COGITO ERGO SUM (Penso, logo existo)

Penso, logo existo?

Descartes

Hamelet pensava bastante, mas era apenas um personagem fictício de Shakespeare!!!
Nem tudo que pensa existe, nem tudo que existe pensa, muitas coisas passam a existir pela nossa definição do que ele vem a ser! Alias, uma pedra só é uma pedra por uma definição nossa, segundo Sartre.
Ao tentar re-argumentar a ideia de que Deus existe (por sinal, ideia velha da idade média) Descartes parte da suposição de que o pensamento de Deus contém também sua existência, ou, o pensamento contém o próprio pensado, uma ideia usada por defensores do criacionismo de que Deus é a causa de sua existência portanto criou a si mesmo. Se Deus existe ele pode, e nos engana quando quer, portanto nossos sentidos nos enganam, se Deus não existe então nossos sentidos são imperfeitos, e por sermos imperfeitos somos criação divina pois se fossemos perfeitos desejaríamos a imutabilidade, infinitude e sabedoria do que chamamos de Deus. Nossa imperfeição (ou a falha de nossos sentidos,) sempre se converte em um argumento a favor de Deus na argumentação Descartes. Como então o homem poderia ser imagem e semelhança de Deus sendo imperfeito? E realmente, se penso, logo existo? O que ele oferece a mais além da própria existência? Quais adjetivos ele pode fornecer a respeito do sujeito pensante? Seria o “Penso, logo existo” uma tentativa de revitalizar a argumentação de agostinho de “Erro, portanto existo”, pois não se erra não existindo? Porque a duvida metódica de Descartes, reflexão que deixa de lado qualquer crença cuja verdade possa ser contestada, não se aprofundou mais na existência de Deus?

Scritto da Rossetti

15 thoughts on “COGITO ERGO SUM (Penso, logo existo)

  1. A VERSÃO CARTESIANA (parte 1) [citação de monografia]”ALISON VANDER MANDELI ”
    Passemos a versão da prova ontológica de Descartes, conforme aparece na Quinta Meditação da obra Meditações Metafísicas. Para melhor compreensão da prova cartesiana, seguindo Curley (1997, p.52), devemos partir da seguinte premissa: ―Tenho ideias de coisas que, quer existam, quer não existam, e quer eu pense nelas ou não, têm naturezas imutáveis ou essências‖. Descartes defende essa pressuposição apresentando um exemplo matemático:
    Como, por exemplo, quando imagino um triângulo, ainda que não haja talvez em nenhum lugar do mundo, fora de meu pensamento uma tal figura, e que nunca tenha havido alguma, não deixa, entretanto, de haver uma certa natureza ou forma, ou essência determinada, dessa figura, a qual é imutável e eterna, que eu não inventei absolutamente e que não depende, de maneira alguma, de meu espírito. (DESCARTES, MEDITAÇÕES V, § 5)

