PORQUE O FLAGELO BACTERIANO SEPULTOU A COMPLEXIDADE IRREDUTÍVEL

Microbiologistas estão acostumados com a bioquímica do flagelo bacteriano ou com o sistema de secreção T3SS. No entanto, fundamentalistas do movimento do Design inteligente nem tanto, de tal forma que o flagelo foi a julgamento em 2005 e sepultou o movimento.

Pseudomona sp

Pseudomona sp

A proposta que os proponentes do Design queriam oferecer é de que o flagelo é irredutivelmente complexo e que isto justificaria a existência de um projetista. É a mesma proposta de Paley no século 18, porém, mascarada de ciência. A máscara caiu de diversas formas possíveis, desde a refutação da complexidade irredutível do flagelo bacteriano, do sistema imunológico, da cadeia de eventos bioquímicos do sistema de coagulação até as estratégias mal-intencionadas dos religiosos.  Este tema se tornou muito popular e tornou conhecido pesquisadores importantes do ramo, como David DeRosier, Carl Woese, Richard Lenski, Richard Losick e Lucy Shapiro.

Durante o julgamento do Design inteligente Kenneth Miller, uma testemunha, sintetizou um dos argumentos contra a ideia de que o flagelo era irredutivelmente complexo e acabou sepultando-o. Ele demonstrou que o flagelo é modular e que o T3SS é responsável para a exportação de proteína flagelar que é formada por um subsistema funcionalmente intacta capaz de realizar uma função secretora secreção de proteína na ausência do resto do aparelho flagelar (Pallen & Matzke, 2006).

Além disto, há flagelos bacterianos diferentes, mostrando uma grande variação na forma e função. Um sistema flagelar bacteriano muito bem estudado é o de Salmonella enterica do sorotipo Typhimurium (Salmonella typhimurium), mas, em bactérias Gram positivas os flagelos não têm os anéis P e L (Kubori et al, 1997) e em que os filamentos flagelares de espiroquetas eles rodam dentro do periplasma (Li et al, 2000), um espaço fluido entre a membrana plasmática e a membrana externa.

Alguns flagelos giram usando força como força motriz prótons, outros dependem de gradientes de íons de sódio (McCarter, 2004). Em Sinorhizobium meliloti e Rhodobacter sphaeroides o flagelo gira unidirecional, com um mecanismo rápido, lento ou de parada, enquanto que em S. typhimurium inversões do sentido de rotação flagelar são usadas para reorientar o organismo (Armitage & Macna, 1987).

Filamentos flagelares variam também quanto a suas propriedades físicas: alguns giram de modo helicoidal para a direita, outros para a esquerda; outros são flexíveis, rígidas; retos, encaracolados, outros ainda tem modificações pós-traducionais como a glicosilação ou metilação com variações conduzidas por meio da diversificação da seleção natural (Read, 2000).

Os domínios expostos à superfície são altamente variáveis, variando em tamanho, forma, eficiência, alguns com até 800 resíduos. No entanto, os domínios periféricos que medeiam as interações das subunidades são altamente conservados (Beatson et al, 2006).

Além disso, alguns sistemas implantam uma única flagelina (proteína estrutural do flagelo), ao passo que outras espécies, como a S. typhimurium usam duas flagelinas diferentes, mas nunca no mesmo filamento.  Em casos excepcionais, até seis flagelinas diferentes são incorporadas em um único flagelo (Ely et al, 2000). Muitos novos sistemas flagelos foram descobertos, por exemplo, mais de trezentas flagelinas foram obtidas em um único projeto de seqüenciamento genômico em amostras retiradas de microrganismos encontrados no mar de Sargasso (Venter, 2004).

Ao mesmo tempo, a estimativa mais conservadora, calcula milhares de diferentes sistemas flagelares bacterianos, alguns chegando até milhões. Portanto, não há nenhum ponto a discutir com criacionistas ou proponentes do D.I sobre o flagelo bacteriano, mesmo porque feriria gravemente a navalha de Occkham. E claro, pelo simples fato de que eles claramente podem ser explicados por processos evolutivos no nível molecular e não por um projetista que eventualmente fez milhões de flagelinas bacterianas em 6 dias de criação, segundo o literalismo bíblico.

Sendo assim, temos duas opções: ou houve milhares, ou mesmo milhões de eventos de criações individuais, ou aceita-se que todos os diversos sistemas flagelares contemporâneos são resultado de processos evolutivos a partir de um ancestral comum.

Um linha de evidência demonstra que sistemas flagelares são sujeitos às mesmas forças evolucionárias como as encontradas em outras entidades biológicas, inclusive com traços vestigiais de antigos sistemas. O próprio Darwin cita em seu livro ”A origem das espécies” órgãos vestigiais como evidência para evolução (Darwin, 1859)

A seleção natural tem claramente modificado sistemas flagelares e reduzido os não-funcionais quando eles não são mais necessários. Vestígios remanescentes de flagelos não-funcionais e de genes flagelares foram descobertos em várias espécies de bactérias (Halling, 1998). Este fenômeno é evidente, mesmo no organismo mais promíscuo usado por microbiologistas, a Escherichia coli K-12 que possui um resíduo de dois genes de um sistema sujeito a ablação flagelar (denominado Flag-2) (Ren et al, 2005).

Flagelos bacterianos são diferentes em forma, função e evolução de ambos archaeas e eucarióticos. O flagelo bacteriano arquetípico é o da Salmonella enterica  do sorotipo Typhimurium que consiste de um corpo basal, incorporado na parede da célula, e duas estruturas axiais, o arco (Hook) e filamentos, que são unidos. O corpo basal consiste na somatória do anel MS, haste (Rod), e anéis L e P. Os componentes das estruturas axiais são exportados a partir da célula pelo sistema flagelar de secreção do tipo III (T3SS), que consiste de várias proteínas do anel MS e um periférico ATPase Flii hexamérico de que impulsiona o processo todo. A rotação dos flagelos bacterianos é alimentada por uma força protônica (ou por sódio). O motor flagelar converte energia electroquímica através de uma interação entre os dois componentes: o estator e o rotor. O estator consiste de múltiplas cópias de duas proteínas, MotA e MoTB, que montam uma estrutura associada a membrana interna e ancorada a um peptidoglicano, de modo que ele permanece estacionário. O rotor consiste de múltiplas cópias de Flig, que, em conjunto com FliM e Flin formam o anel C, montado na face citoplasmática do anel MS. O torque é transmitido a partir do anel C para o anel de MS e este para a haste (rod) e de lá para o arco (hook) e depois para o filamento flagelar helicoidal. A rotação deste filamento helicoidal converte em empuxo, conferindo motilidade a célula. Vários fatores solúveis estão envolvidos na coordenação da montagem do aparelho flagelar, incluindo o fator flagelar σ Flia e a proteína do arco (hook) gancho de comprimento (Flik).

