GRANDE PARTE DA ÁGUA DA TERRA É MAIS VELHA DO QUE O SOL. (Comentado)

Grande parte da água da Terra e em outros lugares do sistema solar provavelmente antecede o nascimento do sol, um novo estudo relata.

Os planetas formam na presença de água abundante interestelar herdada como sorvetes da nuvem molecular pai.  Crédito: NASA / JPL-Caltech / R. Hurt (SSC-Caltech) / ESO / J. Unidade Emerson / VISTA / Cambridge Astronomical Pesquisa

Os planetas se formaram na presença de água interestelar e herdaram nuvens de gelo molecular. Crédito: NASA / JPL-Caltech / R. Hurt (SSC-Caltech) / ESO / J. Unidade Emerson / VISTA / Cambridge Astronomical Pesquisa

A descoberta sugere que a água é comumente incorporada em planetas recém formados através da galáxia Via Láctea e além, disseram pesquisadores – uma boa notícia para qualquer um que espera que a Terra não é o único mundo a abrigar vida.

“As implicações do nosso estudo são que interestelar água gelada notavelmente sobreviveu ao processo extremamente violento de nascimento estelar para então ser incorporada em corpos planetários”, diz o principal autor do estudo Ilse Cleeves, um Ph.D. astronomia estudante da Universidade de Michigan,

“Se a formação do nosso sol era típica, gelos interestelares, incluindo água, provavelmente sobrevivem e são um ingrediente comum durante a formação de todos os sistemas extra-solares”, acrescentou Cleeves. “Isto é particularmente interessante dado o número de sistemas planetários extra-solares confirmados até o momento – que também tinha acesso abundante a água promovendo a vida durante a sua formação.”

Os astrônomos descobriram cerca de 2.000 exoplanetas até agora, e muitos bilhões provavelmente espreitam sem ser detectados nas profundezas do espaço. Em média, cada estrela da Via Láctea é vista acolhendo pelo menos um planeta.

Sem título

O conceito do artista que mostra a seqüência temporal de gelo e de água, a partir de pai nuvem molecular do Sol, viajando através dos estágios de formação de estrelas, e, eventualmente, sendo incorporado no sistema planetário em si. Crédito: Bill Saxton, NSF / AUI / NRAO

Água, água por toda parte

O nosso sistema solar é abundante em água. Oceanos espirram não apenas na superfície da Terra, mas também sob as conchas geladas da lua Europa, de Júpiter e de Enceladus, satélite de Saturno. E a água congelada encontrada na lua da Terra, em cometas, nos pólos de Marte e até mesmo dentro de crateras sombreadas em Mercúrio, o planeta mais próximo do sol.

Cleeves e seus colegas queriam saber de onde toda essa água veio.

“Por que isso é importante? Se a água no início do sistema solar foi herdada principalmente como o gelo do espaço interestelar, então é provável que gelos semelhantes, juntamente com a matéria orgânica pré-biótico que eles contêm são abundantes na maioria ou em todos os discos protoplanetários ao redor formando estrelas”, disse o co-autor Conel Alexander, do Instituto Carnegie para a Ciência, em Washington, DC, disse em um comunicado.

“Mas se a água do sistema solar primitivo era em grande parte o resultado de processamento químico local durante o nascimento do sol, então é possível que a abundância de água varie consideravelmente na formação de sistemas planetários, o que, obviamente, tem implicações para o potencial para o surgimento da vida outros lugares”, acrescentou Alexander.

A água pesada e ‘normal’

Nem toda a água tem o H2O como “standard“. Algumas moléculas de água contêm deutério, um isótopo pesado do hidrogênio que contém um próton e um nêutron em seu núcleo. (Isótopos são versões diferentes de um elemento cujos átomos têm o mesmo número de prótons, mas números diferentes de nêutrons. O isótopo de hidrogênio mais comum, conhecida como Protium, por exemplo, tem um próton, mas nenhum nêutron.)

Porque eles têm massas diferentes, deutério e protium comportam-se de maneira diferente durante as reações químicas. Alguns ambientes são, portanto, mais propício para a formação de água “pesada” – incluindo os lugares super-frios, como o espaço interestelar.