    Mesmo sem saber se fora do meu pensamento existem realmente triângulos , posso, a partir da ideia que tenho, demonstrar diversas propriedades deles, por exemplo, que a soma de seus ângulos internos é igual a 180º graus, ou que o maior lado é oposto ao maior ângulo, dentre outras.
    Não criamos nem inventamos as verdades da matemática. Elas possuem uma natureza ou essência imutável, e podemos pensar e deduzir novas propriedades dessas verdades, mesmo sem saber se realmente existem os objetos matemáticos. Diante da clareza e distinção dessas ideias não há como o espírito concluir que tais ideias são falsas, mesmo, como eu disse, se não soubermos se essas ideias possuem correspondentes na realidade. Não há como concluir como falsa a proposição ―a soma dos ângulos de um triângulo é 180º‖, a não ser por uma patologia que atinge a razão.
    Munido dessa pressuposição inicial, Descartes apresenta o conteúdo de uma de suas ideias, a saber, a ideia de Deus. Segundo Descartes, Deus é um Ser Sumamente Perfeito, e Curley em seu artigo, acha que Descartes pretendia que essa definição fosse compartilhada por todos (1997, p.55). Como destacado na primeira premissa, as ideias matemáticas têm naturezas ou essências imutáveis, e raciocinando sobre elas podemos concluir várias coisas. E se usarmos o mesmo método com a ideia de Deus? O que podemos concluir?
    Habituado em todas as outras coisas a fazer distinção entre a existência e a essência, persuado-me facilmente de que a existência pode ser separada da essência de Deus e de que, assim, é possível conceber Deus como não existindo atualmente. Mas, não obstante, quando penso nisso com maior atenção, verifico claramente que a existência não pode ser separada da essência de Deus, tanto quanto da essência de um triângulo retilíneo não pode ser separada da grandeza de seus três ângulos iguais a dois retos ou, da ideia de uma montanha, a ideia de um vale; de sorte que não sinto menos repugnância em conceber um Deus (isto é, um ser soberanamente perfeito) ao qual falte existência (isto é, ao qual falte alguma perfeição), do que em conceber uma montanha que não tenha vale. (DESCARTES, MEDITAÇÕES V, § 7)
    Segundo Descartes, quando analiso a ideia de Deus que existe em meu espírito, devo concluir necessariamente sua existência. Ele pressupõe, na passagem acima, que ―existência‖ é uma perfeição. Ora, se Deus é um ser soberanamente perfeito, ele deve possuir todas as perfeições, inclusive a perfeição de existir. Não somos livres para pensar um Deus sem existência. A ideia de Deus nos impõe a conclusão de sua existência, da mesma forma que a ideia de um triângulo impõe a conclusão de que a soma de seus ângulos seja 180º.
    Podemos formalizar o argumento da seguinte forma:
    a) Deus é um ser sumamente perfeito (ou dito de outro modo, um ser que possui todas as perfeições);
    b) Existir é uma perfeição;
     Deus existe
    Alquié (1999, p.58) diz que se enganam os que consideram a prova ontológica de Descartes falaciosa por contrabandear a conclusão na primeira premissa. Esconde-se o predicado existir na premissa e depois ele é extraído na conclusão. Não se trata disso, pois, segundo esse comentador, é a própria ideia de Deus, e somente ela, que impõe ao nosso espírito a conclusão de sua existência necessária. Se o raciocínio quanto à existência de Deus estiver errado, estarão erradas também todas as conclusões da matemática, pois o processo dedutivo é o mesmo:
    Nada pode esclarecer melhor esses espíritos [aqueles que acham o argumento ontológico falacioso, pelo motivo que citei] que a aproximação entre o argumento ontológico e a matemática, em que acreditam. Nas ciências matemáticas, eu posso enunciar com verdade o que é o círculo, o que é o triângulo, sem começar por saber se existe no mundo um triângulo ou um círculo. Do mesmo modo, a prova ontológica estabelece a existência de Deus simplesmente a partir da sua essência: ela deve, portanto, observa Descartes, passar por pelo menos tão certa como as verdades matemáticas (ALQUIÉ, 1999, p.58).
    A passagem abaixo parece corroborar a tese de Alquié:
    Pois, com efeito, reconheço de muitas maneiras que esta ideia não é de modo algum algo fingido ou inventado, que dependa somente de meu pensamento, mas que é a imagem de uma natureza verdadeira e imutável. Primeiramente, porque eu nada poderia conceber, exceto Deus só, a cuja essência a existência pertence com necessidade.
    (DESCARTES, MEDITAÇÕES V, § 10)
    Em resumo, o argumento cartesiano é como segue: A ideia de um ser Sumamente perfeito é concebível, e normalmente chamamos essa ideia de ―Deus‖. Ora, da mesma forma que da ideia do triângulo, se pode deduzir que o maior dos seus ângulos é frontal ao maior lado, e isso, como já disse, sem supor que exista qualquer triângulo, também da simples ideia do ser sumamente perfeito, isto é, aquele ser que possui todas as perfeições, se pode deduzir que Deus existe. Porque, se Deus não possuísse a existência, faltar-lhe-ia uma perfeição, o que é contrário à sua própria definição.

