FUNDAMENTALISTAS QUEREM D.I NO CURRÍCULO ESCOLAR.

Fundamentalistas querem DI no currículo escolar. Sim, fundamentalistas, é bem diferente do título original do vídeo. Para entender melhor, assista o filme e analisemos juntos o há por de trás dessas manobras fundamentalistas.

 

Nos primeiros 20 segundos do filme encontramos uma série de conceitos errados sobre o que é ciência. A primeira questão é o tratamento da Teoria da evolução como “Doutrina”, quando na verdade é uma ciência consolidada pelo método científico que gerou o paradigma vigente para explicar a diversidade de formas de vida.

O segundo erro é tratar o Big Bang como uma explosão que origina a Terra, quando na verdade a origem do universo é explicada pela mecânica quântica (flutuações quânticas do vácuo metaestável) e ela explica a origem do Universo. O Big Bang é o processo de expansão, e não de explosão, do universo, e não da Terra.

Parece uma questão de semântica, mas não é, para se ter uma discussão intelectualmente rica é necessários que os conceitos estejam bem claros na mente das pessoas para evitar erros e confundir ciência com pseudociência.

Um claro analfabetismo (ou mais provável, má-fé) aparece nesses primeiros 20 segundos do filme. Posteriormente a afirmação é de que partículas evoluem. Não, seres vivos evoluem, partículas não, e o vídeo confunde Biopoese com Cosmologia e Evolução.

O vídeo apresenta o criacionismo como “teoria” e a evolução biológica como uma  doutrina. Percebam a inversão do pronome de tratamento, dando a impressão de um ser uma doutrina (religião e dogmas) e o outro uma teoria (com base empírica e científica).

O vídeo ainda trata complexidade como aspecto ligado à irredutibilidade, ainda que não dito no começo do filme. (Veja aqui e aqui) E afirma que suas propostas criacionistas aceitam somente a microevolução, mas não apresenta artigos que demonstram que o limite de uma espécie é intransponível. Citando que as mudanças não descaracterizam a espécie, ou seja, a imutabilidade das espécies, como afirma a bíblia.

“Teoria” de design inteligente não tem artigos apresentados, inclusive pela Marcos Eberlin que aparece no vídeo. Não é uma proposta antagônica a evolução porque não é ciência e é sim criacionismo. Os dados históricos dessa doutrina de criação são os mesmos, com os mesmos representantes e a mesma ideia.

Panspermia, não corresponde somente a substâncias que vem de outros pontos do universo, mas eventualmente a própria vida poderia ter vindo de outras regiões ou de outros planetas.

Ainda trata a Biologia evolutiva como “evolucionismo”. A biologia evolutiva é uma ciência consolidada com paradigma vigente que explica a diversidade biológica. Não há caráter ideológico no sentido impositivo quanto a suas propostas.

Estado laico é neutro e permite discutir outras teorias, mas design inteligente e criacionismo não são teorias científicas, o que fere diretamente a laicidade do estado. De fato, os maiores centros de pesquisa do mundo atestam que Design Inteligente e criacionismo não constituem ciência. (Veja aqui)

O Estado não dá autonomia para trabalhar questões religiosas. Isso fere a laicidade diretamente, especificamente porque o próprio Ministério da Educação e Cultura condena o ensino do criacionismo.

O Ministério da Educação tomou posição no debate relativo ao ensino do criacionismo nas escolas do país. Para o MEC, o modelo não deve ser apresentado em aulas de ciências, como fazem alguns colégios privados, em geral confessionais (ligados a uma crença religiosa)….O entendimento do MEC é semelhante ao dos pesquisadores contrários ao criacionismo: o modelo não pode ser considerado teoria científica por não estar baseado em evidências (preceito tido como básico para se definir o que é ciência)….”O ensino do criacionismo como ciência é uma posição que consideramos incoerente com o ambiente de uma escola em que se busca o conhecimento científico e se incentiva a pesquisa”.

MEC diz que criacionismo não é tema para aula de ciências – Folha de SP 2008 

A professora Áurea esta errada e esta ensinando sua concepção religiosa para os alunos de escola publica como se fosse ciência. O ensino do criacionismo torna a pessoa incapaz de identificar as bases epistemológicas da ciência e de uma determinada afirmação e impede o aluno de se preparar para um vestibular onde as questões de biologia tem como base a Teoria da evolução.