Flagelos bacterianos são diferentes em forma, função e evolução de ambos archaeas e eucarióticos. O flagelo bacteriano arquetípico é o da Salmonella enterica do sorotipo Typhimurium que consiste de um corpo basal, incorporado na parede da célula, e duas estruturas axiais, o arco (Hook) e filamentos, que são unidos. O corpo basal consiste na somatória do anel MS, haste (Rod), e anéis L e P. Os componentes das estruturas axiais são exportados a partir da célula pelo sistema flagelar de secreção do tipo III (T3SS), que consiste de várias proteínas do anel MS e um periférico ATPase Flii hexamérico de que impulsiona o processo todo.
A rotação dos flagelos bacterianos é alimentada por uma força protônica (ou por sódio). O motor flagelar converte energia electroquímica através de uma interação entre os dois componentes: o estator e o rotor. O estator consiste de múltiplas cópias de duas proteínas, MotA e MoTB, que montam uma estrutura associada a membrana interna e ancorada a um peptidoglicano, de modo que ele permanece estacionário. O rotor consiste de múltiplas cópias de Flig, que, em conjunto com FliM e Flin formam o anel C, montado na face citoplasmática do anel MS. O torque é transmitido a partir do anel C para o anel de MS e este para a haste (rod) e de lá para o arco (hook) e depois para o filamento flagelar helicoidal. A rotação deste filamento helicoidal converte em empuxo, conferindo motilidade a célula. Vários fatores solúveis estão envolvidos na coordenação da montagem do aparelho flagelar, incluindo o fator flagelar σ Flia e a proteína do arco (hook) gancho de comprimento (Flik).

Um sistema flagelar degenerado (da Brucella melitensis) ainda tem um papel crítico na infecção, e mesmo que tal organismo não seja mais capaz de mediar sua motilidade flagelar ele continua com sua alta capacidade de virulência mantida. Isso demonstra que os sistemas de flagelos podem mediar uma função útil que não seja a locomoção (Fretin et al, 2005).

Flagelos compartilham um conjunto básico e conservado de proteínas. Das cerca de quarenta proteínas do flagelo padrão de S. typhimurium LT2 ou mesmo da E. coli K-12, apenas parece ser universalmente necessária.

Todas as flagelinas mostram sequências semelhantes, indicativo de ancestralidade comum, ou seja, de homologia (Beatson et al, 2006). Mas, todas as flagelinas também partilham homologia com outro componente do filamento flagelar, a proteína associada ao arco 3 (HAP3) ou FlgL. E embora a flagelo contenha a flagelina e HAP3, estas duas proteínas devem ter evoluído a partir de um antepassado comum em um sistema simples que continha apenas um homólogo de flagelina, HAP3. De modo parecido, seis proteínas da biela do flagelo (FlgB, FlgC, FlgF e FlgG), o arco (FlgE) e os filamentos (HAP1/FlgK) mostram grandes semelhanças em suas seqüências, demonstrando indicativos de ancestralidade comum (Pallen et al, 2005). Portanto, o complexo flagelar biela + arco + filamento claramente evoluiu por várias rodadas de duplicação gênica e diversificação subsequente.

Ao examinar as homologias entre os flagelos e proteínas não-flagelares (NF), fica claro que várias subunidades flagelares compartilham um ancestral comum com componentes de outros sistemas biológicos.

Da mesma forma, a FlgA, que tem um papel na montagem do anel de P teve sua homologia confirmada com CPAB, uma proteína envolvida no pilus de tipo IV. Mais especificamente, ambas as proteínas contêm um par de domínios chamado β-clip que hipoteticamente pode se ligar a açúcares em peptidoglicanos (Iyer et al, 2004).

Partindo de um tema semelhante, FlgJ contém um domínio C-terminal 4-amidase,  que medeia a hidrólise de peptidoglicanos e é compartilhada com muitos outras proteínas bacterianas.

O flagelo tem três componentes básicos: o rotor que dá o poder de rotação ao flagelo; o aparelho de quimiotaxia que media alterações na direção do movimento; e do T3SS que media a exportação dos componentes axiais do flagelo. Em cada módulo, o aparelho é formado a partir de peças “recicladas” pela evolução, e que ocorrem em outros lugares na natureza. Começando com o motor, onde MotA/MoTB são homólogos aos componentes dos sistemas de Ton e Tol (ExbB/Exbd e TolQ/TolR). Estes são sistemas que também exploram íons como não para a motilidade, mas para conduzir o transporte ativo de substratos através da membrana exterior (Zhai et al, 2003).

Flagelo bacteriano - Visualização com base nas proteínas

Flagelo bacteriano – Visualização com base nas proteínas

O sistema de quimiotaxia é claramente modular, em que os principais componentes deste, são compartilhados entre os sistemas flagelos bacterianos e de archaea, embora estes sistemas sejam de outra forma totalmente não relacionada. Além disso, algumas bactérias, tais como Aquifex aeolicus, produzem um flagelo bacteriano convencional, mas falta o equipamento quimiotáxico (Faguy et al, 1999). Muitas proteínas contêm domínios de quimiotáxicos (por exemplo, domínios reguladores de resposta), que são encontrados em muitas outras proteínas bacterianas.

Pelo menos 9 proteínas flagelares compartilham um ancestral comum com componentes do NF T3SSs. A comunidade científica está dividida sobre a natureza de seu ancestral comum. Alguns argumentaram que a NF T3SS foi derivado do flagelo, com base na função específica dos eucariotos (Nguyen et al, 2000). Outros argumentam que os dois sistemas são grupos irmãos, como indicado por filogenias de genes baseadas em parcimônia (Pallen et al, 2005). Independentemente da conclusão, a existência de NF T3SSs é prova que um subsistema de flagelar pode funcionar para diversos fins além da motilidade.

Há indícios de uma ascendência ainda mais profunda para as peças deste aparelho responsáveis pela secreção. Flii, a ATPase que dão potência a proteína flagelar mostram homologia inequívoca das subunidades catalíticas de ATPases V e F (Vogler Pallen et al, 1991).

Mais recentemente, descobriram evidências de homologia entre FliH, uma proteína que interage com flagelar Flii, e componentes da segunda haste das ATPases F e V que interagem com o subunidades catalíticas (Pallen et al, 2006).

Ao contrário do que afirmam os proponentes do Design Inteligente o flagelo bacteriano não é exclusivo, e de fato, compartilham diversas proteínas homologamente. O flagelo consiste em 23 proteínas indispensáveis para o funcionamento do flagelo modelo padrão (S. entérica). Isso representa 55% para um total de 42 proteínas. Deste total, somente 15 delas são exclusivas e  não possuem homólogos reconhecidos. Somente duas proteínas são indispensáveis e únicas no funcionamento do flagelo, representando então unicamente 5% (do total de 42 proteínas).

Ao contrário do que afirmam os proponentes do Design Inteligente o flagelo bacteriano não é exclusivo, e de fato, compartilham diversas proteínas homologamente. O flagelo consiste em 23 proteínas indispensáveis para o funcionamento do flagelo modelo padrão (S. entérica). Isso representa 55% para um total de 42 proteínas. Deste total, somente 15 delas são exclusivas e não possuem homólogos reconhecidos. Somente duas proteínas são indispensáveis e únicas no funcionamento do flagelo, representando então unicamente 5% (do total de 42 proteínas).