    • E como a existência pode ser separada da essência de Deus? Será que mesmo sem a essência da ideia de Deus ele existiria? Sem o homem para dobrar seus joelhos existiria Deus?
      Em que momento a essência de Deus pode se desgarrar da ideia de existência? Compreendo que há momentos em que a essência parece vir depois da existência, como o sentido da vida, no caso do existencialismo de Sartre. Mas
      Compreendo que a prova ontológica estabelece a existência de Deus simplesmente a partir da sua essência, mas como manifestar a existência de Deus? Embora não saibamos se ha um mundo de triângulo e círculos temos uma ideia do que seja antes mesmo de cria-lo, e se tal argumento fomente inda que filosoficamente a essência e/ou existência de Deus ele é amplo o suficiente para justificar outros seres tão sobrenaturais quanto a Deus? Partindo dessa concepção então a alegação dos ateus do monstro do spaguetti justifica sua existência ainda que em essência, ou meramente em essência?
      Me parece pouco prático esse argumento de Descartes, talvez uma ferramenta unicamente criada para justificar a crença em Deus embora a ideia de Descartes de colocar Deus e a matematica no mesmo plano sejam admiráveis. Me aprece que funciona para Deus ou qualquer coisa que existencialmente não seja justificada!!!

  2. Rossetti, este é um de uma lista de argumentos Teísta.
    Segue os outros mais comuns;
    ARGUMENTO FISICO-TEOLÓGICO (ARGUMENTO DO DESÍGNIO),
    ARGUMENTO COSMOLÓGICO,
    ARGUMENTO ONTOLÓGICO e
    VERSÃO ANSELMIANA.

    Tenho a refutação destes argumentos, achas melhor esperar por mais participantes?

    • Não entendi, voce esta querendo refutar a ideia de Deus ou querendo apoia-la?

      O argumento cosmológico já me parece bastante surrado, até mesmo porque o Craig permitiu isso!!!

      Se voce se sentir a vontade no facebook tem uma comunidade chamada ‘Evolução biológica e Criacionismo” Pode participar com os participantes de la!!!

    • Se voce quiser descrever a sua refutação da ideia de Deus eu posto aqui, sem problema algum, ainda mais falando de filosofia. Seria interessante.
      Coloco os créditos em seu nome se problema algum Gouvea!!!

  3. “MUDEI A ORDEM E RUMO DO DEBATE, UM POUCO E DEIXO CLARO QUE VOLTAREMOS A REFUTAR A ARGUMENTAÇÃO DE RENE DESCARTES”

    [….]EXEMPLOS DA TEOLOGIA NATURAL
    [citação de monografia]“ALISON VANDER MANDELI ”
    A teologia natural pode ser definida como o projeto voltado à produção de claras e coerentes explicações da natureza de Deus e de argumentos convincentes para demonstrar sua existência. Deve partir de premissas acessíveis a todos, independentes da tradição religiosa ou de algum tipo de revelação divina (cf. SWINBURNE, 2001, p.03; TALIAFERRO, 2010, p.196). A teologia natural tem uma história longa e impressionante, que chega aos alvores do cristianismo. Grandes pensadores do mundo ocidental fazem parte dessa tradição. O espírito da teologia natural pode ser ressaltado na frase de Whichcote: ―Não existe nada verdadeiro na divindade que seja falso na filosofia, ou o contrário‖ (cf. CRISP, 2009, p.33). Neste tópico daremos alguns exemplos do tipo de pensamento desenvolvido pela teologia natural, para depois percebermos a oposição e distanciamento de Wittgenstein em relação a ela.
    Muitas provas da existência de Deus foram formuladas pela tradição teológico/filosófica. Podemos iniciar classificando essas provas para facilitar a exposição e o estudo das mesmas.
    Kant diz que existem três caminhos possíveis para tentarmos fundamentar argumentos em favor da existência de Deus. Esses argumentos:
    […] ou começam com a experiência determinada e com o modo de ser do nosso mundo dos sentidos conhecido através dela, daí ascendendo segundo leis da causalidade até a causa suprema fora do mundo; ou põe empiricamente como fundamento somente uma experiência indeterminada, isto é, uma experiência qualquer; ou finalmente, abstraem de toda a experiência e de modo totalmente a priori inferem de simples conceitos a existência de uma causa suprema. A primeira prova é a físico-teológica, a segunda é a cosmológica e a terceira a ontológica. (KANT, CRP, A591- B619)
    Esses três tipos de provas são recorrentes na história da filosofia e reconstruiremos cada uma delas a partir de agora. Apenas um último comentário. Poderíamos, para nossos propósitos, apresentar argumentos que tentassem provar a inexistência de Deus, (o que Plantinga chamaria de Ateologia Natural), pois o que está em jogo aqui não é a posição no debate, mas os pressupostos do debate. Escolhemos provas da existência, pois pensamos que elas revelam melhor os pressupostos da VF que, no fim das contas, são aceitos tanto pelos crentes quanto pelos descrentes adeptos dessa visão. Passemos à reconstrução das provas.[…]

