UMA NOVA TENDÊNCIA DENOMINADA SÍNTESE LAMARCK-DARWINIANA

Existe uma nova síntese evolutiva surgindo á algum tempo. Uma nova visão estruturada que tem concepções bastante revolucionárias para a biologia, a síntese Lamarck-Darwiniana.

Essa síntese foi proposta por Eva Jablonka e Marion Lamb no livro Evolução em quatro dimensões. Elas trabalham com quatro sistemas de herança distintos e relaciona-os como mecanismo evolutivo. A genética como principal sistema de herança de caracteres, a epigenética, o comportamento e os caracteres culturais.

O que elas propõem é que nem todas as adaptações evolutivas podem ser atribuídas à seleção não-aleatória de mutações aleatórias no DNA.

Isso quer dizer que existem certas alterações adquiridas e induzidas que também desempenham um papel crucial na evolução.

De fato, essa interação é bem parecida com a vista na seleção canalizadora. Na seleção canalizadora uma mutação aleatória pode abrir caminhos fenotípicos ou comportamentais que favoreçam o aproveitamento de outras mutações, amplificando os efeitos iniciais e conferindo o aspecto de perfeição das adaptações evolutivas.

Mais uma vez a seleção é canalizadora, não intencional, não há nada como um planejador nos bastidores da natureza. A biologia evolutiva interpreta o planejamento aparente como resultado de eventos históricos expressos em uma cadeia genealógica e narrativa.

Essa primeira dimensão com base genética mostra bons exemplos de mutações não-aleatórias que são semi-dirigidas. Diferente do neo-darwinismo que afirma que todas as mutações são aleatórias.

Existem graus de aleatoriedade. Algumas mutações ocorrem em maiores probabilidades em locais específicos no DNA. Além disso, são induzíveis pelo ambiente e têm uma maior probabilidade de ser adaptável. O que segue a premissa de Lamarck, a imparcialidade do fator ambiental e dirigibilidade de certas características.

É uma questão em aberto de como ela é difundido esses mecanismos na evolução. Se o genoma é um sistema organizado, ao invés de apenas uma coleção de genes, os processos que geram variação genética podem ser uma propriedade evolutiva do sistema, que é modulada pelo genoma e a célula.

Isto significa que contrariamente a opinião da maioria, nem todas as variações genéticas são totalmente aleatórias ou cegas. Algumas delas podem ser reguladas e parcialmente dirigidas seguindo alterações genômicas induzidas por fatores ambientais.

A herança epigenética é a segunda dimensão na evolução. Existem diversos fatores epigenéticos ligados a variação no genoma. O mais recente demonstrou que príons estão emergindo como agentes deste tipo de herança em resposta a estímulos ambientais, gerando novos traços biológicos, que podem ser transmitidos para as gerações descendentes, dando-lhes vantagens fixando alterações genéticas.

Um estudo feito com o fungo Saccharomyces cerevisiae, aquele usado no fermento biológico, mostrou que o príon tem um papel importantíssimo na hereditariedade de características.

Esse estudo permitiu compreender que alguns príons amilóides dão às células a capacidade de crescer em condições adversas (SCOMMESSE SULL’EREDITÀ: PIÙ CHE I GENI, CONTANO I PRIONI).

O príon amilóide favorece células que estão sujeitas a tensões de vários tipos. Esta resposta ao ambiente mediada por príons permite as células adquirir características novas, vantagens na exploração de novos ambientes, e ser eventualmente selecionados.

São distribuídos para as células descendentes durante a divisão celular, produzindo células filhas com a mesma capacidade de sobrevivência em condições adversas como as células mãe.

Neste caso, os genes e toda a informação genética em DNA são considerados atores secundários de mudança evolutiva, enquanto os príons vislumbram um papel de liderança de atividades de desenvolvimento, de uma forma de herança que esta ligada a concepção lamarckiana da biologia evolutiva.

De fato, as autoras destacam que a herança epigenética é uma condição prévia para a evolução da vida multicelular.

Uma habilidade para que organismos possam produzir diferentes tipos de células é baseado nas memórias celulares e estes são baseados em herança epigenética. O imprinting genômico é um exemplo intrigante de herança epigenética.

O comportamento é a terceira dimensão na evolução. Exemplos de comportamento animal que são transmitidos para a próxima geração sem DNA podem estar envolvidos nas preferências alimentares de coelhos adultos após a exposição às bagas de zimbro durante a gravidez.

O imprinting dos patos em relação a sua mãe também é um exemplo. Ratos pretos de Israel aprenderam a tirar e descascar pinhas, bem como exemplos em no canto dos pássaros, as tradições culturais africanas em chimpanzés e macacos japoneses.

Mesmo a cultura e a linguagem humana podem seguir uma simbologia evolutiva.