Estas homologias demonstram à existência de semelhanças estruturais e funcionais antigas entre esses dois tipos de motor rotativo molecular. Existem muitas outras estruturas de superfície em bactérias filamentosas que mostram nenhuma relação evolutiva evidente com os flagelos bacterianos. Isso porque alguns microrganismos adotaram outras rotas para motilidade além do flagelo bacteriano. Elas também são estruturas rotativas impulsionadas por um gradiente de prótons, que são fundamentalmente distinta das suas contrapartes bacterianas em termos de composição e de montagem proteica.

Há evidências de que a flagelina e o filamento flagelar são homólogas à proteína NF T3SS e o filamento EspA (Pallen et al, 2005). Por isso, o filamento EspA fornece um modelo de como o filamento flagelar ancestral pode têm funcionado para outros fins além da locomoção.

Além disso, as proteínas que se assemelham a componentes flagelares, mas que são codificadas no genoma de bactérias e que não participam na motilidade flagelar também foram identificados. O primeiro exemplo destes “elos perdidos” veio das Chlamydias (Kim, 2001). Recentemente, os genes relacionados com flagelares foram detectados também no genoma da bactéria do solo, como a Myxococcus xanthus, que não o utiliza para motilidade (Pallen et al, 2005).

A concepção de um modelo evolutivo para a origem do flagelo ancestral não requer nenhum grande salto conceitual. Pode-se prever que o flagelo é resultado de decorrentes fusões entre vários subsistemas modulares. Um sistema de secreção construído a partir de proteínas de uma antiga ATPase, um filamento criado a partir de variantes de duas proteínas, um motor criado a partir de um canal iônico e um aparelho quimiotáxico construído a partir de domínios pré-existentes.

Em evolução, chamamos isso de exaptação, quando a função atualmente desempenhadas por um sistema biológico é diferente a função executada originalmente, onde a adaptação evoluiu a partir de pressões criadas anteriormente. Elas alteração a função original e criam um novo aparato (Gould, 1982)

Uma revisão recente sobre a regulação flagelar destacou que vias regulatórias sortidas regem a sua função em flagelos peritricosos de bactérias entéricas (McCarter, 2006), de sistemas de flagelares de proteobactérias α, γ e ε, o sistema flagelar lateral de Vibrio parahaemolyticus, o endoflagelo de espiroquetas e os flagelos de bactérias gram-positivas (Pallen & Matzke, 2006).

As atribuições de homologia podem fornecer insights sobre a função e um quadro para a interpretação de dados de seqüências genômicas. A abundância destes dados indica que esta é somente a “ponta de um iceberg” e dados recentes já mostraram que Desulfotalea psychrophila, uma bactéria redutora de sulfato do Ártico (Rabus, 2004) tem o maior de todos os genes conhecido relacionado á flagelinas.

Desta forma, temos uma explicação evolutiva, natural, plausível para a complexidade do flagelo bacteriano que demonstra que ela é redutível, e que elementos faltantes deste não necessariamente tornam-o irredutíveis. Pelo contrário, demonstram que funções antigas podem ser cooptadas a novas funções e que pode favor a luta pela sobrevivência do mais apto, e a morte e sepultamento do Design inteligente como hipótese.

Victor Rossetti

Palavras chave: NetNature, Rossetti, Flagelo bacteriano, Complexidade irredutível, Design Inteligente, Homologia, Flagelinas, Genes, Evolução.

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Referências

Pallen, M. Matzke, N. From The Origin of Species to the origin of bacterial flagella. Nature.  | OCTOBER 2006 | VOLUME 4
Kubori, T. et al. Purification and characterization of the flagellar hook-basal body complex of Bacillus subtilis. Mol. Microbiol. 24, 399–410 (1997).
Li, C., Motaleb, A., Sal, M., Goldstein, S. F. & Charon, N. W. Spirochete periplasmic flagella and motility. J. Mol. Microbiol. Biotechnol. 2, 345–354 (2000).
McCarter, L. L. Dual flagellar systems enable motility under different circumstances. J. Mol. Microbiol. Biotechnol. 7, 18–29 (2004).
Armitage, J. P. & Macnab, R. M. Unidirectional, intermittent rotation of the flagellum of Rhodobacter sphaeroides. J. Bacteriol. 169, 514–518 (1987).
Read, T. D. et al. Genome sequences of Chlamydia trachomatis MoPn and Chlamydia pneumoniae AR39. Nucleic Acids Res. 28, 1397–1406 (2000).
Darwin, C. The Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life (John Murray, London,1859).
Beatson, S. A., Minamino, T. & Pallen, M. J. Variation in bacterial flagellins: from sequence to structure. Trends Microbiol. 14, 151–155 (2006).
Ely, B., Ely, T. W., Crymes, W. B. Jr & Minnich, S. A. A family of six flagellin genes contributes to the Caulobacter crescentus flagellar filament. J. Bacteriol. 182, 5001–5004 (2000).
Venter, J. C. et al. Environmental genome shotgun sequencing of the Sargasso Sea. Science 304, 66–74 (2004).
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Ren, C. P., Beatson, S. A., Parkhill, J. & Pallen, M. J. The Flag-2 locus, an ancestral gene cluster, is potentially associated with a novel flagellar system from Escherichia coli. J. Bacteriol. 187, 1430–1440 (2005).
Fretin, D. et al. The sheathed flagellum of Brucella melitensis is involved in persistence in a murine model of infection. Cell. Microbiol. 7, 687–698 (2005).
Pallen, M. J., Penn, C. W. & Chaudhuri, R. R. Bacterial flagellar diversity in the post-genomic era. Trends Microbiol. 13, 143–149 (2005).
Iyer, L. M. & Aravind, L. The emergence of catalytic and structural diversity within the β-clip fold. Proteins 55, 977–991 (2004).
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Faguy, D. M. & Jarrell, K. F. A twisted tale: the origin and evolution of motility and chemotaxis in prokaryotes. Microbiology 145, 279–281 (1999).
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Pallen, M. J., Bailey, C. M. & Beatson, S. A. Evolutionary links between FliH/YscL-like proteins from bacterial type III secretion systems and second-stalk components of the F0F1 and vacuolar ATPases. Protein Sci. 15, 935–941 (2006).
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Rabus, R. et al. The genome of Desulfotalea psychrophila, a sulfate-reducing bacterium from permanently cold Arctic sediments. Environ. Microbiol. 6, 887–902 (2004).

15 thoughts on “PORQUE O FLAGELO BACTERIANO SEPULTOU A COMPLEXIDADE IRREDUTÍVEL

  1. Eu não sei como que é tão difícil de entender sobre informação rsss. Fora da vida, eu queria que alguém me mostrasse algum código feito pela natureza, qualificado dentro dos 5 níveis de característica da informação.. Só o argumento da informação é prova suficiente para demonstrar que não existe evolução.. Informação codificada por lei, é fruto de uma mente inteligente, isso é irrefutável.

