plural grego ta biblia ta hagia que significa “os livros sagrados”.

Os 5 primeiros livros do Antigo Testamento que compõem a Torá no judaísmo e o Pentateuco católico foram supostamente escritos pelo profeta Moisés por volta de 1200 a.C, os Salmos seriam obra do rei Davi e Juízes do profeta Samuel.

As histórias da Bíblia derivam de lendas surgidas na chamada Terra de Canaã, onde hoje é Israel e que foi uma terra habitada por diversos povos. Os hebreus eram apenas uma entre muitas tribos que andavam por ali. E eles são a base primordial e teológica de toda fundamentação cristã.

Canaã

Canaã

As raízes da árvore bíblica também remontam aos sumérios, o atual Iraque que no terceiro milênio a.C. já havia contos mitológicos de um suposto dilúvio protagonizado pelo semideus Gilgamesh.

Passagens como esta segundo Anderson Zalewsky Vargas da UFRGS mostram que a Bíblia por muitos anos foi uma obra literária aberta a receber influências de muitas culturas contemporâneas. Passagens como a do dilúvio representam toda a sustentação e personalidade do deus judeu e relaciona-se claramente com o cristianismo.

Foi entre os séculos 10 e 9 a.C. que os escritores hebreus começaram a selecionar e compilar as diversas históricas e culturas. Isso aconteceu após o reinado de Davi, que teria unificado as tribos hebraicas em um frágil reino por volta do ano 1000 a.C. A primeira versão das escrituras sagradas foi feita por volta desse período e corresponde as maiores partes dos livros de Gênesis e Êxodo.

Nestes livros o tema principal é a relação conflituosa entre Deus e os homens criando inicialmente divergências sobre o papel do homem e do Senhor na história. Isso porque o personagem principal, Deus, é tratado por dois nomes diferentes.

Em alguns capítulos ele é chamado por Yahweh em um tratamento íntimo e informal, em outros é chamado de Elohim, um título respeitoso e distante (atualmente existe seita de Ufólogos denominada ERKZS que afirma ter contato com um ser extraterrestre chamado Elohim)

Aparentemente Moisés teria escrito tudo sozinho e usado os dois nomes. Mas seus textos parece contam com outros dois autores desconhecidos pelo fato deles relatarem a morte do próprio Moisés. Isso indica que ele não é o único autor.

De acordo com a linguagem utilizada os trechos que falam de Yahweh podem ser os mais antigos, escritos numa época em que a religiosidade era menos formal.

Nessa passagem teológica a criação é um ato exclusivo de Deus, e o homem surge apenas no 6o dia, junto aos animais, na passagem de Elohim o homem participa da criação divina.

Em 589 a.C., Jerusalém foi invadida pelos babilônios e grande parte da população foi levada para o atual Iraque. Algumas décadas depois o povo hebreu foi liberto por Ciro do Império Persa. Quando os hebreus retornaram a Canaã trouxeram novas concepções teológicas a respeito da natureza divina de Deus. Os sacerdotes passaram a rejeitar o politeísmo e com o tempo emerge o monoteísmo hebreu pelo contato com segundas culturas.

Uma delas é a idéia de um único Deus como vista no masdeísmo Persa que pregava a existência de um deus bondoso chamado Ahura Mazda, em constante combate com o maligno Arimã, semelhante a velha odisséia de Deus contra o diabo.

O contato do povo hebreu com os povos nômades dos desertos do Sul na cidade de Teiman e Paranfoi o principal motivo da criação do monoteísmo.

Segundo os dados históricos e arqueológicos, Yahweh foi uma divindade entre muitas, fazendo parte de um panteão do qual era apenas um dentre tantos outros deuses mais poderosos que ele.

Yahweh foi uma divindade cultuada por nômades beduínos que surgiu bem antes da Bíblia ser escrita. Era uma divindade dos desertos do sul com poucos súditos e que chegou a Canaã com a migração desses povos. Teologicamente eles viviam sob o domínio de seu principal deus chamado El acompanhado de sua esposa Asherah e seus filhos Anat, a senhora de tudo o que é fértil, e seu sucessor Baal, o deus que dava chuvas àquelas paisagens áridas que também ressuscita e derrota as divindades malignas Yamm (o Mar) e Mot (a Morte).

Cogitar que o cristianismo surgiu de um panteão de deuses hebreus parece um absurdo do ponto de vista religioso, mas sob o ponto de vista histórico arqueológico, lingüístico e teológico existem centenas de evidências que mostram a vida pregressa de Yahweh, o mesmo deus que futuramente veio originar o deus cristão.

Hoje por exemplo, sabe-se que o pentateuco foi finalizado por volta de 550 a.C. mas há textos ali de 1000 a.C., ou de antes e nada do que lá esta escrito segue uma ordem cronológica, além de terem sido editados. Isso pode ser evidenciado pelos textos originais, cada um escrito com uma característica lingüista distinta.

Algumas mensagens da bíblia dão a entender que Javé era uma divindade de lugares chamados Teiman ou Paran (atual Arábia Saudita) afirmando literalmente que Deus veio dessas regiões. E esses textos estão justamente entre os mais antigos, o que suporta as evidências lingüísticas e teológicas.

Outra evidência disso é a associação do nome de Deus a Shasu que é um termo egípcio que significa “nômade” ou “beduíno”. Algumas inscrições egípcias mencionam um “Yahweh dos Shasu”.

O que aconteceu foi que o deus dos nômades do deserto foi incorporado às tribos israelitas, trazendo o novo deus ao panteão.

A cerca de 1000 a.C. Canaã era um território disputado como hoje ainda é, e estava dividido em diversas tribos; israelitas, hititas e jebedeus, todas tinham culturas parecidas e reverenciavam o mesmo panteão de deuses.

Com o passar do tempo Yahweh começa a crescer popularmente e as características dos deuses de seu panteão passam a ser atribuídas a ele. Isso porque o guerreiro Yahweh tinha as mesmas qualidades que El como criador e governador do mundo e a Baal.

O novo status de Yahweh foi ganhando espaço até que a maior evidência disso está em no Salmo 82. Onde nos apresenta o Conselho Divino, uma espécie de Câmara dos deuses na qual eles se reúnem para expor Yahweh como o único Deus.

Um indício de que o Salmo foi escrito antes do próprio início da Bíblia, que já começa apresentando Yahweh como Deus supremo. Assim, ele então adquire os poderes de El e posteriormente de Baal, com uma pequena predominância do segundo.

Isso já esperava-se já que Yahweh e Baal tem muitas características em comum, as tempestades, o fogo além de ambos serem guerreiros que habitam o alto de montanhas. Só que Baal vive no lendário monte Zafon enquanto Javé no Sinai.

Na tradição mitológica de Canaã, quem tinha triunfado contra Yamm, o deus caótico do mar, era Baal, mas os textos da Bíblia atribuem essa vitória aYahweh. Alguns Salmos bíblicos foram originalmente hinos a Baal que acabaram adaptados para o culto judaico.

