O FRÁGIL DESAFIO DE EBERLIN – FALADOR PASSA MAL. PEDIU, TOMOU!

Poucas são as oportunidades que temos de desconstruir falácias criadas por movimentos pseudocientíficos que se apresentam como “contrarrevolucionários” ao modus operandi na ciência empírica. Cinco pontuações problemáticas foram propostas pelo professor de Química da UNICAMP Marcos Eberlin, proponente do Design inteligente/criacionismo e da Terra Jovem.

Aqui, explicamos 4 delas e expomos o que a ciência tem produzido como contraponto.

Sem título

Serão abordados 5 pontos neste texto; Peptídeos e como eles se oligomerizam abioticamente; RNA-World e de onde viéramos blocos de construção e as evidências do mundo-de-RNA; Troca da Uracila por Timina segundo as evidências; Cromossomo Y e o relacionamento filogenético do homem com os outros primatas; e por fim, o Dilema de Haldane e as taxas de mutação.

O Peptídeo funcional

O primeiro tema proposto pelo professor é a exigência de peptídeos que foram oligomerizados abióticamente e eventualmente ele questiona sobre a homoquiralidade. A primeira evidência que demonstra que isto é possível vem de artigos que ele mesmo publicou. Segundo Cooks e Marcos Eberlin (2001) em seu experimento ele conseguiu que a serina passasse pelo processo de enantioseletividade quando é oligomerizada, um processo que é auto-dirigido e conduz a formação de um octâmero, conforme identificado por espectrometria de massa. (Referência: Cooks. R. G, Zhang. D, Koch. K. J, Gozzo. F. C, Eberlin. M. N. Chiroselective Self-Directed Octamerization of Serina: Implications for Homochirogenesis. Anal. Chem. 2001)

Em um outro artigo com Koch, o professor Eberlin trata da transmissão quiral da serina para outros aminoácidos através da incorporação na octomerização homoquiral e apresenta uma nova possibilidade de transmissão de quiralidade entre aminoácidos. (Referência:  Kim J. Koch, Fabio C. Gozzo, Sergio C. Nanita, Z. Takats, Marcos N. Eberlin Prof. and R. Graham Cooks. Chiral Transmission between Amino Acids: Chirally Selective Amino Acid Substitution in the Serine Octamer as a Possible Step in Homochirogenesis.)

Em uma entrevista em 2002 para a UNICAMP o professor Eberlin destaca um de seu projetos, na qual preparou uma mistura L e D de um aminoácido e conseguiu colocar no L uma marca química, distinguindo-a do D. Ele notou que os L e D se agrupavam naturalmente: os D de um lado, formando uma estrutura cilíndrica, e os L para outro, formando outra estrutura cilíndrica. Segundo suas próprias palavras a UNICAMP “Foi bastante interessante, pois nunca se pensou que esse processo de separação pudesse ocorrer naturalmente” (Jornal da UNICAMP, 2002).

Uma das questões centrais levantada pelo criacionista é a exigência da apresentação de um peptídeo funcional criado abioticamente. O problema é que ele não delineia o significado de “funcional” (pela própria característica leviana do comentário). Se ele toma como funcional o papel fisiológico de uma proteína, então parte de um princípio saltacionista, onde moléculas complexas com funções pré-definidas (como a hemoglobina), por exemplo, poderiam surgir abioticamente. Esta não é uma afirmação feita pelos bioquímicos que esta a vida.

Se funcionalidade refere-se á formação de peptídeos simples, com poucos monômeros unidos, porém, capazes de sobreviver a condições adversas, então há sim evidências de que eles se formam naturalmente. Se ele parte do princípio que a funcionalidade é a capacidade que um polímero tem de ser autopoiético (auto-replicar), temos evidências químicas (e termodinâmicas) deste processo.

Ainda que não compreendamos exatamente cada passo dado na origem da vida, existe uma grande possibilidade de que á vida seja resultado de um processo natural, não só pela obviedade da afirmação, mas pelas evidências que os bioquímicos possuem. Sabemos que os blocos de construção básicos estão presentes no espaço, que aminoácidos, oligopeptídeos, nucleotídeos e as bases nitrogenadas podem ser encontrados em certas regiões do espaço em locais de formação de estrelas onde há temperaturas relativamente altas ou baixas (a fases eutéticas). Existem facilitadores de reações, os catalizadores, que auxiliaram essa replicação não-enzimática.

Por exemplo, Haruna Sugahara, da Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology (JAMSTEC) e Koichi Mimura, da Universidade de Nagoya simularam a terra Pré-biótica em laboratório. Eles usaram misturas congeladas de aminoácido (aqueles que sabidamente são produzidos em condições abióticas), gelo e silicato (forsterita) e usou uma arma propulsora para simular o choque do impacto de corpos celestes. É sabido que muitos aminoácidos são formados em condições abióticas, como demonstrou o experimento de Miller, como demonstrou o Meteoro de Murchison e tantas outras constatações nos confins do espaço. Depois de analisar a mistura de pós-impacto com cromatografia, a equipe de Haruna descobriu que alguns dos aminoácidos tinham juntado em peptídeos curtos de até três unidades de longa duração (tripéptideos) (Astronomy Now, 2015 & Sugahara & Mimura, 2015).

Em estudos feitos com o aminoácido valina foi possível a oligomerização. Em simulações pré-bióticas sob condições de não-aquosas, a fim de promover a reação de desidratação foram identificados peptídeos lineares, que variavam em tamanho de dímero a hexâmeros, assim como um dímero cíclico. Estudos anteriores que tentaram a oligomerização abiótica de valina na ausência de um catalisador nunca haviam relatados peptídeos de valina maiores do que um dímero. A temperatura de reação aumentou a decomposição dissociativa de valina e de peptídeos de valina para produtos, tais como glicina, alanina-β, amoníaco, aminas, tais como os processos por desaminação e descarboxilação. A quantidade de valina e de peptídeos residuais teve um rendimento maior a pressões superiores a uma determinada temperatura, pressão e tempo de reação. Isto sugere que a decomposição dissociativa de valina e de peptídeos de valina é reduzida em pressão. Estas descobertas também sugerem que os aminoácidos, tais como a valina, poderia ter sido polimerizado para peptídeos em sedimentos marinhos pré-bióticas profundas dentro de algumas centenas de milhões de anos (Furukawa et al, 2012).

Experiências de polimerização feitas utilizando glicina sob várias pressões simulando que o espaço poroso de sedimentos das profundezas dos oceanos, em fontes hidrotermais, foram adequados para polimerização levaram a formação de moléculas. A espectroscopia infravermelha e visível revelou a formação de melanoidinas a pressões mais baixas. Estes, são compostos formados quando açúcar e aminoácidos se combinam.

A cromatografia líquida de alto desempenho e espectrometria de massa dos produtos mostram que; a glicina em todos os ensaios experimentais oligomerizou a partir de 2-mero a 10-meros; os rendimentos são dependentes da pressão e gradualmente com a variação da pressão; a polimerização progrediu quando maior o tempo de exposição a pressões altas, enquanto que as quantidades de oligômeros permaneceram constantes para séries mais longas de duração (até 32 dias). Estes resultados sugerem que a pressão inibe a decomposição de ácidos aminados e estimula a polimerização na ausência de um catalisador. Os nossos resultados sugerem ainda que a polimerização abiótica poderia ter ocorrido durante diagênese em sedimentos profundos (Ohara et al, 2007).

Um trabalho publicado em 2009 por van der Gulik e amigos propõe uma solução bastante interessante para explicar como os polímeros se tornaram cada vez maiores e resolvendo alguns paradoxos sobre esta questão. Em seu artigo ele sugere que peptídeos curtos específicos (de 3 a 8 aminoácidos) poderiam ter servido como catalisadores durante a vida muito cedo.

Proteínas mais longos teriam, então, evoluiu gradualmente a partir destes precursores iniciais. Essa ideia poderia ter tido um papel útil e inicial da vida ainda muito cedo e tem respaldo em outros pesquisadores, como pelo Shimizu (1996, 2004, 2007) que mostrou que aminoácidos individuais e dipeptídeos poderiam melhorar ligeiramente as taxas de certas reações químicas.

Obviamente, algumas etapas intermediárias são necessários entre os dipeptídeos de Shimizu e um menor numero de enzimas funcionais de hoje.

Uma restrição adicional sobre qualquer teoria de como os primeiros peptídeos funcionais surgiram é que eles devem ser compostos exclusivamente (ou quase) por aminoácidos que são produzidos de forma eficiente por síntese pré-biótica. Na maioria das experiências de síntese de pré-biótico os aminoácidos produzidos de forma mais eficiente são a Glicina, Alanina, Valina e Aspargina (G, A, V, e D no código de uma letra) (Miller, 1987). Destes, os três primeiros são neutros, e aspargina é carregada negativamente. À primeira vista, isso é problemático, pois a ausência de cargas positivas tornam os peptídeos susceptíveis de limitar a sua capacidade para formar estruturas estáveis ​​e para realizar uma atividade catalítica, especialmente em aspargina. O que van der Gulik e amigos sugeriram é que os primeiros peptídeos foram compostas de cadeias curtas e foram ligados entre si por íons metálicos carregados positivamente. Íons de metal resolvem  dois problemas ao mesmo tempo.

Os íons de metal proporcionam uma âncora em torno do qual o peptideo que pode, então,  organizar-se, permitindo (pelo menos parcialmente) a estabeilização de sua estrutura, e em segundo lugar, proporcionando uma carga positiva, que seria muito útil para a atividade catalítica.

Quando os mecanismos de codificação e de tradução foram gradualmente melhorando os primeiros péptidos gradualmente foram aumentado sua eficiência e especificidade biológica. Alguns desses primeiros peptídeos, compostos por aminoácidos pré-biótico ligados por íons metálicos foram conservadas pela evolução. O fato de sítios ativos serem mais bem conservados do que todas as outras regiões da proteína diz muito. Se essa idéia estiver correta, deve ser possível encontrar hoje a memória dos primeiros peptídeos funcionais nos sítios ativos em algumas proteínas atuais.

A ideia de encontrar nas proteínas atuais vestígios de vida pré-biótica não é inteiramente nova. Tem-se argumentado que abundâncias de aminoácidos refletem a ordem em que foram introduzidas no código genético (veja Zuckerkandl et al, 1971;.. Jordan et al, 2005, e as críticas de Hurst et al., 2006).

