O DESIGN INTELIGENTE E A VOLTA À CAUSA CERTA (comentado)

Marcos N. Eberlin

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post “O Design Inteligente e a volta à causa final”, publicado neste blog em 7 de maio pelo jornalista Maurício Tuffani, diretor de redação da revista Unesp Ciência, é muito didático e melhor ainda, fomentador de um debate inteligente, científico, filosófico e teológico que há muito perdemos no tempo, e na teoria. Ele distinguiu o cerne da questão da relação entre a teoria do Design Inteligente (TDI) e a ciência, e nos remeteu à reflexão de aspectos fundamentais de como se dá o conhecimento científico. Todavia, em detrimento à posição cética sui generis, sua análise foi prejudicada pela influência da visão estereotipada e pré-conceituosa que o materialismo filosófico tem a respeito da TDI.

Quanto à causa final, Tuffani confunde implicações com fundamentos, e opiniões com postulados. Não é correto, sabemos, usar colocações filosóficas e teológicas sobre as implicações indiretas da TDI, feitas por qualquer de seus adeptos (que além de cientistas são também gente), sobre suas convicções pessoais a respeito da natureza da inteligência no Design e suas implicações indiretas sobre o funcionamento e alcance da ciência, tentando transformar, por força da retórica, essas avaliações legítimas, mas subjetivas, em fundamento da teoria que eles defendem. Não cola!

A TDI incita, sim, a discussão sobre as possíveis implicações filosóficas e teológicas de seu postulado, mas não se baseia em nenhuma delas. Não assume a priori qualquer causa, primeira ou final, natural ou sobrenatural. Terrestre ou extra-terrestre. Pré ou pós-Aristóteles! Que vá ou não alterar toda a ordem do Universo, até a lei da gravidade, como se inferiu.

TDI tem apenas um postulado, uma única regra de prática, sem fé: Vamos seguir os dados onde quer que nos levem! E vamos interpretá-los, livres de qualquer amarra, pré-conceito ou predefinição; por exemplo, livres daquele “pacto” pós-medieval iluminista que fizeram com o materialismo filosófico e que nos constrange quanto ao que devemos e o que não podemos concluir. Livres de qualquer demarcação chique e perfumada, que nos força a procurar explicações até mesmo onde elas simplesmente não existem.

E assim, nessa análise sem pré-conceitos ou paixões, a TDI faz também uma única conclusão, revolucionária sabemos: há sinais claros da ação de uma mente inteligente e consciente na Vida e no Universo! Só isto e nada mais! Somos livres, como cientistas e gente, para especular sobre as implicações metafísicas desta grande descoberta, a maior de todos os tempos em Ciência, mas proibidos pela regra única de prática sem fé da TDI de transformar nossas especulações filosóficas e/ou teológicas em pré-conceitos inibidores da TDI em sua busca de fazer Ciência plena e sem pré-conceitos.

A TDI resgata, sim, uma causa. Mas não a causa final efêmera pré-coperniana. Resgata uma causa legítima, conhecida e invocada amplamente pela ciência, em várias áreas não diretamente “regidas” pelo “pacto”. Uma causa suficiente e necessária, a única causa que sabemos hoje em ciência ser capaz de gerar informação aperiódica funcional e gerenciá-la através de códigos múltiplos e interligados, códigos dentro de códigos, informação zipada, criptografada, com estrutura “topdown hard-disk like”.

Tuffani se equivoca também quando diz que, em relação a evolução química, confundi em minha palestra improbabilidade com impossibilidade. Confundi não! Assistam à minha palestra (disponível no site do III Simpósio Internacional Darwinismo Hoje, do Mackenzie) e vocês verão e ouvirão que conclui, não pela improbabilidade da evolução química, mas pela sua total impossibilidade, e por conseqüência pela morte da evolução biológica pela raiz. É porque sei que a evolução química é impossível que eu a refuto. É porque sei que as forças naturais são contra a Vida, e não a seu favor, que concluí, à luz do conhecimento, e pela força dos dados, sobre a impossibilidade absoluta de toda a cadeia da evolução.

Tuffani se engana também quando afirma que “…tachamos de ignorantes os que discordam dessa inferência.” Nunca fiz nem faria tal adjetivação, mesmo que indiretamente. Sei que os evolucionistas são pessoas inteligentes e muito bem informadas, e principalmente muito criativas. Eles não são ignorantes, não! São pré-conceituosos. Assumem que tudo é “matéria e energia” e, assim, guiados por este pré-conceito, necessariamente concluem o inevitável: a evolução ocorreu! Posso não saber como foi, mas um dia vou descobrir. Posso não ter explicação alguma agora, mas como Mauricio mesmo me sugeriu no simpósio, o máximo que farei é admitir total ignorância, jamais rever meu pré-conceito.