A evolução cultural tem propriedades semelhantes à evolução biológica. De fato, não só a linguagem evoluiu (entendendo evolução como sinônimo de mudança e não necessariamente de melhoria), mas também a música (veja aqui) e as religiões (veja aqui).

A linguagem muda com muita facilidade. Basta ver o que quinhentos anos de separação de Portugal fez com o português brasileiro.

De fato, o idioma português, primitivo era falado na antiga Galiza em Portugal, e descendia do Romeno.

Também vemos isto no idioma inglês (a palavra inglês descende diretamente de anglo, das tradições anglo-saxônicas), que surgiu de diferentes dialetos germânicos do século V. Depois, no século VIII e IX com a invasão dos Vikings ocorreu fusão linguista gerando e novas palavras, diagramação e expressões vocálicas foram criadas na antiga Inglaterra, posteriormente dando origem ao Inglês americanizado de sotaque arrastado.

Na verdade o que se tem para entender é que Lamarck não estava totalmente errado e sua concepção hoje parece bastante interessante e condizente com as descobertas da biologia evolutiva.

Uma resenha das idéias de Evan e Marion foi feita pelo Enézio E. de Almeida Filho que é bastante criticado por usar citações fracas e descontextualizadas (veja Leitores criticam falhas em argumentações criacionistas). Ele afirmou que “A proposta de Jablonka e Lamb de incorporar aspectos teóricos lamarckistas me parece mais uma tentativa de teoria ad hoc para livrar a cara de Darwin”.

Como pesquisador da história da ciência ele parece não compreender a estrutura de construção de conhecimento utilizada pela ciência.

Olhando para a história de Darwin, ele nunca disse que Lamarck estava errado. O que ele fez foi simplesmente descrever uma explicação alternativa e complementar de como as espécies evoluem. Já que a ideia de que as espécies evoluem não é de Darwin, mas muito anterior a ele remetendo o iluminismo. Os pensadores do iluminismo já carregavam a ideia de que os organismos se tornavam complexos gradualmente em direção a perfeição. Hoje sabemos que os organismos não buscam a complexidade e não são perfeitos, mas o gradualismo estava certo. E isso ficou evidente com as ideias de Darwin.

Lamarck em 1800 revolucionou a classificação de Lineu. Lineu mesmo já tinha uma concepção claramente evolucionista que fica evidente em seu sistema de classificação. Lamarck criticou a junção que Lineu fez entre invertebrados e insetos. Nem todo invertebrado é um inseto e separou essas classes em 10 diferentes grupos.

Darwin não era anti-Lamarckista. Muito pelo contrário, ele chegou a dizer “Ninguém defendeu a lei do uso e do não-uso tanto quanto eu” e em certos trechos de seu livro disse “muitos animais possuem órgãos cuja presença somente se explica pelos efeitos do não-uso…a seleção natural vem completar o trabalho iniciado pelo não-uso do órgão“.

O que parece é que de fato as duas propostas se complementam e não se anulam.

Não há nada de errado em reconsiderar um conceito antigo desde que ele corresponda as expectativas, as explicações científicas. No caso do lamarckismo isso ficou em aberto e agora vem sendo reconsiderado e não reutilizado como forma esdrúxula de sustentar o darwinismo como propõem Enézio.

A ciência trabalha com modelos explicativos e muitos modelos antigos podem ser retomados desde que as evidências realmente apontem para ele ou simplesmente porque eles completam outros conceitos.

Um exemplo claro ocorre atualmente na física. A constante cosmológica que foi considerada um erro pelo seu criador Albert Einstein agora vem sendo corroborada como sendo a energia escura que atua como uma força anti-gravidade promovendo a expansão acelerada do universo. Um conceito antigo que atualmente explica muito a respeito da formação do universo.

Outro exemplo é da própria historia da ciência. A ideia de que a Terra é somente um planeta girando ao redor de uma mera estrela qualquer foi proposta pelo filósofo Aristarco (310 a.C. – 230 a.C.). Suas ideias nunca foram consideradas boas pelos filósofos de sua época. Posteriormente a filosofa Hipátia redescobriu essas ideias de Aristarco e por isso foi assassinada em 415, considerada herege pelos cristãos.

Durante toda a idade das trevas a filosofia foi reduzida a um mero discurso conceitual e perdeu seu “charme” crítico e educativo. O cristianismo e monopolizou o que era moral e imoral e matou pessoas que eram favoráveis as ideias de Copérnico e Galileu.

Foi Kepler que demonstrou cientificamente que Aristarco e Hipatia de fato estavam certo.

Não há problema algum em retomar conceitos antigos desde que eles se mostrem coerentes com a concepção atual de ciência, com o seu andamento e suas descobertas. Muitas vezes eles se complementam, outras vezes não.

Embora o homem não saiba como a vida se originou isso não significa que a concepção da geração espontânea seja compatível com o que se sabe a respeito das condições climáticas, ambientais, astronômicas necessárias para que a sua origem.