O trabalho de van der Gulik consistiu exatamente em explorar a validade dessa ideia e fez busca no banco de dados da estrutura de proteínas para identificar todos os sítios ativos compostos quase exclusivamente por íons metálicos e conecta-los ao mundo pré-RNA-world. Ao avaliar a abundância de aminoácidos produzidos em experimentos de síntese de pré-bióticas, ele classificou os melhores candidatos peptídicos. Estes candidatos correspondem a todos os sítios ativos da proteína do hospedeiro, e que executam funções catalíticas importantes nas primeiras formas de vida. Ele constatou fortes indícios de que alguns destes sítios ativos foram conservados, pelo menos, desde o último ancestral comum universal (LUCA) 3,5 bilhões de anos atrás.

Além disto, a pesquisa de van der Gulik identificou em estruturas de proteínas modernas cinco segmentos curtos ligados principalmente a íons de Mg2 + que constróem, pelo menos, 80% dos aminoácidos aspargina, glicina, valina e alanina que parecem ser os mais abundantes de todos os aminoácidos nos tempos pré-bióticos. Estas propostas aparecem como estatisticamente significante ja que são 2,8 vezes mais frequentes do que o esperado se fosse em uma situação ao acaso, com um valor-P de 3×10-2. Além disso, todos eles formam sítios ativos de sua proteína em polimerases de RNA (nos sítios DFDGD e DYDGD),  em mutases (nos sítios DGDGD e DGDAD) e em dihidroxiacetona quinase (no sítio DAKVGDGD), onde manipulam grupos fosfato que teve uma função biológica importante no muito primeiras fases da vida.

Estes sítios podem corresponder a resquícios dos primeiros péptidos funcionais, nas primeiras fases de vida, antes ou no início da configuração dos mecanismos de codificação genética, e depois de um mundo de RNA,  ou ainda, durante um mundo de RNA-peptídeo. Esses peptídeos poderiam ser vistos como fósseis de transição, constituindo uma forma de transição entre os aminoácidos pré-bióticos e as proteínas codificadas.

Porém, deve-se tomar cuidado, pois poderia haver explicações alternativas para a presença proeminente de alanina, valina, aspargina e glicina e os sítio ativos universais porque estes aminoácidos poderiam ser indispensáveis para se obter uma função biológica específica. Embora este argumento seja duvidoso, por que outras RNA-polimerases apresentam locais ativos constituídos por diferentes aminoácidos, solicita-se cautela.

Outra explicação é que um intenso processo de seleção nos primeiros organismos levou os pequenos sítios ativos de ligação a metais a manter a presença de muitos aminoácidos e componentes proteicos no ambiente pré-biótico e outras formas possíveis que permitiram  tornar o sítio ativo.

Isto pode ser experimentalmente testado. A ciência daqui está analisando se os candidatos peptídicos curtos pré-bióticos são solúveis em solução aquosa, e se formam estruturas mais ou menos estáveis ​​com os íons de Mg2+. O segundo ponto é se esses complexos peptídeos curtos/íon de metal ainda têm algum tipo de atividade enzimática, ainda que pouco eficiente quando eles estão isolados do seu contexto normal de proteína. Isso possivelmente exigiria a introdução de outros ambientes simulando condições pré-bióticas, e entender o que favoreceria a montagem dos diferentes parceiros necessários para a função enzimática.

Desta forma, é possível considerar péptidos construídos a partir de apenas resíduos pré-bióticos abundantes (como por exemplo os sítios ADVDGD e DAAVGDGD), e que pode representar até péptidos anteriores, e testar se suas propriedades são comparáveis ​​às do sítio ADFDGD e DAKVGDGD. Uma outra área de pesquisa é a interação desses tipos de oligopéptideos com moléculas de RNA.

Em linhas gerais, esses trabalhos, deram uma nova abordagem para estudar a vida e sua origem n Terra pré-biótica. Através da análise da sequência e estrutura de proteínas de hoje, disponíveis em bases de dados públicas, os bioquímicos e geneticistas tem estabelecido filogenia para ainda mais ricas sobre períodos remotos da vida. Isto tem incomodado muito posturas anti-científicas.

Um RNA-World bem evidenciado

Existem uma série de trabalhos publicados ultimamente que respaldam a hipótese do RNA-world e explicam como os blocos de construção do DNA e RNA são produzidos em diversos locais do espaço.

Um polímero de RNA é uma cadeia de ribonucleotídeos, cada uma composta por três partes distintas: uma de açúcar ribose, um grupo fosfato e uma base – ou citosina ou uracila, conhecido como pirimidinas, ou a guanina ou adenina conhecidas como purinas. Imaginando como tal polímero poderia ter se formado espontaneamente, os químicos pensaram como as subunidades provavelmente reuniram-se em primeiro lugar, em seguida, juntar-se para formar ribonucleotídeos (Van Noorden, 2009) Saiba mais aqui.

Os cometas retêm informação inalterada da química primordial do Sistema Solar, do período da formação planetária. Acredita-se que os cometas e asteróides do Sistema Solar exterior trouxeram para a jovem Terra a água e moléculas orgânicas, o que ajudou a preparar o terreno para o desenvolvimento da vida primordial (Eso, 2015).

O cianeto de hidrogênio (HCN) é visto como um precursor de aminoácidos e ácidos nucleicos. Estudos nesta área levaram a descobertas de novos caminhos para a síntese de compostos orgânicos derivados da condensação de HCN (Al-Azmi et al, 2003). O HCN já foi detectado no meio interestelar (Snyder & Buhl, 1971). Desde então, diversos estudos se focaram na formação e destruição de vias construção de HCN em vários ambientes e analisaram a sua utilização como marcador para uma variedade de espécies em processos astronômicos. O HCN pode ser observado a partir de telescópios terrestres através de uma série de janelas atmosféricas (Treffers et al, 1978). A acetonitrila (CH3CN) foi detectada na região de Orion KL (Wright et al, 1996) e no cometa Hale-Bopp (Bockelee-Morvan et al, 2000). A acetonitrila foi classificada como uma fonte para a formação de glicina por radiação ionizante (Draganic et al., 1977). No gelo interestelar algumas simulações foram realizadas pela primeira vez por duas equipes diferentes, utilizando luz polarizada para a formação de aminoácidos. A síntese da citosina ocorreu nas simulações usando somente água, amônia, metanol e acetonitrila (20: 2: 1: 1) e identificou três os aminoácidos (glicina, serina e alanina). Aminoácidos estes, que são essenciais á vida.

Segundo Robertson e Miller (1995) o cianoacetaldeído reage para formar abioticamente a citosina em rendimentos de 30-50%, a partir do qual a uracila pode ser formada por hidrólise. Para eles o ambiente de síntese pré-biótica desses produtos ocorreu em um cenário de lagoas.

Um estudo realizado por Saladia et al (2001) demonstrou que a condensação de formamida poderia ter formado (na presença de óxidos inorgânicos) as bases do DNA e pode fornecer um quadro plausível pré-biótico para a síntese de derivados de purina e pirimidina. Este hipótese satisfaz alguns dos pré-requisitos básicos e necessários para á evolução química pré-biótica.

Entre os exemplos estudados, a reação realizada na presença de CaCO3 originou purina como o produto com um rendimento muito elevado para uma síntese pré-biótica. A síntese de purina e pirimidina a partir de derivados de formamida sob condições catalíticas proporcionaria uma rota pré-biótica mais eficiente. Sílica, alumina, e óxidos metálicos como a perovskitas, espinélios, argilas e zeólitas, estavam presentes na Terra primitiva. Estes óxidos inorgânicos já demonstraram ter grande valor em uma gama de transformações catalíticas abióticas devido a propriedades ácidas ou básicas, a capacidade de troca catiônica e para a possibilidade de acomodar quantidades de água ou outras moléculas (Thomas et al, 1997). Portanto, sim, há explicação natural para a origem de precursores básicos da estrutura química da vida. (veja mais aqui)

Recentes pesquisas empíricas tem proporcionado um amplo suporte a essa hipótese, demonstrando o amplo espectro de atividades catalíticas de RNA, o que levou à hipótese de um RNA-World ligado à superfície (Ferris et al, 1996. Ferris, 2006. Joyce, 2002. Landweber et al, 1998. Bartel& Unrau, 1999). Veja mais aqui.

Estudos indicam que temperaturas abaixo de zero, em comparação com as temperaturas mais elevadas, são mais eficazes para a síntese de adenina (Sanchez et al, 1966) e citosina, por ligação química de oligonucleotídios (Gryaznov e Letsinger, 1993) e para a oligomerização de ácidos β-amino (carregados negativamente).

A polimerização em misturas congeladas provavelmente ocorre em cavidades em que cristais de gelo com líquidos eutéticos e solutos concentrados, mas não por adsorção dos produtos químicos sobre gelo.

Em gelo somente o PB2+ mostra um efeito catalítico tão forte como Mg2+/PB2+. Da mesma forma que a catálise por si só de Sn2+  foi comparável à catálise vista em com Mg2+/ Sn2+ (Kanavarioti et al, 2001). O fato de Mg2+ ser dispensável apoia a afirmação de que as associações intermoleculares em fases eutéticas no gelo tendem a ser mais estáveis ​​do que os correspondentes em solução e, portanto, não necessitam de estabilização adicional fornecida pelo Mg2+. Os métodos anteriores, como em solução, na presença de Mg2+/PB2+ ou óxido de nitrato de uranila (Sawai et al, 1989), o principal rendimento de produtos foi RNAs 2’-5’. Embora a síntese, na presença de argila MMT produza rendimentos similares (24%) em 3’-5’ (30%) produtos adquiridos pelo experimento de Kanavarioti o rendimento global de polimerização é no máximo, 6,1% de oligômeros de cinco ou mais nucleotídios de comprimento. No estado de congelamente 35,6% dos oligômeros foram obtidos.

Assim, a síntese de oligômeros de RNA a partir de monômeros pode ocorrer em um meio de reação em que concentrou-se as fases eutéticas em matrizes de gelo. Na Terra, quantidades substanciais de gelo ocorrem nos pólos e em altitudes mais elevadas, e parece provável que uma variedade de matrizes de gelo estariam disponíveis na Terra pré-biótica também. Partindo do princípio de que as concentrações de mononucleotídios e íons metálicos catalíticos solúveis (como PB2+ ou Sn2), estavam disponíveis, tais camadas de gelo e suas fases eutéticas poderiam ter fornecido um nicho adequado para polimerizações pré-bióticas ocorrer, seguindo da auto-montagem de sistemas moleculares e sua complexação, justificando assim uma origem natural para a vida. Saiba mais aqui.