Mas é esse pré-conceito chique e perfumado, iluminado, pós-medieval, que está impedindo a ciência hoje de ver o óbvio. De escutar o que as moléculas da Vida falam com tanta clareza, com tanta veemência, e em voz alta! Ecos de nossa existência que soam cada vez mais forte! A teimosia fica evidente, porém, quando persistimos em procurar explicações filtradas pelo materialismo filosófico. E de classificar de obscurantista pré-medieval Aristoteliano qualquer um que ouse encontrar outra causa! Mesmo que esta causa seja uma causa cientificamente legítima, conhecida, suficiente e necessária.

Quanto ao critério de demarcação entre ciência e pseudociência de Karl Popper, não há dúvida que a TDI se enguadra nele. Palestras no III Simpósio abordaram esse aspecto. Mas a ironia maior se observaria se constatássemos que a TDI, segundo Popper, é mesmo uma pseudociência. Que deveríamos fazer, então? Às favas com Popper e sua demarcação! Pois o que queremos não é demarcar a ciência, ou obedecer a Popper ou qualquer outro “pai da ciência”! Queremos encontrar a resposta certa, não a “cientificamente aceitável”. Remova-se então a demarcação de Popper, pois ela estaria prestando um grande desserviço justamente a quem deveria servir. Estaria deixando de fora o que ela deveria estar acolhendo: a resposta certa! Aquela resposta que segue os dados e os interpreta livre de pré-conceitos que nos dizem a priorio que podemos e devemos concluir!

Tuffani se engana também quando classifica a TDI de “um fracasso científico”, no que se refere ao ideal de fazer a ciência avançar no conhecimento. Mas a TDI é mesmo um fracasso, só porque inibe as pesquisas em evolução? Em ciência, tão bom quanto descobrir uma rota certa é descobrir uma rota errada. Pois ao descobrirmos que uma rota é impossível, nunca mais a utilizaremos. Não consigo mesmo transformar ferro em ouro, alquimicamente, e ponto final! E isto vai nos poupar tempo e muito dinheiro. Vai evitar que eu repita meu erro, persista nele. Um dos grandes sucessos da TDI é exatamente esse – o de mostrar que a rota para a Vida a partir de matéria inamimada e processos naturais não guiados é inviável, impossível, probabilidade zero mesmo! É querer, pedalando, chegar à Lua. Livres da persistência nesse erro, de transformar ferro (matéria inanimada) em ouro (Vida), poderemos então nos concentrar em questões ainda mais relevantes. Podemos fazer agora as perguntas certas! Não perguntaremos mais como esse código evoluiu, pois códigos são, por princípio (e por constatação), imutáveis, mas sim: qual a lógica e a inter-relação dos diversos códigos da Vida, e onde e como estão armazenados? Podemos aprender com eles, com sua inteligência? E usar este conhecimento em benefício da Vida? Ou seja, a TDI quer soltar a perna da ciência, que jaz presa no materialismo filosófico, e permitir a ela passos livres e bem mais largos!

Tuffani acerta em cheio, porém, quando diz que o maior mérito da TDI é “…de forçar os evolucionistas a rever seus pressupostos e serem um pouco mais autocríticos”. Perfeito! Isso nós queremos, sim. Que nossos amigos evolucionistas, gente boa e bem informada, inteligentes e cultos, conhecedores de toda a complexidade irredútivel, a informação aperiódica funcional, e a antevidência genial que superlota a Vida, e a cada dia mais, não fiquem à espera de explicações materialistas que teimam em não vir. Mas que, deixando de lado o seu pré-conceito materialista filosófico, sigam os dados aonde eles nos levam! Que sejam autocríticos a ponto de perceber que sua subjetividade materialista os impede de ver o que os dados mostram hoje com tanta clareza: uma mente inteligente e consciente orquestrou a Vida e o Universo, não resta dúvida!

Finalizando, recomendo, para os que quiserem saber mais sobre a TDI, a entrevista “Professor da Unicamp defende Design Inteligente”.

 

Marcos N. Eberlin é membro da Academia Brasileira de Ciências, Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas e coordenador do Laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas do Instituto de Química da Unicamp. É também membro do Núcleo Brasileiro do Design Inteligente, presidente do Comitê Organizador do 1º. Congresso Brasileiro do Design Inteligente (DIBrasil 2010) e faz parte do corpo de editores do periódico Bio-Complexity.