Por essa razão o conceito de geração espontânea foi deixado de lado. Além disto, os próprios experimentos científicos demonstram que a vida não surge espontaneamente.

Pasteur foi quem demonstrou que a vida não surge espontaneamente, John Tyndall e Robert Koch também confirmaram isso posteriormente.

A síntese Lamarck-Darwiniana ainda sim preenche todos os requisitos científicos de experimentação, de revolução científica e explica a grande diversidade de formas de vida.

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Scritto da Rossetti

Palavra chave: NetNature, Rossetti, Lamarck, Darwin, Eva Jablonka, Marion Lamb, Genética, DNA, Evolução, Epigenética, Comportamento, Cultura.

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Referências.

* Ricardo Waizbort; Lucia de la Rocque. Um replicador em movimento: aproximações entre a poética narrativa de Borges e o programa de pesquisa dos memes. Hist. cienc. saude-Manguinhos vol.15 no.1 Rio de Janeiro Jan./Mar. 2008.
* Shozo Motoyama. O nascimento da Evolução Biológica. O Homem em busca das origens. Scientifica American. N17.
* Eva Jablonka & Marion Lamb. Evolution in Four Dimensions – Genetic, Epigenetic, Behavioral, and Symbolic Variation in the History of Life. MIT Press, 2005.

3 thoughts on “UMA NOVA TENDÊNCIA DENOMINADA SÍNTESE LAMARCK-DARWINIANA

  1. Temos que distinguir o que é “entender as coisas” do que é “saber como as coisas acontecem”, a velha história de Aristóteles. Ele “entendeu” que as coisas caíam para a Terra, e concluiu erradamente, que ela estava no centro de tudo, E A IGREJA CATÓLICA TRANSFORMOU UM MERO PALPITE ERRADO EM DOGMA DE FÉ. Isso resume a “Idade das Trevas”, cujos fundamentos são dogmas de fé. A ciência inaugurou a sua própria pajelança de fé há alguns séculos através do “reducionismo”, onde tudo há que se explicar matematicamente, e a matemática é apenas uma ferramente para entendermos melhor aquilo que não entendemos! É como entender que sem a faca, não existiria o bandido, isto é, se transforma a ferramenta, NA CAUSA OU ORIGEM!

    O “fato evolucionista” é que as espécies de certa forma se “alinham” numa espécie de evolução, que também não se explica direito. Por que uma baleia é mais “evoluída” do que uma formiga e menos do que um homem? Dessas conclusões até sem sentido, SURGE A ÁRVORE DA VIDA QUE É UM FATO, como a Tabela Periódica dos elementos. A diferença entre as duas está no “critério” de avaliação, totalmente subjetiva e observativa na Árvore, e totalmente objetiva na Tabela. Quando o DNA estiver “resolvido”, ainda que já funcione ha 4 bilhões de anos, os dois fatos se tornarão praticamente iguais, CLASSIFICAÇÃO POR CRITÉRIO OBJETIVO e daí pouco importa entender se a prata é parecida com o zinco, e nada a ver com “joia” feita de prata ou a telha feita de zinco. Daí se torna sem sentido falar por exemplo se o Urânio é mais “evoluído” do que o Hidrogênio, tanto quanto o homem ser mais evoluído do que uma bactéria. EVOLUÇÃO EM RELAÇÃO AO QUÊ? A telha de zinco é menos evoluída do que a jóia de prata? FAZ ALGUM SENTIDO?
    Aqui estamos falando de fatos que PODEMOS ENTENDER SEM SEQUER SABER COMO É OU COMO FOI.

    A questão é como um “organismo vivo” dá origem a outro organismo “também vivo”, e aqui já surgem outras várias perguntas sem respostas. Qual a diferença entre um mesmo “orgtanismo vivo” e o “mesmo organismo morto”? Se os cientistas sequer conseguem entender isso, saber como é se torna imaginação igual aos mitos que criaram deuses capazes de fazer aquilo que não fazemos e sequer entendemos. Os mitos começaram com “figuras” conhecidas evidemente de “super-homens”, depois se foi mentalizando e se chegou ao “Deus Infinito” cujo fundamento sempre foi a “imaginação humana”, que por sua vez tem muitas outras histórias a serem entendidas. COMO ALGUMAS PESSOAS “REVELAM” COISAS QUE OUTRAS NÃO ATINARAM? Mistérios da religião ou enigmas da ciência?
    E tudo se explicaria simplesmente no fato de que o homem é única espécies que EVOLUI COM SUA PRÓPRIA INELIGÊNCIA. Sem sequer entendermos o que SEJA A VIDA, FICAMOS CONCLUINDO SOBRE GEOCENTRISMOS QUE SE TORNAM FALHOS.