Eu mesmo já tive que explicar zoologia de Protostomios e Deuterostomios na filogenia mais aceita para um aluno do Colégio Adventista, pois ele que tinha dificuldade de entender biologia básica devido a deficiência no ensino da evolução.  A formação desses alunos, nessa escola particular é religiosa, razão pela qual a reportagem destaca que o colégio é cristão, e o próprio autor do vídeo (Novo tempo) é uma instituição criacionista. Existe um profundo desconhecimento das bases metodológicas e filosóficas do que é ciência e um profundo analfabetismo científico justificado por um posicionamento fundamentalista cristão.

Por ser uma escola particular os pais obrigatoriamente matriculam seus filhos e estão cientes deste tipo de ensino, mas a rede pública não pode ofertar os alunos com essa concepção que é religiosa/fundamentalista e claramente pseudocientífica. Isso fere a Constituição. Notemos que a reportagem é feita em um colégio cristão, com uma professora cristã, em um canal cristão, discutindo criacionismo e ainda sim insistem em dizer que Design inteligente não é uma proposta cristã.

A educação é sim par a vida, é para formar o cidadão crítico e exercer a participação na vida pública, mas ela não é tarefa única do professor. O professor ensina conteúdo e leva o aluno a refletir, a discutir a mudar de concepção, a introspecção. Em ambientes acadêmicos como a escola, especialmente a pública, o estímulo deve ser dado respeitando cada disciplina, e em biologia não há qualquer tipo de reconhecimento cientifico ou validação do criacionismo ou design inteligente como teoria ou como hipótese. A professora esta promovendo o analfabetismo científico devido a sua formação religiosa em escolas públicas.

Não há dados empíricos, não há possibilidade de falseamento de afirmações e não há consolidação de paradigmas no criacionismo e nem no Design inteligente. Por ser cristã a interpretação de mundo que eles dão é baseada na revelação divina, autoridade da bíblia e prática das tradições cristãs que são fundamentadas e impostas como verdades absolutas.

O professor ensina, estimula, e educa, mas a educação (inclusive religiosa), o respeito é de caráter pessoal e não pode ser imposto como disciplina científica em escolas públicas devido a diversidade cultural e de formação religiosa. Sem respeito a Constituição e a laicidade do estado há um choque de ideias dessa multiculturalização que vivemos e que promove a analfabetização (Veja Slavoj Žižek e o Estado laico). Seria, e é, injusto com pessoas de formação religiosa diferentes. Portanto, não é possível apresentar as propostas criacionistas e inteligentistas, elas são pseudociências e ferem a Constituição.

Ao contrário do que afirma a professora, criacionismo não tem “provas” científicas. De fato, o conceito de “prova” é uma concepção errada dentro do que se entende por ciência. Acender um isqueiro poderia provar que o fogo cai para cima, e que o fogo prova a interpretação que os gregos davam para explicar do que as coisas no mundo são feitas. Mas essa “prova” não corresponde ao que de fato a matéria do mundo é feita. Portanto, citar a palavra “prova” é arriscado.

 A ciência trabalha com evidências e não com “provas”, razão pela qual delimitamos a evolução como Teoria e não uma “prova cabal absoluta, incontestável e irrefutável”. E de fato, no final da fala da professora Eloíza ela assume a falta de conhecimento e o caráter fundamentalista cristão ao dizer que “Não é só uma “teoria” baseada na bíblia. Apesar de nos acreditarmos na bíblia, e que ela é a fonte da verdade”.

Em seguida o Dr Marcos Eberlin é apresentado trabalhando em um laboratório de química. O que não é destacado é que apesar de ser químico e ter uma alta graduação, absolutamente nenhum de seus artigos científicos apresentado em seu Currículo Lattes defende ou apresenta qualquer proposta criacionista ou de Design Inteligente.

lattes

Com uma ferramenta de “busca” (Ctrl+F) na página do CNPQ não encontramos qualquer artigo publicado no Lattes do Dr eberlin

No vídeo a pesquisadora Mayara diz que não há opção de escolha quando se tem somente a evolução biológica como teoria. Bem, há sim, a pessoa pode simplesmente não aceitar a teoria da evolução. Como ocorre na sociedade, entretanto, a teoria da evolução é o paradigma vigente dentro do ambiente acadêmico, e qualquer tese que se pretenda seguir vai se respaldar nessa concepção. Se não há aceitação dessa teoria, pede-se que se apresente uma proposta científica que explique mais, e melhor, aquilo que a teoria vigente não explica, desde que, se respeite as bases metodológicas da ciência. Isto, o criacionismo e o Design Inteligente não faz ao se apresentar justificando-se em um posicionamento religioso, e não científico. Segundo, opinião não interessa para a ciência. Infelizmente teorias não são democráticas, elas não respeitam desejos individuais. As pessoas podem não aceitar a teoria da gravidade, mas não significa que elas vão flutuando até o colégio estudar.