Fonte: UNESPCiência

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Resenha do autor

Tuffani está simplesmente correto, e aqui vamos discutir o porque.

O criacionismo não só é um fracasso como é também um retrocesso na produção científica. Se para Eberlin o materialismo filosófico pós-medieval iluminista é insatisfatória do ponto de vista da busca das respostas, porque então implantar o criacionismo? O pensamento ligado ao materialismo científico foi quem deu a ciência a independência das garras da escolástica, a vigília sanguinária em nome de Deus.

Ele é justamente um retrocesso porque põem a ciência novamente de baixo das interpretações místicas.

Marcos N. Eberlin

Apesar de Eberlin se justificar de forma bastante técnica, ele rebate o “pré-conceito chique e perfumado” com outro.

Se não é correto usar colocações filosóficas e teológicas sobre as implicações da concepção de design inteligente porque ele está cheio de convicções pessoais e pastorais?

A ciência não apresenta um pré-conceito. Ela simplesmente não mistura laranjas com maças. O que o criacionismo faz é justamente apresenta uma máscara “chique e perfumada” para Deus. Não há distinção alguma entre criacionismo e Design inteligente por mais que criacionista algum não aceite isto. Afinal, todo criacionista defende o tal designer. Ora, Eberlim exprime exatamente o mesmo quando manifestou sua defesa no texto acima exemplificando uma de suas palestras sua na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Há algo mais teológico do que defender designer inteligente em uma universidade Presbiteriana que desfaz da biologia evolutiva como grade curricular?

Grande parte dos criacionistas defensores do Design inteligente são membros e teólogos da igreja Adventista como o arqueólogo e pastor Rodrigo Silva, o geólogo Nahor Neves, Adalto Lorenço e até mesmo especuladores baratos como Michelson Borges que é teólogo e “pauperrimamente” tenta discutir criacionismo e biologia evolutiva.

O próprio Eberlin que é tão prestigiado nas Universidades de Londres somente é porque apresenta seus resultados sem interpretações teológicas. Dawkins entrou na justiça e este ano conseguiu retirar o ensino do criacionismo em colégios públicos uma vez que este fere o principio da laicidade (RICHARD DAWKINS CELEBRATES A VICTORY OVER CREATIONISTS). Londres tem pouco apreço ao criacionismo!

Entretanto, afirmar que as moléculas levógenas ou dextrógenas carregam assinaturas divinas é uma especulação puramente pessoal quando seus caracteres espectométricos poderiam ser explicados parcialmente por fenômenos naturais como luz polarizada ou magnetismo. É sempre mais fácil explicar usando o sobrenaturalismo teológico.

A ciência faz exatamente o que Eberlin disse acima, as conclusões foram tiradas de acordo com os resultados e evidências, se livrando das garras da escolástica medieval e tomando caminhos que não dependiam mais do direcionamento opressivo da igreja. E se as evidencias apontam para um mundo sem um designer?

Ao que parece o mundo não é ajustado para sustentar a vida nem a humanidade, e as forças naturais contra a vida não a torna impossível e sim improvável, pelo simples fato de que se fossem impossíveis não estaríamos aqui, seja a vida uma criação divina ou não. Contudo, o fato das forças naturais impactarem a vida é o a faz  persistir das maneiras mais diversas possíveis, sob a perspectiva evolutiva.

Ao que parece não há justificativa alguma para crer que a vida deva nos suportar, que a justiça seja o padrão ou que a felicidade seja obrigatória. Nada leva a crer que tudo foi ajustado e planejado para nos sustentar. De fato, até os filósofos mais antigos questionavam tais premissas que vieram a tornar mais efetivas quando a ciência começou a perceber que o mundo poderia ser explicado segundo a luz da experimentação e de dados. (UMA PERSPECTIVA HISTÓRICA SOBRE A FINALIDADE, OU SUA FALTA NA COMPOSIÇÃO DO UNIVERSO).

Não que se deva sustentar uma visão puramente cientificista, justamente para não cair no positivismo de Sheldon (The Big Bang Theory). Os resultados devem ser debatidos nos campos acadêmicos ou populares.

A partir de Popper, Kant, Hume a ciência começou a desmistificar o mundo com muito maior intensidade aquelas vistas por filósofos como Teofrasto ou Lucrécio.