    A outra coisa é que quando se fala em biologia, NA REALIDADE NÃO SE ESTÁ FALANDO DE “SER-VIVO”, mas de seu organismo material no qual se observa certas coisas assim ou assado. Foi essa a abordagem de Darwin e de outros cientistas como Lamarc etc. ESTAMOS FALANDO DOS ORGANISMOS ENQUANTO VIVOS, e sequer entendemos o que de fato tornam esses organismos circunstancialmente vivos, sempre por um pequeno lapso de tempo. Antes não existem vivos, e depois se tornam mortos e sujeitos à entropia como lei. Isso é fato.
    ENTÃO, NÃO ESTAMOS FALANDO DE SERES-VIVOS, ESTAMOS FALANDO DOS ORGANISMOS QUE LHES DÃO SUSTENTAÇÃO.
    É como o automóvel enquanto “veículo de tranporte” sob o comando de seu motorista, é uma coisa, apenas carro é outra. No caso do carro, que fazemos, conhecemos melhor, no caso do “ser-vivo” não sabemos ainda praticamente nada, mas se USÁSSEMOS MELHOR O DISCERNIMENTO, UM VEÍCULO EM USO, NÃO PODE SER MUITO DIFERENTE DE UM SER-VIVO ENQUANTO VIVO, seguem as mesmas leis que são da natureza. AS LEIS SÃO NATURAIS, o resto é mera consequência. Mas os cientistas parecem que usam a mesma “tecnologia” dos religiosos, É MAIS INTELIGENTE SER MÍSTICO, e o ser-vivo “orgânico” é uma coisa, e o “ser-vivo” inorgânico é outra. Dawkins “definiu” que o artefato humano é diferente, porque não é feito de carne e osso!!Enfim, estamos no âmbito de puras crenças.

    Quanto à biologia, sem entrar nos detalhes que não conheço, A BASE DO PROJETO ORGÂNICO NA TERRA É O FUNCIONAMENTO DO “ÓRGAO” CHAMADO “CELULA”, que se divide e se junta formando outros órgãos que por sua vez se juntam e formam órgãos mais completos, QUE CIRCUNSTANCIALMENTE PODEM SE TORNAR VIVOS. Como se tornam vivos?
    ESSA É OUTRA HISTÓRIA QUE OS CIENTISTAS AINDA ATINARAM E OS RELIGIOSOS “CHUTAM” QUE FOI POR OBRA DE DEUS INFINITO.
    Nenhuma das duas hipóteses parece sequer racionais, MAS É SÓ ISSO QUE SE CONHECE. E o funcionamento da célula todo biólogo “jura ” que é químico, mas lendo qualquer livro sobre o assunto, É EVIDENTE QUE A CÉLULA REALIZA UM TRABALHO PARA “METABOLIZAR O QUE SE CHAMA DE VIDA”, outro equívoco incompreensível, mas é assim que os biólogos expõe como “acontece a vida”.
    A pergunta imediata é COMO SE PODE REALIZAR ALGUM TRABALHO? Se algum biólogo puder responder que algum trabalho pode ser realizado sem a participação de algum “ser-vivo”, pode-se começar de fato uma discussão. É evidente que a coisa vai se dividir em COISAS QUE O HOMEM FAÇA DE COISAS QUE ELE NÃO FAZ E NEM FEZ, e aí surge a questão INTELIGÊNCIA OU ACASO. Como o homem não fez a Terra, nem a Lua e muito menos todo o Universo que vemos, que é menos de 5% daquilo que é e sequer vemos, CONCLUIU-SE COMO DOGMA DE FÉ, QUE AS COISAS DOS HOMENS É DECIDIDA E INTELIGENTE, AS COISAS DA NATUREZA É BURRA E CEGA, ou mera “manufatura” de um Deus Infinito que nem teria como fazer absolutamente nada!
    E nisso se resume a discusão inútil e supérflua entre evoluciosnitas e criacionistas.

    O fato é que os “organismos vivos” têm como projeto básico, o fucionamento celular, NO QUAL OCORRE TODA “CRIAÇÃO, MANUTENÇÃO E REPRODUÇÃO” do organismo que batisamos como “vivo”. Imagine se um dia o homem pudesse fazer um “artefato”, cuja base de projeto seja um “micro-organismo” capaz de se dividir, se juntar e formar outros organismos, etc., apenas “disparado o “processo de construção e funcionamento”. QUE TIPO DE FÁBRICA PRECISARIA? E QUE TIPOS DE MATERIAIS, ETC. ETC.? Elementar para qualquer engenheiro, talvez consigamso isso nuns outros bilhões de anos de evolução da ciência pela frente.
    Acontece que é exatamente o que acontece com o “organismo vivo”, e praticamente desde que a Terra é Terra, quer dizer, se partir do princípio que também é um “projeto” de alguma coisa ou alguém que TORNOU A TERRA UM SATÉLITE HABITADO, USANDO OS RECURSOS DISPONÍVEIS QUE ALI FORAM COLOCADOS DE FORMA APROXIMADAMENTE “AUTOMÁTICA”, Como poderia ser essa futura fábrica que o homem daqui um bilhão de anos, por exemplo, seria capaz de fazer. Se ainda mal e mal fazemos nossos automóveis poluentes, pesadões, etc., como imaginar o “automóvel daqui há bilhão de anos”? E será que sequer precisaremos dele? E estamos tentando imaginar a fabricação do ser vivvo há mais de 4 bilhões de anos, e somente na Terra?