Paradigma se consolida a partir de modelos científicos, e ele não se importa com a opinião, com os desejos, coma formação religiosa das pessoas. Ele simplesmente é consolidado, como a teoria da gravidade, eletromagnética, tectonia das placas, evolução, termodinâmica e etc.

Mayara ainda cita que é hostilizada porque tem uma crença diferente da crença vigente da academia. Essa é a questão chave desse vídeo. Até o este momento, o vídeo apresentava o criacionismo e Design inteligente como “teoria”, e esta pesquisadora agora apresenta-o como crença, inclusive tratando a evolução biológica como uma crença equivalente ao criacionismo. Ora, o criacionismo é sim uma crença, religiosa, cristã, mas a Teoria da evolução não.

Teoria da evolução é ciência, com mais de 300 mil artigos científicos publicados corroborando-a desde a época de Darwin, formando um conjunto teórico empírico concatenado que justifica-se como paradigma vigente. Não tem caráter religioso, não é preciso ter fé para entender evolução biológica, não é impositor, não segue premissas sobrenaturais, não se faz cultos, preces, rezas, não estabelece re-ligação com Deus, e por ser uma teoria científica, pode ser refutada por outra teoria científica.
O método científico é a chave para que se faça ciência e não a crença religiosa.

A marginalização do Design inteligente na academia se dá porque é uma proposta fundamentalista religiosa, mascarada de ciência, consolidando a clássica pseudociência da criação. Se Mayara assumisse um posicionamento justo e específico, como o cristão tradicional, sem tentar criar um cientificismo religioso absolutista sem caráter pseudocientífico, certamente seria mais respeitada, ainda que não aceite a evolução como paradigma vigente.

Respeito se conquista, não se é imposto. Se uma pessoa se apresenta como um militante de uma vertente fundamentalista pseudocientista dentro do ambiente acadêmico, ele vai sofrer impactos acadêmicos pela própria produção científica que cada dia mais se afasta dessa concepção religiosa ao superar as afirmações teleológicas e ao propor mecanismos naturais que expliquem a diversidade biológica.

De fato, a defesa de uma pseudociência no currículo mancha o currículo, razão pela qual a maioria dos proponentes do Design Inteligente não coloca em seu currículo que é defensor de tal fundamentalismo e defende essa falsa premissa de modo informal, ou seja, fora do ambiente acadêmico, geralmente em cultos religiosos, igrejas ou Congressos pseudocientíficos.

O congresso do design Inteligente oferece apenas da abertura para discussão entre crentes, e se apresenta como um culto religioso uma vez que não é reconhecido como um Congresso Acadêmico por nenhuma Universidade, e portanto, não contará com grandes pesquisadores já que não tem validação científica. Certamente haverá orações cristãs na abertura do congresso, e no seu decorrer. Em breve veremo-as no Youtube.

Também não representa uma proposta antagônica ou concorrente com a científica. De fato, até mesmo os pesquisadores que frequentarão tal congresso não vão coloca-lo em seu Currículo Lattes por reconhecer que se trata de pseudociência. As pessoas que frenquentam-o, apesar de ter formação acadêmica, são religiosas e defendem uma pseudociência obscurantista.

Para finalizar o Dr. Marcos Eberlin discursa de forma bonita citando a abertura de paradigmas como se Design inteligente e Criacionismo fossem teorias (e não são), e cita a busca de nossas origens. Mas todos sabemos que a conclusão deles já é pré-concebida, uma vez que é religiosa, e baseada em uma única verdade absoluta, a bíblica.

Religiosos não buscam pesquisar sobre as nossas origens, eles pregam elas em cultos religiosos, pois a conclusão nunca vem a partir das evidências. Ela vem sempre de um livro sagrado, e isso não é método cientifico, é pseudociência assumida.

Victor Rossetti

23 thoughts on “FUNDAMENTALISTAS QUEREM D.I NO CURRÍCULO ESCOLAR.

  1. Devo dizer que achei o artigo maravilhoso e esclarecedor. Creio que sempre será um erro corriqueiro dentro da humanidade querer enfiar a sua crença individual goela abaixo daqueles que não acreditam ou não tem informação. É uma questão muito delicada, mas aparentemente querem se travestir de ciência para ter o “direito” de passar suas crenças religiosas, seria uma vergonha para um legislador brasileiro se enganar com esse discurso, vergonha ou simplesmente má-fé. Realmente, o texto é esclarecedor. Parabéns ao autor.