Em outro experimento, pesquisadores sintetizaram os precursores básicos do RNA, uma molécula a partir da qual as mais simples estruturas auto-replicantes são feitas. John Sutherland, da Universidade de Manchester, co-autor de um estudo publicado na Revista Nature conta que o experimento consistiu em misturar as moléculas precursores em água, aqueceu-se a solução, em seguida permitiu-se a evaporação, deixando para trás um resíduo de moléculas híbridas, com metade do açúcar, uma meia-nucleobases. A este resíduo adicionou-se novamente água, aqueceu-se, deixou-se evaporar, e, em seguida, irradiaram-na.

Em cada etapa do ciclo, as moléculas resultantes foram mais complexas. Na etapa final, a equipe de Sutherland adicionado fosfato e notavelmente, ele transformou-se no ribonucleotídeo (Wire, 2009) Veja mais aqui.

Um sistema criado por Gerald Joyce e Tracey Lincoln do Instituto de Pesquisa Scripps, em La Jolla, Califórnia, envolve um par de ribozimas replicantes, cada uma com cerca de 70 nucleotídeos de comprimento, que catalisam a síntese uma da outra. Assim, a ribozima da “esquerda” serve de molde para a síntese da ribozima da “direita”, que por sua vez molda a da “esquerda” e assim por diante, seguindo a construção de si mesmo através de bases de Watson-Crick. A experiência de Joyce foi concebida para testar a hipótese RNA-world. Donna Blackmond, Presidente na Catalysis at Imperial College London, UK destacou que esta foi uma demonstração de princípio em que a replicação juntamente com a seleção via mutação, é bastante plausível para o RNA-word. O sistema também demonstra um exemplo de seleção natural. A equipe criou doze conjuntos de enzimas replicantes (“esquerda” e “direita” de 1 a 12) e permitiu-lhes competir por um conjunto comum de blocos de construção de oligonucleotídeos., uma mutação surgia, então ao  invés de fazer “direita 7”, “esquerda 7”, combinava oligonucleotídeos de uma nova a uma maneira de fazer, por exemplo, um “direito 7” colocaram o 12, formando um híbrido. Tais recombinantes surgiam e cresciam ao longo de muitos, muitos ciclos de replicação e passavam a dominar a população (Lincoln & Joyce, 2009) Veja mais aqui.

A hipótese do RNA-world ganhou mais impulso após uma pesquisa mostrar que o RNA era cataliticamente mais ativo em condições semelhantes às da Terra, a bilhões de anos atrás. Usando ferro que era abundante (II) como co-fator, permitiu o RNA  funcionar mais efetivamente que anteriormente mostrado, mas apenas em um ambiente livre de oxigênio. Já havido sido demostrado anteriormente que o RNA poderia ligar-se a ferro (II), sob condições de anoxia. Williams e colegas queriam testar o seu efeito sobre a catálise. Eles usaram um ensaio padrão com peroxidase, em que a oxidação de um corante orgânico por peróxido de hidrogênio produz um radical catiônico, para detectar a transferência de elétrons em soluções de ambos os RNA e Fe2+, ou RNA e cátions de Mg2+. Dois dos tipos mais abundantes e antigos de RNA, 23S RNA ribossomal e RNA de transferência, catalisaram eficientemente a reação na presença de Fe2+, mas não foram capazes de fazê-lo com Mg2+.

Eles descobriram que quando se troca o magnésio pelo ferro em condições de anoxia, o RNA pôde catalisar os tipos de reações químicas que não podiam fazer antes. O estudo também sugere que durante o grande evento da oxidação, quando a fotossíntese começou a encher a atmosfera com oxigênio, o ferro da Terra teria oxidado e se tornado prejudicial, levando a uma mudança do uso do ferro para o magnésio vinculando-o o RNA a dobrar-se e fazer a catálise (The Royal Society of Chemistry, 2013). Veja mais aqui.

Donna Blackmond e a sua equipe do Scripps Research Institute, La Jolla, EUA, descobriram que através da combinação racêmica de gliceraldeídos (na qual existem números iguais de enantiômeros dextrogiros e levogiros) com 2-amino-oxazol, na presença do aminoácido prolina eles poderiam formar cristais precursores de RNA que eram enantiomericamente puros. O processo funciona através de uma combinação de amplificação química e o fato de que as misturas cristalinas acima de certo excesso enantiomérico favorecem cristais do mesmo enantiômero. A prolina reage preferencialmente com gliceraldeído e o oxazol para formar um produto em que todos os três estão acoplados em conjunto, mas, dependendo da estereoquímica, as taxas das reações são diferentes. Isto elimina o enantiômero de “esquerda” do gliceraldeído a partir da reação, deixando um enriquecer o enantiômero “direito”, o qual pode reagir com o oxazol para formar precursores de RNA, segundo Sutherland. Blackmond demonstra que RNA-world no contexto pré-biótico não precisa necessariamente ser eficiente. Ele só precisava chegar ao ponto em que é auto-sustentável, e é aí que a ampliação física vem em seu próprio (The Royal Society of Chemistry, 2011a). Veja mais aqui.

O RNA-world ganhou um novo impulso com a síntese em laboratório da mais longa cadeias de RNA cultivada usando uma enzima que é feita do próprio RNA, é uma ‘RNAzyme’, uma ribozima. Philipp Holliger e sua equipe do laboratório do Medical Research Council, em Cambridge, Reino Unido, desenvolveram um RNAzyme que faz RNA compostos de até 93 bases (The Royal Society of Chemistry, 2011). Veja mais aqui.

Muitas evidências de RNA-world foram apresentadas até o momento Segundo experimentos feitos em laboratório. Entretanto, existem domínios conservados do RNA-world que correspondem a proteínas que interagem diretamente com RNA (como proteínas ribossomais do tipo DEAD helicases, sintetases aminoacil RNAt e fatores de alongamento) ou participam da biossíntese de RNA e nucleotídeos, incluindo as RNA polimerase β e as subunidadese β´, dimetil-adenosina transferase, adenil-succinato liases, di-hidro orotateoxidase, ribose-fosfato pirofosfo-quinase, entre muitas outras (Delaye & Lazcano 2000, Delaye et al, 2005). Em conjunto com a elevada conservação das ATP dependentes de RNA helicases e a presença destas sequências esses dominios são consistentes com a hipótese de que o ancestral foi um resultado da evolução do RNA-World/Proteína. A observação de que o mais altamente conservado agrupamento de genes em vários genomas bacterianos são regulados no nível do RNA (Siefert et al, 1997), traz evidências que tornam-se totalmente consistentes com a hipótese de que durante o início fases de evolução de células, moléculas de RNA desempenhavam um papel mais visível nos processos celulares, isto é, o RNA-world.

A evolução de enzimas muitas vezes envolve a aquisição de novas propriedades catalíticas ou de ligação por uma cadeia proteica existente. A homologia estrutural de domínios funcionais de DNA e RNA helicases (Caruthers et al, 2000) sugere que as helicases de DNA evoluíram a partir de uma helicase inespecífica herdada do RNA-world.

Estas observações são consistentes com a hipótese de que essas subunidades e subdomínios formados por cerca de 150 aminoácidos são conservados e um dos velhos componentes reconhecíveis de uma polimerase celular ancestral que pode ter sido ambos, replicase e uma transcriptase durante a fase RNA-world (Delaye et al, 2001). As evidências apontam para o caminho certo, a falta de um modelo absoluto e de especificidade de substrato de polimerases (Lazcano et al, 1988a) sugere que relativamente poucas mutações teriam sido necessárias para a evolução desta replicase de RNA dar origem a uma polimerase de DNA antes da divergência dos três domínios. Se o domínio foi parte da replicase ancestral durante o RNA-world, então a presença da polimerase de DNA III (DNA pol C) de Escherichia coli e seus homólogos poderiam ser explicadas por um deslocamento não ortólogo (Delaye et al, 2001). Esta polimerase ancestral pode também ter atuado como uma transcriptase durante a fase de RNA-world, mas a distribuição das sequências altamente conservadas oligoméricas dependentes de RNA-DNA polimerase indicam uma prévia a divergência evolutiva dos três reinos da biologia. Saiba mais aqui.

Os modelos teóricos (Konnyu, Czaran, Szathmary, 2008) têm demonstrado que, uma vez que algumas funcionalidades básicas que garantam a auto-reprodução dos organismos do RNA-world estão no lugar, o caminho para a obtenção de funções mais eficientes através da evolução darwiniana RNA está aberta. As comunidades resultantes dos primeiros replicadores devem ter evoluído no sentido de uma maior eficiência através de uma cooperação a longo prazo, mas a concorrência a curto prazo entre as sequências de RNA diferentes eram obviamente inevitáveis, porque as diferentes espécies de RNA devem ter usado os mesmos recursos (monômeros) para replicação. Os problemas ecológicos da exclusão competitiva de sequências de RNA replicantes mais lentas e a possível invasão de uns parasitas foram abordados em muito poucos estudos teóricos e precisam de mais evidencias. Sabemos que a promiscuidade enzimática pode estar na base da toda origem da vida, como demonstrado empiricamente, e que comunidades de RNA certamente foram selecionadas segundo sua funcionalidade (Konnyu & Czaran, 2011).

Resultados experimentais recentes mostram que ambas as formas são quimicamente viáveis já de pequenas moléculas de RNA são capazes de cooperar para catalisar a sua própria ligação em uma única fita de (Riley & Lehman, 2003). Ribozimas de RNA replicase foram pesquisadas por décadas, mas foi só muito recentemente que um substancial passo adiante foi dado a esse respeito: em um projeto evolução in vitro (Wochner et al, 2011) uma molécula de RNA de 189 nucleotídeos foi descoberta e era capaz de alongar o seu próprio iniciador de 95 nucleotídeos de uma maneira dirigida por molde. A fidelidade do processo de replicação foi de 99,4%.

Apesar de tais transições empíricas estarem em conexão com a hipótese de RNA-world parece bastante provável que as primeiras macromoléculas a se auto-reproduzirem com atividades catalíticas teria sido o RNA (ou moléculas muito semelhantes). Estudos teóricos sugerem que moléculas simples semelhantes a RNA de baixa especificidade e eficiência poderia ter evoluído para replicadores enzimáticos muito mais específicos e eficientes, através da adaptação gradual (Kacser, 1984). Veja mais aqui.