    Na célula ocorre um “funcionamento biológico” quase igual ao funcionamento do “organismo que chamamos vivo” depois de pronto. Isso tem levado a alguns cientistas evoluirem para novas explicações como explicação da vida a partir de conhecer as células, que modernamente parece que se situa na chamada “bio-química” outro equívoco de imaginação. Uma química é apenas uma consequência de algum trabalho, que é nitidamente “físico”, então, a célula é uma ‘trabalho físico” que circunstancialmente se redunda em alguma reação química. UMA COISA É ENTENDER, OUTRA É SABER como é a coisa, como funciona etc. Os cientistas confundem em seus tratados, alhos com bugalhos, imaginam que “elaborando” detalhes técnicos ou tecnológicos, ESTÃO DE FATO ENTENDENDO OU SEQUER EXPLICANDO OS FATOS. É como o mecânico que conhecendo direito como funciona um câmbio, possa explicar o que seja o “veículo de transporte” que é o carro ou caminhão correndo pelas estradas.

    No fundo, o grande problema é COMO UMA CÉLULA FAZ PARA SE DIVIDIR, SE MULTIPLICAR EM OUTROS ÓRGÃOS ESPECIALIZADOS, SE “REPLICAREM”, ETC. ETC. e daí chegarmos ao que entendemos por “vida” na Terra. E digo Terra, porque só conhecemos este pedacinho aqui, “imaginamos” que não somos únicos, até pelo uso da própria inteligência, que conclui novamene de forma equivocada que a vida em outros lugares há que ser igual aqui, COISA DE MERA IGNORÃNCIA.
    Se a célula para “funcionar” precisa que seja realizado trablaho, QUEM REALIZA ESSE TRABALHO? Sabemos que para uma célula metabolizar a “tal vida”, é necessária a contribuição e dezenas de outros “seres -vivos microscópicos” DE VIRUS E BACTÉRIAS, além do “próprio ser-vivo” do qual faz parte. Então, a célula sozinha, não metaboliza nem faz vida alguma onde quer que seja, É QUESTÃO DE OBSERVAÇÃO MAIS AMPLA, E NÃO APENAS LOCALIZADA. É como entender que sem sistema de alimentação, o carro não funciona, mas o sistema em si, NÃO FAZ CARRO ALGUM FUNCIONAR. Então, o “entendimento lógico” é que a “vida” na realidade é um conjunto de “trabalho de vários seres-vivo”, que já são VIVOS ANTES DE QUALQUER CÉLULA VIR A FUNCIONAR.
    E voltamos ao ponto de partida, afinal, O QUE É VIDA? Se nos isolarmos nos conhecimentos da ciência apenas, ou da religião apenas, ou das artes apenas, que são os três acervos acumulados pela humanidade, é como enxergar tudo vermelho usando uma lente vermelha! Acredita que tudo é vermelho quem quiser ou não tiver outra opção.

    O texto reflete exatamente essa incoerência de conhecimentos. Confundem-se entender, como conhecer ou saber. Um biólogo ou médico são como o mecânico do automóvel, ou do computador, ou da máquina de lavar, etc. CONHECEM ALGUNS DETALHES DO “ÓRGÃO”, NÃO CONHECEM EM GERAL O PRÓPRIO QUANDO “SER-VIVO”. Uma máquina de lavar sem o usao da “lavadeira que a usa”, é um ferro velho como qualquer outro objeto. Algum mecãnico dessa máquina precisa ser “psicólogo” para entender a máquina lavnado roupa por alguma lavadeira?
    No entanto, os cientistas que estão operando aquele elefante branco chamado LHC podem estar pensando que são muito mais evoluídos profissionalmente do que o operador de uma furadeira manual como fato. CONFUNDIMOS COMPLEXIDADE COM EVOLUÇÃO. SERIA VERDADE SE ESTIVÉSSEMOS FALANDO DE INTELIGÊNCIA, mas a primeira coisa que o cientista evolucionista descarta na natureza é exatamente a inteligência, É COMO CORRER ATRÁS DO PRÓPRIO RABO.
    A única coisa que de fato podemos constatar que evolui, É A INTELIGÊNCIA, que não por coincidência, É TAMBÉM EVIDÊNCIA DE VIDA OU DE SER-VIVO.