  2. Até acho bom pensar que deve ser dado espaço igual para outras teorias, mas há limites. A constituição brasileira, assim como a americana, diz que estabelecimentos públicos devem ser neutros quanto a religião. Promover ou opor uma religião em locais do governo é proibido. Quer ensinar design inteligente ou criacionismo? Então que ensine em colégios cristãos, onde não é o governo quem manda. Mas em colégios do governo, de onde se há regras e leis que proíbem a promoção ou oposição de religiões, isso NÃO deve ser ensinado. Pelo jeito, eles fazem uma total lavagem cerebral com os estudantes de alguns desses colégios cristãos. Dizer que o Big Bang foi uma explosão, e que a evolução é uma doutrina?

    Caramba, eu morri de rir com a definição de ‘evolucionismo’:
    “Doutrina que diz que houve uma explosão que deu origem a Terra, e que partículas foram evoluindo até dar origem aos primeiros seres vivos”.

    O que a teoria evolutiva tem a ver com a origem da Terra, universo ou da vida? NADA! Big Bang, abiogênese e evolução são coisas diferentes. Uma tenta explicar como surgiu o universo, a outra tenta explicar como a vida poderia ter surgido, e a outra explica a diversidade de vida no planeta, a história dos seres vivos, do porque e como as características hereditárias mudam ao longo do tempo.

    Se tentarem colocar isso nas escolas públicas, de qualquer estado, já se deve entrar na justiça contra o ensino de ideias religiosas nas escolas. Design inteligente e criacionismo são a mesma coisa, ideias religiosas e não científicas. A única diferença é que o DI é criacionismo disfarçado de ciência. Vale lembrar também que nem o DI e nem o criacionismo são ideias científicas reconhecidas, nem pela comunidade científica e nem por nenhuma outra organização de ciência, e não possuem trabalhos revisados por pares publicados em revistas científicas. O ensino científico só inclui ideias científicas, que explicam as coisas baseadas em evidências e fenômenos naturais, não sobrenaturais. A evolução é até agora a única teoria científica que explica a diversidade/história da vida na Terra (não a origem da vida em si), e por isso ela é a única a ser ensinada nas escolas públicas nessa questão. DI e criacionismo não são reconhecidos como ciência, não possuem trabalhos científicos, não são campos ativos de pesquisa, não são falsificáveis, nem testáveis e nem observáveis direta ou indiretamente, portanto não são ciência, pois quebram as regras científicas permitindo causas sobrenaturais, e não possuem nenhuma das qualificações de ciência.

    Enfim, ideias religiosas nas escolas, NÃO! Isso é inconstitucional e anticientífico!

    • Sem contar que várias falácias foram usadas nesse vídeo: apelo à pena, falácia do espantalho, etc. Esse colégio realmente deve possuir um PÉSSIMA educação ‘científica’, por enganar estudantes e propagar informações falsas sobre ideias científicas, fazer um desserviço.

      Está na hora da justiça brasileira fazer igual o Reino Unido fez. A justiça nacional deveria PROIBIR o ensino do criacionismo e de suas outras formas em todas escolas e universidades do governo.

    • Eles não sabe nem o que é evolução biologica…reduziram a evolucionismo, para justificar uma doutrina e colocaram coisas que nem é da teoria da evolução haeaehahehea espantalharam o conceito ahehehehaer

  3. Primeiramente a ciência é feita com evidências, e não com o que os outros criticam ou deixam de criticar algo ou alguma. Por este fato, grande parte deste artigo já esta descartado.

    Agora quanto a outra parte. As teorias mais aceitas atualmente em relação a origem do Universo são pseudo-científicas, vejam a Teoria das Cordas e Multiverso, por exemplo (não são testáveis, não são embasadas por verificação). Então é muito complicado querer questionar algo em termos se é o não ciência, se o que o próprio individuo acredita também não sege ciência. Além de se ter vários outros pormenores que ainda não foram resolvidos, seja sobre a própria Teoria da Evolução, e principalmente, sobre a Abiogênese.

    Claro que não se trata do “Deus das Lacunas”, não se trata de como a ciência é incapaz ou não dispõe de informações para explicar determinado fenômeno. Antes disso, é sobre os dados disponíveis, sobre as evidências. De certo, se elas não existissem, a mínima cogitação de um agente inteligente nem sequer seria plausível, ou até mesmo do quanto a Teoria da Evolução é credível ou não.

    Há um certa desconfiança com relação ao DI, e até certa medida ela é compreensível. O que não pode é querer extrapolar e fizer disso uma verdadeira “guerra”. Apesar de aceitar a evolução, eu realmente não vejo nada de errado com o DI. Aliás, muitos poucos foram os que o analisaram adequadamente.

