TIPOS DE MIMETISMO E OS PRECIOSOS EXEMPLOS DA NATUREZA.

O mimetismo é uma forma de interação interespecífica que envolve pelo menos três espécies; um modelo, uma espécie mimética, ou seja, imitadora do modelo e um operador que é que vai receber os estímulos produzidos pelo modelo e pelo imitador.

Existem diversos tipos de mimetismo. Eles podem ser classificados de acordo com os sinais utilizados pelo mimético para imitar o modelo.

Essa classificação leva em conta o valor adaptativo que beneficia a espécie imitadora. Existem quatro tipos de mimetismo; batesiano, mulleriano, peckhamiano e wasmanniano.

Então diante desses quatro modelos vamos utilizar exemplos reais para conhecer a natureza de tais mecanismos. Para tal vamos recorrer ao grupo dos aracnídeos que é um grupo que apresenta muitos exemplos. Embora haja mimetismo por toda a natureza como veremos adiante.

O mimetismo batesiano é mais comum na natureza e no grupo das aranhas. Esse tipo de mimetismo ocorre quando a espécie mimética e o modelo vivem no mesmo espaço geográfico ao mesmo tempo, mas não interagem de forma direta.

Isso ocorre porque os predadores aprendem a evitar espécies impalatáveis ou agressivas, como do modelo. Essa aversão deve ser intensa o suficiente para que seja estendida até a espécie mimética.

Uma característica importante é que o modelo deve ser mais abundante na natureza do que o ser mimetizante, de tal forma que o predador tenha maiores chances de se encontrar com a espécie impalatável e aprenda a evita-los.

Um dos modelos mais imitados por aranhas e por outros artrópodes são as formigas.

Os principais aracnídeos imitadores de formiga são aqueles pertencentes as a famílias Zodariidae, Gnaphosidae, Theridiidae, Thomosidae, Corinnidae, mas principalmente os Salticidae.

Isso porque as formigas são evitadas pela grande maioria dos grupos animais que se alimentam de aranha como lagartixas, vespas, hemípteros e até mesmo outras aranhas.

As formigas possuem várias características que as tornam pouco palatáveis.

Além disso apresentam ferrão, mandíbulas fortes, exoesqueleto duro com espinhos, substâncias irritantes como o ácido fórmico (por isso se chamam formigas) e um sistema de defesa espetacular já que vivem em colônia.

Mas é possível ver também aranhas imitando cupins (termitomorfas) e himenópteros (mutilideos) além de imitarem com menos frequência pseudoescorpiões, coleópteros e até mesmo capsulas que recobrem sementes de eucalipto e excrementos de pássaro (chamados de mimesis).

A maioria das espécies de aranhas que apresenta mimetismo morfológico se encontra na família Salticidae e em segundo lugar o Corinnidae, que são noturnas.

Quando uma espécie imita morfologicamente uma formiga chamamos isso de mirmecomorfismo. Isso inclui imitações morfológicas, da coloração, comportamento e da química.

As aranhas imitadoras acabam apresentando um corpo que parece ser dividido em três partes, como realmente ocorre nos insetos, embora as aranhas não sejam anatomicamente neste formato.

Assim, suas pernas se tornam longas e finas como a das formigas e suas quelíceras se assemelham as mandíbulas da formiga. Os olhos compostos e o ferrão são imitados pela cutícula e fiandeiras.

O seu corpo adquire uma morfologia estreita e embora isso diminua sua fecundidade, ela compensa a baixa produção de ovos produzindo mais ootecas.

O mais interessante é que a maioria das espécies que pratica o mirmecomorfismo morfológico também apresenta o comportamental. Eles elevam o primeiro ou segundo par de pernas para que simulem as antenas das formigas.

As aranhas imitam até mesmos os estágios de desenvolvimento das formigas, seguindo comportamento das castas até se transformar nos adultos. Esse mimetismo transformacional inclui espécies de todo o mundo, inclusive da Amazônia.