    Característica da informação codificada. Só falta me dizer agora que o DNA não é um código:/

    1. Estatística

    Aqui se incluem questões estatísticas tais como o número de caracteres e o número de palavras num determinado texto.

    2. Sintaxe

    Entendem-se por “Sintaxe” todas as características estruturais da apresentação da informação (código), inclusive as regras para a combinação de caracteres e para a cadeia de caracteres (gramática e vocabulário).

    3. Semântica

    Este termo grego (semantikós = característico, aspecto significativo) refere-se ao significo de uma sequência de caracteres.

    4. Pragmática

    A transmissão da informação acontece com a intenção do emissor de provocar uma determinada reacção no receptor (grego: pragmatike = “arte de agir correctamente”: aspecto da acção).

    5. Apobética

    A informação é enviada com o fim de alcançar um determinado objectivo. Com isso atingimos o nível mais elevado, ou seja, a Apobética (aspecto do objecto, aspecto do resultado; grego: apobeinon = resultado, êxito, efeito).

    • Primeiro de tudo, se informe sobre biologia e evolução; Dentro das hipóteses evolutivas/surgimento da vida, os primeiros seres com material genético não tinham DNA e sim RNA… E caso procure sobre o famoso experimento de Miller vai ver que material pode ser obtido dentro de condições similares à hipótese de Oparin.

      • Experimento de Oparin tratou de descrever os coacervados, que não eram seres vivos, mas uma primitiva organização das substâncias orgânicas em um sistema semi-isolado do meio, podendo trocar substâncias com o meio externo e havendo possibilidade de ocorrerem inúmeras reações químicas em seu interior, inclusive as reações obtidas no experimento de Miller. Miller criou um sistema simulando a terra primitiva. O resultado de seu experimento foi analisado e mostrou a presença de aminoácidos e outras substâncias químicas mais simples.
        Na década de 1970, o biólogo Sidney Fox aqueceu, a seco, a 60ºC, uma mistura de aminoácidos. Obteve pequenos polipeptídeos, a que ele chamou de proteinóides. A água resultante dessa reação entre aminoácidos evaporou por aquecimento. Fox quis, com isso, mostrar que pode ter sido possível a união de aminoácidos apenas com uma fonte de energia, no caso o calor, e sem a presença de água. Hoje sabemos que os gases presentes na atmosfera eram bem diferentes dos propostos por Oparin e utilizados por Miller. Experimentos recentes demonstraram que a atmosfera primitiva era formada por gás carbônico (CO2), metano (CH4), monóxido de carbono (CO) e gás nitrogênio (N2).
        É sabido que muitos aminoácidos são formados em condições abióticas, como demonstrou o experimento de Miller, como demonstrou o Meteoro de Murchison e tantas outras constatações nos confins do espaço. Depois de analisar a mistura de pós-impacto com cromatografia, a equipe de Haruna descobriu que alguns dos aminoácidos tinham juntado em peptídeos curtos de até três unidades de longa duração (tripéptideos) (Astronomy Now, 2015 & Sugahara & Mimura, 2015).
        Em estudos feitos com o aminoácido valina foi possível a oligomerização. Em simulações pré-bióticas sob condições de não-aquosas, a fim de promover a reação de desidratação foram identificados peptídeos lineares, que variavam em tamanho de dímero a hexâmeros, assim como um dímero cíclico. Estudos anteriores que tentaram a oligomerização abiótica de valina na ausência de um catalisador nunca haviam relatados peptídeos de valina maiores do que um dímero. A temperatura de reação aumentou a decomposição dissociativa de valina e de peptídeos de valina para produtos, tais como glicina, alanina-β, amoníaco, aminas, tais como os processos por desaminação e descarboxilação. A quantidade de valina e de peptídeos residuais teve um rendimento maior a pressões superiores a uma determinada temperatura, pressão e tempo de reação. Isto sugere que a decomposição dissociativa de valina e de peptídeos de valina é reduzida em pressão. Estas descobertas também sugerem que os aminoácidos, tais como a valina, poderia ter sido polimerizado para peptídeos em sedimentos marinhos pré-bióticas profundas dentro de algumas centenas de milhões de anos (Furukawa et al, 2012).
        Assim, a ciência sugere que RNAs podem ser fruto de um mundo pré-RNA-world, como fez Orgel ou Shapiro, e que a catalize destas primeiras moléculas (que ainda estão sendo estudadas) pode ter sido mediada por diversos reagentes catalíticos, ferro, Mg2+ (íons metálicos como cofatores), argila no passado e teriam o papel de atuar como enzimas na síntese dos primeiros polipeptídeos. Esses RNAs atuariam como as enzimas chamadas ribozimas e sua ação seria auxiliada pelo zinco existente na argila. As ribozimas foram as primeiras máquinas moleculares utilizadas pelos primeiros anos de vida que nos permitem-las como mecanismos moleculares primitivos ligados a processos celulares, sendo resquício do RNA-world.
        * Gilbert W (1986). “Origin of life: The RNA world”. Nature 319 (6055): 618.

  2. Caros,
    Uma pequena opinião sobre o assunto,
    1-”As atribuições de homologia podem fornecer insights sobre a função e um quadro para a interpretação de dados de seqüências genômicas.”
    O texto é baseado em HOMOLOGIA. “Homologia não pode ser comprovada é sempre inferida” (1) Ora inferência é o processo de raciocínio que implica na aceitação de uma primeira proposição, nesse caso a evolução. Assim, comparando os vários flagelos, o racicíonio só é válido só e somente se a Evolução for válida. Assim, a evolução valida essa proposição que valida a evolução- uma tautologia. Uma das grandes falhas da HOMOLOGIA é a evolução convergente, em que animais ou plantas similares não tem parentesco. Quando há evolução convergente há ANALOGIA, NÃO homologia. Ora, definida a HOMOLOGIA aqui apenas quando há um ANCESTRAL COMUM, o que define a Evolução como CERTA antes da prova apresentada. (2)
    2-”Um linha de evidência demonstra que sistemas flagelares são sujeitos às mesmas forças evolucionárias como as encontradas em outras entidades biológicas, inclusive com traços vestigiais de antigos sistemas. O próprio Darwin cita em seu livro ”A origem das espécies” órgãos vestigiais como evidência para evolução (Darwin, 1859) “ ”A seleção natural tem claramente modificado sistemas flagelares e reduzido os não-funcionais quando eles não são mais necessários.”
    Flagelos não evoluem, olhos não evoluem, asas não evoluem…. Sugiro o capítulo 11- Unidades de Seleção do Mark Ridley, 3 ed, p. 320. “A maioria dos processos descritos neste livro diz respeito a mudanças entre gerações de uma população de uma espécie, e é esse tipo de mudança que chamaremos evolução” (2) Aceito até evolução de gene. Isto está bem descrito na Origem da Vida de John Maynard Smith. Só haverá mudanças no flagelo com alteração genômica. O resto é especulativo.
    3-”A concepção de um modelo evolutivo para a origem do flagelo ancestral não requer nenhum grande salto conceitual. Pode-se prever que o flagelo é resultado de decorrentes fusões entre vários subsistemas modulares. Um sistema de secreção construído a partir de proteínas de uma antiga ATPase, um filamento criado a partir de variantes de duas proteínas, um motor criado a partir de um canal iônico e um aparelho quimiotáxico construído a partir de domínios pré-existentes.”
    Esse é um importanteTRUQUE EVOLUCIONISTA. Simplificar o que é complexo, e complicar o que é simples. Qualquer acréscimo de COMPLEXIDADE À BACTÉRIA diminuirá seu fitness (4) A experiência clínica de milhares de pacientes indica que a bactéria multirresistente será erradicada do biota em 6 meses (5) Isso é ilustrado pelo HIV: “Assim, a Seleção Natural atua eliminando o vírus não resistente à Lamivudina. Com a ausência da competição o vírus resistente surge em 100% dos casos nos pacientes. O custo da resistência é uma reprodução mais lenta, ficando o vírus em desvantagem quando a droga não está presente (6)
    CONCLUSÃO:
    Os dados apontam que a Teoria da Evolução através da Seleção Natural é incapaz de comprovar o surgimento da complexidade, seja ela irredutível ou especificada, sendo a homologia uma explicação inadequada ao processo, por aceitar a premissa evolutiva como base.