Essa expulsão definitiva de Baal do panteão é explicada no episódio bíblico do bezerro de ouro durante a passagem dos israelitas pelo deserto de Sinai. Enquanto o povo de Deus esperava que Moisés voltasse do monte Sinai com os mandamentos eles construíram uma estátua de ouro de um bezerro para adorá-la.

Poucos sabem, mas o animal que simbolizava a veneração de Baal era bezerro, inclusive faziam-se sacrifícios em sua homenagem. Tanto Moisés quanto Yahmeh ficaram enfurecidos e milhares de israelitas morreram como punição pela infidelidade do povo. Esse episódio é um marco simbólico do fim da era politeísta e o surgimento de um evangelho de um único Deus.

Yahweh rouba então o trono dos deuses do panteão segundo a mitologia hebraica e confere a criação de uma nova religião, o judaísmo.

Nesta passagem encontramos novos indícios de cooptação de tradições. Os profetas bíblicos acusavam os israelitas de prostituição nos altares de Asherah. Entretanto, inscrições achadas ao longo do século 20, como as de Kuntillet Ajrud, no deserto do Sinai indicam que o deus Yahweh e a deusa Ashera não eram inimigos e sim um casal. (Veja aqui).

As inscrições, datadas em torno do ano 800 a.C., dizem coisas como “a bênção para ti por Yahweh de Teiman e sua Asherah”. A idéia da prostituição foi uma alegação com a finalidade de excluir a deusa do panteão e fundar a primeira religião monogâmica, uma religião hebraica/judia neste momento.

Com Israel quebrada ao meio Yahweh se fortalecia como Deus, mas a nação agora estava indefesa militarmente, foi então que o monoteísmo se consolida por total, com a  consolidação de Deus na reforma religiosa introduzida por Josias (649 – 609 a.C.) rei de Judá.

A ideia por trás dessa nova religião era de mostrar ao povo que os maus tempos os quais a nação havia passado nas mãos de assírios e babilônios eram provações divinas e que se o povo mantivesse sua fé, tudo acabaria bem. Uma manobra puramente política e psicológica.

Há diversos fatos históricos e lingüísticos que fizeram parte da consolidação do monoteísmo judeu. Por exemplo, a versão final do Pentateuco surgiu por volta de 389 a.C. Nessa época, um religioso chamado Esdras ordenou a um grupo de sacerdotes que que mudassem radicalmente as bases do judaísmo, a começar por suas escrituras.

Eles editaram os livros anteriores e escreveram a maior parte dos livros Deuteronômio, Números, Levítico e também um dos pontos altos da Bíblia, como os 10 Mandamentos.

A reforma conduzida por Esdras propunha leis religiosas rígidas como a proibição do casamento entre hebreus e não-hebreus. Inclusive algumas das leis encontradas no Levítico se assemelham à ética moderna dos direitos humanos como “Se um estrangeiro vier morar convosco, não o maltrates. Ama-o como se fosse um de vós”.

Algumas passagens descrevem Deus como um sádico vingativo que ordena o extermínio de cidades. Para os historiadores e arqueólogos a violência do Antigo Testamento é reflexo de séculos de guerras com os assírios e os babilônios. Ou seja, os autores do livro sagrado foram influenciados por essa pressão sociocultural gerando raiva e por conseqüência histórias em que Deus se mostrava irado, violento e cruel

Por volta do ano 200 a.C., o conjunto de livros sagrados hebraico já estava finalizado e começou a se alastrar pelo Oriente Médio. Essa tradução do idioma hebraico para o grego teria sido realizada por 72 sábios judeus.

Isso ocorreu também com os novos testamentos criados mais a frente, após a vinda de Cristo grande parte deles foi perdido, o que sobrou foram as versões gregas.

Além da tradução grega, também surgiram versões do Antigo Testamento no idioma aramaico. Dois séculos depois a Bíblia em aramaico havia dominado todo o Oriente Médio, era a mais lida na Judéia, na Samária e na Galiléia

Jesus de Nazaré não deixou nada escrito, de fato os primeiros textos sobre ele foram produzidos décadas após sua morte.

Sendo assim o cristianismo já nasceu em um regime de perseguição uma vez que seus membros se recusavam-se a cultuar os deuses oficiais que dominavam boa parte do Oriente Médio desde o século 1 a.C.

Os evangelhos surgem então como um novo gênero literário. O termo vem do grego evangélion que representa Boas Novas e narra os milagres, os ensinamentos e a vida do messias. Entretanto, a concepção de messiah adotada pelo cristianismo incomodou muito os judeus.

Na tradição judia o messiah ou filho ungido de Deus ainda esta para vir a Terra até hoje, para os cristãos ele foi Jesus Cristo. Na concepção judaica o messiah deveria ser um líder militar, que lideraria a vitoria dos judeus na guerra santa contra o satanás. Satanás em hebraico quer dizer unicamente inimigo.

Quando Cristo se apresentou como o filho do homem e realizou seus supostos milagres também trouxe uma concepção nova de messiah, aquele que não seria um líder militar, mas trazia uma mensagem simples; ame o próximo como a ti mesmo.

Essa concepção de messiah incomodou muito os judeus diante da multidão de pessoas que começou a seguir Jesus Cristo em vida.

Claramente Jesus foi um revolucionário político, muito mais do que religioso, assim como seu primo João Batista que o batizou.

João batista foi um revolucionário político que morreu decapitado por dizer certas verdades a respeito do rei Herodes.

Cristo parece ter tido contato também com as obras de Simão de Peréia, que foi morto 20 anos antes de seu nascimento e na época era visto como o suposto messiah.

Simão deixou uma placa de pedra informando o seu poder revolucionário e os seus seguidores acreditavam que ele ressuscitaria no terceiro dia após a sua morte.

Jesus Cristo foi crucificado porque em um feriado de páscoa judia cometeu o famoso ato de discorda quando viu o templo sendo usado como espaço para o livre comércio. Em sua fúria destruiu barracas diante de soldados romanos que o prenderam.

É provável que diante das inscrições de Simão, da morte de João batista Jesus tenha aceitado o cargo de messiah cristão e tenha cometido tais atos para morrer como filho de Deus. Uma atitude heróica e brava para alguns, narcisista para outros.

Pouco sabemos dos personagens que acompanharam Jesus, e de sua real história, pois a maioria dos evangelhos escritos nos séculos 1 e 2 desapareceu já que naquela época, um livro era um amontoado de papiros avulsos.

Pouco se sabe tanto do Novo quanto do Velho testamento. Por exemplo, no Velho Testamento como poderíamos afirmar a real existência da arca da aliança, ou na travessia do mar morto, e até mesmo no êxodo do povo judeu do antigo Egito quando nenhuma evidencia arqueológica disto existe?

O único local onde pode-se retirar essas informações é na própria bíblia, pois não há registro arqueológico algum que corrobore nenhuma dessas afirmações teológicas. Nem mesmo os manuscritos do mar morto (que são a pedra no sapato do cristianismo) contém tantos livros apócrifos citam tais passagens.