    Estou discorrendo sobre detalhes técnicos ainda que apenas conceitualmente, POIS NEM SOU DO RAMO, para que o “cientista” entenda o que de fato se está querendo dizer, SEM A INTELIGÊNCIA NO PEDAÇO, JAMAIS CONCLUIREMOS COISA ALGUMA. E onde se coloca a inteligência, surge o projeto ou o plano E SE DISPENSA O ACASO, QUE É MERA OCORRÊNCIA CIRCUNSTANCIAL. Acasos ocorrem no cumprimento de leis ou planos, e leis POR ACASO, É ACASO DEMAIS!
    A “seleção natural” é um mero “acaso” de um “relojoeiro cego”, e Dawkins poderia de fato estar certo se melhorassse seu raciocínio.

    arioba.

    • Mas a evolução não afirma que a baleia é mais evoluída que um homem. O fato de estarem vivos hoje significa que só estão assim porque passaram pela seleção natural, o mecanismo que pune com a morte os inaptos. A evolução, transformação e até surgimento de outras espécies é consequência da sobrevivência dos mais aptos. Biológicamente, o homem não é superior a baleia, nem ao panda, nem as baratas pelo simples fato de que todos estão vivos. Erroneamente muitas pessoas classificam os seres vivos em superiores e inferiores. Inferiores a que?
      Não ha referência. Uma baleia não é especial em relação a uma bactéria Escherichia coli pelo simples fato de que ambas espécies estão vivas e perpetuando, a evolução não busca nem mesmo o aumento da complexidade. Isso é subproduto da sobrevivência.
      Não existe animal mais ou menos evoluído, existe animal mais antigo, ancestral, com características primitivas ou mais recente. Mesmo uma tabela periódica, ela trás dados coletados e não jogados aleatoriamente a respeito da massa e número atômico, estrutura eletrônica, bem como a gravidade e sua força G ou sua aceleração de 9,8m/s^2. Não são dados arbitrários. Foram conquistados com metodologias científicas.
      São dados coletados dentro de um sistema metodológico científico… o fato de no passado não sabermos porque e como as coisas caiam não fez com que a gravidade deixasse de existir. Apenas com o tempo e com o desenvolvimento da física clássica que conseguiu-se estabelecer um modelo explicativo que determina esses fenômenos. A evolução segue a mesma estrutura, o palpite de Darwin (que na verdade era anterior a ele) de que as espécies tem um relacionamento histórico devido a tamanhas semelhanças foi buscar um padrão que explicasse como animais tão próximos entre si em diversos locais do mundo poderia ser semelhantes mas estabelecer-se em espécies diferentes. Foi com base em 5 anos de amostragem ao redor do mundo, inclusive aqui no Brasil que ele concluiu a seleção natural depois de 20 anos. Ele conseguiu encontrar um padrão baseado nas ideias de Malthus, no cientista social Schweber, no estatístico belga Adolf Quetelet, até mesmo no economista Adam Smith.
      Ele encontrou a seleção natural que explicava a luta pela sobrevivência, a competição das raças favorecidas na luta pela vida e que ao longo dos anos essas pequenas variações se acumulavam e promoviam novas espécies. Vistas hoje em processos de especiação, espécies anéis e etc. Isso vem sendo corroborado pelos fósseis, semelhanças de comportamento, na estrutura molecular do DNA responsável pela hereditariedade de tais características… Não é diferente dos estudos de Newton!!! A evolução não deixaria de ocorrer se negacemos ela, e nem queimaríamos no inferno se renegarmos o “dogma” da evolução como voce diz. Na verdade, pouco importa se as pessoas acreditam ou não na evolução ou na gravidade. Os dados fornecidos a respeito da gravidade são criados segundo uma metodologia, bem como ocorre na evolução. Se as pessoas não apostam as suas fichas em Darwin, isso é uma interpretação pessoal delas. De fato, a evolução deve ser questionada, existe essa liberdade.
      Existe a liberdade para se questionar o dogma cristão criacionista absolutista de Gêneses sem temer a represália de um mármore incandescente do submundo infernal?
      Ora, se a evolução estiver errada, será uma revolução para a biologia e certamente uma nova explicação naturalista, material entraria em vigor, e não o sobrenaturalismo místico obscurantista medieval criacionista. Não teríamos perdido tempo investindo erroneamente na evolução, apenas saberíamos que tal caminho estaria errado e não o usaríamos mais (com sabemos hoje a respeito do tedeísmo). Perdemos tempo sob dominio da religião. Um milênio inteiro de supressão de produção científica feito pela igreja católica na Idade das trevas e com o protestantismo que surgiu e até hoje é tão radical quando a igreja católica antiga ou o islamismo de Osama Bin Laden.

