VIA LÁCTEA TEM BILHÕES DE PLANETAS POTENCIALMENTE ‘HABITÁVEIS’ (comentado)

Bilhões de planetas potencialmente “habitáveis” existem na Via Láctea, onde está a Terra.

O anúncio foi feito nesta semana por um grupo de cientistas do Observatório de Ciências do Universo de Grenoble, na França.

Em apenas um conjunto de 102 estrelas do tipo “anãs vermelhas” foram descobertas nove ‘super Terras’. Essa é a maneira como são chamados os planetas rochosos com massa um pouco maior que a da Terra.

Já “anãs vermelhas” é o apelido das estrelas que são relativamente frágeis e frias se comparadas com o Sol. Elas são muito comuns nas galáxias e representam 80% de todas as estrelas na Via Láctea.

“Nossas novas observações significam que mais ou menos 40% de todas as anãs vermelhas têm uma ‘super Terra’ em sua zona habitável, onde a água líquida pode existir na superfície do planeta”, explicou Xavier Bonfils, coordenador da equipe de pesquisadores.

Existindo água, é possível que existam formas de vida.

“Mas as anãs vermelhas são conhecidas por estarem sujeitas a erupções estelares que podem submergir o planeta em uma onda de raios X ou de radiações ultravioletas, tornando a vida menos provável na região”, disse Stéphane Udry, do Observatório de Genebra.

Portanto resta muito caminho a percorrer para detectar uma hipotética forma de vida extraterrestre.

Fonte: Folha

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Resenha do autor

Vem se aproximando uma tendência muito grande de buscar planetas semelhantes a Terra. A banalização das “Super-terras” aposta em mostrar todas as possibilidades de surgimento da vida.

A ciência não sabe como a vida surgiu. De fato, nem a ciência e nem a filosofia conceituam o que é a vida, mas algumas exigências para que a vida exista são descritas pela ciência.

Essas Super-Terras fornecem a possibilidade real para a pergunta “Qual a possibilidade da vida? “

Durante grande parte da história da humanidade pensou-se na Terra como única, que tudo no universo conspirava a nosso favor, que as leias da física, e a beleza e ordenamento do cosmos haviam sido refinados a tal ponto de garantir a existência da vida como exclusividade da Terra.

O modelo geocêntrico expressava muito mais do que a Terra como centro do universo, mas o que ela carregava de mais importante era o centro do universo, a razão para tudo; nós.

O que vemos hoje é a banalização dos planetas capazes de suportar a vida. A Terra não é o único planeta e o Sol é somente uma miseravel estrela infame perto de gigantes como Sirus, Pollux ou Arcturus.

A Terra não é mais a única capaz de suportar a vida. Marte também deteve vida e agora as “Super-Terras” vivem a solta pela Via láctea.

Nem mesmo o nosso universo é único. Talvez nosso universo seja somente um entre todos os universos possíveis com constantes físicas distintas, com características físico-químicas diferentes dentro do multiverso.

Com universos surgindo e crescendo ou se desintegrando ao longo de sua expansão.

Sob essa concepção é possível que haja universo com maior número de galáxias e portanto, mais planetas com formas de vida diferentes.

Seguindo essa grande taxa de “Super-terras” é possível que a vida extraterrestre realmente exista em maior escala do que aquela que pensamos. Se são mais inteligentes que nós não é sabido, se é que existem.

O que sabemos é que nos quatro cantos do universo temos mais de 140 moléculas orgânicas que estão diretamente ligadas ao surgimento da vida. E isso é importante para a ciência, pois moléculas complexas como esta são criadas com muita facilidade no laboratório chamado de Universo.

Talvez assim seja possível saber se existe a possibilidade da vida ter surgido no planeta Terra ou em planetas diferentes de forma independente ou não.

Todas as possibilidades estão abertas e permaneceram por um bom tempo assim já que a ciência ainda esta á anos-luz de descobrir qual é realmente a origem da vida.

 .

Scritto da Rossetti

Palavra chave: NetNature, Rossetti, Galáxia, Via Láctea, Universo, Super-Terras.
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