Os pesquisadores construíram modelos que simularam reações dentro de um disco protoplanetário, em um esforço para determinar se os processos durante os primeiros dias do sistema solar poderiam ter gerado as concentrações de água pesada observadas hoje nos oceanos da Terra, material de cometas e amostras de meteoritos.

A equipe reiniciaram os níveis de deutério a zero no início das simulações, em seguida, assistiram para ver se gelo suficiente enriquecido com deutério pode ser produzido dentro de 1000 mil anos – uma vida padrão para discos de formação planetária.

A resposta foi não. Os resultados sugerem que até 30 a 50% da água dos oceanos da Terra e talvez 60 a 100% da água em cometas originalmente formados no espaço interestelar, antes de o sol nascer. (Estas são as estimativas de alta qualidade geradas pelas simulações, as estimativas de low-end sugerem que pelo menos 7% da água dos oceanos e, pelo menos, 14% da água dos cometas antecedem o sol.)

Embora essas descobertas, publicadas hoje na revista Science, serão sem dúvida de interesse para os astrobiólogos, eles também ressoaram com Cleeves em um nível pessoal, disse ela.

“Uma fração significativa da água da Terra é provável incrivelmente antiga, tão antiga que antecede a própria Terra”, disse Cleeves. “Para mim, descobrir esses tipos de ligações diretas entre a nossa experiência diária e da galáxia em geral é fascinante e coloca uma perspectiva maravilhosa sobre o nosso lugar no universo”.

Fonte: Science Daily

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Comentários internos

Infelizmente, criacionistas avistaram esta novidade acadêmica e claramente fizeram suas distorções para tentar encaixar com a mitologia da criação. Um site criacionista chegou a afirma que:

“…se observarmos melhor esta descoberta, notaremos que os resultados metafísicos desta pesquisa encaixa-se mais para a filosofia bíblica (criacionismo) do que a naturalista (evolucionismo). Veja o que está escrito no livro de Gênesis 1: 2, (“E a terra era sem forma e vazia, trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”). E depois leia Gênesis 1: 3, (“Disse Deus, haja Luz, e houve luz”). Viu? Segundo os relatos bíblicos, a água já existia há muito tempo, mesmo antes da criação da terra e o sol veio a existir no quarto dia da criação. Sendo assim, ponto para nós criacionistas! Se realmente esta pesquisa for comprovada, podemos dizer mais uma vez que, a ciência sempre estará do lado da bíblia.”

Infelizmente para o autor desse texto, o experimento segue as normas acadêmicas do que se entende por ciência, diferente do criacionismo, e a metafísica é utilizada de modo errôneo e pejorativo pelo autor. A metafísica infelizmente foi descontextualizada de seu propósito geral desenvolvido por Aristóteles, e se tornou sinônimo de senso comum, posicionamento unicamente religioso e carrega profundamente as tendências do filósofo. O texto acima traz uma constatação científica, que pode ser discutida no sentido metafísica o no que se refere a questões sobre a natureza da vida, o que se entende por vida e seus precursores e o que a causa.

Quanto á ordem dos eventos, não tem significado algum, pois se água se formou anteriormente ao sistema solar, devemos lembrar que o nosso sistema não é o único em nossa galáxia, e muitos outros se formaram anteriormente ao nosso.

A narrativa bíblica toma com referência a Terra como sinônimo de Universo, ou de seu centro. A Terra perdeu seu posto de centro de universo. Nosso planeta não é mais o único, existe muito outros. Muitos deles têm o potencial para origem e sustentação da vida. Nosso sistema solar não é único, nem nossa galáxia. Talvez nem mesmo nosso universo. A bíblia traz uma narração pobre do ponto de vista astronômico que comumente é tomada como pressuposto absoluto de verdade. Outra questão que a “filosofia bíblica” não faz, por incompetência ou por má-intenção, é um aprofundamento crítico sobre o significado dessas descobertas. Por exemplo, qual a função da presença de água em Saturno? Mercúrio e Marte? Qual natureza dessa informação segundo a teologia bíblica?