Na teologia judaica a arca da aliança é citada desde os anos 800 a.c, até que no ano de 600 a.c ela desaparece dos registros arqueológicos. Acredita-se que os judeus detinham a arca da aliança com os dez mandamentos em Jerusalém, mas na invasão dos babilônios ao território judeu no ano de 587 a.c onde  tocaram fogo em toda a cidade e saquearam todo seus pertences e tesouros nenhuma arca foi encontrada e nenhum registro arqueológico dos antigos babilônios faz referencia a ela.

Alguns acreditam que o rei Salomão teria escondido a arca da aliança na Etiópia sob a proteção da rainha de Sabá, mas nem mesmo se sabe se a rainha existiu já que é citada unicamente e exclusivamente na bíblia. Existem especulações a respeito da travessia do deserto de Sinai. Mas o deserto de Sinai é um deserto pequeno e não demoraria 40 anos para atravessá-lo. Não há evidencia arqueologia ou histórica a respeito da abertura do mar feita por Moisés.

No Novo Testamento também ocorrem falhas e interpolações. Alguns dos novos evangelhos foram copiados e recopiados por membros da Igreja mais tarde. O problema é que, a essa altura do campeonato, gerações e gerações de copiadores já haviam introduzido alterações nos textos originais, seja por descuido, seja de propósito. Muitos erros foram feitos nas cópias, erros que às vezes mudaram totalmente o sentido dos textos.

Muitas passagens bíblicas foram interpoladas, principalmente entre Marcos, Mateus, Lucas e João. O milagre da ressurreição trás algumas delas.

No vigésimo oitavo capitulo de Mateus é dito que os soldados da tumba de cristo foram subornados para dizer que os discípulos de Jesus que furtaram seu corpo enquanto os soldados dormiam.

O caso da ressurreição fica mais interessante ainda quando comparamos o cristianismo com as religiões que precederam ele. Mithra (1.200 a.c) nasceu dia 25 de dezembro e ressuscitou no terceiro dia após a morte e tinha 12 discípulos. Dionysius (500 a.c) nasceu dia 25 de dezembro e ressuscitou no terceiro dia após a morte. Attis (1.200 a.c) ressuscitou no terceiro dia após a morte. Além disso, Krishna também ressuscitou. O mais interessante é que tanto Horus (3.000 a.c) quando Attis, Krishna e Jesus eram filhos de mães virgens.

A idéia de que Maria, mãe de Jesus era virgem é também resultado de interpolações nos textos cristãos. Na versão original de Isaías onde menciona-se esta passagem trata-se de dizer que Maria era almah que significa “mulher jovem”. Se de fato estivessem se referindo a Maria como uma mulher virgem, teriam usado o tratamento bethulah que significa donzela ou virgem em hebraico.

Há outras passagens interpoladas como quando Jesus salva uma adúltera prestes a ser apedrejada. De acordo como os historiados esse trecho foi enxertado no evangelho de João por algum escriba do século 3.

Isso ocorre porque na época em que ocorreu, o cristianismo estava se desvencilhando do judaísmo e apedrejar adúlteras é uma das leis que os sacerdotes judeus haviam inserido no pentateuco. A cena em que Jesus salva a suposta adúltera passa a idéia de que os ensinamentos de Cristo haviam superado a Torá, uma visão de melhoria e um tratamento simbólico de superação, de poder e status.

O Apocalipse , ou revelação teve diversas narrativas editadas entre os autores do Novo Testamento. Um exemplo claro é visto no versículo 18 onde o autor adverte que “Se alguém fizer acréscimos às páginas deste livro, Deus o castigará com as pragas descritas aqui” referindo-se ao momento histórico na qual o cristianismo passava, uma revolução teológica com diversas seitas defendendo conceitos, tradições e rituais diferentes de Deus e o Messias.

A seita dos docetas por exemplo, acreditava que Jesus não teve um corpo físico mas seria apenas um espírito, sua crucificação e morte foram apenas ilusão de ótica.

Os ebionistas acreditavam que Jesus não nascera filho de Deus mas foi adotado por Deus.

Além disso o mitraísmo, paganismo e o cristianismo agnóstico também surgiu e faziam parte dessa disputa acirrada com o cristianismo tradicional e o judaísmo.

A primeira tentativa de organizar esse caos de escrituras sagradas ocorreu por volta de 142 por um rico comerciante de barcos chamado Marcião que nasceu na atual Turquia e viajou para Roma convertendo-se ao cristianismo. Era um teólogo influente que tentou compilar sua própria seleção de textos sagrados. A Bíblia de Marcião era bem diferente da que conhecemos hoje já que se simpatizava com uma seita cristã hoje desaparecida, o gnosticismo.

Saiba mais em A HISTÓRIA OBSCURA DO CRISTIANISMO E SEUS PLÁGIOS TEOLÓGICOS. Parte II

 .

Scritto da Rossetti

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20 thoughts on “A HISTÓRIA OBSCURA DO CRISTIANISMO E SEUS PLÁGIOS TEOLÓGICOS. Parte I

  1. Texto muito bom, e gostaria de apenas acrescentar algumas outras coisas a respeito.

    O texto mostra a clareza de que religião, ciência e artes são meros acervos de conhecimentos, em gera ESCRITOS, em campos de conhecimentos diferentes, acredito que deveriam ser identificados pela sua natureza.
    Acho que as artes apontam para o aspecto evolutivo da sociedade humana e evidentemente acho que dá a direção que siginifica algo no infinito. AS ARTES PODERIAM INDICAR A EXISTÊNCIA DEUS COMO DIREÇÃO e defino isso como “ética” que evidencia a procura o melhor, mas só há direção se há movimento, E AÍ ENTRAM A RELIGIÃO E A CIÊNCIA.
    Todas as religiões (não estou falando aqui dos “ismos”, como positiviismo, socialismo, etc. como religião, ainda que de fato sejam) falam para o indivíduo homem na condição de razão, APRESENTAM ALGUNS PARADIGMAS COMUNS, acho que o maior e melhor é que SE CADA INDIVÍDUO FOR MELHOR, A SOCIEDADE TAMBÉM O SERÁ, e a questão do melhor começa a surgir com PRECEITOS ou mandamentos, etc. Vamos dizer que o paradigma da religião (todas juntas) é a MORAL DO HOMEM NA CONDIÇÃO DE RAZÃO, e isso chamo de “moral” que nos leva ao efeito da justiça. A razão, na realidade, é um estágio evolutivo da inteligência tida como racional. Todos seres vivos têm inteligência, a questão é a evidência do estagio evolutivo.
    A ciência na realidade sempre esteve junto com a religião e as artes, e expressam de fato, um estágio evolutivo da inteligência no que tange sua atitividade para viver. Sabemos que muitos animais são “engenheiros” como o homem, APENAS NÃO ESTÃO NO ESTÁGIO DE ENTENDER ELES PRÓPRIOS ISSO, são na realidade bons “artífices”, como qualquer homem no estágio ainda tribal de artesão. O paradigma melhor da ciência é evoluir o intelecto humano, E JUNTO COM A MORAL E ÉTICA, DARIAM A EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO QUE DE FATO DÁ VIDA A ORGANISMO. Estou dizendo “dariam” porque há que se admitir a definição de vida como algo atributo do espírito E NÃO DA MATÉRIA.

