MICHAEL DENTON, É AGORA UM EVOLUCIONISTA

Michael John Denton

Michael John Denton

No livro “Nature’s Destiny” o anti-evolucionista Michael Denton se transforma em um “evolucionista”.

Veja a citação do livro:

É importante ressaltar desde o início que o argumento apresentado aqui é totalmente coerente com o pressuposto naturalista básico da ciência moderna – que o cosmos é uma unidade perfeita, que pode ser compreendido em última análise, em sua totalidade pela razão humana e na qual todos os fenômenos, incluindo a vida e a evolução e a origem do homem, são em última análise explicáveis ​​em termos de processos naturais. Esta é uma suposição que é totalmente oposto ao da chamada “escola criacionista especial.” De acordo com o criacionismo especial, os organismos vivos não são formas naturais, com origem e de design que foram construídos dentro das leis da natureza, desde o início, mas sim formas contingentes análogas em essência aos artefatos humanos, o resultado de uma série de atos sobrenaturais, envolvendo a suspensão da lei natural. Contrariamente à posição criacionista, todo o argumento aqui apresentado é extremamente dependente da presunção da continuidade ininterrupta do mundo orgânico – ou seja, sobre a realidade da evolução orgânica e na presunção de que todos os organismos vivos da Terra são formas naturais, no sentido mais profundo da palavra, não menos natural do que os cristais de sal, átomos, cachoeiras, ou galáxias“.

(Página XVII-XVIII).

Em Nature’s Destiny Denton refere-se a Kaufmann e deDuve, para mostrar que, dadas as condições iniciais corretas, a origem da vida e evolução é inevitável.

Podemos encontrar evidência crucial em seu livro que ele convertido em evolução? A passagem-chave, ocorre no parágrafo “a proximidade de toda a vida na sequencia de DNA” Deve ter sido o insight chave para Denton:

Uma das descobertas mais surpreendentes que surgiu a partir de sequenciamento de DNA tem sido a descoberta notável de que os genomas de todos os organismos estão agrupados muitos próximos entre si em uma pequena região de sequencia de DNA espaçador formando uma árvore de seqüências relacionadas que podem ser interconvertidos por meio de uma série de pequenos passos incrementais naturais…..Assim, as descontinuidades abruptas, acima referidas, entre os diferentes órgãos e adaptações e diferentes tipos de organismos, que têm sido a base de argumentos anti-evolutivos para o século passado, já diminuiu muito no nível do DNA. Organismos que parecem muito diferente em um nível morfológico podem ser muito próximos uns dos outros no nível do DNA

Notas importantes:

Stuart Kaufmann: At Home in the Universe (1995). É instrutivo comparar o que Phillip Johnson escreveu sobre Stuart Kaufmann: “….e alguns socorristas plausíveis vão convidar os oficiais a se refugiar em botes salva-vidas eletrônicos equipados com equipamentos de alta tecnologia como conjuntos autocatalíticas e modelos computacionais de sistemas auto-organizados“. (Darwin on Trial, 1993). É claro que há agora uma folga entre Johnson e Denton (1998). A razão mais importante, porém, é que Denton aceita a hipótese naturalista da ciência, que Johnson rejeita. Michael Behe ​​escreveu algumas “palavras de louvor” na capa traseira do livro Nature’s Destiny, Johnson está ausente.

Em 1986 Denton se esquece de mencionar a si mesmo.

Even at the ARN website you can read about Denton and Paul Nelson (of the Discovery Institute) going at it on their way to a “Mere Creation” conference: First stop, who gets in but Paul Nelson. Paul and I have known each other. Then Thane Ury (Bethel College) gets in. We start talking and then son-of-a-gun Paul says, “There is Michael Denton”–I couldn’t believe it. Lean 50-ish guy with a shock of white, close-cropped hair wearing a shirt that looks like the top for a pair of long underwear. I spent two weeks one summer vacation in Montana outlining various chapters from Evolution: A Theory in Crisis just to drive out the Darwinian poisons I imbibed from my mother’s milk. The biggest shock was finding he is so engaging and approachable! He and Nelson started dukeing it out right away. It was fantastic. Here I was with a bad cold, barely holding on to my name tag, fortunate to have taken all the right turns thus far–and bango, the conference starts en route. Paul says “common ancestry is an assumption.” Denton says, “the such-and-such goes down and around the something else and why doesn’t it just go straight across?” And Paul says, “But how do you know that the down and around isn’t optimal?” I remember that point. Then Denton says, “Yeah but when you have delivered as many babies as I have you notice things.” He gestures downward with both hands cupped as though he is about to deliver one. He says “Right after they are born they go like this”–he then does a grasping motion with both hands raised. In my semi-fevered state I saw a new born hominid grasping its mothers’ fur–right there in the van. He gave a name for the reflex [primate grasp] but even without it I could see that he knew a thing or two about how our kind and kin are born. The conversation in the van was not really a conversation. Denton started talking and gesturing in a very distinctive fashion. He makes his points by jabbing the air with his middle finger–quite unselfconsciously. Possibly this too is a primordial rhetorical reflex with an interesting aeteology. Denton proceeded to develop an evolutionary cosmology, the point of which is that there is abundant evidence for common descent and it is equally clear that evolution is directed and programmed. Indeed Denton affirmed two things–and this is apparently the thesis of his book now under contract at Simon & Schuster–that humankind literally is the point of creation and he is the end product of a divine design. Paul seemed to just let him go, but I sensed Paul was saving up for another time.

Fonte: ETB-Darwin

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