Para a ciência, o fato de existir água em outros planetas informa que houve um processo natural de formação dos recursos hídricos, razão pela qual a água é distribuída em diversos planetas. Do ponto de vista bíblico, qual a função da água nesses outros planetas?

Infelizmente, o comentarista parece desconhecer a estrutura de revolução científica pautada por Khun e a metafísica, desde sua formulação e tendências históricas até a sua proposta de discutir a realidade do mundo que nos cerca.

O comentarista faz uma citação teológica para tentar justificar que a ciência esta comprovando legitimamente um relato mitológico. Essa afirmação além de ser tendenciosa e descontextualizada, poderia nos levar a questionar “Que Deus tão poderoso é esse que precisa de comprovação científica para ser avistado?”

O texto destaca um estudo publicado na Revista Science que pontua a favor da ciência, uma vez que demonstra que a água veio parar na Terra por mecanismos astronômicos mais antigos que a origem do sistema solar. Distorcer a ciência ou a religião para que ambas se juntem para justificar fenômenos teológicos e místicos não e fazer ciência, e tão pouco religião. Isso é desonestidade intelectual.

Não é ciência porque o método científico não se encaixa sobre dogmas místicos do cristianismo ou qualquer outra denominação com fundamentos sobrenaturais. Não é religião, porque a crença em Deus deve ser constituída pela fé e não sobre constatação empírica de Deus. Somando-se ao fato de que a leitura literal de Gêneses é claramente empobrecida já que não há apresentado critérios sobre quando uma passagem é literal ou metafórica.

Por exemplo. Um citação de Gêneses é muito usada para justificar a literalidade da criação, exceto em Gêneses 1 versículo 7 onde se destaca o firmamento.

“GN 1-7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento”.

Essa é uma escolha convencional feita pelos criacionistas, já que não faz sentido pressupor que a Terra seja coberta por uma abóboda. E novamente a questão das águas aparece nesse versículo, e novamente não faz sentido algum, considerando que a proposta que suportaria tal alegação seria a “teoria” das hidroplacas, que criacionistas como Adauto Lourenço defendem. Essa proposta já foi criticada até por criacionistas da Terra antiga por não fazer sentido algum com a bíblia. E mais, a proposta das hidroplacas já foi descartada pela geologia uma vez que a tectonia das placas explica mais e melhor os fenômenos geológicos da Terra. Este é o paradigma vigente.

Segundo a bíblia, a Terra já foi plana, centro do universo, coberta com uma cúpula e com 6 mil anos de idade. Hoje sabemos que a Terra é geóide, não há cúpula alguma cobrindo o planeta, existem diversos planetas, sistemas solares e galáxias no universo, as águas vieram do espaço em um sistema solar de cerca de 5 bilhões de anos.

Julgue você mesmo se este ponto vai para o criacionismo ou para o critério científico.

Victor Rossetti

Palavras Chave: NetNature, Rossetti, Água, Astronomia, Vida, Ciência, Criacionismo, Pseudociencia.

9 thoughts on “GRANDE PARTE DA ÁGUA DA TERRA É MAIS VELHA DO QUE O SOL. (Comentado)

  1. No Genesis o Sol e as ESTRELAS só foram criados dias depois do primeiro dia. E a água no cosmo que esta página se refere e que alimentou a Terra veio de SUPERNOVAS, isto é, outras estrelas que explodiram antes da formação do Sol e da Terra (formando não só água como também os elementos até o urânio)! O então céu não estava vazio e neste ponto o Genesis cai por terra (sem trocadilho).

    Mas quem disse que os criacionistas vão ligar para esse último lapso?

  2. E porque se preocupar com o que os criacionistas pensam? Quem acredita em deuses jamais deixará de acrescentar mais um motivo para mostrar sua fé é certeza nas fábulas criadas pelo homem para iludir outros homens.

  3. Por bom tempo os criacionistas serão maioria. Não há explicação que suplante essa pressão. Mas também não há pressão que se sustente eternamente.