    1- Mayr, Ernst O que é Evolução, Ed. Rocco, 2001, p.48-49.
    2- Ridley, Mark. Evolução 3 ed artmed, p. 705.
    3-Idem, p. 28
    4-Lenski, Richard E, Bacterial evolution and the cost of antibiotic resistance http://www.im.microbios.org/04december98/06%20Lenski.pdf
    5–Coordenadoria Geral da Vigilância em Saúde- Manual de Orientação para Controle da Disseminação de Acinetobacter sp Resistente a Carbapenêmicos no Município de Porto Alegre-RS
    http://www.saude.rs.gov.br/upload/20120521095513manual_de_controle_da_disseminacao_do_acinectobacter.pdf
    6-Ridley, Mark Evolução, 3 ed Artmed 2006, p. 69

    • Inferido e comprovado. Ou sera que a homologia existente entre milhares de genes de mamíferos, por exemplo, foram criadas de modo independente?
      Será mais provável que exista uma relação histórica desses genes que seja explicada por um processo natural de relacionamento histórico e constatado cientificamente como é a evolução, ou será que é mais plausível que todas as milhares de espécies de mamíferos terem genes iguais mediante criações independentes?
      A pergunta é capciosa, acho que não precisa ser respondida, é só observar as semelhanças entre os genes. Um bonobo e um chimpanzé, um leão e tigre, um sagui do cerrado e um sagui da Mata Atlântica. Serão eles criações independentes ou existe relação histórica? kkkkkk a resposta se salta a vista, ainda mais quando se observa os estudos de genética.
      Um exemplo: pesquisas demonstram que a borboleta Heliconius melpomene e H. erato trocam genes em determinadas areas da amazônia e permite a formação de híbridos saudáveis e com padrão de coloração próxima.
      * Gene flow persists millions of years after speciation in Heliconius butterflies. BMC Evolutionary Biology 2008, 8:98
      Será que esses genes não são homólogos? Será que variedades hibridas, e até mesmo novas espécies como a H. heurippa que se originou de hibridismo e tem genes identicos a de H. melpomene e erato devido a criações individuais mesmo diante dessas constatações?
      Desculpe Ariel, acho que a individualização da criação das espécies não tem respaldo acadêmico. Isso sem contar o caso do DNA mitocôndrial que claro, muitas vezes conservam semelhanças grandes entre espécies irmãs (como a Danaus gillipus e D. eresimus), ou a Danaus plexippus (a famosa monarca) e sua espécie irmã Danaus erippus com 4% de diferença em DNA nuclear e 100% de semelhança no DNA mitocondrial (Smith, Lushai, Allen, 2005). Somando as semelhanças comportamentais, semelhanças entre DNA nuclear, DNA mitocondrial e dados de especiação a homologia é clara.

      “capítulo 11- Unidades de Seleção do Mark Ridley. “A maioria dos processos descritos neste livro diz respeito a mudanças entre gerações de uma população de uma espécie, e é esse tipo de mudança que chamaremos evolução”
      A maioria, não todos, razão pela qual o processo de origem das espécie demora milhares de anos. Cuidado, Ridley neste ponto fala sobre variações dentro da espécie (o que voces aceitam como microevolução). Será que Ridley fala que variações em populações não podem gerar novas espécies? Dúvido, o livro dele é de evolução e não criacionista. rsrsrs Ora, não há qualquer evidência, e nem artigos que comprovem que variações ocorrem somente no nível de espécie e que não possam transgredir este limite a tal ponto de seguirem caminhos distintos, ou, que uma espécie não possa gerar outra. Pensemos: Será que chimpanzés e bonobos, que eram uma população de uma mesma espécie continuam a ser a mesma espécie 2 milhões de anos após a mudança do curso do Rio Congo. A homologa mostra um baita relacionamento filogenético, mas eles não trocam mais genes. Voce vai querer chamar isto de microevolução?
      São variações deste tipo (micro) que permitem entender a diversidade do maquinário molecular de flagelos (descrito no texto e que estão presentes em diversos grupo biológicos, relacionados evolutivamente não só pela genética dos flagelos, que é apenas uma estrutura.

      ” qualquer acréscimo de COMPLEXIDADE À BACTÉRIA diminuirá seu fitness”
      O que dizemos é que complexidade biológica pode ser explicada naturalmente, e que não é referência alguma de design inteligente no processo. Ora, existe um fato, a homologia genética do maquinário molecular, a informação genética esta lá, isto é simples, não há nada que complicar.
      A complexidade biológica esta ligada a estrutura e função das partes e de organismos biológicos, que estão ligados a evolução das espécies, com ênfase em interações complexas sobre as relações fundamentais e padrões relacionais que são essenciais a manutenção e homeostase da vida (Francisco et al, 1974). Não é isto que acontece no flagelo? Estruturas com interações complexas é complexidade? Genes comuns entre flagelos distintos de distintas bacterias são relacionadas geneticamente. O maquinário é o mesmo. A homologia é simples, a maneira na qual as estruturas se interagem podem se tornar mais complexas. E não adianta citar o Lenski, ja discutimos ele da outra vez!!!
      Também não adianta negar a homologia, ou tirar do Ridley ideias quebradas, assim como tb não adianta negligenciar que a complexidade resultado de processos evolutivos.