    Daí que artes, religião e ciência são complementares nas atividades humanas, a partir do fato que a inteligência racional EVOLUÍDA começou a ser evidenciada, e vamos dizer que o marco histórico disso, SEJA DE FATO AS RELIGIÕES COMO REGISTROS. Aqui surge o estágio do homem que além da fala, apresenta também a faculdade da escrita, que até então, era apenas uma espécie de “arte representativa”. Por isso defendo a idéia de que os conhecimentos dos homens estão hoje assentados nos tres acervos de conhecimentos que são as ARTES, a RELIGIÃO e a CIÊNCIA na ordem de seur respectivos surgimentos, como CONHECIMENTO REGISTRADO NA HUMANIDADE.
    O texto mostra com clareza que a história real ou mesmo provável das religiões, quanto das artes e da própria ciência, HÁ QUE SER UM TRABALHO DA CIÊNCIA QUE DISPÕE DE RECURSOS E CONHECIMENTOS PARA PESQUISAR, etc. O que os conhecimenos escritos sãos REGISTROS AO LONGO DA HISTÓRIA, que até mesmo hoje vale o ditado que quem CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO. Tomar esses escritos como meros dogmas de fé é o erro crasso do homem à medida que avança na sua própria inteligência, mas infelizmente é isso que ainda acontece, e não apenas na religião.

    A questão básica das religiões não acredito que seja de fato Deus, APESAR DE QUE SE TORNA O PONTO DE APOIO. A história humana fala do início das sociedades humanas, onde existe o aspecto de liderança, praticamente em tudo. Mesmo quando não temos como identificar, ACHO MAIS PROVÁVEL QUE ELA ACONTEÇA EM TODAS AS ESPÉCIES, ATÉ MESMO NAS PLANTAS, seria como algo “inscrito no desenho do DNA”, faria parte do organismo adaptável para se tornar vivo. Em todo o Universo o que vemos são organismos feitos de matéria que logicamente se reduzirá a uma matéria elementar (basta encarar a entropia) que seria de fato a ORIGEM MATERIAL, que faz o Universo ser cheio e não vácuo. O ser-vivo é apenas um ORGANISMO MATERIAL NA CIRCUNSTANCIA DE APRESENTAR VIDA, e fechamos um ciclo que vida e ser-vivo que são duas faces de uma mesma moeda. Nem todos organismos são “vivos”, mas todos os seres vivos, SÃO ORGANISMOS, esse é o grande equívoco que se faz na doutrina evolucionista, que sequer define o que seja a Vida ou o Ser-Vivo.
    As religiões surgem de fato da questão da LIDERANÇA TRIBAL, e por isso é nítida a relação intrìnseca entre elas E AS GUERRAS. Simples, os deuses surgiram da imagem do “cacique” ou lider comandante, elaborada pela “elite” sábia de um grupo, QUE POR ISSO MESMO DÁ AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE LIDERANÇA QUE SÃO AUTORIDADE COM PODER. Nem sempre, ou até mesmo quase nunca, O CACIQUE É AUTORIDADE, MAS SEMPRE TEM O PODER. Nos prímórdios da vida o poder se apresentava na forma física, pois as únicas necessidades eram de viver e procriar, NÃO HAVIAM OUTRAS. A idéia de que o ser-vivo se preocupa com sua espécie, é balela, SE PREOCUPA UNICA E EXCLUCISVAMENTE EM VIVER E PROCRIAR, e por isso mesmo a decisão de uma espécie nova não é decisão do ser vivo que a origina, MAS DE ALGUÉM QUE COMANDA O PLANO DE VIDA NA TERRA. Exatamente como faz o homem a partir do homem agrícola ou adâmico, o usuário não decide pela novo artefato, APENAS O TORNA POSSÍVEL.
    Então, a origem das religiões é o mesmo dos governos, I.É, A PAJELANÇA DE LIDERANÇA DE GRUPOS, que é um dado histórico que o texto não menciona. O resto, é história passada a limpo, e o texto está bom nisso.

    Do ponto de vista da humanidade, A HISTÓRIA COMEÇA MAIS FRACAMENTE EM ALGUNS PONTOS DA ÁSIA, especificamente nos escritos dos Vedas talvez anteriores à própria Bíblia, mas de fato é acentuadamente concentrada na região do O. Médio, o que mostra que a religião é de fato o marco histórico da EVOLUÇÃO INTELCTUAL HUMANA, e que na minha opinião, foi o segundo degrau após as artes.
    Quanto á veracidade do que se encontra escrito, está na realidade no recursos que o homem tinha na época dos escritos. É claro que a inteligência humana se forma no acúmulo de conhecimentos, E ENCONTRAR PLÁGIO OU CÓPIA OU SEJA O QUE FOR, É APENAS A EVIDÊNCIA DESSE FATO. Muitos ensinamentos no oriente médio tinham algo semelhante na Ásia, e o que se precisaria de fato apurar é como ESSES CONHECIMENTOS SE TORNARAM POSSÍVEIS A POVOS GEOGRAFICAMENTE ISOLADOS. Asreligiões, aliás, têm explicações para isso, MAS SERIA NECESSÁRIO SER APENAS PONTOS DE PARTIDA, e não de chegada.
    A Bíblia é de fato a “cartilha de vida” mais antiga e completa que se conhece, e é evidente que foi um ACUMULAMENTO DE INFORMAÇÕES ESPARSAS E TRADICIONAIS, JUNTADAS AOS POUCOS EM ESCRITOS. O grande fundo básico da Bíblia e de qualquer outro escrito religioso, não é o aspetco histórico como ‘reportagem’, mas como PRECEITOS MORAIS E ÉTICOS. a reportagem é como os livros de filosofia que se apoia em fatos assim ou assado, como fazem os criacionistas e os evolucionistas. CONTAR FATOS OU CASOS EM PRINCÍPIO, SÓ DÁ O ASPECTO DE FUNDAMENTO CIENTÍFICO A UMA FISLOSOFIA, QUE ÉMERAMENTE MENTAL.
    A questão cristã deveria ser considerada novo ponto de inflexão na evolução da sociedade humana como inteligente. Seguindo a idéia de Toffler, NOVA ONDA, ainda que em relação ao homem como HUMANO, ISTO É, ESPÍRITO (a ciência um dia deve definir o que entende por ser-vivo e em particular o ser-vivo homem), e as “3 ondas” de Toffler se refere ao aspecto econômico da sociedade humana. Até os gregos e Cristo, OS RELIGIOSOS ERAM OS SÁBIOS DE UMA SOCIEDADE, E COMO TAL TINHAM QUE EXPLICAR TUDO, aquilo que se sabia e o que também não se sabia. Daí que a religião ficou associada á questões tipicamente hoje da ciência, QUE SIGNIFICA EXPLICAR EFEITOS E FENÔMICOS MATERIAIS, e é evidentemente que se transformaram também na pajelança de conhecimentos. Os gregos se insurgiram contra as explicações “dogmáticas” dos religiosos no que concerne ao Mundo Material, e foram de fato os precursores da ciência como a entendemos. Quase na mesma época (grandes acontecimentos históricos acontecem com homens concentrados no espaço e tempo ummmistério também explicável), Cristo surgiu praticamente no mesmo local, CONTESTANDO OS MESMOS RELIGIOSOS AS ECPLICAÇÕES SOBRE O MUNDO ESPIRITUAL. Nem Cristo nem os gregos se insurgiram contra as “religiões”, mas contra os “caciques que comandavam as religiões e os governos”, e naquilo que interpretavam como certo ou errado. Os gregos de forma geral não mudaram nem as religiões nem a própcia sociedade, que era escravagista e continou sendo, e Cristo fez o mesmo, MAS INDICARAM NOS CAMINHOS INTELECTUAIS DE INTERPRETAÇÃO E CRENÇAS que se fundamentassem nos paradibgmas religiosos de QUE CADA UM FOR MELHOR, A SOCIEDADE TAMBÉM O SERÁ. Os gregos visaram mais a sociedade, DAI QUE FALAVAM DE GOVERNOS E GRUPOS, enquanto Cristo falava mais do indivíduo, e fugia do governo (dai a Cezar o que é de Cézar …) Juntando a filosofica cristã com a filosofia grega, CHEGAMOS AO FEUDALISMO CATÓLICO, que foi um marco histórico de governança política na humanidade, e isso se evidencia pelos resultados. Costumamos ressaltar os erros e menosprezar os acertos, MAS O FEUDALISMO TIROU A EUROPA DO MERO BARBARISMO E A TORNOU A REGIÃO CIVILIZADA DO MUNDO NO INICIO DA ERA CAPITALISTA, isso é fato. Ainda hoje o mundo todo é governado pelo sistema “feudal de administração e governos”, ainda não se tem um sistema de governança compatível com o sistema capitalista de produção, FORMANDO UM HÍBRIDO QUE CADA VEZ SE TORNA MAIS MONSTRENGO DE CAPITALISMO COM FEUDALISMO. Estamos ainda misturando paradigmas de religião, com paradigmas de ciência, de forma equivocada e conflitante, e bastaria que cada uma funcionasse como o “macaco em seu galho”.
    São alguns complementos de ordem filosófica (pensamentos, não correntes acadêmicas) sobre o texto que relata aspectos pesquisados da religião, em particular, A CRISTÃ OCIDENTAL.
    arioba.