O processo de Splicing, ou de edição de síntese de proteínas também apresenta evidências do RNA-world. Semelhanças notáveis ​​na estrutura e função entre RNAs spliceossômicos e íntrons do grupo II, uma antiga classe evolutiva de auto-splicing e RNA catalítico foram encontrados em todos os principais ramos da vida. Acredita-se que isso indica que esses RNAs catalisadores de splincig compartilham uma origem evolutiva comum, oferecendo mais evidências de que importantes complexos RNA-proteína modernas (incluindo o spliceossoma e o ribossomo), evoluíram a partir de um cenário de RNA-world. Atualmente, as enzimas catalisam reações biológicas mas, a descoberta de que um sistema como o spliceossoma , que contém mais proteína do que o RNA, usa RNA para a catálise, e tem um antepassado molecular composta inteiramente de RNA sugere que o centro de reação do spliceossoma pode ser um fóssil molecular do RNA-world. Veja mais aqui.

A replicação do RNA pode seguir estas expectativas citadas acima nos experimentos citados, entendendo os oceanos arqueanos como precursores metabólicos, ou ainda pelas propriedades termodinâmicas do RNA. Ambos são excelentes dissipadores de calor e tem propriedades termodinâmicas interessantes.

Esta proposta baseia-se, no fato de que, uma vez que é menos estável, RNA existe mais frequentemente em cadeia simples e segmentos de comprimento mais curtos que o de DNA, e pode dobrar sobre si ou formar estruturas tridimensionais de proteínas aparentadas, que, sob determinadas condições, podem catalisar reações químicas. Por exemplo, as superfícies ativas dos ribossomos (mecanismo molecular da célula onde as proteínas são sintetizadas) consistem de um tipo de RNA chamado de RNA ribossomal (RNAr). Uma importante atividade catalítica deste RNAr aponta para ele como a primeira molécula responsável por algum tipo de hereditariedade, e já foi demonstrada capacidade em catalisar ligações peptídicas entre aminoácidos e formar proteínas (Chang, 2000).

Absorção direta de um fóton de UV (260nm) por RNA/DNA deixaria energia suficiente (dada a capacidade do calor da água) para suportar moléculas com até 50 pares de bases (Michaelian, 2010). A temperatura da superfície do mar na vizinhança do segmento que absorveu o fóton UV seria elevada novamente para além da temperatura de desnaturação do RNA (ou de DNA, posteriormente) a cadeia dupla se separaria, proporcionando, desta forma, uma nova geração de fita única de RNA/DNA que poderia servir como novo modelo para a polimerização cadeia complementar durante o período subseqüente. A evidência experimental (Hagen et al, 1965, Roth e London, 1977) indica que a irradiação do UV induz a desnaturação do DNA. O efeito de desnaturação de luz UV aumenta à medida que a temperatura da exposição aproxima-se da temperatura de fusão do DNA. Um mecanismo de temperatura para a reprodução assistida de RNA/DNA por Ultravioleta não é hipotético, o processo de aquecimento e esfriamento repetitivo é um processo conhecido. Alias, é empírico, bastante conhecido como “Polymerase chain reaction”, a técnica de PCR é a cadeia de reação da polimerase (Mullis, 1990) que é utilizado hoje em laboratório para amplificar exponencialmente um segmento de DNA ou RNA de interesse particular (Michaelian, 2011). A enzima polimerase é usada para acelerar a polimerização de nucleotídeos de modelos de cadeia simples, durante o período de baixa temperatura. Veja mais aqui.

A Uracila e Timina

O DNA, molécula de dupla fita responsável pelo armazenamento e herança de informações genéticas, é composto por uma estrutura desoxirribose e um grupo fosfato. As quatro bases nitrogenadas contidas no DNA são: adenina, citosina, guanina e timina. Durante a formação do RNA, a adenina emparelha-se com a uracila. No início da história da vida o DNA emerge de um mundo de RNA. Então, para o DNA se consolidar da forma atual a timina substituiu a uracila. Essa mudança resolveu um problema de armazenamento de informações genéticas. Mutações de conversão de citosina em uracila ocorreram através da desaminação. Pensando em um modelo de design inteligente, isso demonstra um grave erro de projeto. Qualquer designer substituiria a citosina diretamente, mas não foi isto que aconteceu na evolução molecular da vida. A evolução deixou rastros dessa substituição na história química da vida. Ao manter citosina e uracila um problema molecular nunca foi eliminado, voltando novamente, com a metilação do DNA.

Saiba mais sobre a desaminação aqui.

Saiba mais sobre a desaminação aqui.

O DNA substituiu o RNA-world (veja aqui), refletindo um superior e mais fiel capacidade de armazenamento de informação de DNA. Resquícios dessa substituição ficaram preservados nas vias bioquímicas modernas fornecem uma visão sobre esta transição de RNA-DNA-uracila (U-DNA) comum em alguns vírus.

As evidências sugerem que essa substituição bioquímica ocorreu em duas etapas:  uma substituição da ribose pela desoxirribose, seguido da a substituição da uracila (U) com timina (T). No primeiro passo a evolução gradual de DNA é vista a partir de vias bioquímicas modernas. É a substituição do RNA-world pelo DNA. Redutases de ribonucleotídeo catalisam a síntese de desoxirribonucleotideos a partir de ribonucleótidos, com a exceção de dT, que é sintetizada a partir dU pela timidilato-sintase (TS). A dUTP é ativada pelos dUTPase para produzir dUMP, o substrato para a síntese dTMP por TS. Este é então levado até ao nível trifosfato (indicado pela seta última) antes da incorporação no DNA. Existem diversas evidências que apontam para a hipótese do RNA-world como estado anterior ao DNA. Grande parte deste processo de substituição pode ser visto em DNA OU RNA? EIS A QUESTÃO – POR QUE O DNA (E NÃO O RNA) É A MOLÉCULA QUE ARMAZENA A INFORMAÇÃO GENÉTICA?

Sem título

A segunda etapa da ocorre a substituição (U- T), que emerge como um outro exemplo de como a evolução é melhor visualizado como um funileiro e não um designer. Ela trata exatamente da substituição de Uracila por Timina.

A questão central é a citosina (C), que prontamente é desaminada para formar U. Isso transforma os pares CG em pares UG, e é um processo contínuo no DNA.

Sem reparo, a replicação de um UG daria um par UA (que é lido como um par TA) e um par CG.

Todos os organismos transportam uma máquina para a reparação de desaminações, a enzima C-uracilo-N-glicosilase (UNG), que reconhece e remove qualquer U que detecta

Ocasionalmente, U (de dUTP) é incorporada em oposição a A, e então UG e UA transformam-se em DNA. A UNG reconhece e remove os U resultantes da desaminação de C ou por incorporação errada, permitindo DNA ser reparado fielmente (Poole et al, 2001).

Antes da timina (T) ser um constituinte do DNA, teria sido mais difícil de detectar as desaminações de C, porque U era um constituinte de fiel do DNA em pares UA.

É amplamente aceito que a substituição U-T resolveu este problema porque permitiu quaisquer U decorrentes de desaminação de C serem detectados de forma inequívoca (Poole et al, 2001).

Desaminação

Desaminação

No entanto, a substituição com UT por si só não elimina mutações resultantes da desaminação C, ela permite mutações C→U serem reconhecidas, pois de outra forma U estaria ausente do DNA, mas não esta! Na ausência de reparação (assumindo que o único papel para T foi o fornecer um meio de reconhecer desaminações C →U), não há pressão de seleção para a substituição U→T.

Embora funcional, muitas vezes o trabalho não é perfeito. Uma consequência deste modus operandi é que, se algo funciona no curto prazo, vai ser utilizado, mesmo se uma melhor alternativa for concebível. Por essa razão temos estruturas biológicas ou bioquímicas que não são perfeitas mas sim funcionais, acabam fazendo do funileiro a melhor explicação do que um engenheiro ou designer.

No esquema acima temos um exemplo de substituição de dU com dT que ocorreu após a origem do DNA, provavelmente em resposta ao problema da desaminação de C-U. Isto leva à perda de informação de como C é incorretamente lido como U. Quatro hipóteses evolucionárias são mostradas. A explicação padrão para a origem da timidilato-sintase (TS) é que ela resolve este problema. No entanto, a substituição com U-T sem a existência da glicosilase de uracilo-N- (UNG) não elimina o problema. Uma explicação alternativa é que UNG surgiu em primeiro lugar, permitindo o reparo de citocinas desaminadas, mas criou um problema adicional – o reparo extensivo em locais não danificados.

Ao contrário de UNG, a glicosilase de uracila de DNA-específicas de incompatibilidade (que recebem a sigla em inglês de MUG) agem especificamente em UG desacoplando-os, por isso, se este modelo evoluiu antes da TS. É difícil saber que pressão seletiva iria conduzir a substituição U→T, mas, ao que parece, segundo as evidências, uma enzima MUG primordial surgiu em resposta a desaminação de C→U. A enzima teria uma preferência por reparos de UG, mas ocasionalmente agia em pares UA. Reparação fútil ocasional pode ter favorecido a evolução da enzima TS e substituição de U por T como demonstram alguns pesquisadores (Poole et al, 2001).

Por exemplo, Rhodopseudomonas palustris, possuem genes que codificam enzimas MUG com a maior identidade de sequência entre todas as enzimas MUG de bacterianas já estudadas.

A análise filogenética indica que as MUGs analisadas formam uma nova subfamília proteica/enzimática de MUG/timidina-DNA glicosilase subfamília chamado de MUG2. O seu resíduo catalítico (Asp-93) tem evoluído para fornecer a drMUG um ampla especificidade de substrato para aumentar o repertório de reparação do DNA de D. radiodurans (Moe et al, 2006).

Com o progresso recente na bioquímica de uracila revela uma diversidade inesperada de reações catalisadas por membros da família glicosilase-DNA uracil (onde todas enzimas compartilham uma origem comum), e permite a substituição de U→T.

A tendência para submeter C a desaminação, e como elas são reparadas, fornece um exemplo claro de como a evolução conserta as estruturas biomoleculares.

Ao analisar as enzimas UNG e MUG os cientistas descobriram que é possivel que as reparações de uracila surgiram antes da enzima timidilatosintase, que ocasionalmente remove U em oposição a A pela proto-UNG/MUG (mismatch-specific uracil-DNA glycosylase) e levou à substituição U→T.

No geral, as etapas para a transição U→T são: excisão→ MUG→ timidilatosintase→ dUTPase. Substituir U por T forneceu um meio para afinar reparação da desaminação de C→U, embora o problema da desaminação de C nunca tenha sido eliminado – que ressurgiu na forma da desaminação 5-MEC. Isso poderia ter sido evitado simplesmente eliminando C no início da evolução do material genético, mas como a vida é um processo dinâmico, não fixista, e tão pouco uma manifestação engenheirada, a evolução trabalhou como um funileiro reparando o que pode pela seleção (Poole et al, 2001).