A ciência não torna o mundo feio por desmistificar os fenômenos naturais. Após Newton ter desmistificado, explicado cientificamente os fenômenos prismáticos por trás do arco-íris o poeta John Keats em 1802 caiu em desgraça dizendo:

Todos os encantos não se dissipam
Ao mero toque da triste filosofia?
Existia um maravilhoso arco-íris no céu:
Conhecemos agora sua trama, sua textura
No frio catálogo das coisas triviais.
A filosofia decepará as asas de um Anjo,
Decifrará os mistérios item por item,
Eliminará o encanto do ar e o tesouro escondido.

                                                           (Desvendando o arco-iris)

Não há razão alguma para o mundo perder o encanto quando seus fenômenos são desmistificados. Só abre mais perspectivas poéticas e abrilhantam o conhecimento da humanidade.

O que o criacionismo propõem é voltar a inserir Deus nas interpretações científicas, e o designer inteligente com sua mente criadora da margem para isto, pois é essencialmente isto.

Ora, se vamos seguir os dados onde quer que nos levem como diz Eberlin, devemos aceitar se ele nos levou a pressupor a impossibilidade de que o suposto designer não exista, considerando que grande parte dos ajustes do universo não fazem sentido algum terem sido criados para suportar a vida. A visualização da evolução em seus mais evidentes campos inclusive moleculares mostra exatamente o contrário e por isso é atacada radicalmente. Do contrário seria como afirmar que a deusa Bali colocou um vulcão do Monte Gunung Agung na Indonésia especificamente para lhe façam sacrifícios. Ora, nós atribuímos esse valor em nossas culturas, tradições, mitos e lendas, não significam que são reais ou leis.

Não há ajuste algum, querendo ou não as evidencias apontam que energia e matéria são primordialmente os elementos que fazem do universo um imenso laboratório natural em perplexa e incondicional evolução por expansão.

A suposição de que a evolução existe não é dada graças ao materialismo filosófico. Se por um lado parece evidente uma assinatura divina na visualização das moléculas fica evidente que essa interpretação é recheada de conceitos teológicos pessoais. Ao mesmo tempo, a ciência deixa estampada na cara do mundo que a evolução biológica também acontece, sem precedente teológico algum, unicamente material a partir de fósseis, DNA, comportamento, compartilhamento de caracteres anatômicos e morfológicos.

Anaxágoras, Lineu, Lamarck e Darwin que o digam, pois o conceito de que espécies compartilham suas histórias por ancestrais ultrapassam os limites históricos de Darwin. O sistema de classificação de Lineu já exprimia esse relacionamento evolutivo que foi sendo refinado por seus sucessores como Lamarck.

Como querer fazer ciência se o que é proposto não segue os preceitos de ciência?

Não se faz um bolo de laranja seguindo uma metodologia que descreve como fazer uma torta de maça americana. Portanto, a questão não é obedecer a Popper ou qualquer outro, é dar respostas cientificas fazendo ciência. Se queremos encontrar a resposta certa não precisamos nos restringir a ciência, mas não significa que a resposta cientificamente correta seja aquela que propõem uma mente externa ao universo e cobra nosso sábado como dia do Senhor. Isso é teologia.

O que a proposta criacionista oferece e uma inversão de valores. Durante séculos a igreja controlou e interferiu na produção de conhecimento, oprimindo-o de acordo com os dogmas religiosos e interesses próprios. A filosofia foi reduzida a um mero ponto de vista e quem fosse julgado (ou não) subversivo a este modelo tedeísta deveria acompanhar Giordano Bruno.

Com a libertação científica das garras da doutrina medieval a ciência passou a caminhar por si só até que se desvencilhou dos conceitos teológicos a cerca de 200 anos. Essa chamada foi de grande peso ao poder de persuasão religioso em administrar e recrutar novos fiéis. Nada do que a ciência produziu do iluminismo em diante corroborou a existência do Deus cristão. Tudo que foi adotado no iluminismo hoje sofre pressão religiosa. A premissa de abolição da relação entre religião e estado é foco de grupos fundamentalistas. A melhoria do ensino geral e científico é taxada de doutrinária por grupos religiosos. Note a inversão de valores.

Os iluministas foram ridicularizados, pela pressão religiosa, Adam Weishaupt iluminista da Baviera fundador da ordem secreta illuminati lutava por um mundo com um único governo sem propriedades privadas e abolição da relação estado/religião. Foi reduzido a um disseminador do anticristianismo pelos religiosos e por “conspiracionistas” como Nesta Webster (1900) e suas medíocres teorias que perpetuam até hoje.