  2. Rossetti,
    da onde vc tira tantos absurdos? ahh sim! da alta crítica baseada no JEDP onde o preconceito a todo registro a sobrenaturalismos é a base de suas alegações, desprezando outros historiadores e pesquisadores; quando até cientistas como Robert Jastrow fundador do Instituto Goddard da Nasa fala de forças “sobrenaturais” em ação.

    Eu poderia te dar respostas a todas as questões. Mas muitas delas já discutimos aqui e vc simplesmente rejeita e ignora; e volta a mencionar as mesmas coisas.
    Então, só darei algumas:

    Algumas mensagens da bíblia dão a entender que Javé era uma divindade de lugares chamados Teiman ou Paran (atual Arábia Saudita) afirmando literalmente que Deus veio dessas regiões.

    Qual a fonte? Mas é bom lembrar que a Arábia Saudita está ligada intimamente a região de Midiã, de onde veio o sogro de Moisés; Jetro; que explico a seguir.

    Outra evidência disso é a associação do nome de Deus a Shasu que é um termo egípcio que significa “nômade” ou “beduíno”. Algumas inscrições egípcias mencionam um “Yahweh dos Shasu”.

    Esta referência a “YHW”, na terra de Shasu, citada em algumas inscrições egípcias em Núbia (atual Sudão), datadas da metade do segundo milênio; coincidem nas mesmas inscrições da área de Seir (Dt 33.2 Jz 5.4), sendo uma forte indicação da informação bíblica de que Jetro, o midianita (também nômade), era adorador de Yahweh (Ex 18). Ora, Midiã também era descendente de Abraão, podendo assim estar relacionado ao povo de Israel.

    O novo status de Yahweh foi ganhando espaço até que a maior evidência disso está em no Salmo 82. Onde nos apresenta o Conselho Divino, uma espécie de Câmara dos deuses na qual eles se reúnem para expor Yahweh como o único Deus.

    Como sempre, o erro clássico dos céticos é não analisar o CONTEXTO da passagem. No Sl 82 neste contexto “deuses” na lei de Moisés se refere aos juízes do povo, como mostra claramente os versos 2,3,4 em questões humanas.
    “1DEUS está na congregação dos poderosos; julga no meio dos deuses.
    2Até quando julgareis injustamente, e aceitareis as pessoas dos ímpios?
    3Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado.
    4Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.”
    O verso 6 chama esses juízes de “deuses” pois têem a autoridade divina para julgar, mas como homens vão morrer como diz o verso 7. Logo, se refere a homens.

    Poucos sabem, mas o animal que simbolizava a veneração de Baal era bezerro, inclusive faziam-se sacrifícios em sua homenagem.

    O povo vinha do Egito, com forte influência dos deuses de lá. Logo, o bezerro de ouro era a figura de Ápis – um deus egipcio.

    o deus Yahweh e a deusa Ashera não eram inimigos e sim um casal. (Veja aqui).
    As inscrições, datadas em torno do ano 800 a.C., dizem coisas como “a bênção para ti por Yahweh de Teiman e sua Asherah”.

    Ora, era baal e asherá o casal. A prova é que no tempo de rei Acabe em torno de 870 A.C.(já antes de 800) houve a disputa de baal e Yahweh, sobre quem era Deus em Israel.
    E na ocasião o profeta Elias venceu contra os 450 profetas de baal e os 400 de sua esposa asherá com mostra 1Reis 18:19.

    As outras questões; muitas são respondidas nos links abaixo; como o monoteísmo já praticado nos tempos de Jó em torno de 2000 A.C.; se vc quiser ler (mas acho que não vai querer). De qualquer forma está aí …

    http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1231&menu=7&submenu=3

    http://www.cacp.org.br/movimentos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=845&menu=12&submenu=3