  4. Vale ressaltar que toda essa água, provavelmente na Nebulosa protoplanetária, em nada lembra a água propriamente descrita pelo imaginário bíblico – seu estado era gasoso e extremamente rarefeito no meio de tanto Hidrogênio e Poeira.

  5. A questão é alguém que olha uma nuvem, vê uma bicicleta e outro um elefante, E COMEÇAM A DISCUTIR QUEM TEM RAZÃO, no fundo, nenhum está de fato a “discutindo” a nuvem, mas suas crenças idiotas. Essa é a conclusão sobre criacionistas e evolucionistas.

    Na prática, a coisa ‘científica’ é outra. Só podemos perceber menos de 5% da matéria do Universo, e toda conclusão científica ou não, se refere a essa porção irrisória que somos capazes de perceber. Nessa porção, conforme já imaginaram os gregos e de forma correta há 2500 anos, toda matéria é forma dos elementos que conhecemos, seja hoje ou no dia do Big Bang, uma ficção científica do porte dos grandes mitos religiosos sobre a origem do Mundo. Não resiste sequer ao que a própria ciência já conhece, MAS CRENTES ACREDITAM NA EXPLOSÃO. Se o Mundo começou nessa explosão, vai acaba onde? HÁ TEORIAS PARA O COMEÇO E NÃO PARA O FIM? E qual a diferença entre um e outro?
    Então, alguém “descobrir” que havia água antes do Sol, tanto quanto ferro, alumínio etc., e até alguma matéria “orgânica” que no fundo se compõe de elementos normais, QUAL O PROBLEMA? É como descobrir que preto não é branco, ainda que para os deficientes visuais, pouco coisa se diz de fato.
    Por acaso existe uma única matéria orgânica, que na sua constituição e estrutura não seja formada de qualquer outro elemento que também compõe a “matéria inerte”? Será que energúmenos fanáticos criacionistas ou evolucionistas podem me dizer “qual”? E a matéria evolui por “seleção natural”? Onde, como e por que?

    Crenças idiotas, não se discutem. Mas que os elementos que se conhecem estão em todo lugar do “espaço conhecido”, é lógico como qualquer continha matemática bem feita. E também os “elementos que desconhecemos” que deixam os enigmas quânticos como fantasmas do mundo espiritual. E são 95% do que percebemos, 19 vezes maior do que o que o mísero 5% que percebemos e sequer ainda conhecemos.
    Quer dizer, nossa ciência é como a criança que começa a falar, PENSA QUE JÁ SABE TUDO, e não sabe absolutamente nada. Evolucionista é aquele crente que pensa é “científico”, como a religião da era capitalista! O criacionista é apenas “mais religioso” das doutrinas mais antigas.

    arioba

    • Comentário recheado de hipocrisia, falácia do apelo à ignorância, falácia do espantalho, e profunda ignorância sobre Ciência.

      1 – Big Bang NÃO é explosão, esse jargão é popular, e não científico.

      2 – Ciência não acha que sabe tudo, e sabemos que não sabemos tudo – se soubéssemos, não seria preciso ter a Ciência. Ciência é o método em que se procura entender as coisas como são – e. A Evolução é um fato comprovado e visível como a nuvem – a Teoria Sintética da Evolução busca entender os detalhes desse fato – é uma jornada de descobertas, e não uma bíblia – uma ciência não tem essa pretenção autoritária e fajuda da verdade, como a religião.

      3 – A Ciência não se importa que tu duvide dela – ciência vive da dúvida. Mas duvide com propriedade, se informe antes de falar qualquer besteira. Todas as tuas perguntas já tem artigos aos montes em periódicos científicos explicando esses assuntos. Mas fazer o quê – é mais fácil fazer comentários pretenciosos com profunda ignorância sobre o que é a Ciência do que pesquisar com seriedade e honestidade. Baseando-se no espantalho e na ignorância para comparar a ciência evolutiva e astrofísica à balela patética e pseudo do criacionismo.