      • Os argumentos podem ser divididos em partes.

        A questão da “religião” é mal explicada e pior ainda, mal compreendida. A religião surgiu por volta de 4 mil anos atrás, a religião registro que é o que entendemos hoje como religião. Até então, havia a “tradição” religiosa, e antes do homem agrícola ou adâmico, nem mesmo isso. E o “homo-sapiens” teria surgido por aqui por volta de 150 mil anos atrás, digamos entre 100 e 200 mil, a precisão histórica da ciência somente com o homem, vamos imaginar o resto. Então, a “evolução mental” do homem por 150 mil anos, foi o que a história pode mostrar através de poucos registros e pesquisas arqueológicas, é a “pré-história” que de fato começa com as religiões.
        O registro e paralelamente a “escrita” surgiu de fato com a “religião”, e é claro que foi um processo “lento” no nosso entender hoje, mas rapidíssimo em termos de “evolução mental da vida na Terra”. A bem da verdade, sem a religião, sequer teríamos hoje a ciência. O próprio feudalismo medieval foi de fato um avanço político sobre o “tribalismo” anterior. A Europra era “bárbara” ainda no final da era romana, e no final da Idade Média, dez séculos depois, ERA A REGIÃO CIVILIZADA DA TERRA. Entendemos mal certas coisas porque nos baseamos em geral mais nos erros do que nos acertos. Todo conhece Collor pelas burrices estúpidas que fez, mas não se ressalta que sem ele, TALVEZ AINDA ESTIVÉSSEMOS FAZENDO FUSCAS E DKVs.

        A ciência por sua vez, é aquela que entendemos a partir dos séeculos XVI e que culmina de fato a partir dos séculos XVIII e XIX, e que foi claramente um “filhote” do capitalismo. Sem esse evento, com certeza ainda estaríamos arando terra com burros e bois, fazendo experiências de alquimia, ou pouco mais ou discutindo se a Terra gira em torno do Sol ou o contrário. A ciência não caiu do céu como se fosse um mero acaso de evolução natural, FOI OBRA DO CAPITALISMO ipsis literis. O que entendemos mal é também o capitalismo, que é outra história, que posso um dia também comentar.

        Quanto à evolução, de fato é mal explicada a partir dos próprios evolucionistas, que confundem um fato real que é o “jeitão” evolucionista que as espécies apresentam quando alinhadas sob algum critério, com a “doutrina evolucionista da seleção natural”, onde uma observação até parcial dá origem a um palpite, que se TORNA DOGMA DE FÉ. Não há única constatação nem remota e muito menos próxima, isto é, como nossa vida hoje, de fato que mostra essa seleção, muito menos por “adaptação” do mais apto. Mais apto ao quê? Ao ambiente? Mas o ambiente também não evolui junto com as próprias espécies? ENTÃO O QUE SE ADPATA MELHOR AO QUÊ, ainda pelo mero acaso natural?
        O fato real e que podemos ver claramente no “homem capitalista” é que as espécies se adaptam a um determinado ambiente, que muda junto com o próprio ser-vivo. O homem está fazendo isso e nada por acaso, mas muito menos por obra de deus algum. A vida é um “plano inteligente” de simbiose, COMO UMA MOITA DE ARRANHA-GATOS, quando se puxa um galho, mexe a árvore inteira. O automóvel não existiria se antes não surgisse o combustível, a estrada, a cidade, etc. etc. O QUE VEIO ANTES, COMO ADAPTADOR E DEPOIS COMO ADAPTADO. É o mesmo equívoco que fanatismo darwiniano tem criado, como a questão do ovo ou da galinha. Surge porque se parte do pressuposto de um “surgimento ocasional”, e daí faria sentido pensar dessa forma. PENSANDO COMO PLANO INTELIGENTE, POUCO IMPORTA SE PRIMEIRO SURGIU A RODA PARA DEPOIS SURGIR O CARRO. O navio não usa roda e tem a mesma tecnologia do carro. Coisa parecida com o que alguém que “bolou o planeta habitado Terra” tem feito ao longo dos bilênios. Pouco importa se o ovo surgiu ants da galinha, O FATO É AMBOS FAZEM PARTE DO MESMO PROJETO DE VIDA. E falar em projeto “por acaso”, é muito acaso.