    • Boson de higgs era tb só hipotetico, e com o avanço tecnologico e formas de mensuração foi detectado. Cuidado, o fato das cordas não ser detectado hj, nao significa que não tenha base teorica forte. Pseudociencia nao tem base teorica, por isso nao pode ser testado. Lembre-se que a ciência é capaz de fazer projeções futuras, pseudociencias não.
      Outra coisa, Teoria das cordas é só um caminho seguido pelos fisicos quanticos, se ele nao se revela promissor outras propostas são dadas. Dentro do ambiente academico todas essas possibilidade estao em aberto e sendo testadas, mas todas tem base teorica.
      D.i não tem base empirica, nem tem como ter, pois se respaldo em um discurso claramente religioso e sem qualquer base teorica, apenas teleológica!!!

  4. Uma coisa nada tem que ver com a outra; saber que anteriormente o Boson de Higgs não era testável e agora passou ser não ajuda em nada para apoiar a testabilidade da Teoria das Cordas ou o Multiverso – são teorias completamente diferentes, então elas não podem sequer serem relacionadas.

    E daí que tem base teórica? Isso também não significa nada; outras pseudo-ciências também tem base teórica veja, por exemplo, a ufologia e a parapsicologia; talvez você não saiba, mas existe uma quantidade significativa de cientistas que apoiam estas pseudo-ciencias, desenvolvendo inclusive modelos teóricos. Pesquise sobre Jacques Vallee, John E. Mack, James Edward McDonald, Bruce Maccabee, Stanton Friedman, Joseph Banks Rhine, Ian Stevenson e etc..

    Claro que eu não estou apoiando a ufologia ou a parapsicologia e tampouco afirmando que elas são explicações cientificas, o que eu estou mostrando ao citar estes autores é o fato de que existem cientistas que desenvolveram e desenvolvem um modelo teórico acerca das pseudo-ciências que eles apoiam, então mais uma vez, base teórica não significa nada seja ela mais ou menos “elegante” que as outras, seja mais conhecida ou desconhecida.

    Agora, vc diz que o DI tem apenas respaldo religioso, que tem base teológica. É uma alegação que não foi provada nem por vc e nem por ninguém. Tudo que fazem é repetir o mesmo discurso sorrateiro de sempre sobre Dover, sobre o fato de alguns proponentes serem religiosos, sobre a identidade do designer, e tantas outras coisas, que se forem analisadas cuidadosamente, qualquer individuo no mínimo inteligente, se certificará que são meros palpites e conjecturas, mas que de concreto não há nada.

    • Claro que tem, a Cordas ainda não é testável, como não era o Higgs. É exatamente o mesmo tipo de situaçao, o fato das cordas não ser testavel não significa que esteja errado, mesmo pq tem base teorica, e pode vir a ser testado. O Boson de Higgs passou pela mesma coisa. COmo sei que vc não consegue prever o futuro, não pode dizer quando ou se a Cordas sera testada, mas não pode negar que a fisica quantica e teorica deu todas as bases dela.
      Se ha vibraçoes especificas unidimensionais em cada subparticula atomica e se comportam-se como cordas ainda não sabemos, da mesma forma com que não sabiamos da validade de Higgs. O corpo teorico tem, isso é inegavel, diferente da pseudociencia, que via de regra, não tem absolutamente base alguma!!!
      Não acho que comparar com parapsicologia e ufologia com Cordas seja a melhor forma estratégia. A ufologia mesmo, não tem base alguma em ciência. Fenômenos de ovni por exemplo tem 95% dos casos resolvidos, explicados, e 5% não se sabe. Quala base científica para ela? Que base teórica ela tem para afirmar que existem outras civilizações mais inteligentes com capacidade de deslocamento no espaço e comunicação? NENHUMA!!! é a mesma coisa que afirmar que o universo é um balão inflado por um designer. O design inteligente bebe da mesma fonte que a ufologia. Chuta o problema pra fora sem qualquer base e recorre ao sobrenatural.
      O fato de não saber explicar um fenômeno não justifica que ele seja manifestação do sobrenatural, seja o sobrenatural Deus ou uma entidade extraterrestre ultra-avançada. kkkkkk
      Segundo, equiparar as duas é ingenuidade demais. Quando vc diz que a ufologia tem base científica mas é pseudociencia, é como dizer que cordas é pseudociência e que o respaldo que a física quântica da a ela é ilegítimo. Mas a física quântica trabalha com partículas sub-atômicas, e é exatamente o que a teoria das cordas afirma. A vibraçao especifica dos quarks. Seja na cordas ou na Supercordas KKKKKK
      Bom Alex, novamente, vc nem sabe do que esta falando, nao quero ter um deja vu do que voce ja disse no passado, por favor, Não gastemos tempo nisso!!!!