O conceito de design inteligente surgiu em 1989 com o livro Of Pandas and people. Uma tentativa americanizada e puritana de mascarar o criacionismo como ciência. Como podemos discutir Design inteligente quando o berço deste conceito é claramente teológico? Esse discurso de Eberlin (conscientemente ou não) trás uma concepção falsa de libertação com a re-introdução do discurso escolástico. Como ter um livre pensamento científico com uma doutrina fundamentalista que surgiu na Idade Média?

Mas há de se concordar com Eberlin quando afirma que o criacionismo e o designer inteligente leva o evolucionista a se manifestar, refletir e auto-criticar.

Isto diretamente tem dado resultados excelentes, especialmente sob o ponto de vista da biologia evolutiva como já demonstrado em (CRIACIONISTA, DIZ-ME COM QUEM ANDAS).

Ao que parece, o materialismo científico tem produzido muito mais conhecimento agora que está dissociado de conceitos teológicos.

 .

Scritto da Rossetti

Palavra chave: NetNature, Rossetti, Eberlin, Ciência, Criacionismo, Evolução, Escolástica, Design Inteligente, Filosofia, Teologia.

One thought on “O DESIGN INTELIGENTE E A VOLTA À CAUSA CERTA (comentado)

  1. Caro Rossetti, em casa onde falta pão, todos gritam e ninguém tem razão.

    A discussão entre criacionistas e evolucionistas é fútil, inútil e desprovida de conteúdo. CADA UM DEFENDE SUA CRENÇA COMO SE FOSSE VERDADE, e cientificamente, cada defensor tem que apresentar um curriculo quilométrico, como se curriculo desse veracidade a qualquer besteira que se escreve.
    A discussão evidentemente, começa na questão do ser-vivo, e por extensão, a própria Vida.
    Desafio a ambos os debatedores: O QUE É A VIDA, E POR EXTENSÃO, O SER-VIVO?
    Se alguém conseguir mostrar que tanto a vida como ser-vivo possa ser obra de um “acaso” ou obra de um “Deus Infinito”, podemos de fato começar um debate, até lá, se discutem abobrinhas.
    A questão da origem do Universo é mera consequência da origem da Vida. Entender uma cosia não significa saber como é ou como foi essa coisa. Isso não se encaixa nos “cientistas especializados”, que vê o mundo e o universo através de sua respectiva espceialização. O biólogo está crente que a vida se realiza pela “química das células” e sequer consegue entender que sem trabalho físico, NÃO SE TEM QUIMICA ALGUMA DE NADA. E quem é capaz de “realizar trabalho? Se o biólogo conseguir responder, vai entender que a célula sozinha não realiza metabolismo nenhum, e sequer existiria “sozinha”!! Está-se confundinco ORGANISMO COM SER-VIVO. O automóvel é um organismo, até muito semelhante ao corpo animal, E É SER-VIVO? E NÃO PODE SER CIRCUNSTANCIALMENTE TAMBÉM SER-VIVO? E tem célula, ou qualquer outra “invenção” evolucionista?

    Confundimos idéia e pensamentos, com “palpites” que só podem ir em frente pela crença de cada um. Aristóteles observou que as coisas caíam para a Terra (um verdade, ainda que parcial, dependia dos recursos que tinha para observar), lascou o “palpite” de que a Terra era o Centro do Universo, e levou 2 mil anos para os “cientistas” provarem que o “palpite” de Aristóteles estava errado, ainda que teve a “ajuda” de ter sido um “dogma de fé” imposto à força. Darwin deu o mesmo “palpite” com a seleção natural através das observações que fez, e se transformou noutro dogma de fé que “cientistas dogmáticos” procuram provar até mesmo fajutando “provas”. PODE TAMANHA ESTULTICE?

    O que é inclusive a própria ciência, a religião e as artes? Quando se as definem de forma correta, SÃO CONGRUENTES E COMPLEMENTARES, PORTANTO, NEM CIÊNCIA, NEM RELIGIÃO NEM ARTES SÃO CERTEZAS OU VERDADES, SÃO NO MÁXIMO, PRESUNÇÕES DELAS! Aí um grupo de um lado fica fustigando o outro do lado para “provar” que uma bobagem é cientírica ou é religiosa! Pode?
    E cientificamente se o gajo que escreve algo não apresentar um curriculo quilométrico, NÃO É DIGNO DE FÉ. Isso é CIÊNCIA?
    Quem está escrevendo o que está acima é o anômino abaixo, TEM QUASE 10 PERGUNTAS DE “IGNORANTE” QUE SE ESPERA RESPOSTAS DOS “SÁBIOS”!!

    arioba.

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