Qual Dilema de Haldane?

O dilema de Haldane (ou Haldane’s Dilemma) foi elaborado em 1957 após John B. S. Haldane publicar um artigo discutindo sobre a relação entre mutações benéficas, velocidade em que elas ocorrem e o ciclo reprodutivo dos animais. Em linhas gerais, segundo o dilema, a evolução requer a substituição de novas mutações benéficas na população, para criar uma nova adaptação biológica. Haldane calculou que os organismos com taxas de reprodução baixas, como vacas, ou elefantes, poderiam substituir uma nova mutação benéfica não mais freqüentemente do que uma a cada 300 gerações.

O argumento das “mutações benéficas simultâneas” é relativamente novo. No entanto, o dilema de Haldane tem sido um argumento favorecido somente em círculos anti-evolução. Infelizmente para os anti-evolucionistas, o dilema de Haldane nunca foi uma barreira para a evolução, e nem sequer é um dilema. Esta noção foi criada sob deturpações de seu artigo. Um trabalho recente sobre o genoma humano comparado com o de chimpanzé e macacos demonstra que o dilema de Haldane não impede a evolução, e vale a pena revisitar um dos argumentos centrais dos proponentes anti-evolução à luz desses resultados.

O primeiro contra-ponto ao dilema de Haldane; no artigo de Haldane em 1957, ele apresentou cálculos com base em uma série de suposições, que, em média, foram necessárias cerca de 300 gerações para um alelo benéfico ir de aparência inicial até ficar presente em todos os membros de uma população. Uma extensão deste argumento, criada por anti-evolucionistas, é que tal taxa torna impossível fixar mais de 1.667 mutações benéficas desde o último ancestral comum entre humanos e chimpanzés (ReMine, “O Biótica de mensagem”, página 217).

A deturpação das afirmações de Haldane acabam criando falsas crenças no movimento anti-evolução. Mas infelizmente para eles, uma simples olhada no artigo de Haldane deixa as coisas mais claras:

“Unless selection is very intense the number of deaths needed to secure the substitution by natural selection, of one gene for another at a locus, is independent of the intensity of selection. It is often about 30 times the number of organisms in a generation. It is suggested that in horoletic evolution, the mean time taken for each gene substitution is about 300 generations. This accords with the observed slowness of evolution

 “A menos que de seleção seja muito intensa do número de mortes necessários para assegurar a substituição por seleção natural, de um gene para um outro determinado local, é independente da intensidade de seleção. Muitas vezes, é cerca de 30 vezes o número de organismos numa geração. Sugere-se que, na evolução horoletica, o tempo médio necessário para cada gene de substituição é de cerca de 300 gerações. Isso está de acordo com a lentidão observada de evolução”.

Em diversos pontos do seu artigo Haldane aponta seus cálculos de acordo com as taxas observadas de evolução. Em todo o paper não há uma menção sequer de qualquer dilema.

Haldane oferta-nos com dois exemplos onde as taxas evolutivas estão de pleno acordo com seus cálculos ainda no ano de 1957. Ele dá a taxa média de especiação no carnívoros, mamíferos e sua conclusão é que “de acordo com a teoria desenvolvida aqui, é satisfatório”.

Haldane também deu exemplos em que a evolução poderia corrigir substituições mais rápido do que aquelas abaixo de seus pressupostos; discutindo a radiação de espécies em ambientes com poucos ou nenhuns concorrentes, bem como sua introdução, onde ele discute seleção intensa. Haldane também reconheceu explicitamente que estas eram abordagens preliminares para o desenvolvimento de um tratamento matemático de seleção. Em 1961, ele elaborou um documento onde revisou sua abordagem, e encontrou pelo menos mais uma circunstância em que a evolução poderia avançar mais rapidamente do que com suas suposições originais.

Uma das consequências do cálculo de Haldane é que ele estabelece um limite superior para a quantidade de variações alélicas (a heterozigosidade) no genoma. Com base nesses pressupostos ele expôs que se diferentes alelos de genes representam variantes deletérias sendo selecionadas contra, muita variação significa a queda de fitness de organismos abaixo dos níveis de sobrevivência. Quando a variação dos genomas de diversos organismos foi medida, foi muito acima dos limites que seriam necessários para sobreviver se as suposições de Haldane fossem realizadas. O problema não é que a evolução é muito lenta mas que é muito mais rápida do que o limite de Haldane.

A quantidade de variações medidas no genoma significava que, se as suposições de Haldane estivessem certas, todos os vertebrados estariam mortos. Neste sentido sabemos hoje que Haldane estava errado. Onde ele exatamente errou os artigos de revistas científicas nos anos 60 e 70 consertaram. Kimura (1968) usou o problema da heterozigosidade para avançar a teoria neutra. Nesta, a maioria das mutações são neutras em relação à aptidão, e alelos neutros são fixados pela deriva. Uma vez que os alelos não têm nenhum efeito sobre a aptidão, um número muito grande de variantes alélicas podem estar na população e não reduzir a sua aptidão, resolvendo assim o problema de heterozigosidade.

Vários outros modelos propuseram explicações selecionistas usando diferentes pressupostos para Haldane do que poderia conduzir mais substituições. Houve uma série de modelos que poderiam superar “limite de velocidade” de Haldane (seleção suave, seleção por truncamento e gene em fluxo). As discussões sobre o dilema de Haldane rapidamente ficaram restritas a discussões neutralistas versus adaptionistas. No final, a evidência puxou a corda para o lado dos neutralistas, e aceita-se que a maior parte da variação nos genomas é devido a mutações neutras.

Enquanto a maioria das variações são neutras, uma questão permaneceu; Quanto da variação é devido à seleção, e elas quebram o “limite de velocidade” de Haldane? Comparações de genomas humanos e chimpanzés (usando macacos como um grupo externo) deram-nos uma boa ideia de quantos genes foram corrigidos desde o último ancestral comum entre chimpanzés e humanos (Bakewell, 2007). Cerca de 154 de 13,888 genes. Dado que temos cerca de 22 mil genes (na época esta era a quantidade de genes, hoje a constatação diz que temos cerca de 19 mil) no nosso genoma, se a mesma percentagem de mutações benéficas mantém-se para o resto do genoma, não mais do que 238 mutações benéficas fixas é o que nos separa do último ancestral comum entre chimpanzés e humanos.

Pode parece absurdo pensa que somos apenas cerca de 240 genes distantes de nosso último ancestral comum com os chimpanzés. No entanto, este resultado está de acordo com as estimativas anteriores do número de genes selecionados positivamente (Arbiza, 2006, Yu 2006). Como os artigos são relativamente “antigos” é provável que os valores acima sejam subestimados, considerando os avanços da genômica nos últimos anos e os recentes artigos.

Mas ainda dentro desta perspectiva, é possível que alguns genes fracamente selecionados foram perdidos, mas está de acordo com estudos anteriores usando conjuntos de genes menores (Arbiza, 2006, Yu 2006). Mesmo se perdemos metade dos genes que foram submetidos à seleção (o que é muito improvável), o número de genes benéficos fixos pela seleção natural seria em torno de 480, e o número real é certamente menor (Arbiza, 2006). Isto porque o estudo acima cobria apenas genes codificadores de proteínas, e não sequências reguladoras, e a maioria dos biólogos espera que as mudanças em sequências regulatórias desempenhem um papel importante na evolução. A genomica atual esta demonstrando cada vez mais o papel desses reguladores. Começar com o número de mutações benéficas em genes regulatórios que foram corrigidos pela seleção natural é muito mais difícil, mas parece que cerca de 100 genes reguladores podem ter sido selecionado (Donaldson & Göttgens 2006, Kehrer-Sawatzki & Cooper 2007).

Mesmo que se defina que o número de genes reguladores que foram selecionados com o mesmo número a estimativa é mais descontroladamente otimista  favor de genes de proteínas de codificação fixados pela seleção natural, então vamos acabar com 960 mutações benéficas fixas, abaixo cálculo do limite de Haldane. Isto significa que o dilema de Haldane é irrelevante para a evolução humana ou de qualquer grupo biológico.

O dilema de Haldane nunca foi um problema para a evolução, mas a natureza técnica dos argumentos envolvidos tornou facil para os anti-evolucionistas distrcerem as afirmações de Haldane e criarem um “dilema” espantalhado. Além disso, a dificuldade em obter os artigos originais significava que a distorção da obra de Haldane por anti-evolucionistas foi intencional(Saiba mais no Panda´s thumb).

Conclusão

Notamos que a manifestação do movimento do Design Inteligente não contempla o significado de “Teoria”, pois não produz conhecimento científico segundo o método, tão pouco publica artigos, de tal modo, que sua delimitação é dada somente pela crítica superficial segundo motivações religiosas (com foco de sua crítica a ateus e a certos grupos de teístas, sem qualquer produção de conhecimento na causa) e geralmente embasada no senso comum.

Pelo conteúdo técnico, os avanços produzidos pela genética e a biopoese nos últimos anos, solucionam integralmente ou parcialmente o que foi pontuado pelo doutor. O que demonstra que são as perguntas e não as respostas que motivam os cientistas a continuarem produzindo mais ciência. Seria interessante que o doutor Eberlin expusesse os artigos científicos que ele possui e que solucionam integralmente ou parcialmente as dúvidas colocadas sobre ele a respeito das questões literais de sua religião.

Victor Rossetti

Palavras chave: NetNature, Rossetti, Peptideo, RNA-world, Bases nitrogenadas, DNA, Timina, Uracila, Desaminação.

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99 thoughts on “O FRÁGIL DESAFIO DE EBERLIN – FALADOR PASSA MAL. PEDIU, TOMOU!

    • Parece-me que ele, Eberlin, não precisa provar nada a ninguém, uma vez que acredita (e eu também) num ser Criador, Todo-Poderoso, capaz de fazer qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo! Ainda mais quando o que tem como factual a respeito do assunto em questão de maneira alguma invalida o que diz na Bíblia, antes, e aí é preciso olhar com olhos científicos mesmo, só confirma.
      Logo, quem precisa provar o contrário; e com provas incontestáveis, não com indícios, é quem não acredita.