  4. O argumento cosmológico afirma deve haver uma causa final de todas as coisas existentes. E esta causa afirma ser Deus.
    Vamos as premissas:
    1. As coisas existem.
    2. É possível essas coisas não existirem.
    3. Qualquer coisa tem a possibilidade de não-existência, todavia existe, se foi causada existir.
    A. Algo não pode vir a existência desde que deve existir para se vir a existência o que é ilógico.
    Não pode haver um número infinito de causas para se trazer algo a existência.
    . Porque uma regressão infinita de causas não tem nenhuma causa inicial que significa que não há nenhuma causa de existência.
    A. Já que o Universo existe, deve haver uma causa.
    Deve haver uma causa de todas as coisas, portanto.
    Essa causa deve ser Deus.
    Tomás de Aquino (1224-1274) tinha uma versão do argumento cosmológico chamado Argumento do Movimento. Ele declarou que as coisas em movimento não puderam vir a movimento mas devem ter sido causadas a movimento. Por isso, não pode haver uma regressão infinita de movimentos. Então, deve haver um Movedor. Este Movedor deve ser Deus.

    Fraquezas do argumento
    Uma das fraquezas deste argumento é que se todas as coisas necessitam uma causa para existir, então o próprio Deus também deve, por definição, necessitar de uma causa a existir. Mas isto só empurra para trás e implica que deve haver um número infinito de causas que não podem existir. Isto é paradoxal. Então se você pensar bem, por definição, Deus é sem causa. Logo, Deus existe como causa inicial de todas as coisas, mas não existe uma causa inicial para Deus.
    Fonte: http://logoshp.6te.net/APOcos.htm

    (Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus!Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem pois conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque Dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém! Romanos 11: 33-36. Ele é o princípio de todas as coisas, Ninguém o criou, e todos foram criados por Ele.)

    Alguém, poderia continuar apresentando as informações dos demais argumentos?

    Tank you!

    • Então por uma questão de eliminar infinitudes sobre a origem das coisas dizemos que foi Deus que criou e não importa de onde ele veio?
      Ou seria melhor crer que Deus é eterno, porque se realmente for, entao o universo poderia ser tambem do ponto de vista da fisica e portanto nao precisa de origem, assim, continua-se desprezando a necessidade de Deus para explicar por que as coias existem, elas simplesmente existem inclusive sem a necessidade de Deus.

  5. Descu´lpem-me os caros colegas, mas vou meter o bedelho na discussão.
    A coisa se complica quando queremos “provar”, o que é pouco provável, até pelos meios que dispomos. COMO PROVAR A EXISTÊNCIA DE UM OVNI SE NÃO TEMOS COMO ‘PROVAR’? Mas a questão é sae existe ou não, o mesmo se diz de Deus, e até do ponto ed da reta. Entender não é saber, essa é a grande confusão que fazemosz.
    arioba.

    • Exato, como sabemos que Deus existe? além da mera intuição? Existe ontologicamente, mas até ai, gnomos também!!!