      Eu vou refrescar o caso do Lenski sobre fitness e resistência a anti-bioticos.
      O estudo de Lensky foi feito inserindo-se um gene de resistência a antibiótico (uma mutação cromossômica) em uma bactéria que não tem uma história evolutiva de associações com esse gene de resistência. Portanto, o custo da resistência pode ser reduzido ou mesmo eliminado pela seleção natural, permitindo que a bactéria se adapte ao gene de resistência.
      Isso quer dizer que a seleção atua como filtro de fenótipos. Se o genótipo é alterado para a resistência ou se a resistência pode ser eliminada, a seleção natural faz isto. Sendo assim, as bactérias podem superar o custo de resistência por adaptações (evolução clara e simples) que neutralizam os efeitos colaterais prejudiciais de genes de resistência.
      Lensky destaca que várias experiências (in vitro e in vivo) mostram que o custo de resistência a antibióticos pode ser substancialmente reduzido, e eliminado, por mudanças evolucionárias em bactérias durante períodos de tempo bastante curtos. Como consequência, torna-se cada vez mais difícil eliminar genótipos resistentes simplesmente por suspensão do uso de antibióticos.
      Lensky ainda destaca que a redução de custos evolutivos é uma manifestação simples e geral da tendência para os organismos se submeterem a adaptação genética por seleção natural. Assim os organismos podem adaptar-se e superar os aspectos negativos de seu ambiente externo.
      https://netnature.wordpress.com/2015/03/20/ratcliff-lensky-e-netnature-na-boca-suja-da-pseudociencia/

  3. a questão é análoga ao que encontramos no mercado. Existem motores para ferraris e motores para ventiladores. O motor da ATP é totalmente diferente do motor do flagelo. E apesar do motor da ATP ser bem mais simples (formado por menor número de proteína) ainda é tão irredutível quanto o modelo mais simples de um motor de flagelo.

    • Há indícios de uma ascendência ainda mais profunda para as peças deste aparelho responsáveis pela secreção. Flii, a ATPase que dão potência a proteína flagelar mostram homologia inequívoca das subunidades catalíticas de ATPases V e F (Vogler Pallen et al, 1991).

      Mais recentemente, descobriram evidências de homologia entre FliH, uma proteína que interage com flagelar Flii, e componentes da segunda haste das ATPases F e V que interagem com o subunidades catalíticas (Pallen et al, 2006).

      Pode-se prever que o flagelo é resultado de decorrentes fusões entre vários subsistemas modulares. Um sistema de secreção construído a partir de proteínas de uma antiga ATPase, um filamento criado a partir de variantes de duas proteínas, um motor criado a partir de um canal iônico e um aparelho quimiotáxico construído a partir de domínios pré-existentes (Pallen & Matzke, 2006).
      Sua analogia é fraca, pois motor não passam por processo de seleção. Ventiladores que passassem por processo de seleção poderiam ter suas peças modificadas favorecendo ou não sua sobrevivência. Criando motor alternativos diante do contexto ecológico que estão, com duplicações de peças chave que poderiam migrar a novas funções, com giros alternados etc e tal. Esperar que um motor de ventilador forme um motor de Ferrari em um espaço de tempo curto não é evolução, é saltacionismo. Atpase tem trechos que foram recrutados a nova função. Existem diversas bactérias com flagelos distintos, com funções distintas mas que partem dos mesmos componentes básicos. Mas infelizmente, ventiladores, nem ferraris, nem computadores são seres vivos. Evolução atua em contexto de gerações, e ventiladores não se reproduzem e não vão mostrar mudanças em suas peças do motor.
      A vida é algo punico, precisa ser entendida como algo único e as analogias são limitadas

      • TUDO NÃO PASSA DE UMA BELA NARRATIVA HISTÓRICA———————–> Pouco se comenta sobre os métodos empregados para a construção da Teoria da Evolução. Neste pequeno artigo escolhemos Ernst Mayr, o considerado Darwin do século XX, para construirmos nosso entendimento da metodologia científica empregada na Evolução – a narrativa histórica. A Evolução tem leis? Como compreender a homologia, base de todas as evidências de Teoria da Evolução?
        I-NARRATIVA HISTÓRICA
        O pensamento fundamental desse artigo esta exarado no seguinte texto:
        “Por exemplo, Darwin introduziu a historicidade na ciência. A biologia evolutiva, ao contrário da física e da química, é uma ciência histórica – o evolucionismo tenta explicar eventos e processos que já ocorreram. Leis e experimentos não são técnicas apropriadas para a explicação de tais eventos e processos. Em vez disso é preciso construir uma narrativa histórica, que consista em uma reconstrução experimental de um cenário em particular que tenha levado aos eventos que se está tentando explicar” (1)
        Em outras palavras, a Biologia Evolutiva teve de desenvolver uma metologia própria, as narrativas históricas (cenários hipotéticos- em inglês “tentatives”-preliminares) (2) Pertence às Ciências Históricas, pois trabalha com eventos únicos como extinção dos dinossauros ou o surgimento dos homens. Assim o cientista inicia com uma conjectura e texta exaustivamente sua validade (3) “Um cenário explicativo proposto de eventos passados para ser
        testado quanto à sua validade”. (4)
        Vamos estudar um comentário sobre “reconstrução histórica”. “A reconstrução histórica de um processo é uma maneira perfeitamente válida de estudar esse processo e pode dar ensejo a previsões testáveis. Podemos prever que o Sol começará a se apagar em cerca de 5 bilhões de anos, do mesmo modo que podemos prever que populações de laboratório selecionadas artificialmente em diferentes direções vão tornar-se geneticamente isoladas.” (5) Qual é o problema dessa afirmação? Todo o processo evolutivo ocorre por SELEÇÃO NATURAL (predação, doença, limitação climática e alimentar, competição), o que é bem diferente da SELEÇÃO ARTIFICIAL ( é só exemplificar um cachorro que vacinamos, alimentamos, abrigamos). O estudo da seleção natural seria uma narrativa histórica, mas seleção artificial não, pois é um evento que pode ser repetido a priori. Já, referente aos fatos naturais, nada será rigorosamente igual- não se entra no mesmo rio duas vezes é um pensamento grego que representa bem os eventos naturais. A impressão que sempre passa é a total falta de compreensão sobre o assunto, tanto por evolucionistas como criacionistas.
        Como esses grupos são recalcitrantes em suas ideias, cito um artigo, do Reznick, em inglês:
        “In the laboratory, guppies from high predation environments had delayed senescence relative to those from low predation environments. In the field the apparent relationship is the opposite. One hypothesis for this difference is that a tradeoff associated with the evolution of the high predation LIFE HISTORY is a decrease in the investment in the immune system. Such a sacrifice would be evident in nature where there is exposure to disease and parasites but less so in the laboratory, which is relatively disease and parasite free.”(6)-grifo nosso
        Em resumo, a história narrativa evolucionista sempre indicará uma a direção: EVOLUÇÃO. Além do mais, qual é a VALIDAÇÃO desse método no método científico? A gentileza de alguém conseguir um artigo sobre o assunto…
        E a situação evolucionista só piora…
        II- HOMOLOGIA É INFERÊNCIA
        “A afirmativa de que certas características encontradas em táxons relativamente distantes são homólogas constitui, a princípio, uma mera conjectura. A validade desse tipo de inferência deve ser testada com uma série de critérios (Mayr e Ashlock, 1991), como a posição à órgãos adjacentes, presença de estágios intermediários em outros táxons, semelhanças na ontogenia, existência de estágios intermediários em ancestrais fósseis, e concordância com as evidências proporcionadas por outras homologias. A homologia não pode ser comprovada, é sempre inferida” (7)
        E o que é inferência?
        “Inferência é o processo de raciocínio usado em pesquisa científica em que parte-se de uma ou mais proposições e se procede a uma outra proposição, ou a outras proposições, cuja veracidade acredita-se seja implicada pela veracidade do primeiro conjunto de proposições” (8).
        Obviamente o primeiro conjunto de proposições é que a Teoria da Evolução esteja correta, corroborada, é óbvio, pela HOMOLOGIA, que baseia-se na premissa de que a Teoria da Evolução é correta, tendo como prova a HOMOLOGIA, que baseia-se na premissa…
        III- A TEORIA DA EVOLUÇÃO NÃO TEM LEIS NATURAIS
        “4. a ausência de leis naturais universais em biologia. OS filósofos do positivismo lógico, e de fato todos os filósofos com um formação em física e matemática, baseiam suas teorias leis naturais e essas teorias são, portanto, geralmente estritamente deterministas. Dentro da biologia também há regularidades, mas vários autores (Smart 1963, Beatty 1995) questionam severamente se estas são as mesmas que as leis naturais das ciências físicas. Não há consenso ainda na resposta, a esta controvérsia. Leis certamente desempenham um pequeno papel na construção teórica em biologia. A principal razão para a menor importância das leis na formação da teoria biológica é, talvez, o maior papel desempenhado em sistemas biológicos pelo acaso e aleatoriedade. Outras razões para a pequeno papel das leis são a singularidade de uma percentagem elevada de fenômenos
        em sistemas vivos, bem como a natureza histórica de eventos.
        Devido à natureza probabilística da maior parte das generalizações em biologia evolutiva, é impossível aplicar o método de falsificação de Popper para o teste de teoria, porque um caso particular de uma refutação de uma aparente determinada lei não pode ser qualquer coisa, mas uma exceção, como são comuns em biologia. A maioria das teorias na biologia não são baseadas em leis, mas em conceitos.
        Exemplos de tais conceitos são, por exemplo, seleção, especiação, a filogenia, competição, população, imprinting, adaptabilidade, a biodiversidade, desenvolvimento, ecossistema, e função.
        A inaplicabilidade à biologia desses quatro princípios que são tão básicos nas ciências físicas tem contribuído muito para a percepção de que biologia não é mesmo como a física”.
        Os outros três itens seriam a tipologia, o determinismo e o reducionismo.(9)
        “As leis cedem lugar para conceitos no Darwinismo”. (10)
        IV- O QUE PODE SER REFUTADO
        …”o darwinismo rejeita todos os fenômenos e causas sobrenaturais. A teoria da evolução pela seleção natural explica a capacidade de adaptação e diversidade do mundo sem ter de recorrer a nada além da matéria.”(11)
        É só demonstrar que a Seleção Natural nada mais é do que uma peneira que destrói a complexidade biológica, e a Teoria da Evolução está REFUTADA.