Na família Corinnidae as aranhas imitam os estágios iniciais da formiga Myrmecium limata que apresentam um abdome triangular. Quando adultos apresentam a forma e a coloração bastante semelhante as formigas Camponotus femoratus.

As duas formigas e a aranha compartilham os mesmo ninhos e trilhas em um fenômeno chamado de parabiose. Essa associação é vantajosa para todos os indivíduos.

Em espécies cujo dimorfismo sexual é mais expressivo cada sexo imita um modelo diferente. Na aranha Zuniga magna (Salticidae) os machos apresentam um prolongamento abdominal que permite imitar perfeitamente a região pós-peciolar da formiga Pseudomyrmex gracilis. Os palpos são bem desenvolvidos e imitam bem a cabeça das formigas apresentando suas pontas amareladas, como as mandíbulas do modelo.

Myrmarachne assimilis (Salticidae). Filipinas

As fêmeas quando adultas se assemelham com as formigas Pachycondyla villosa (Ponerinae) com a coloração escura e pelo dourados e um cefalotórax constrito em formato semelhante a estruturas gáster. Elas apresentam as mesmas colorações horizontais de pelos que criam uma aparência de segmentação.

Ás vezes esse polimorfismo ocorre entre indivíduos do mesmo sexo. Na aranha salticide Synemosina aurantiaca há um morfo que pode ser amarelado ou castanho que se assemelha ao das formigas Pseudomyrmex flavidulus e P. oculatus. Os indivíduos de morfo preto se assemelham as formigas Pseudomyrmex gracilis e P.sericeus

Casualmente acontece da espécie mimética ser abundante como o modelo e a média de encontros entre eles é excessivamente alta. O modelo predador acaba não aprendendo a reconhecer quais são as espécies palatáveis. Isso é visto até em espécies de borboletas.

Em teoria seria esperado que as espécies que melhor imitassem seus modelos sejam menos predadas e consequentemente sejam mais abundantes em relação aquelas menos semelhantes.

Recentemente um estudo mostrou que não é bem assim que as coisas funcionam e que a taxa de mimetismo varia de acordo com o valor energético que a presa tem em relação ao predador e as suas dimensões corporais.

 Espécies maiores tem de se assemelhar mais com os seus modelos do que espécies de dimensões melhores já que correspondem a valores energéticos diferentes para suas predadoras (saiba mais sobre isso em RESEARCHERS SOLVE DARWIN’S COPYCAT EVOLUTION PUZZLE).

Algumas espécies miméticas generalistas apresentam menor proteção em relação a seus predadores podem se associar com um número maior de modelos e explorar uma diversidade de habitats maior como é o caso das aranhas do gênero Zodarion.

O mimetismo peckhamiano ou mimetismo agressivo ocorre quando a espécie mimética é o predador que engana sua presa para se aproximar o suficiente a tal ponto de captura-la.

Muitas espécies acabam imitando até os sinais utilizados por suas presas na comunicação sexual ou social para traí-las. A espécie mimética é um emissor de sinal e a presa é simultaneamente o modelo que esta sendo imitado e o operador que recebe o sinal. Há exemplos de espécies mimetizantes que imitam as presas de suas vítimas. Assim o operador passa a ser a vítima e o modelo a presa deste operador.

Como as formigas são animais que constroem grandes colônias e são facilmente encontradas constituem uma forma de alimento bastante apreciada até mesmo pelas aranhas.

Algumas aranhas são especializadas em se alimentar de formigas, essa especialização surge como evento evolutivo já que há também formigas especializadas em atacara aranhas. É frequente esses ataques e encontrar aranhas faltando pernas ou sendo consumidas vivas pelas formigas.

Mas existem espécies de aranhas que vivem associadas ao nicho das formigas e outros que vivem dentro do formigueiro disfarçadas de formigas.