      Como provamos a existência de Deus, alma, espirito, paraíso e infernos e não testavel. Cientificamente nao…pode fazer sentido do ponto de vista teologico, mas até isso corresponder ao mundo real é outra coisa. Não é questão de achar que só aquilo que é testavel existe, mas a ciencia é cega para o que nao é passivo de mensuração. É um limite epistemologico e deve ser respeitado.
      Concepção de Deus, fica restrita a fé…..creia pela fé……
      A questao é que o crente (todos que crem em divindades) geralmente não entendem e não sabem o que é Deus. Não é nem dedutivo, é um palpite, uma ideia, uma especulação, uma palavra…. nada mais do que disso

      • Bem Rossetti, a questão é esta: VOCÊ CONHECE A GRAVIDADE, OU A ELETRICIDADE OU A TEMPERATURA?
        Mas consegue “constatar” seus efeitos? E ISSO NÃO JUSTIFICA SUA EXISTÊNCIA?
        Então, se você encontrar para você mesmo o “efeito” de Deus, ele existe para você, e é claro que pode não existir para outros, CUJOS EFEITOS NÃO SÃO PERCEPTÍVEIS. Alguém que não tenha tato, NÃO TEM COM CONSTARA A TEMPERATURA, e ela não existe por isso?
        Você já percebeu que apenas uns poucos consegeum os tais OVNIs? Por isso eles não existem? A PERGUNTA SERIA, por que apenas alguns conseguem ver o que a maioria não vê?
        SE QUER UMA RESPOSTA, LEIA A DOUTRINA ESPÍRITA, lá está escrito em linguagem clara e compreensível, não precisa de crença alguma nem em Deus!
        arioba

        arioba.

  6. “Se Deus não existir, então a vida não tem sentido, valor e propósito. Sentido, tem a ver com o significado, com o porquê algo importa. Valor, tem a ver cm o bem e o mal, o certo e o errado. Propósito tem a ver com a finalidade, com a razão de algo existir. Se Deus não existir, então sentido, valor e propósito são em última análise, meras ilusões humanas. Óh, que coisa terrível! Em um mundo sem Deus, quem pode nos dizer quais os valores são errados? Nesse mundo não pode existir certo e errado, mas somente nossos juízos pessoais relativos e subjetivos. Pense no que isso significa! Significa que é imposível condenar a guerra, a opressão, os crimes ou o mal. […]Em um universo sem Deus, não há bem e mal – há apenas “ a realidade nua e crua, sem valor da existência, e não há ninguém para dizer se você está certo ou errado. […] Em um universo sem Deus: não há esperança nem propósito.
    (Extraído do Livro: Em guarda. Autor: Willian Craig. Editora Vida Nova)”

    • Cara Talita, INSISTO NESTE SITE QUE NÃO CRITICO A CRENÇA DE NINGUÉM, todos vivemos de nossas crenças, sejam lá quais forem.
      Trata-se de entender posturas e argumentos sobre elas. Tanto quanto você garanto que sou religioso, ainda que é diferente de ser “cliente de alguma igreja”. Você precisa de um emprego, POUCO FAZ SE NA GM OU NA PETROBRAS! Igreja é “empresa” como outra qualquer.
      Algumas perguntas sobre seus arbumentos.
      a) HAVIA DEUS PARA O HOMO-SAPIENS OU PARA OS ANIMAIS, PLANTAS ETC.? Havia porque “nós imaginamos que havia” para eles não fazia a mínima importância. Um cão entra na igreja porque encontra a porta aberta, o mesmo para uma formiga ou jacaré. PENSAM EM DEUS? E a Vida não existia antes, como existe agora?
      É questão de “argumento” por uma crença só isso.
      b) O que você entende por certo ou errado? É certo matar? E ALGUM SER-VIVO VIVE SE NÃO FOR DA MORTE DE OUTRO? O que é certo ou errado?
      É exatamente o que entendemos por infringir ou não UMA LEI CONHECIDA. A qeustão é quando se desconhece a lei. A FORMIGA MATA A PRÓLPRIA ESPÉCIE PORQUE SÓ CONHECE A LEI DA VIDA QUE ELA APRENDEU NA SUA “GESTAÇÃO”. É só isso, sem lei, NÃO HÁ CERTO OU ERRADO. E quem faz as leis dos homens? É Deus? Você acha que é Deus que estabelece as tregras e leis da igreja A, ou B, ou C?
      Ah, eu acredito eu o Papa é inspierado por Deus! ISSO É SUA CRENÇA, PODE NÃO SER E NÃO É A MINHA!

      arioba.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s