        1- Mayr, Ernst. O Impacto de Darwin no Pensamento Moderno. Scientific American BR Especial História da Evolução, p. 58
        2- Mayr, Ernst. Biologia Ciência Única. Reflexões sobre a automomia de uma disciplina científica. Cia das Letras, 2006. p. 40.
        3- Idem, p. 48.
        4- Mayr, Ernst What Makes Biology Unique? Cambridge University Press, 2004, p. 221
        5- Coyne, Jerry A. Por que a evolução é uma verdade / Jerry A. Coyne ; [tradução Luiz Reyes Gil]. – 1. ed. – São Paulo : JSN Editora, 2014. p. 466
        6-Reznick, David N and Ghalambor, Cameron K. Selection in Nature: Experimental Manipulations of Natural Populations.INTEGR. COMP. BIOL., 45:456–462 (2005). “No laboratório, guppies de ambientes de alta predação tem sua senescência atrasada em comparação com aquelas de ambientes de baixa predação . No campo a relação aparente é a oposta . Uma hipótese para esta diferença é que uma troca associada com a evolução da HISTÓRIA DE VIDA de alta predação é uma diminuição do investimento no sistema imunitário . Tal sacrifício seria evidente na natureza onde há exposição à doença e parasitas , mas menos no laboratório , o qual é relativamente livre de doenças e parasitas.”
        7- Mayr, Ernst O que é Evolução, Ed. Rocco, 2001, p.48-49.
        8- http://www.galileu.esalq.usp.br/mostra_topico.php?cod=119
        9- Mayr, Ernst, 2004, p. 28
        10- Mayr, Ernst. O Impacto de Darwin no Pensamento Moderno. Scientific American BR Especial História da Evolução, p. 59
        11- Idem, p. 60.

      • Leis e experimentos não são técnicas apropriadas para a explicação de tais eventos e processos
        Ah claro, e a fé é, né!?!?! Por favor, estamos falando de ciência Ariel. Acorda!!!
        Cenários são construídos com base nas evidências, quais possíveis caminhos evolutivos foram tomados segundo as evidências. Por isso quando se estuda eucariogênese (por exemplo) há diversas hipóteses abertas. Até na origem da vida isto ocorre, e conta com mais de 7 hipóteses distintas todas abertas.
        Acorda, ninguém ta inventando narrativa ao seu prazer, estão seguindo as evidências para preencher o possível caminho evolutivo que a coisa ocorreu. Narrativas mitológicas encontramos em um certo livro ai, antigo que um certo grupo usa como referencia cientifica, que é claramente teológico, que não tem compromisso com fatos, mas com incentivo a devoção a entidades.
        Para se fazer ciência é necessário experimentos, coisa que proponente do designer não faz. Chutam pra Deus e tentam dizer que isto é ciência. Acorda!!
        Até o momento nenhum de voces que comentaram aqui sobre o flagelo apresentaram um artigo em que demonstre que o flagelo é fruto de uma criação de designer. Não há artigos, não há evidencias. Voces inferem, sem evidencias empíricas. Inferência por si só, não adianta. um argumento lógico não é fato, e simplesmente lógico. Falando nisto……………