As formigas não apresentam boa visão e isso é uma vantagem enorme para o mimetismo das aranhas. As formigas interpretam o ambiente usando muito mais os sensores nas extremidades de suas antenas do que os próprios olhos.

Então elas interpretam muito melhor os sinais químicos, que as auxiliam na comunicação. Apenas algumas espécies de aranhas usam esse tipo de mimetismo, mas são bastante especializados.

A estratégia agressiva é simples, primeiro ela atrai ou passa despercebida frente as formigas para captura-las. Geralmente elas evitam o contato físico durante com as formigas antes, durante e depois do ataque para evitar a defesa corporativa, ou seja, uma colônia toda a atacando.

Muitas estratégias de ataque já foram descritas, aranhas atacando formigas por trás, agarrando-as pelo pecíolo, ataques frontais embora tenham chance maior de ter suas pernas amputadas.

Para ter uma chance melhor de ataque as aranhas separam as formigas do substrato suspendendo-as no ar com um fio de teia como faz alguns membros do gênero Zodarion, Aphantochilus e Strophius. Ainda podem saltar sobre a presa pendurada em um fio de teia como ocorre na Amyciaea forticeps.

Algumas aranhas mimetizam tanto os sinais químicos das formigas quanto os táteis, usado para fazer o reconhecimento dos membros da colônia.

A aranha Amyciaea forticepts que ocorre na Índia e pertence a família Thomisidae utiliza estímulos comportamentais para atrair sua presa, a formiga tecedora Oecophylla smaragdina. A aranha levanta seu abdome, curvando o corpo em posição de alarme atraindo a formiga que então é capturada. A presença de duas manchas no opistossoma da amanha simula os olhos compostos.

Aranha semelhante ao gênero Cephalotes, de formigas.

Formigas do gênero albomaculata tem características comportamentais e morfológicas muito semelhantes a aranha Amyciaea forticepts e parece ser uma espécie mimética agressiva da formiga O. Virescens da Austrália.

Há outros exemplos, a espécie salticide denominada Cosmophasis bitaeniata utiliza sinais químicos mimetizados para aproxima de suas presas. A cutícula contém carboidratos semelhantes ás castas de formigas Oecophylla smaragdina o que faz com que essas aranhas sejam toleradas dentro dos ninhos e formigueiros.

Os carboidratos da cutícula são adquiridos com a alimentação de larvas, semelhante ao que acontecesse também com aranhas da família Cornnidae, denominadas Attacobius attarum que habita ninhos de Atta sexdens aqui no Brasil.

Aranhas também consomem ovas e larvas de formigas, e o mimetismo feito por elas é tão preciso que muitas vezes as aranhas invadem os formigueiros usando suas táticas comportamentais, fisionômicas e químicas que faz com que as formigas entreguem os ovos a ela acreditando que esteja entregando para uma parceira qualquer da colônia.

Algumas aranhas usam as formigas como escudo mantendo-a na frente do corpo como visto nos gêneros Zodarion, Aphantochilus e Strophius.

Elas fazem isso porque quando a formiga é usada como escudo e as outras formigas da colônia vão toca-la para fazer a identificação pelo tato e quimicamente acabam tocando na formiga usada como escudo confundindo as patrulheiras do formigueiro. Algumas aranhas até tocam as formigas patrulheiras com o primeiro ou segundo par de pernas para melhorar o mimetismo com o toque de antenas, utilizados pelas formigas.

Existe também um grupo de aranhas especializadas em se alimentar de mariposas. As aranhas usam o sistema químico para atrair esses animais, são os alomônios, ou substâncias produzidas por uma espécie que afeta o comportamento de outra.

Esse sistema beneficia o emissor do sinal e afeta negativamente o receptor.

As aranhas especializadas em mariposas não constroem teias orbiculares, mas sim teias reduzidas como visto nas aranhas-boleadeira (Mastophora) e por vezes teias em formato de trapézio.

A mastófora forma um glóbulo de fibra de seda coberta com substâncias adesivas de matriz viscosa.