  5. Complementando….

    Ciência ou pseudo-ciência não está relacionado a uma base teórica, pseudociências podem ter base teórica, como podem também não ter. Ciência certamente sempre tem base teórica, mas em alguns casos extraordinários pode não ter, como em casos em que acontece descobertas espontâneas ou ao acaso mesmo, por exemplo, a Ampicilina foi uma descoberta acidental feita por Alexander Fleming, não havia nenhum estudo anterior, apesar do brilhantismo dele, e no entanto, foi uma descoberta que revolucionou a Medicina.

    Ciência e pseudo-ciência estão relacionadas um um critério chamado de demarcação, e embora não seja algo tão simples quanto parece, a demarcação em termos gerais é discernida através da falseabilidade, ou seja, se uma teoria é falseável ela é cientifica, se não é pseudo-cientifica.

    • Pois é a demarcação que permite a ciência fazer projeções futuras. Essas projeçoes seguem exatamente essas demarcaçoes. A cordas esta neste meio. Aguardando!!!
      Ela não é pseudociencia, ela é projeção, como foi Higgs. São Hipoteses a seres tstados. Higgs ja foi, falta cordas. mas antes das cordas, mas para que ela faça sentido a gravidade precisa ser quantizada. E se de fato os resultados publicados em março sobre a radiaçao cosmica de fundo forem consolidados, existem uma série de particulas subatomicas que poderão ser descobertas, inclusive os gravitons abrindo espaço para uma unificaçao ainda maior das leis fundamentais.
      Leia a Scientific American desse mes e saberá do que estou falando!!!!

  6. Rosseti,

    A Teoria das Cordas chega a um estágio tão complicado que não seria exagero chama-la de ficção científica. Você apenas nega tudo e não me oferece nenhuma explicação decente, nenhuma justificativa ou defesa. Além de ser uma teoria não falseável e não verificada e embasada em evidencias concretas, também não faz previsões. Outra diretriz que eu esqueci de mencionar, mas que é muito importante para algo ser considerado ciência ou não. A sua tão preciosa “teoria” não tem nada disso, e os cientistas realmente estão extrapolando todos os limites de otimismo sobre ela. Tudo que ela tem é marketing, nada mais.

    Nunca afirmei que a ufologia ou a parapsicologia tem base cientifica, o que eu escrevi é que tanto uma quanto a outra dispõem de base teórica, o que outra coisa completamente diferente. Base teórica pode ser qualquer uma, não necessariamente significando que seja cientifica, apesar de algumas outras serem. O fato aqui é que eu demonstrei a você que existem pseudociências com base teórica, você errou ao escrever que somente teorias cientificas têm. Não interessa a base, seja cientifica ou não. Existem Pseudociências que utilizam a ciência, em partes, para forma uma certa base teórica. É só você pesquisar um pouco e verá. Veja, a ufologia, pelo menos em termos gerais, lida com os OVNIS, sua investigação “cientifica” ou melhor, pseudocientífica visa dados obtidos em campo, testemunhos, analises de fotos, videos e etc. Já existiram investigações sérias, uma se denominou projeto Livro Azul ou Blue Book. Segundo o que eles acreditam, e tenho a visita alienígena como um fato, isto que eles usam para legitimar que existem outras civilizações extraterrestres.

    Mas digo novamente, não apoio a ufologia e nem estou dizendo que é uma teoria cientifica, estou apenas a descrevendo e a citando a título de comparação ou analogia. Outra coisa, nada me interessa o respaldo da física quântica, o seja o que for. Isso daí, das “cordas” fica cada vez mais conturbado e enevoado, é tanta coisa que inventam que nem eles mesmos que apoiam entendem. Isso daí de física quântica e tal, é uma das desculpas deles para fugirem do foco da questão, pobres coitados. E principalmente você, que os apoia sem um pingo de ceticismo. Meia palavra basta, e você já fala, “amém”.

    É muito curioso quando você alega que eu não entendo nada, mas quem em realidade parece confuso aqui é você. Você repete uma questão que eu já havia respondido, olha repito novamente, não se trata se há explicação ou não, se a ciência não dispõem de informações no momento para explicar, como eu disse, trata-se das evidências e dos dados, estes tornam-se cada vez mais patentes. Então é muita presunção de sua parte alegar que eu não entendo nada. Pra começar, estas suas respostas saindo pela “tangente” e nunca dizendo nada com nada. Cadê as fontes, referências, provas e tal?