    • Cicero, descupe-me meter o bedelho no seu questionamento do Rossetti, mas quero apenas complementar, uma vez que você não faz menção ao meu texto.
      Tento separar as coisas. Qual é o paradigma ou motivo da religião, ou da ciência e artes? se não expusermos as referências, SE TRATA DE DISCUTIR O ELEFANTE OU A BICICLETA NA NUVEM olhando de pontos diferentes.
      Vamos dizer que fôssemos discutir os “projetos de Da Vinci”, TÊM ALGUM SENTIDO PRÁTICO? Alguns “pardais” até tentam construir os “projetos” do mesmo, MAS NÃO CHEGAM A NADA.
      Simples, Da Vinci teve apenas “idéias” que colocou num papel e se admitirmos que alí há de fato um PROJETO PARA ALGUMA COISA, não há nada. O que está em todas as religiões, SÃO IDÉIAS DE EVOLUÇÃO MORAL DO INDIVÍDUO, os desenhos ou casos são meras ilustrações disso. Rossetti tanto quanto você estão analisando essas “ilustrações” como se fossem de fato o obejtivo da religião, tanto quanto os desenhos de Da Vinci fossem coisas da ciência. NÃO SÃO, SÃO ILUSTRAÇÕES OCORRIDAS EM TEMPOS E LOCAIS ADEQUADOS, e com os recursos que o próprio homem tinha para fazer. Você acha que Da Vinci poderia fazer na sua época, coisa muito diferente do que fez, ALÉM DE MEROS CROQUIS DE DESENHOS?
      Presumo que na religião e até nas artes, não se trata de algo diferente, O EQUÍVOCO É TANSFORMAR MEROS ESCRITOS EM DOGMAS DE FÉ, PRINCIPALMENTE QUANDO SE COMPROVAM QUE DEMANDAM INTERPRETAÇÕES E NÃO CONSTATAÇÃO. Alguém tem como constatar Adão e Eva, E MUITO MENOS DEUS VINDO AQUI FAZER UM BONECO E SOPRAR VIDA, E DEPOIS, DE SUA COSTELA FAZER EVA?
      arioba.

      • Caro Arioba,

        Simples, Da Vinci teve apenas “idéias” que colocou num papel e se admitirmos que alí há de fato um PROJETO PARA ALGUMA COISA, não há nada.

        Mas mesmo na época de Da Vinci, e hoje muito mais, vários de seus inventos se transformaram em realidade útil, portanto não ficaram só no papel, ou ilustrações.

        O que está em todas as religiões, SÃO IDÉIAS DE EVOLUÇÃO MORAL DO INDIVÍDUO, os desenhos ou casos são meras ilustrações disso.

        As religiões organizadas na verdade, mais prejudicam que ajudam. Cristo não veio implantar nova “religião” mas sim transformação radical na pessoa, libertação através do novo nascimento (espiritual) e como consequência também há sim, evolução moral no indivíduo, concordo.

        Você acha que Da Vinci poderia fazer na sua época, coisa muito diferente do que fez, ALÉM DE MEROS CROQUIS DE DESENHOS? Presumo que na religião e até nas artes, não se trata de algo diferente, O EQUÍVOCO É TANSFORMAR MEROS ESCRITOS EM DOGMAS DE FÉ, PRINCIPALMENTE QUANDO SE COMPROVAM QUE DEMANDAM INTERPRETAÇÕES E NÃO CONSTATAÇÃO.

        Mas numa de época de poucos recursos, Da Vinci também foi útil para seu tempo, beneficiando a sociedade.
        No caso de Cristo em sua época, houve tremendas mudanças e realizações nas pessoas, coisas que continuam até hoje. Isso é FATO! e não meros dogmas de fé.
        As constatações são justamente nos atos de poder e transformações (mudança de vida) nas pessoas que experimentam a vida com Cristo e se entregam e seguem a Ele. Por isso Ele é diferente de meras religiões dogmáticas instituídas por homens.

        Alguém tem como constatar Adão e Eva, E MUITO MENOS DEUS VINDO AQUI FAZER UM BONECO E SOPRAR VIDA, E DEPOIS, DE SUA COSTELA FAZER EVA?

        Sim, a história e arqueologia ajudam a comprovar os eventos bíblicos.
        A descoberta das tábuas de Ebla e Mari; atual Síria; datadas em torno de 2500 A.C. O povo de Ebla acreditava na criação a partir do nada. Ali contém nomes das cidades de Ur, Sodoma, Gomorra e deuses pagãos citados na bíblia como baal, além de nomes como Adão, Eva e Noé e antecede o registro babilônico em 600 anos.

        É muito significativa esta citação “Senhor do céu e da terra, a terra não existe, tua a criaste, a luz do dia não existia, tu a criaste, a luz da manhã não havia sido criada” (Ebla archives p.259) mostrando que o monoteismo já existia antes da formação de Israel . A evidência de Ebla apóia o ponto de vista que os primeiros cap.de gênesis são história não mitologia. Antes os relatos extrabíblicos eram história transformada em mitos.

        É lógico supor que a descendência da raça humana veio de um casal inicial, e “tiveram filhos e filhas” Gn 5:4, como Adão viveu 930 anos, teve muito tempo para ter filhos e filhas, estudos indicam uns 60 ou 70; e estes filhos geraram entre si mais descendência pois não havia imperfeições genéticas no começo da raça humana, só com o passar de muito tempo, devido a Queda do homem.
        Também naquela época não havia mandamento de Deus proibindo casamento entre parentes próximos. Jesus e autores do N.Test. referem-se aos eventos da criação como históricos, e certamente essas pessoas não eram mitos.

        Há também tabletes de argila sumérios expostas no Museu Britânico que registram a confusão de línguas de acordo com o registro da torre de Babel, também os babilônios tem registros similares.

        E é lógico supor um Criador Inteligente, para dar vida à matéria (boneco), pois elementos químicos ao léu não produzem vida alguma; a matéria é inanimada.

        Abçs.

      • Primeiro, Cicero, não quero me contrapo à crença de ninguém, crenças não se discutem. Poderia seguir seu texto ponto a ponto, mas ficaria longo.
        Praticamente vejo sua concordância em tudo que escrevi, EXCETO NAQUILO QUE SEJA SUA OU MINHA CRENÇA.
        È claro que das idéias de Da Vinci, surgiram outras, e que até foram colocadas em práticas, MAS QUANDO SURGIRAM FORAM APENAS IDÉIAS. O que você entende por RELIGIÃO PRÁTICA, EU APENAS CHAMO DE IGREJAS, o que quis ressaltar é que se tratam de coisas diferentes.
        Quanto a origem do homem, ESTAMOS CONFUNDINDO O HOMEM SER-VIVO COM O ORGANISMO HUMANO. O projeto de qualquer organismo vivo é o mesmo do homem, HÁ SE ORIGINAR EM OUTRO SER-VIVO IGUAL. A questão a ser respondida é como UM SER-VIVO PODE PRODUZIR E TRANSFERIR PARA GERAÇÕES, OUTRO ORGANISMO DIFERENTE DO SEU, que de fato é o “segredo da evolução”!No mais, vamos resumir no seguinte. A religião revela uma forma de conhecimento, a ciência outro e as artes outro. A QUESTÃO É TRANSFORMAR ESSES CONHECIMENTOS EM MATÉRIA DE CONTROVÉRSIAS, SEM AJUSTAR AS REFERÊNCIAS.
        Você pode acreditar em Darwin, COMO O MUNDO ACREDITAVA EM ARISTÓTELES, você pode acreditar na forma como a Bíblia descreve a formação do Mundo e do homem, QUE EVIDENTEMENTE É DIFERENTE DE COMO DESCREVE A CIÊNCIA, E ATÉ MESMO A ARTE. Mas isso não muda os fatos, QUE SÃO COMO SÃO, POUCO IMPORTA NOSSA CRENÇA.
        Como entendemos os tais “OVNIs”? Através de relatos de fatos, interpretações e conlusões sobre os mesmos. Aí um diz que fajutice, outro que é truque, outro que “alienígenas”, etc. etc. O FATO CLARO QUE É ALGUÉM DE FATO OBSERVA ISSO, e é muita mentira orquestrada por ser de tanta gente, e não só de agora, desde nossos ancestrais, a própria Bíblia está cheia. Sabe a hsitória de Jonas tragado por uma baleia?

