“CUTE” TROPICAL CAMELS: PREHISTORIC SPECIES FOUND IN PANAMA. (comentado)

Tiny mammals had long, crocodile-like snouts for browsing, study says.

The lower jaw of the Aguascalietia panamaensis. Photograph courtesy Jeff Gage, Florida Museum of Natural History

Two new species of “bizarre,” tiny camels that browsed ancient rain forests have been found in Panama, a new study says.

Between 2008 and 2011, scientists unearthed tiny pieces of fossils in the Las Cascadas paleontological site.

Back in the lab, “I started putting everything together and realized, Oh wow, I have a nearly complete jaw,” study leader Aldo Rincon, a graduate student in vertebrate paleontology at the University of Florida in Gainesville, said in a statement.

From the new fossils, Rincon and his team described two new prehistoric camel species: Aguascalietia panamaensis and Aguascalientia minuta, both of which roamed the Central American tropics about 20 million years ago.

Both animals had long, crocodile-like snouts, likely specialized for finding fruits and leaves in dense vegetation, he told National Geographic News. Also, their teeth were short and sharp, features common to animals that browse, not graze, for food, Rincon noted.

Based on the fossils, Rincon and colleagues estimate the tiniest of the two camels, A. minuta, stood about 2 feet (60 centimeters) tall, about the size of a modern-day musk deerA. panamaensis was about 2.5 feet (80 centimeters) tall.

“They’re very cute animals,” said study co-author Carlos Jaramillo, a scientist at the Smithsonian Tropical Research Institute in Panama.

“I never expected to find something like that in Panama.”

Camel Evolution

Though modern-day camels are for the most part found only in African and Middle Eastern deserts, the mammals were abundant in the Americas about 35 to 40 million years ago.

(Related: “Ancient Camels Butchered in Colorado, Stone Tools Show?”)

Camels later branched in two lineages—one that went to South America, where the animals evolved into llamas and their relatives, and one to Asia. The Asian lineage evolved into the big camels we know today, study leader Rincon said. (See camel pictures.)

Now that we know camels once lived as far south as Panama, Rincon said, scientists should be better able to piece together the evolution of the two-toed beasts.

Fonte: National Geographic

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Resenha do autor

O grupo dos camelídeos tem uma longa história evolutiva que se estende por mais de 45 milhões de anos. Surgiu pela primeira vez durante um longo período de seca nas áreas de savana na América do Norte.

Os ancestrais dos camelos surgiram na America do Norte e hoje existem somente no Velho Mundo e não mais no seu lugar de origem.

A morfologia dos membros dos primeiros camelídeos primitivos sugere adaptações a uma postura unguligrade. Durante o Mioceno, alterações morfológicas ocorreram na estrutura esquelética do pé levaram ao desenvolvimento de uma postura digitígrada.

Entre 2008 e 2011 os cientistas descobriram minúsculos pedaços de fósseis no sítio de Cascadas no Panamá.

Uma equipe de paleontólogos deste país descreveu duas novas espécies pré-históricas de camelo: Aguascalietia panamaensis e Aguascalientia minuta, sendo que ambos andavam pela América Central a cerca de 20 milhões de anos atrás.

Ambos tiveram longos focinhos como semelhante a dos crocodilos e eram especializados em comer frutas e folhas.

Com base nesses fósseis pesquisadores estimam que o menor dos dois camelos (A. minuta) tinha cerca de 2 metros e 60 centímetros de altura.

Os indivíduos da espécie A. panamaensis tinha cerca de 2,5 metros e tinha 80 centímetros de altura.

Os camelos são divididos em duas linhagens, uma que migrou para a América do Sul pelo istmo do Panamá onde os animais evoluíram para lhamas e seus familiares; e outra linhagem que migrou pelo Estreito de Bering chegando a Ásia e consequentemente a África.

Atualmente os camelos encontram-se concentrados principalmente em países africanos e no deserto de países do Oriente Médios. Esses mamíferos eram abundantes nas Américas cerca de 35 a 40 milhões de anos.

Uma análise evolutiva no seqüenciamento de DNA  do gene mitocondrial citocromo b mostrou exatamente o que o tempo de divergência dos grupos de camelídeos do Velho Mundo e Novo Mundo estão de acordo com as premissas derivadas do registro fóssil.

Os dados da seqüência do DNA também foram usados para testar hipóteses atuais sobre os antepassados da lhama e alpaca domesticadas.

Os resultados mostram que ocorreu uma hibridização  na linhagem de ambos os camelídeos domesticados obscurecendo a origem das espécies domésticas aqui nas Américas

Alterações na morfologia dos incisivos durante o processo de domesticação sugerem que a alpaca pode ser descendente da vicunha, enquanto uma comparação com características da lhama e de certas raças alpaca indica que a hibridização ampla entre as duas espécies é provável que tenha ocorrido desde o contato europeu.

Na Índia, um número de raças distintas desenvolvidas a partir dos rebanhos reprodutores mantidos pelos Maharajahs de Rajputana é importante, pois são usados no fornecimento de transporte em guerras do deserto e até mesmo a divisão de castas dos povos hindus na Índia. Isso acabou sendo um fator crucial na criação de raças de camelídeos.

Isso porque a divisão de castas impede a troca, a reprodução e o relacionamento e isso acaba indiretamente criando variedades de camelos puramente regionais.

Scritto da Rossetti

Palavra chave: NetNature, Rossetti, Camelos, Evolução, Lhamas, Vicunha, Alpaca, Índia, Panamá,  África, America do Norte.

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Referências

* Thompson, Mary Elizabeth, Evolution of pacing in the family Camelidae.  IDAHO STATE UNIVERSITY, 2005.
* Helen F. Stanley, Miranda Kadwell and Jane C. Wheeler Molecular Evolution of the Family Camelidae: A Mitochondrial DNA Study. Proceedings: Biological Sciences. Vol. 256, No. 1345 (Apr. 22, 1994), pp. 1-6
* Gina M. Semprebon, Florent Rivals. Trends in the paleodietary habits of fossil camels from the Tertiary and Quaternary of North America. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology. Volume 295, Issues 1–2, 1 September 2010, Pages 131–145
* JANE C. WHEELER. Evolution and present situation of the South American Camelidae. Biological Journal of the Linnean Society. Volume 54, Issue 3, pages 271–295, March 1995.

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