      • Se ele não precisa provar nada, então não há porque presumir que design inteligente seja uma ciência. Basta simplesmente se assumir com o velho e tradicional cristianismo em uma leitura literal da bíblia sem precisar tentar travestir a crença de ciência.
        Se não é preciso justificar-se, o lugar dele não é na ciência, até porque deus não é estrutura material para ser enclausurado num tubo de ensaio ou numa molécula dentro de um espectrometro de massa.
        Se é preciso acreditar na bíblia e depois olhar pela ciência para confirmar a crença isto não é ciência, porque a conclusão já é pré-concebida.
        Novamente, inversão do ônus da prova. É obrigação de quem defende uma tese apresentar argumentos que tornam o evento passivo de ser aceito. A duvida a respeito da tese de Deus não precisa ser provada. Não se prova que algo não existe, mas se prova o que existe. Se a defesa é que Deus existe e que a ciência explica, ela precisa ser justificada a luz da ciência, do saber e não do crer. Segundo, ciência não trabalha com verdades inconstestáveis, porque não trabalha com dogmas. Ciência trabalha com modelos explicativos substituíveis por novos modelos que explicam melhor sempre a luz do método científico. Quer contestar a evolução? beleza, faça-o,mas usando artigos e publicação. Experimente contestar a possibilidade de um Criador. Ser crítico quanto ao que os outros apresentam é fácil, quero ver o seu ceticismo ser lançado sob o que voce acredita. Duvide do que voce acredita e do que seus companheiros de crença acredite. Vamos ver se será bem recebido!!!
        Sugiro que leia sobre o que é ciência e saiba fazer a distinção entre ciência e religião, crer e saber e epistemologia.

  1. Fico vendo essa discussão de um lado e de outro… muito gasto gasto de ATP. =P

    Que cada um construa a sua explicação da realidade.

    Cada coisa em seu lugar “O que é de César…

    O Dawkins, de maneira incoerente, criou tamanha polêmica ao opinar como cientista em assuntos religiosos, os quais não requerem um raciocínio lógico-dedutivo. Creio que ele mesmo fala nas notas do seu livro “Gene Egoísta” algo como: “- Por que as pessoas insistem em opinar sobre assuntos que não são de sua excelência?”

    Aguentemos agora um químico, com um tremendo fervor relilgioso, opinando sobre evolução.

    Ou o certo é termos dois pesos e duas medidas?

    Julgamos subjtivamente o que nos agrada e objetivamente o que nos desagrada.

  2. Se você mostrar-me como material genético pode surgir sem uma fonte geradora precipitora, eu me torno evolucionista hoje mesmo. O mundo macro, micro e cosmológico é constituido de matéria, energia e informação. A informação é metafísica; pois não é material; não é palpável; mas transmissível. Essa gama de conteúdo, além de complexo, é funcional, organizada, e caracteriza, consequentemente, um nítido planejamento que possibilitada o surgimento, desenvolvimento, preservação e perpetuação da vida. Tudo isso é, em menor ou maior escala, interdependente entre si, com ajustes e padrôes sofisticados. Oras, você usou os três elementos que citei para compor seu texto : matéria ( ao usar sua massa corpórea, especificamente seus dedinhos ligeiros ); energia cerebral e física; e informação amarzenada em sua mente; então por que não posso creditar minha confiança num Designer Inteligente que desenvolveu tudo isso que conhecemos ? Por que não acreditar numa Mente Inteligente, se uma única célula é infindavelmente mais superior, em complexidade, comparado ao seu vasto texto e a qualquer outro empreendimento humano ? Nós não queremos decretar, arbitrariamente, que nossa teoria é a melhor, unicamente por gosto baseado em pressupostos falíveis, como vocês, evolucionistas, infelizmente fazem. Mas, ansiamos mediante evidências empiricamente científicas constatar, obviamente, que todo projeto remete a um Projetista. E o Dr. Marcos Eberlim não precisa perder seu tempo precioso refutanto argumentações tendenciosas, ele sem dúvida tem mais o que fazer.

    • Primeiro, não é sua “teoria” pq D.I não é ciência, portanto não preenche pré-requisitos básicos para ser chamado assim, ou mesmo hipótese. É no máximo especulação, ou uma concepção de fé e não cientifica. https://netnature.wordpress.com/2014/06/27/teoria-do-designer-inteligente-e-pseudociencia-dizem-os-maiores-centros-de-pesquisa-do-mundo/ mas vamos usar sua lógica “me apresente um naco de barro virando gente e me torno proponente do D.I”.
      Segundo, o Eberlin deixou claro no comentário dele que qualquer um que tivesse alguma coisa oposta ao que ele comentou poderia comunica-lo. Pois então, não resolvi comunicar, resolvi tacar artigos rebatendo as bobagens que ele disse e demonstrando que os artigos que ele publicou estão a favor da oligomerização por processos naturais. Quando ele tiveralgum artigos sobre D.I publicado e citado no Lattes dele ai sim podemos discutir se D.I contempla uma hipótese
      Terceiro, meu argumento foi pra ele, e acho que ele é grandinho o suficiente para me responder sem precisar mandar secretario ou puxa saco. Se ele vier, peça pra trazer artigos, se não nem perca o meu tempo!!!
      Quarto, vc não definiu informação, chamar de metafísica não torna ela legítima ao design. Informação tem uma definição clara e corresponde a teoria da informação e contempla a definição da informação biológica. Sugiro que leia mais sobre o assunto antes de apresentar uma argumento negacionista. Dizer que “A informação é metafísica; pois não é material; não é palpável; mas transmissível.” não ajuda em nada você. Informação genética esta atrelada há uma molécula, altere a molécula e vc altera a informação, duplique a molécula e você duplica a informação. Isto é constatável, é replicável, é modificável e transferível.
      Primeiro entenda o que é o código genético (https://netnature.wordpress.com/2012/08/29/paradigmas-sobre-a-origem-do-codigo-genetico-e-suas-implicacoes-na-arvore-da-vida/), o que é informação genética (https://netnature.wordpress.com/2015/06/03/o-que-e-informacao-genetica/) e como a informação é analógica e e digitais (https://netnature.wordpress.com/2015/06/10/algoritmo-da-vida-o-fluxo-de-informacao-genetica/)
      A origem de informação genética tratando o DNA como um sistema físico de reações químicas e carregando informações de síntese de proteínas e como elas fluem nas gerações, como informações corrompidas são excluídas do conjunto biológico (Demonio de Maxwell) já foi demonstrado por favoritos artigos de diversas áreas. Biologia molecular, bioinformática.
      Quinto, não preciso de você como evolucionista, o foco da publicação nunca foi este. Se tivesse lido o texto entenderia que ele esta demonstrando como polímeros pode ter sido oligomerizados e como podem ter se tornado auto-poiéticos, permitindo assim a herança de suas características.

      Passar bem.

      • Você não respondeu todas as questões sugeridas; primordialmente acerca da complexidade irredutível encontrada na natureza em comparação com as criações humanas. Bem, informação é sim metafísica; pois vamos considerar o exemplo de um pen-drive que contém uma informação específica; ao colocar esse pen-drive no computador eu observo, nitidamente, que o conteúdo passado não é físico, pois eu não raspei parte do pen-drive para transmitir o conteúdo; porque é algo além do material, algo que posso decifrar, mas sem precisamente apalpar; compreendeu agora ? Eu não falei o sistema como o todo, e não mencionei que a informação não pode ser modificada; todavia mostrei que o metafísico é algo real. Demonstrei apenas que ela pode ser interpretada, através de códigos padronizados, agrupados e com funções específicas numa mensagem que sintetiza a relação entre o emissor ( mente inteligente ) e repector ( humanidade ). Sobre o barro é fácil compreender : nosso corpo é feito pelos mesmos componentes da terra( confirmando o relato bíblico ). Por que isso ocorre ? Simples. Já ouviu aquele ditado popular : nós somos feitos daquilo que comemos ? Exatamente aí que quero chegar. Observe o interessante sistema de alimentação : nós ingerimos os nutrientes direta ( vegetal ) ou indiretamente ( animal ) de alimentos que possuem propriedades em comum. Por que ? Fácil. A vegetação, supre-se de todos os nutrientes que compõem a terra, e sucessivamente, nós usamos o que a natureza produz. Então esse material que foi absorvido, passa a constituir nosso corpo. Sem contar que quando morremos nos tornamos barro, O ciclo é perfeitamente harmômico com o relato da Palavra de Deus. Qual a dificuldade de acreditar que nossos primeiros pais vieram diretamente do barro ? Mais lógico do que crer que somos feitos de puff cósmico não ? Quero para finalizar apresentar um esquema didático para você refletir. Bem; os seres humanos com suas mentes inteligentes desenvolvem tecnologia artificial; e essa tecnologia pode reproduzir outro tipo de tecnologia artificial; porém não pode tornar-se natural, restrigindo-se a essa categoria. Então o sobreartificial produz o artificial e o artificial é incapaz de criar o natural. Ok. Agora, visualise o seguinte : a natureza tem a habilidade de permear sua informação genética, permetuando seu material e restrigindo-se somente ao natural. Então a natureza só reproduz; mas é incapaz de se autocriar sem informação pré-existente. Bem, se o natural é limitado a sua categoria, ele tem que, evidentemente, ter sido criado por uma mente sobrenatural. Resumindo : O sobrenatural ( Designer Inteligente ) cria o natural. E o sobreartificial ( ser humano ) cria o artificial. Gênesis 1 : 27 = ” Criou Deus, pois à sua imagem e semelhança, à imagem de Deus o criou ”…Que perfeição não ? Somos testemunhas vivas dessa afirmação ! Pois qual é a habilidade mais fantástica da raça humana ? Justamente o poder de usar os recursos encontrados na natureza, para criar novas tecnologias. Então, temos semelhantemente, a capacidade de criar assim como Deus fez e pode fazer. A diferença é que ele não só produz complexidade; mas algo definitivamente surpreendente e superior : a vida no mais preciso sentido da palavra. Passe bem também meu amigo. E só para concluir : tem respostas que só a ciência fornece, como também, tem respostas que só a Bíblia oferece; ambas se completam, e não entram em conflito como muitos sugerem. Nós temos que tirar nossos óculos da cosmisão e buscar avaliar os fatos; independente se a ideia de um Deus nos agrada ou não. E contra fatos não tem argumentos; só tem espaço para aceitar ou enganar a si mesmo em um jogo perigoso. Pois, não devemos deixar nosso destino nas mãos de cientistas. Lembre-se : existem corruptos em todas as vertentes da sociedade. Então por que os cientistas estariam livres disso ? Eles podem estar mentindo a décadas para vocês; enquanto mantém seu monopólio e lucram com uma farsa. Não existe evolução. Só existe adaptabilidade, variabilidade e defesa genética. Tudo isso dentro de sistemas fixos ( não transformam-se em outros seres ). Vocês devem mudar o nome da teoria, se desajam continuar com essa ideologia baseada em gostos. A única evolução que existe é a microscópica, tendo perda de informação e não criação de novas estruturas mais complexas. É só ser sincero consigo mesmo e buscar as evidências. Abraços e tenha um ótimo dia !😀

      • Não existe complexidade irredutível (e usando suas palavras “E contra fatos não tem argumentos”)…assista o julgamento do Designer no caso Dover 2005. Refutada, descartada, excluída….e o próprio Behe assume aceitar a evolução biológica. rsrsrs. Não ha um artigo sequer com um exemplo.
        Esta comparando a informação genética com a um pen drive? Bom, o pen drive eu consigo constatar quem construiu (um judeu); e a informação genética? Parti de um pressuposto que ele foi elaborado não é uma constatação, é um pressuposto teológico. Isso não é ciência, é fé!!!
        Vc parte do pressuposto que se a informação de computadores tem um projetista, então tudo que existe na natureza também.
        São coisas completamente distintas com abordagens distintas que vc esta colocando como correspondentes. Analogias fracas e não correspondentes.