        Estou de fato separando crenças, religião, ciência e artes de igrejas, empresas e artistas, e tentando rever a história sob essa ótica.
        arioba.

      • ]
        Arioba, certamente o complexo e singular homem foi criado por um Criador, pois elementos químicos não tem vida em si mesmos e como se juntaram de forma tão ordenada? ainda mais com as faculdades não físicas exclusivas no homem.

        Na questão dos OVNIS, já ouvi e li muitos relatos de pessoas envolvidas com os supostos OVNIS que depois tiveram morte trágica! não duvido que sejam seres espirituais malignos (demônios) pois a Bíblia diz que eles estão ao nosso derredor; espreitando como um leão para nos tragar.

        O evento de Jonas tem evidência biológica e científica.
        O maior peixe do mundo é o tubarão-baleia que facilmente pode engolir um homem. Este peixe pode chegar a 20 mts. ou mais. Tem a peculariedade de tossir quando engole algo estranho a sua dieta. Foi o que aconteceu com Jonas.
        E a bíblia diz que Jonas ficou no ventre e não no estômago do peixe, algo possível também se fosse um cachalote; lembrando que na época não existia a divisião atual da biologia em mamíferos e peixes.

      • “Na questão dos OVNIS, já ouvi e li muitos relatos de pessoas envolvidas com os supostos OVNIS que depois tiveram morte trágica!”

        Conheço relatos de pessoas envolvidas com a igreja que depois tiveram morte trágica.

        “não duvido que sejam seres espirituais malignos (demônios)”

        Pois comece a duvidar, pois demônios não existem. Por isso o antigo testamento não fala de demônios. Os judeus só incorporaram essas figuras mitológicas ao seu folclore, provavelmente, depois do contato com os Persas.
        Mas, Cícero, e demônios andam em naves, em discos voadores? Demônios moram em outros planetas? E por que Deus não prendeu esses demônios em um planeta desabitado? Por que jogou justamente aqui na Terra? Parece que Deus queria que eles ficassem aqui nos importunando mesmo.

        “pois a Bíblia diz que eles estão ao nosso derredor; espreitando como um leão para nos tragar.”

        Essa passagem não se relaciona com OVNIS.

        “O evento de Jonas tem evidência biológica e científica.
        O maior peixe do mundo é o tubarão-baleia que facilmente pode engolir um homem. Este peixe pode chegar a 20 mts. ou mais. Tem a peculariedade de tossir quando engole algo estranho a sua dieta. Foi o que aconteceu com Jonas.
        E a bíblia diz que Jonas ficou no ventre e não no estômago do peixe, algo possível também se fosse um cachalote; lembrando que na época não existia a divisião atual da biologia em mamíferos e peixes.”

        Só me faltava essa. Grande biólogo você é. Ventre é diferente de estômago!kkkkkkkkkkkkk
        Até onde vai a insanidade criacionistas para tentar validar seus mitos?
        E os sucos gástricos por que não corroeram Jonas? Como ele respirou? Por que ele só orou a Deus depois de três dias? Ele tava achando bom ficar na barriga do peixe? Não existe diferença entre Jonas e Gepeto.

      • “UMA BALEIA PODE ENGOLIR UMA PESSOA INTEIRA? 30 de abril de 2013

        O que aconteceu na linda história de Pinóquio tem fundamentos? Realmente é possível um humano, chegar vivo e consciente ao estômago de uma baleia?
        Viniicius ., Iporã do Oeste, SC

        Provavelmente, não. Para começar, as baleias não comem nada tão grande como um ser humano. A dieta deles é meio sem graça, na real. A veterinária Kátia Groch, do projeto Baleia Franca, explica que elas filtram o alimento da água e comem basicamente pequenos peixes ou krill, crustáceos miudíssimos que fazem parte do zooplâncton. Por isso, dificilmente uma baleia abriria a boca para engolir uma pessoa.

        Mas, supondo que uma baleia se atrapalhasse na hora de escolher o que almoçar e engolisse um desavisado no mar. A pobre vítima sofreria politraumatismos por esmagamento no momento em que o animal fechasse a boca.

        Indo além e considerando que a nossa vítima fosse realmente muito sortuda e escapasse do fechamento da boca, a deglutição faria com que a história do Pinóquio não se tornasse realidade. O diretor de pesquisa do Instituto Baleia Jubarte, Milton Marcondes, diz que nem o maior exemplar da maior das baleias – uma baleia azul que atingiu 33 metros de comprimento – conseguiria engolir uma pessoa inteira. Como as presas desses mamíferos são pequenas, a garganta deles não precisa ser muito grande. “A entrada do esôfago não é larga o suficiente para uma pessoa ser engolida. Uma baleia que tentasse engolir uma pessoa inteira acabaria com ela entalada na garganta”, garante ele.

        Ou seja, o nariz do Pinóquio cresceu. E você não precisa acreditar em comercial de cerveja.

        (crédito da imagem: nestor galina)

        Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/oraculo/uma-baleia-pode-engolir-uma-pessoa-inteira/

    • e acrescentando a parte onde dissestes que técnicos da NASA falam do sobrenatural na história da espiritualidade: os manés que tão blablazando evidentemente ñ tem neurônios pra compreender a frase
      : DEUS É ESPÍRITO! E desde os tempos do messias já pediam sinais… coisa de surdo/cego.

  3. O Problema da maioria das pessoas,é que se baseiam em dados e não sabem utilizar o raciocinio lógico,pois embora saibamos que o livro de genisis e êxodo foi escrito bem depois,isso não faz diferença,uma vez que nós cristãos sempre dissemos acreditar na revelação de Deus através de seus autores,ou seja,temos que considerar a cronologia biblica com qualquer outra cronologia da época,e quando fazemos esse tipo de análise,vemos a superioridade do relato biblico em relação aos outro..Ora,é óbvio pensar que pelo fato da epopeia de Gilgamesh ter sido escritaantes,logo a biblia é cópia dela,mas vemos que a biblia fala a respeito de 8 pessoas na arca,e esse fato pode ser comprovado pela cronologia chinesa,que também diz o mesmo,inclusive a origem taoísta vem de tao,cujo em chinês significa algo parecido com 8 e barco,e esta dá total credibilidade a biblia,e além do mais,eles mesmos disseram que a origem vem de um só criador,monoteísta,Além do mais,o livro de genisis se prova verdadeiro em varios momentos,quando por exemplo fala a respeito de Jacó pai de José,onde há um intervalo entre genisis e êxodo,hoje temos provas de que José existiu de fato,pois temos aneis de reis e sua corte falando a respeito de José filho de Jacó,ou seja,o autor de Genisis claramente não poderia ter inventado algo e dito algo coerente e real.O Fato das primeiras civilizações serem politeistas e não haver registros de adoração a um Deus apenas,é algo confirmado pela propria biblia,pois eram poucos os que seguiam Deus,a maioria de fato era politeista assim como é confirmado na biblia quando se diz: Quem és tu entre os deuses?.Gostaria de afirmar também que a informação contida no texto,de que a ideia de que a crença num só Deus veio depois deles terem saído do Egito e indo a canaã é simplismente sem fundamento,não há nenhuma base para isso,afinal,qual outra historia diz a respeito do povo saindo do Egito?apenas a biblia e a narrativa hebraica,e uma vez que vocês veêm que o livro de êxodo e o final de genisis vem sendo provado arqueológicamente,precisam inventar historias.Oras,não foi vocês mesmos quem disseram que a genisis e êxodo é plagiado?Ora,então como pode ser uma historia provada?lembrando que a historia de José começa no final de Genisis,ou seja,o genisis compõe elementos reais.Como pode ser um plagio?plagio de qual livro se é o unico que diz a respeito?Vocês se contradizem a todo momento,e não utilizam a visão teológica que diz que embora seja um livro mais novo(genis e exodo) eles são revelação de um fato que ocorreu num periodo anterior,e quando o comparamos e associamos,vemos sua superioridade clara e eu ja lhes forneci provas disso,portanto analisem os dois lados antes de sairem falando um bando de asneiras.