Ela libera o alomônio que atrai uma espécie de mariposa e então lançada a boleadeira. O comportamento de ataque das mastóforas é bastante variável de acordo com as espécies distribuídas no mundo. Há sutis variações nos ataques que diferenciam uma mastófora da Austrália, África e até mesmo do Brasil.

Esse mimetismo químico é preciso e aranhas especializadas em caçar mariposas muitas vezes mimetizam mais do que um alomônio e variam sua concentração de acordo com a presa que deseja capturar naquela noite. Isso foi demonstrado na Mastophora hutchinsoni ao atrair macho da mariposa Lacinipolia renigera e Tetanolita mynesalis

Elas conseguem variar a proporção desses alômonios atraindo as duas espécies sem que a atração de uma seja afetada pela produção química de outro.

Há outros exemplos de aranhas que usam o mimetismo agressivo para predar animais. Muitas deles pertencem ao grupo das Celaenia são encontradas na África e Nova Zelândia e são parecidas com as mastóforas caçando inclusive mariposas.

No Brasil a Taczanowskia é um grupo de aranhas aparentadas da Mastophora que apresentam esse comportamento de boleadeira.

A aranha Kaira alba também mimetiza quimicamente hormônios de mariposa que caem em sua teia que é construída em forma de zigue e zague.

Assim vemos diversos tipos de mimetismo químico que ocorre nas aranhas mas também em outros animais como veremos mais adiante.

No mimetismo wasmanniano temos estratégias diferenciadas. Os estímulos utilizados dependem da forma na qual o hospedeiro reconhece co-específicos. São estímulos químicos e táteis.

Nesse mimetismo a espécie mimética não afeta negativamente a espécie imitada já que cada uma utiliza-se de presas distintas e a presença do mímico não tem efeito algum sobre o sucesso reprodutivo do modelo. Seriam basicamente comensalistas.

Dentro de ninhos de formigas as aranhas encontram recursos que não estão disponíveis no ambiente exterior e algumas espécies fazem esse mimetismo químico que não influenciam negativamente os animais modelo.

Aranhas Gamasomorpha maschwitzi apresentam também a cutícula com carboidratos que favorecem o seu reconhecimento dentro de formigueiros de Leptogenys distinguenda. Aranhas Masoncus pogonophilus são encontradas em ninhos de formigas Leptogenys badius. Elas se alimentam de colêmbolos que existem dentro de ninhos. Além disso, as formigas oferecem uma proteção extra as ootecas dessas aranhas e por isso acaba ocorrendo relações ecológicas mais consistentes de mutualismo.

Isso acaba favorecendo até o sucesso reprodutivo das aranhas. Estudos moleculares mostraram que a população de Masoncus pogonophilus se desloca a poucas distancias e a nova prole desta espécie sempre fica em ninhos mais próximos daquele onde nasceram.

Nos Andes peruanos a aranha Eilica puno vive em formigueiros de Camponotus inca dentro de grandes ninhos subterrâneos onde há um microclima com umidade e temperatura que pouco variam durante o ano. A aranha se tornou dependente do microclima criado pelas formigas que oferece proteção contra predadores e a suas ootecas.

Algumas aranhas usam um artifício ainda mais interessante, elas montam nas formigas e andam longas distâncias. Isso foi observado nas Gamasomorpha maschwitzi.

Elas foram vistas literalmente cavalgando sobre formigas Attacobius attarum. Muitas dessas formigas fazem o voo nupcial antes da reprodução e as aranhas pegam. Quando estão em grandes altitudes se soltam das formigas e praticam o balonismo ou dispersão pelo vento.

No mimetismo chamado de mulleriano a interação entre o modelo, a espécie mimética e o operador é semelhante ao visto no batesiano, mas neste exemplo tanto o modelo quanto a espécie mimética compartilham sinais defensivos, coloração, forma e odores que conferem uma vantagem adaptativa ao facilitar a memorização destes animais pelo predador.