    Simplesmente não nem com que comparar com Higss e você simplesmente vêm e escreve as mesmas coisas, sem qualquer tipo de embasamento, tudo por meio da opinião. Como eu disse, não pode, sequer, comparar uma com a outra, se você não sabe a Teoria das Cordas nem pode ser provada diretamente, se algum dia existir uma teoria testável, ela só poderá ser indireta, e ainda por cima se revelar alguma incongruência os que os teóricos podem fazer é ajustar a “novos paramentos” e tudo se resolve. Eu li o Marcelo Gleiser escrever, ago parecido certa vez. Higss teve isso? Claro que não! Pq, pelo menos, era plausível.

    Não preciso de “Deja Vu” nenhum. Em primeiro lugar, os únicos que prestaram vexame foram vocês, eu posso provar. Não me esqueci das desculpas esfarrapas e dos erros irreparáveis cometidos pelos seus colegas. Eu sei como funciona o esquema, escreva qualquer besteira no face de imediato, e depois pesquise até “queimar o google”, pra vir novamente e pagar de sabidão. Aconteceu duas vezes quando eu estava debatendo, não pode ser simplesmente coincidência.

    abs.

    • Meu caro, você ao menos já leu algum artigo científico sobre a teoria das cordas antes de falar essas asneiras? A teoria das cordas é uma hipótese científica sim, pois ela pode ser falseada, basta bolar um experimento que refute suas previsões.

      O grande problema em testá-la é que seria necessário altíssima quantidade de energia para detectar seus efeitos, mas isso não nega sua falseabilidade já que, como o Rosseti falou, há trinta anos atrás o bóson de Higgs não podia ser testado com os experimento da época. Mas isso implicaria de alguma forma que a teoria quântica dos campos é pseudociência já que no seu esboço teórico o mecanismo de Higgs é essencial?

      A base teórica em uma teoria científica é muito importante, principalmente na física. Não que seja mais importante do que as evidências mas a grande maioria das teorias em física já tinha uma base teórica firme antes das evidências as corroborarem. E as evidências servem para orientar o rumo das teorias. Além disso existe uma ferramenta muito poderosa que auxilia os físicos teóricos que se chama matemática, e é ela que dá um suporte lógico fantástico as teorias da física e faz com que muitas vezes os físicos teóricos descubram coisas extraordinárias apenas utilizando papel e caneta.

      A teoria das cordas atualmente está nesse estágio inicial, de hipótese científica. Ela pode ser verdadeira ou falsa, só os experimentos futuros poderão
      dizer. Ao que parece atualmente ela enfrenta alguns problemas pois a supersimetria, no qual o seu escopo teórico depende muito, parece não existir na natureza segundo alguns recentes experimentos.

      Enquanto essas pseudociências que você citou nenhuma delas possuem base teóricas consistentes, todas baseiam-se em falácias e teorias da conspiração.

      Além disso o DI é sim uma pseudociência pois baseia-se em teleologia e argumento da ignorância logo não pode ser falseável. Eles utilizam os mesmos velhos argumentos do criacionismo sendo que aplicado a estruturas moleculares, imaginando que isso poderia deixá-la com cara mais científica.

      Como você falou existe uma clara demarcação para saber o que é ciência e o que não é. A teoria das cordas passa nesse teste, o DI não. E se passasse seria provada falsa pois já existe uma teoria científica, que é claramente antagônica ao DI, e que é fortemente corroborada pelas evidências. Acho que você sabe qual o nome dessa teoria.

    • RSRSRSRSRS Esse é o problema Alex, não há base teorica alguma para ufologia e parapsicologia. Voce ta assumindo isso, a ciência não hehaeheaae Da mesma forma que vc assume que ha par D.I e a ciência ja considera DI/criacionismo pseudociencia. Voce quer comparar coisas incomparaveis.
      Vc quer comparar pseudociencias (DI Criacionismo, Ufologia e parapsicologia) com uma hipotese cientifica que voce acha que a ciência toma como verdade absoluta irrefutavel sendo que a propria ciência assume os limites epistemologicos. O fato de ainda aguardar comprovação ou refutação não torna uma hipotese uma pseudociencia. Por isso o exemplo do Higgs, que era uma hipotese que foi confirmada e não uma pseudociencia. Voce nem sabe do que esta falando. Contra argumentos religiosos não há espaço para a razão.
      Meus textos tem sim referências. Seja na biologia, seja os textos escritos pelos meus amigos físicos. Se quiser posto aqui o link do texto que diz que DI é pseudociencia, nele tem todas as referências. Obrigado por sua participação Alex, inútil como sempre, mas valeu a disposição. Grande abraço!!
      .
      Obrigado pelo esclarecimento Max Viera, fico feliz de ter alguem aqui que lê sobre a hiótese das cordas e poder dialogar com consistência e respeitando os limites da ciência. Quem sabe nosso amigo Alex não se sinta tocado pelo seu espirito de leitura e pesquisa e leia antes de afirmar essas bobagens.