    • De fato, Jaco, José e todos esses personagens descritos na bíblia podem realmente ter existido conforme corroborado até mesmo pelos documentos históricos encontrados na arqueologia e por Flavio Josefo por exemplo. Isso não questiona-se. O que se questiona são as passagens sobrenaturais, como receber uma mensagem direta de Deus para fazer uma arca, a quantidade de anos vivida pelos ancestrais da bíblia, animais de todo o mundo livremente se dirigindo a arca, ao fato de virgens darem a luz, ou o universo ter sido criado em 6 miseráveis dias a cerca de 6 mil anos. De acordo com a arqueologia Gêneses erra feio nesse sentido. Esse é o questionamento central, até que ponto as passagens místicas da bíblia suportam as descobertas arqueológicas?
      Hoje sabe-se por exemplo que é improvável que Moisés tenha atravessado o mar vermelho, mesmo que eventualmente tenha pedaço de carroças no fundo do mar. Arqueólogos hoje já suspeitam que a passagem tenha sido feita no lago de juncos (lago yam suf) no delta do nilo. Como provar que o mar vermelho engoliu os egípcios?
      O fato de possivelmente ter achado uma cidade que corresponde a Sodoma e que ela tem resquícios de cinzas provocadas por fogo não significa que foi Deus quem queimou a cidade toda. De fato, as pragas do Egito podem ser explicadas pela erupção do vulcão Santorini na Grécia (as datas batem claramente) e que cobriu grande parte do Egito e provocou alterações enormes no local. Algo parecido ocorreu em camarões na década de 80.
      São essas questões que são apontadas na arqueologia hoje, a bíblia não deve ser interpretada como um documento histórico, ou reportagem LITERAL de Deus a respeito da criação. É como interpretar literalmente as letras metafóricas feitas por escritores da época da ditadura. Ela deve ser interpretada como um documento sobre as crenças de uma sociedade antiga que interpretava os fenômenos do mundo através de uma concepção mistica. Historicamente ela é falha porque interpolar passagens sobrenaturais aos fenômenos naturais. Veja bem, todas as religiões contemporâneas do surgimento do cristianismo hoje são vistas como misticismo e ridicularidade, por exemplo a numerologia, os deuses gregos, a astrologia. porque o cristianismo não é uma delas?
      O fato de Jesus ter sido um grande mestre não significa que Apolônio de Tiana tambem não tenha sido, ou até mesmo mithra…
      O fato de existirem muitos Deuses como acreditavam as civilizações antigas fazia muito mais sentido do que acreditar que uma unica força foi responsável pela criação de tudo. Isso casa claramente com a ideia de Yafet ficar com a personalidade dos outros deuses

      • Pois é. Sempre me contaram que meu bisavô já travou várias batalhas com lobisomens à noite no meio da caatinga quando vinha das farras nas fazendas. Eu sei que meu bisavô existiu de verdade, mas essas histórias sobre ele me parecem ser fantasiosas. Ou não? Ou será que lobisomens existem? Será que existem diguinho?

  4. PORQUE SE DISCUTEM TATAS BESTEIRAS.? NÂO SE DEVE PERDER TEMPO COM RELIGIÔES. PERCA TEMPO COM ESTUDOS, E O QUE A VIDA TEM
    A OFERECER DE BOM..

  5. Evidencias… arqueologicas a Biblia nao tem? pois acho que vc poderia pesquisar um pouco mais….De uma olhada no programa Evidencias da TV novo tempo…conceituados arqueologos sao citados e falam sobre o assunto….

    • Arqueologia não prova milagres, existência de anjos, deuses, humanos super poderosos, mágica. Arqueologia pode provar existência de um determinado personagem bíblico, mas provar as histórias fantásticas inventadas sobre aquele personagem, isso a arqueologia não prova.

  6. Na teoria é tudo muito bonito,mas na prática é muito mas complicado de se explicar porquê??? Nós seres humanos precisamos de acreditar em algo seja lá o que for para sobreviver, etc…etc… Será que ninguém se pergunta à sí mesmo nós não estamos sozinhos? o espaço é infinito; mas mesmo assim a ignorância dás pessoas é tão grande que só se resume em acreditar e se baseia só num livro à bíblia será que eu estarei errado em pensar assim???

    • Não está errado Tiago. Nós não estamos sozinhos no universo e o caso de Colares (operação prato) é uma boa evidência disso. Mas, aqui no Brasil só se acredita na Bíblia, mas no Irã só se acredita no Alcorão. Saber quem tá com a razão nessa estória é que é complicado. Crença em alguma coisa além da nossa realidade você pode ter, mas não é bom tentar impor essas crenças aos outros. Acho que você está no caminho certo em acreditar sem impor isso aos outros como verdade, que se não for seguida condenará ao inferno.

  7. CADA VEZ MAIS AS RELIGIÔES TEM SE MOSTRADO OBSCURA, SEM EVIDÊNCIAS E PERIGOSAS, POIS A POLITICA ESTA SEMPRE PRESENTE, PARA DOMINAR. AS PESSOAS POR SEUS MEDOS, O HOMEM NÂO CONSEGUE AINDA CONVIVER COM O FATO DA MORTE, SO POR ISSO SE APEGA AS RELIGIÔES

  8. As religiões, como a crença em um ser ou seres divino(DEUS) ou DEUSES)foi uma criação humana e nada mas que isso, o ser humano foi ao longo da história moldado para crê no sobre natural, pois em épocas primitivas onde o conceito de ciência e tecnologias ainda engatinhava, as Religiões (Superstições), era a única maneira do Homem entender sua origem, hoje; apesar das grandes descobertas e avanços da Ciência, o misticismo Religioso é muito grande, e já faz parte da nossa cultura.

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