      • Caro Jonatas, então vamos lá. Como não menciona sobre quem fala, IMAGINO QUE SEJA MEUS COMENTÁRIOS, DE arioba.
        O Big é o quê? Se você disser que é uma ficção científica, estamos de acordo.
        Ciência “sabe de alguma coisa”? VOCÊ JÁ VIU A CIÊNCIA OU A RELIGIÃO OU ATÉ AS ARTES ANDANDO POR AÍ? Aliás, você já viu alguma “espécie” andando por aí? E se diz que a seleção natural das espécies precisa ser digna de fé? E a ciência tanto quanto a religião, como a espécie A ou B são invenções do homem “adâmico”, sequer do homo-sapiens precisam ser defendidas se alguém “acredita ou não nelas”? Defendemos apenas nossas ideias, nem sempre de formas corretas, por isso se discutem.
        O que se discute são “filosofias” ou expressão de ideias e pensamentos. Os fatos são como são, O BIG BANG É UMA FICÇÃO CIENTÍFICA que se interpreta como uma explosão não se sabe do quê, nem onde nem quando. ISSO É FICÇÃO, como acreditar que Deus seja aquela SS TRINDADE como dogma de fé da Igreja Católica, nem sequer de outras igrejas, também cristãs.
        E aí surgem teorias de que o “universo está se expandindo”, porque se observam dados em alguns instrumentos, SE FAZEM ALGUMAS CONTAS ASSIM OU ASSADO, e e conclui absurdos. COMO O UNIVERSO ESTÁ SE EXPANDINDO E ATÉ SE ENCOLHENDO? O aspecto filosófico de uma fato, ou observação é o que se discute.
        Sai nos jornais quase todo dia que VAI FALTAR ÁGUA. Como? CONFUNDE-SE CIENTIFICAMENTE ÁGUA COM “ÁGUA ENCANADA” NAS NOSSAS CASAS AQUI OU ALI. E saem imensos tratados “científicos” de como “estatisticamente” vai faltar água? Aí alguém sai que “lógico” se está falando de água encanada! LÓGICO COMO?
        É esse aspecto filosófico tanto na ciência como nas religiões e artes que de fato se discute.
        abs.
        arioba

      • Teu segundo comentário foi até pior. A priori, tráz tudo pro campo das ideias para então poder equiparar ciência e religião, e prersistir na interpretação patética que tens do que é a Ciência.

        Não ciência não caminha por aí e eu não disse isso, se entendesse o mínimo de interpretação saberia que expliquei que ciência é Metodologia, e quando falo “ciência sabe, ciência não se importa” estou evidentemente usando um recurso da língua portuguesa chamado Metonímia – o termo “ciência” valendo por “cientistas”. É claro que isso é óbvio, então só o que tu quis foi desviar o assunto.

        O big Bang não é uma ficção, também não é uma certeza, é uma Teoria Científica – um arcabouço de estudos sobre o começo do Universo que conhecemos, e o mais bem sucedido porque:
        1 – Evidências Observadas;
        2 – Previsibilidade confirmada;
        3 – Passou em testes de falseabilidade.
        Eu já disse anteriormente que explosão é um tosco entendimento popular de um termo que surgiu na verdade como piada crítica, e acabou se tornando nome oficial – assim como temos partículas chamadas de “estranho”, “charmoso”, etc. Não é o nome que define coisas na ciência, mas o estudo, do qual mais uma vez você mostrou que sabe absolutamente nada.

        Não é absurda nenhuma conclusão científica (até porque por honestidade todas as Teorias Científicas estão sempre sendo revistas conforme novas evidências vão sendo encontradas, e por isso o Big Bang e a Evolução são Modelos tão fortes – devido ao tempo a que estão firmes e se confirmando ao avanço nos campos das descobertas).

        O único absurdo que vejo aqui é alguém criticar a ciência, sua metodologia e seus estudos, sem se informar do assunto e valendo-se do uso de seus frutos.
        Teu computador e tudo que opera a cada caracter que tu escreve, veio de modelos matemáticos “ALGUMAS CONTAS ASSIM OU ASSADO”, que no passado outras pessoas como você viam dessa maneira desrespeitosa como se fossem estudos inúteis, em especial os números bolleanos e os exadecimais.

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