    • https://netnature.wordpress.com/2014/06/27/teoria-do-designer-inteligente-e-pseudociencia-dizem-os-maiores-centros-de-pesquisa-do-mundo/

      As referências são estas e estão no texto:
      New AAAS Statement Decries “Profound Dishonesty” of Intelligent Design Movie, 2008

      NSTA. National Science Teachers Association Disappointed About Intelligent Design Comments. 2005

      National Academy of Sciences, 1999 Science and Creationism: A View from the National Academy of Sciences, Second Edition.

      SBG – Sociedade Brasileira de Genética. MANIFESTO DA SBG SOBRE CIÊNCIA E CRIACIONISMO. 2010

      Universidade da Califórnia em Los Angeles. Intelligent design is pseudoscience. 2005

      The National Center for Science Education. Creationismo Controversy.

      The Quarterly Review of Biology. Irreducible incoherence and intelligent design: a look into the conceptual toolbox of a pseudoscience. 85(4). p.473-482

      Harvard Science Review. Focus: Science, Religion, and Politics. TROJAN HORSE or LEGITIMATE SCIENCE? 2005\

      British Centre for Science Education. About the British Centre for Science Education. 2008

      John R. Staver. ACADEMIA INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO UNESCO.

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      .
      O choro é livre.
      Talvez seja difícil engolir o sapo, mas faz força pq se não tapa a garganta!!!

  7. Onde falta pão, todos gritam e ninguém tem razão. GOSTARIA QUE TODOS OS ILUSTRES CIENTISTAS, RELIGIOSOS, COMENTARISTAS ETC. ETC., DEFINISSEM O QUE CADA UMA ENTENDE POR “VIDA E SER-VIVO”, e toda a milonga poderia ser de fato resolvida numa simples observação. Evolução só tem sentido quando se trata da Vida, CARBONO, FERRO OU QUALQUER OUTRO ELEMENTO NÃO EVOLUI PARA LADO ALGUM, e a quântica é a penas na “percepção científica” da matéria à qual não temos acesso, NÃO PERCEBEMOS, e que estranhamente significa a maior parte do Universo, COMO DISSE A DOUTRINA ESPÍRITA HÁ MAIS DE 160 ANOS ATRÁS, e que a ciência usando parâmetros próprios, CALCULA QUE SEJA EM TORNO DE 95%.
    Que tal os “professores” começarem entendendo e ensinarem o que entendem por Vida, SEJA ATRAVÉS DO CRIACIONISMO OU EVOLUCIONISMO, QUE SEQUER DEFINEM O QUE SEJA? E aí a discussão se Deus existe ou não existe não seria mais do que uma discussão de sexo de anjos, como alguém de olha uma nuvem de um ponto e vê um jacaré, e outro alguém olhando de outro ponto vê um elefante, E SE LANÇAM EM DISCUSSÃO DE SEXO DE ANJOS?^
    O ser-vivo encontramos na Terra, MAS SÓ EXISTE NA TERRA?:E se há também em outras partes, há que ser exatamente como é na Terra? SÓ PORQUE APENAS PODEMOS VERIFICAR OU CONSTATAR “CIENTIFICAMENTE” AQUI NA TERRA, com os “estupendos recursos” que a ciência já tem, mesmo considerando que a ciência é um “bebê de apenas 2 ou 3 séculos, numa existência da Terra Habitada de 4 bilhões de anos? Será que somos tão burros de não ver nossa própria ignorância, principalmente quando exibimos diplomas disto ou daquilo, até às pencas?
    E para o que servem as escolas? PARA EXPOR TEORIAS E DOUTRINAS do iluminado evolucionista ou do “arcaico” criacionista, E o são teorias ou doutrinas, senão presunções de verdades expostas por algum guru numa ou noutra área? E QUE SÃO APENAS PRESUNÇÕES DE VERDADES, FRENTE NOSSA QUASE COMPLETA IGNORÂNCIA, e achamos que sem o homem inteligente, O UNIVERSO É UMA OBRA DE UM RELOJOEIRO CEGO E BURRO, ou, então, SÓ EXISTE DEUS COMO INTELIGENTE NO UNIVERSO?
    Está aí o desafio aos ilustres cientistas, religiosos e palpiteiros como eu mesmo. O QUE ENTENDEMOS POR VIDA E SER-VIVO? Sem isso, vamos continuar discutindo abobrinhas como o longo texto, pois o criacionismo e evolucionismo só fazem sentido no contexto da vida, e mais ainda, VIDA INTELIGENTE.
    .
    arioba

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