        É nesse sentido que estou criticando a postura evolucionista. É evidente que um animal e uma minhoca tenham de fato uma mesma origem, MAS APENAS COMO PROJETO DE ORGANISMO, cuja base como disse, é de fato o “funcionamento celular”, a partir daí, a evolução demanda um plano de utilidade. Quando se sai da questão inteligente, se entra na questão da ocasionalidade, que não pode explicar utilidade de nada. Uma espécie não existe por acaso da natureza, existe por causa de uma plano de vida no qual o homem de fato está inserido a partir do instante que pode constatar que pode evoluir com sua própria inteligência. Até lá, o homem é como o boi que criamos no pasto para comermos, SEGUE UM PLANO DE “TERCEIROS”.
        Entendo perfeitamente que a evolução hoje entendida, se faz a partir de “um projeto” tecnológico de vida, a questão é a defesa impossível de que isso seja um mero acaso da própria natureza, PELO SIMPLES MOTIVO DE NÃO SABERMOS DE QUEM FOI. Quando se fala de inteligência, se fala de “alguém”, até os próprios evolucionistas de “relojoeiros cegos” estarão de acordo.

        Defende-se a tese burra que o Mundo “começa” com ciência, que sequer exisitiria sem a religião e o capitalismo, e parece que chegamos no final dos tempos, quando na realidade, sequer começamos. Estamos descobrindo estupefatos o DNA que é o “CAD/CAM” da vida e que funciona como é há 4 bilhões de anos, desde que a Terra praticamente surgiu. É muito orgulho para pouca sabedoria.
        E achamos que tudo isso foi “por acaso” da natureza!!
        O que critico é que nessa burrice, estão embarcados de forma igual, OS EVOLUCIONISTAS E OS CRIACIONISTAS que se tornam fanáticos por crenças igualmente absurdas.

        A crítica evolucionista não é sobre a questão “teórica” da árvore da Vida, mas pelo palpite errado da seleção natural, que mostra provas que de fato não existem. Torna-se uma questão de discussão de inverdades, quando de fato, TUDO SE APROXIMA DELA QUANDO ENCONTRAMOS AS CONVERGÊNCIAS E NÃO AS DIVERGÊNCIAS. Se juntar o que os criacionistas dizem de certo, com o que os evolucinistas também dizem, FICAMOS PRÓXIMOS DA VERDADE, ONDE DIVERGEM, NOS AFASTAMOS DELA.
        É velha psotura equivocada das correntes filosóficas, onde cada corrente ressalta a provável falha da outra, E NÃO CADA UMA RECONHECER OS ACERTOS DE TODAS. Até entre os gregos se criaram duas correntes de filosofias, a primeira originada em Sócrates, a outra em Aristóteles. Nos detalhes são diferentes, no conteúdo não são. A bem da verdade as filosofias gregas e cristãs são muito iguais, foi o primeiro ponto de inflexão do reconhecimento de dois mundos no Universo, o Material explicado pelos religiosos a partir da religião, e o Espiritual, também explicado pelos religiosos a partir da mesma religião. Gregos e Cristo questionaram praticamente no mesmo instante e até local, OS EQUÍVOCOS QUE OS RELIGIOSOS COMETIDOS AO INTERPRETAR ESCRITOS, que na arelidade tinham muito mais o objetivo moral do homem como sociedade humana.
        Até hoje ainda estamos patinando nos pensamentos gregos e cristãos, PORQUE CONTINUAMOS INTERPRETANDO DE FORMAS EQUIVOCADAS. A ciência cujo paradigma é de fato o intelecto, tem metido o bedelho na moral que é da religião, pelo simples fato de que não estamos encontrando CADA MACACO NO SEU GALHO, e ai surgem os atritos.

        Mas valeu a réplica. Você se apoia quase que exclusivamente na ciência, e me apoio nos tres acervos do conhecimento humano, que são as artes (surgiram primeiro, basta ver com os arqueólogos), a religião e a ciência na realidade apenas na sua própria infância.
        Quer ver um exemplo banal? ONDE VÃO PARAR OS LIXOS E DEJETOS DE UMA COLMEIA QUE É UMA IMENSA CIDADE URBANA, TECNOLÓGICA E DENSAMENTE POVOADA? E não stamos aí às voltas com os lixos que produzimos nas nossas cidades, QUE SE TORNAM DE FATO, FÁBRICAS DE LIXOS? Que tal a ciência descobrir como esses bichinhos trabalham há milhões de anos? E apenas por “seleção natural”?

        Estou levando a disscussão para o campo meramente filosófico, que é de fato os tais criacionismos e evolucionismos.
        Fatos são fatos que vemos com os recursos que dispomos no devido tempo. Aristóteles viu o “fato das coisas caírem para a Terra”, não poderia saber que as coisas de fato não caem para Terra, são atraídas por ela!! Newton viu isso dois mil anos depois, COM MAIS RECURSOS EVIDENTEMENTE. Darwin “viu suas observações”, nunca sequer imanginaria o DNA que hoje pode contar a história de forma melhor, COMO A TABELA PERIÓDICA CONTA A HISTÓRIA DOS ELEMENTOS ATRAVÉS DOS ÁTOMOS. Imagine se os químicos fossem fazer essa tabela baseados nas observações subjetivas de cada um, como ainda é feita a Árvore da Vida!!

        arioba;

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