        HOMOLOGIA É INFERÊNCIA
        Sim é inferência….mas não apenas inferências baseadas somente na lógica. Precisa existir uma base empírica para isto.
        Eu poderia afirmar que: 1) Todos gatos têm 5 patas; 2) Tom é um gato; 3) Tom têm 5 patas.
        É uma dedução, a inferência é correta e perfeitamente válida, mas as premissas 1 e 3 são falsas. A lógica e inferência sozinha não funciona como uma fonte de afirmações válidas sobre o mundo. Ela precisa se relacionar com derivações de afirmações e serem corroboradas (Chalmers, 1993). Que evidencias temos de gatos com 5 patas? Nenhuma. Quando a ciência faz inferências, ela o faz com as evidências nas mãos. Ninguém afirmou que uma sequencia de DNA de um gene X de uma espécie A e B são homólogos sem ter em mãos a sequencia.
        Quando se observa genes com semelhanças, em grupos próximos, e esses genes coordenam a ação de outros genes e tem uma frequencia específica de atuação, a inferência de que eles são homólogos é forte, afinal, qual a chance genomas inteiros pouco diferenciados, com genes em frequencias semelhantes coordenando outros genes semelhantes, com DNAmit com poucas outras as vezes nenhum diferença terem surgido ao acaso (ou individualmente)???
        Quando voce encontra sequencias de DNA de um gene hox responsável pela estruturação de um membro em uma espécie e vê que a sequencia é a mesmo em especies irmãs, que grupos irmãos tem a mesma sequencia, e há comportamentos, sequencias de genomas inteiros, de genomas mitocondriais inteiros, fosseis indicando que há proximidade entre as espécies ou grupos. Sinto muito, a chance disto ser resultado de um processo evolutivo, e não de uma criação individualizada é clara; as análises estatísticas de verossimilhança, bayesiana são claras. Ah sim, as mesmas semelhanças os baraminologistas usam para inferir os tais arquetipos. Até voces bebem da fonte da homologia para argumentar relacionamento evolutivo quando fazem a separação entre grupos individualizados. A diferença é que voces correm pra pseudociencia da classificação com base em um livro sagrado não com base nas evidências. A ciência demonstra que Trichopteros e Lepidopteros compartilham uma série de semelhanças anatômicas, morfológicas, comportamentos, DNA nuclear e mitocondrial de um ancestral comum, vocês separam trichopteros e lepidópteros em grupos distintos ignorando as todas essas semelhanças empíricas. Acho q esta claro porque vocês negam homologias quando se trata de grupos distintos mas consideram elas quando fazem a baraminologia. Cômodo!!!

        a ausência de leis naturais universais em biologia
        Lei é muito mais comum em ciências exatas, teorias podem se tornar leis e teorias tem respaldo estatístico em leis. Uma datação é feita com base em leis da física.
        Nem tudo é reduzido a matemática quando se estuda a vida, em processos evolutivos há grupos biológicos que foram empurrados para situações especificas e ainda sim, pode-se rastrear o processo evolutivo que deu origem a ele, e usar a matemática para rastrear a dinâmica de mutações de genes em indivíduos ou populações. O caso do besouro bombardeiro que era visto como algo absurdo por ser um desafio a lógica, mas não é um desafio as evidencias. O mesmo era com o flagelo, o sistema imunológico que só foram vistos como algo exceto a regra porque Behe não leu a literatura sobre a origem do sistema imune, olho e flagelo antes de escrever seu livro, razão pela qual foi frito no julgamento de Dover.
        Só porque algo é complexo e voce não entenda, nao significa que seja criação divina e que não tenha explicação natural. Argumento de ignorancia nunca formou uma teoria da biologia ou lei da física.

        o maior papel desempenhado em sistemas biológicos pelo acaso e aleatoriedade
        Existem sim regularidade, e coisas que saem da regularidade. O papel de sistemas biológicos não é ao acaso, o que não significa que haja um motorista dirigindo as mutações. A seleção natural não é aleatória (nem qualquer outro mecanismo evolutivo), ela ocorre numa relação presa predador, no forrageamento de um animal, na luta contra um competidor. Aleatória são as mutações. Enquanto voces do D.I não souberem a diferença entre o que é acaso e aleatoriedade, e onde processos aleatórios ocorrem (mutações no DNA) jamais conseguiram discutir evolução com cientistas. Chamar evolução de processo ao acaso é motivo para deixar vocês falando sozinho por não compreenderem aquilo que pretendem discutir, E ainda sim, as mutações aleatórias ocorrem com mais frequencia em DNA descondensado (cromatina) de tal modo que existem frequencias de mutação calculáveis. E não é ao acaso porque acaso pressupõem ausência de causa, e a ciência sabe o que causa variações no DNA.

        é impossível aplicar o método de falsificação de Popper
        Errado, a bio evolutiva é falseável. Encontra um fóssil de Sivatherium (Giraffidae) no Ordoviciano e concordarei com voce. Quer falsear a evolução demonstre que 96% dos genomas de Danus plexippus e D. erippus são frutos de criação individual, que os 100% de semelhança entre os DNAmit deles são fruto do acaso, ou que o fato de teremo comportamentos alimentares e de defesa idênticos mas não conseguirem se reproduzir é resultado de uma manobra divina. Publique os artigos quebrando a ideia de homologia entre as duas espécies. Voce falseará a evolução!! Boa sorte

        É só demonstrar que a Seleção Natural nada mais é do que uma peneira que destrói a complexidade biológica, e a Teoria da Evolução está REFUTADA“.
        Seleção natural poda da árvore da vida fenótipos inaptos, de tal forma, que a complexidade biológica de grupos que conseguem vencer competições se mantém. Seleção natural pune inaptos não complexidade biológica. Ela mantém vivos aqueles que têm vantagens, sejam estas vantagens resultado de um aumento, ou não da complexidade. Note que voce inverteu o significado da seleção natural de manter vivos os aptos e punir inaptos e argumento que a seleção natural pune a complexidade biológica. Complexidade aumentada nãoé regra. A regra é a luta pela sobrevivência. Se isto demanda ou não aumento de complexidade é outra coisa. Mariposas que tem voo noturno são mais expostas a predadores. Um grupo delas simplesmente trocou a noite pelo dia, deu origem as borboletas. Isto não demandou aumento de complexidade, mas demandou adaptações ao novo modo de vida mediante a outros predadores e a comportamentos distintos.

        Ps: Se continuar copiando e colando textos do darwinismo wordpress eu vou cortar seus aomentários. Aqui não é lugar de divulgação de pseudociência e religião!!!

    • Aqui não é lugar de publicar textos, seja sintético, aqui se produz comentários. Vou dar um exemplo de comentário sintético:
      Behe foi sim refutado, nenhum exemplo de complexidade irredutível foi publicado até hoje, os exemplos que ele usou como sendo irredutivelmente complexo não eram. E pior, Behe sequer consultou a literatura sobre o sistema imunológico, olho, besouro bombardeiro ou flagelo bacteriano antes de dizer que era irredutivelmente complexo. E claro, sua definição de ciência no julgamento foi frouxa a tal ponto de aceitar qualquer alegação que não respeitasse o método cientifico era por ele visto como ciência.
      Ainda sim, Behe na segundo paragrafo da pagina 15 de “A caixa preta de Darwin” assume com todas as palavras que aceitar a teoria da evolução darwiniana eque o universo é resultado do Big Bang datado em bilhões de anos (https://netnature.files.wordpress.com/2011/08/caixa-preta.png)

      Ps: Journal Bio-complexity não é científico. É texto religioso para veneração de designer inteligente. manda uma publicação de Design inteligente da Science ou da Cell ai.

      Viu, sintético e rápido!!!

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