O mimetismo mulleriano é melhor visto em grupos de borboletas, anfíbios anuros e serpentes que usam sua coloração semelhante a de animais perigosos para se esquivar de predadores. Essas cores aposemáticas indicam que certos animais são extremamente venenosos como a cobra coral verdadeira.

As corais peçonhentas  pertencem ao gênero Micrurus e as miméticas não-peçonhentas aos gêneros Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius.

Há também diversas espécies de dípteros que mimetizam vespas e abelhas, se assemelhando tanto na cor como em comportamento, como as moscas-de-flores.

Dentro desse universo dos quatro tipos de mimetismo encontramos exemplos em todo o reino animal. A borboleta Caligo sp apresenta o desenho do rosto de uma coruja nas asas abertas e quando estão fechadas se assemelham a uma serpente.

A mariposa Cephanodes hylas conhecida como mariposa beija-flor ou mariposas esfingídeas visitam as Buddleias da França. São copias exatas de beija-flor tanto em comportamento quanto em sua anatomia.

O homóptero jequitiranabóia (comum no norte do Brasil) da espécie Fulgora lanternaria também mimetiza uma cobra com sua anatomia peculiar aqui no Brasil.

Jequitiranabóia

Sapos inofencivos muitas vezes mimetizam os mais perigosos através das cores e por vezes inflam seu corpo para parecerem maior e enganar seu predador.

Talvez o exemplo mais interessante venha da borboleta Maculinea rebeli. Ela vive grande parte de sua vida em ninhos de formigueiros, de fato, cerca de 2 anos de sua vida se passam por lá, pois são protegidas pelas formigas graças ao mimetismo de hormônios.

Na Europa a maioria das borboletas se reproduz em junho e julho. Seus ovos são depositados na violeta-genciana. Por duas semanas as larvas que eclodem do ovo se alimentam da genciana, mas algumas larvas caem e são carregadas por formigas até os berçários dos formigueiros.

As larvas imitam o som das formigas e recebem alimento até eclodirem, fazer a muda e alcançar o estagio adulto. Mas algo diferente acontece. As vespas Ichneumon também levam seus ovos ao formigueiro aonde tem larvas de borboleta.

A vespa invade o formigueiro e as formigas começam á ataca-las. Mas essa vespa faz algo muito especial, ela libera feromônios que faz com que as formigas ataquem umas as outras. A vespa então corre até a larva da borboleta Maculinea rebeli e inocula um ou alguns ovos onde estavam as larvas de borboletas e depois foge.

Tempos depois as larvas normais formam crisálidas e depois borboletas adultas. As larvas de borboletas que foram parasitadas liberaram uma vespa adulta que tem de sair as pressas do formigueiro antes que morra com as picadas de formiga.

Outro exemplo bastante interessante de mimetismo químico ocorre no Himalaia. As maiores colônias de abelhas do mundo se encontram lá e se estendem até o sudeste da Malásia. A mariposa Acherontia atropos passa próximo a essas grandes colônias e invade tranquilamente as colmeias para obter mel sem ser atacada já que mimetizam os feromônios da colônia.

O mimetismo e as maneiras de se camuflar (que não abordamos aqui) são uma das melhores estratégias de sobrevivência que a evolução criou e tem sido relatados cada vez mais exemplos.

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Scritto da Rossetti

Palavra chave: NetNature, Rossetti, Mimetismo Batesiano, Mimetismo mulleriano, Mimetismo agressivo, Peckhamiano, Mimetismo wasmanniano, Aranhas, formigas, Borboletas, Mariposas, Anfíbios, Serpentes, Boleadeiras.

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Referências

* Marcelo O. Gonzaga, Adalberto J. Santos e Hilton F. Japyassu. Ecologia e Comportamento de Aranhas. Editora interciência. Rio de Janeiro 2007.
* BBC. Pequenos Monstros.

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