        Qual a dificuldade de acreditar que nossos primeiros pais vieram diretamente do barro?
        Voce me pediu um “material genético pode surgir sem uma fonte geradora”, eu te dei evidencias do RNA-WORLD e Peptideos…me de uma evidencia de que barro virou gente. Nem DNA o barro tem!! rsrsrsrs https://netnature.wordpress.com/2015/06/08/a-desonestidade-e-ignorancia-do-criacionista-o-homem-veio-do-barro-ou-a-argila-e-um-catalisador/
        ___
        O livro de Gênesis foi redigido sob quatro fontes, ou 4 estilos literários distintos; Javista, o Elohinista, Deuteronomista e Sacerdotal, cada um contando a mesma história básica, porém, unidas por vários editores diferentes e com ideologias também diferentes. Alguns estudiosos modernos sugerem que Gênesis é um livro escrito nos séculos 6 e 5 a.c. (Van Seters, 1998 & Davies 1998).

        * Gooder, Paula (2000). The Pentateuch: a story of beginnings. T&T Clark.
        * Van Seters, John (1998). “The Pentateuch”. In Steven L. McKenzie, Matt Patrick Graham. The Hebrew Bible today: an introduction to critical issues. Westminster John Knox Press.
        * Davies, G.I (1998). “Introduction to the Pentateuch”. In John Barton. Oxford Bible Commentary. Oxford University Press.

        Só existe adaptabilidade, variabilidade e defesa genética. Tudo isso dentro de sistemas fixos
        Me mostre um artigo que fala que as variações dentro de uma espécie somente ficam presas a espécie e que o limite é intransponível. Se variabilidade o fixismo esta quebrado meu caro. Variedade vem de variações, o oposto de fixismo ou da imutabilidade das espécies!!! Voce nem sabe o significado das palavras que esta dizendo rsrsrsr

        O sobrenatural ( Designer Inteligente ) cria o natural.
        Afirmativa teológica não científica. Viu. D.I é religião, é criacionismo mascarado…e não é ciência. Obrigado, voce não poderia ser mais claro!!! rsrsrs

    • A estratégia do D.I. é desonesta. Falam que há um designer, mas quando se pergunta quem é, dizem que esse é um outro debate. Ou seja, isso é uma tentativa de levar o debate totalmente para a seara religiosa, onde vence quem gritar mais alto. Como o cristianismo é a religião mais poderosa do mundo, obviamente vencerá e imporá sua verdade sobre a origem da vida e das espécies.

      Você precisa demonstrar que o Deus cristão é o designer. Você não pode ser cristão, dizer que há um design inteligente e ao mesmo tempo deixar em aberto quem seja ele, deixar a possibilidade de o designer ser o deus de outra religião. Se você deixar no ar a possibilidade de o designer ser o Deus de outra religião, isso significa que você não tem certeza da sua fé. Se você tem absoluta certeza da existência do Deus cristão, então presumo que você também tenha plena certeza de que o designer é ele. Portanto, já que você tem essa certeza, não lhe basta afirmar que há design inteligente, você precisa demonstrar quem é o responsável pelo design.

    • “Sobre o barro é fácil compreender : nosso corpo é feito pelos mesmos componentes da terra( confirmando o relato bíblico )”

      Nosso corpo é feito pelos mesmos componentes do solo de Marte, o que põe em xeque o relato bíblico. Ora, se o nosso corpo possui também elementos que compõem o planeta Marte, então o homem pode ter sido feito lá e trazido para o planeta Terra, o que tornaria o relato bíblico falso.

      Na verdade nosso corpo é feito dos mesmos componentes encontrados em estrelas, em nebulosas, em outros planetas. E agora, fomos feitos onde?

      • A terra possui características únicas para propiciar a vida; não tem como compara-la com outros planetas do nosso sistema solar. E nunca pegaram puff cósmico para comprovar em laboratório sua hipótese. Vê, vocês tem a fé nos cientistas evolucionistas; essa especulação não tem base científica. É tudo questão de nomes; porque vocês também estão dentro de um sistema religioso : o naturalismo filosófico.

      • Então um universo com 13,7 bilhoes de anos de tamanho foi criado para servir de palco para uma galaxizinha, com um sisteminha solar onde tem um planetinha minusculo onde ha uma espécie que se sente o centro da criação?
        Deus não entende muito da relação custo-benefício pra quem é onipotente e onisciente. Sem contar, claro, do Princípio antrópico finalista que vc propõem e que não tem evidencia alguma.
        Mas se a Terra tem características únicas, especiais a vida (o que discordo pq 147 blocos potenciais para a origem da vida ja foram encontrados nos 4 cantos do universo) como isto se resumiria em evidencia de um criador?
        Reduzir o Big bang a um puff cósmico é 1) não saber a diferença entre a origem do universo (fenômeno quântico de oscilações de energia de um vacu meta estável) com a expansão do universo. 2) Big Bang não é explosão, é expansão.
        Fé é uma concepção de crença sem evidencias. Na ciência não se precisa de fé, se precisa de constatação de tal forma que seus modelos paradigmáticos (e não dogmáticos) são publicados. Introduzir um componente religioso (a fé) numa contextualização cientifica é criar um argumento de espantalho. Não se tem fé que amanha ira chove, se tem previsões de que amanha choverá de acordo com a modelagem climática produzida pelos meteorologistas. Neste caso há evidencias, e não precisamos de fé.
        Aprenda a diferença de ciência e religião antes de se propor a discutir estas alegações.
        É melhor ser um naturalista e que conhece um pouco de ciência e de filosofia do que ser um devoto sobrenaturalismo fundamentalista (esse sim é religioso) na qual tenta converter e catequizar tudo aquilo que nao esta de acordo com suas concepções pessoais.

      • Não fuja do assunto. Se o fato de termos elementos no nosso corpo existentes também na terra prova o relato bíblico de que o homem foi feito à partir de um boneco de barro, o fato de termos elementos no nosso corpo que também existem no planeta Marte prova que fomos feitos do pó de Marte.

        Afinal de contas, fomos feitos do pó do planeta Terra ou do pó do planeta Marte e posteriormente trazidos pra cá? Talvez tenhamos sido feitos em Marte e Deus, por algum propósito misterioso, não quis revelar isso.

        Você já está usando argumentos desesperados. A vida brotou de elementos inorgânicos, portanto o fato de termos nosso corpo constituído de elementos existentes na “terra” só é mais uma evidência da origem da vida conforme proposta pela ciência.

      • Você já deseja endeusar a ciência amigo, afinal o conhecimento científico não é infalível e está em constante progresso; você não pode constatar o que falou sobre a abiogênese; afinal nunca vi vida surgir do nada como mágica. Sem contar que vida não pode vir de não vida. Poxa , eu admiro tanto fé assim. Qual o mais lógico : acreditar que tudo veio do nada ou que Alguém fez tudo do nada ? Pense com cuidado meu caro.

      • Errado, conhecimento científico é falível, esta é a diferença entre nós dois. Voces são dogmáticos, a ciência se auto-corrige diante das evidencias. Ela não ajusta o método a uma verdade absoluta pre-concebida.
        A abiogênese tem evidências científicas, olha o texto, as referencias, são anos de trabalho. Eberlin tb ãoo fez barro virar gente, e nem artigos tem sobre isto.

        Voce diz “nunca vi vida surgir do nada como mágica“,,,rsrrsrs interessante…. vc já viu a vida surgir do barro do nada?

        O mais lógico é acreditar onde há evidências, Ao menos assim se faz ciência. E claro, não basta ser lógico, precisa ter respaldo empírico, coisa que D.I não tem….em contrapartida, moléculas orgânicas em todos os cantos já foram encontradas. A homologias de sistemas bioquímicos primordiais. Vc precisa refutar isto se quer fazer melhor. Negar nao é refutar, afirmar nao é corroborar. O que pode ser afirmado sem evidencias posso refutar sem evidencias.

      • Voce tem barro dentro de suas celulas?
        Barro tem nucleotideos? Bases nitrogenadas? Aminoacidos?
        Voce é marciano?
        Opa, em estrelas, (agora sim vi algo interessante)… nós temos carbono. O carbono é a base das moleculas organicas, o mesmo carbono presente em aminoacidos, nucleotideos, cianoacetileno, cianoacetaldeico que encontramos no espaço e que tem potencial para a formação de moleculas organicas e potencial para gerar a vida.
        Isto é ciência nao teologia!!!

      • Samuel, você já está começando a se desesperar. Nós temos elementos químicos presentes na terra, na água, em outras formas de vida, em nebulosas, em estrelas (o ferro criado na morte de uma estrela está hoje no seu sangue), em Marte, em Júpiter, em Plutão etc., porque a primeira vida que surgiu, foi justamente a partir de elementos químicos presentes em todas as partes do Universo. Nós só precisamos descobrir exatamente como ela surgiu, mas todas as evidências apontam para isso. Portanto, seu mito de criação, o qual integra uma das bases do DI, é desnecessário.

      • Desespero completo. E ninguem do D.I saiu do face pra vim defende-lo com um artigo!!!
        Pensei que dessa vez receberia artigos interessantes….mas nenhum até agora!!!

    • “tem respostas que só a Bíblia oferece”

      A Bíblia só não oferece a resposta de como foi compilada, quem escolheu os livros que integrariam o cânone, se as traduções foram feitas corretamente etc.

      • Outra coisa Samuel: os mesmos componentes estão no corpo dos peixes. E, pelo que me consta, os peixes não foram feitos do pó da terra, mas sim diretamente na água.

      • Uma referência cientifica por favor. Youtube qualquer um pode falar asneiras. E o criacionismo do Michelson Borges não é fonte científica e sim religiosa. Razão pela qual o próprio Michelson Borges pediu desculpe por veicular informação errada que ele só percebeu quando recebeu minha crítica ao texto dele https://netnature.wordpress.com/2015/08/08/o-criacionismo-diz-dinossauros-comiam-arroz-a-ciencia-ri-e-refuta/

        Bom, vc citou o Eberlin, ele tem mais de 300 artigos, Qual a dificuldade de citar um artigo dele ou de qualquer outro criacionista que defenda o D.I?

      • Os peixes só ingerem água ? Acho que não, né ? Bem, é mais lógico acreditar que somos feitos de barro, é só avaliar os componentes da terra. E também somos feito do que comemos. E eu não me alimento, em nenhuma instância de puff cósmico, e você sim ? É interessante como mudam constantemente, apresentando dados tendenciosos ou mera imaginação só para contrariar o relato bíblico numa tentativa desesperada de manter suas ideologias. Sabe por que eu sou cristão ? Não é por moda amigo. É porque o Deus da bíblia se harmoniza com as descobertas científicas genuínas. A Bíblia não falha uma predição tanto em suas profecias; suas menções pré-científicas; e sua doutrina que enobrece e aperfeiçoa o homem. Deus comunica-se de forma eloquente mediante a natureza e sua Palavra. Eu creio nEle porque através do conhecimento que me fornece para minhas mais profundas dúvidas, eu posso ver o mundo como ele é de forma totalmente transparente. A humanidade deveria glorificar a Deus por ele permitir o conhecimento de seu poder criador através dos métodos científicos. Não entendo porque relutam em negar ou menosprezar a existência de Deus. Nós somos a maior prova dessa verdade. Pense um pouco e busque saciar sua sede por propósito na fonte correta. Abraços ! 😀

      • Ué, a ciência se resumiu a ” apresentando dados tendenciosos ou mera imaginação só para contrariar o relato bíblico”…não, ciência produz conhecimento. A existência de deus ou nâo é irrelevante para a ciência. Não faz parte da ciência provar ou refutar Deus. hehehehe
        O que a ciência diz hoje é que a origem do universo, da vida e da diversidade de formas de vida é explicado por processos naturais. Quem esta enfiando Deus no meio desde o começo é voce e com o seu design inteligente.
        A bíblia é um poço de erros, ma interpretações, conglomerado de contos mitológicos mesopotâmicos (ugaríticos, sumérios, babilônicos, acadianos) escrito em momentos distintos da historia e selecionada por um império romano que queria usar dentre tantas coisas, a religião como forma de unificar o Império.

        ” É porque o Deus da bíblia se harmoniza com as descobertas científicas genuínas”…entende-se por genuína aquelas que estão de acordo com sua visão pessoal de Deus né? rsrsrsr

        Pouco importa se Ele existe ou não. O que importa é que em ciência é o constatável e Deus não é. Portanto, as explicações naturais são melhores Os artigos e estudos dizem isto. Vc não apresentou nenhum…achoque isto deixa claro a incompetência do design inteligente em se prestar a uma teoria, hipótese ou ciência básica.

      • “tem respostas que só a Bíblia oferece”

        Sim, chama-se MITOS…..Responde-se um mistério com outro mistério maior e onisciente, que escreve reto sobre linhas tortas.

      • Lógico que vocês não podem colocar Deus num laboratório e testa-lo; porém ele deixou rastros de seu poder na sua criação. Sem Deus você nem estaria aqui amigo; agradeça pela vida. É engraçado, vocês não gostam da palavra Deus; então no lugar colocam ”seleção natural”. Admitindo que existiu uma causa. Porém o nada gera sempre o nada. Mostre-me uma partícula sequer que nasceu do nada. Impossível, não ? Então como continuar com isso que vocês chamam de ciência; mas é um tipo de religião. Pois vocês falam sobre as estruturas complexas e dizem que foi o acaso só para manter sua ideologia falha ? Isso não é ciência amigo; é comodismo ou preferência intelectual. Mas está longe de ser ciência. Pois como pode selecionar uma hipótese como irrefutável, sem evidências, e rejeitar uma possibilidade, como o Designer Inteligente só porque não deseja ? Isso me parece bloqueio causado pela cosmovisão individual e não método científico. Vocês até agora não apresentaram nenhuma evidência plausível em desefa da evolução. Pelo contrário; você só evidenciou a genialidade de Deus sem prescedentes com seus artigos. Não tem como escapar; pois tudo foi feito por Ele. E quando eu falo ciência genuína, quero falar de evidências que possam ser legitimadas por métodos empíricos concretos, e não mera visão de mundo junto com ciência. Por isso que eu gosto do Designer Inteligente; pois deseja comparar as duas teorias, evidenciando inteligência no mais alto nínel, e constatanto a fraqueza das posições evolucionistas; com todo respeito. Gosto de sua postura; pois foi bem educado. Continue se esforçando, e busque avaliar mediante seu conhecimento da ciência que já temos, não de teorias; e com o que já está ao seu alcance chegará na conclusão que há sim um Deus, e Ele é maravilhoso.😀

      • Obrigado, finalmente concordamos: Lógico que vocês não podem colocar Deus num laboratório e testa-lo

        Os rastros que vc segue são pela tua fé, e isto nao é ciência.
        Novamente espantalho, não existe correspondencia alguma entre seleção natural e Deus. hehehe Seleção natural não é acaso, vc nao sabe o basico de biologia. rsrsr Novamente, complexidade irredutivel não existe, refutada em 2005.

        Mostre-me uma partícula sequer que nasceu do nada.”
        80% do peso de átomos são de partículas que são criadas virtualmente e se aniquilam. Física básica. hehehehe resultado de oscilações quânticas. https://www.newscientist.com/article/dn16095-its-confirmed-matter-is-merely-vacuum-fluctuations/

        http://phys.org/news/2011-11-scientists-vacuum.html
        http://ns.umich.edu/new/releases/8167
        http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/0370269384900285
        http://journals.aps.org/prl/abstract/10.1103/PhysRevLett.114.061302
        http://www.americanscientist.org/issues/page2/the-origin-of-matter
        http://link.springer.com/article/10.1007/BF02790571#page-1

        Repetir ad nauseun nao corrobora que haja um Design.
        Obrigado!!!

      • Um pouco dos conceitos pré-científicos relatados na Bíblia. Predições muitos adiantas em relação com a descobertas feitas pela comunidade científica. Esse é só um ponto para mostrar como esse livro é sobrenatural. Garanto que isso é só o culme de um imenso iceberg. A Bíblia e a posição da Terra no espaço

        Em um tempo que se acreditava que a Terra estava situada em cima de um grande animal ou gigante (1.500 A.C.), a Bíblia falou da posição da Terra no espaço: “O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada.” (Jó 26:7). A ciência não descobriu que a Terra não era sustentada por nada até 1650.

        As Escrituras falam de uma estrutura invisível

        Só há pouco tempo atrás, a ciência descobriu que tudo que nós vemos é composto de coisas que não conseguimos ver – átomos. Em Hebreus 11:3, escrito há 2000 anos atrás, a Escrituras nos dizem que “aquilo que se vê não foi feito do que é aparente”.

        A Bíblia revela que a Terra é redonda

        As Escrituras nos dizem que a Terra é redonda: “Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra” (Isaías 40:22).

        A palavra traduzida como “círculo” aqui é a palavra em hebraico chuwg, que também pode ser traduzida como “circuito” ou “bússola” ( dependendo do contexto). Ou seja, ela indica algo esférico, arredondado ou arqueado – não algo que é plano ou quadrado. O livro de Isaías foi escrito aproximadamente entre 740 e 680 anos A.C. São pelo menos 300 anos antes de Aristóteles sugerir, em seu livro Sobre os Céus, que a Terra talvez fosse uma esfera. Dois mil anos depois (num tempo em que a ciência acreditava que a Terra fosse plana) as Escrituras inspiraram Cristóvão Colombo a navegar ao redor do mundo.

        A Bíblia e a ciência da Oceanografia

        Mathew Maury (1806 – 1873) é considerado o pai da oceanografia também chamada de oceanologia. Ele percebeu a expressão “veredas dos mares” em Salmos 8:8 ( escrito 2.800 anos antes) e disse, “Se Deus disse que há veredas no mar, eu vou encontrá-las”. Maury então acreditou literalmente no que Deus disse e foi procurar essas veredas, e nós devemos muito a sua descoberta das correntes continentais quente e fria. O seu livro sobre oceanografia permanece um texto básico sobre o assunto e ainda é usado em universidades.

        A Bíblia e as ondas de rádio

        Deus fez a Jó uma pergunta muito estranha em 1.500 a.C. Ele perguntou: “Ou mandarás aos raios para que saiam, (Page 13) e te digam: Eis-nos aqui?” (Jó 38:35). Isso parece ser uma afirmação cientificamente ridícula – que a luz pode ser enviada, e depois se manifestar em fala. Mas você sabia que toda radiação eletromagnética, de ondas de rádio ao raio-X, viaja na velocidade da luz? É por isso que você fazer uma comunicação instantânea sem fio com alguém do outro lado do mundo. O fato de que a luz podia ser enviada e depois se manifestar em fala não foi descoberto pela ciência até 1846 ( 3.300 anos depois) , quando “o cientista britânico James Clerk Maxwell sugeriu que a eletricidade e as ondas leves eram duas formas da mesma coisa” (Modern Century Illustrated Encyclopedia). A Bíblia e Entropia

        Três lugares diferentes na Bíblia (Isaías 51:6; Salmos 102:25,26; e Hebreus 1:11) indicam que a Terra está se deteriorando. Isso é o que a Segunda Lei da Termodinâmica (a lei da entropia crescente) afirma: que em todos os processos físicos, todo sistema ordenado ao longo do tempo tende a se tornar mais desordenado. Tudo está se desgastando e deteriorando à medida que a energia está se tornando cada vez mais escassa. Isso significa que o Universo irá se deteriorar ao ponto que (em tese) haverá uma “morte da energia térmica” e portanto não haverá mais energia disponível para o uso. Isso só foi descoberto pela ciência recentemente, mas a Bíblia afirma isso de forma concisa.

        A Bíblia e o ciclo da água

        As Escrituras nos informam “Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.” (Eclesiastes 1:7). Essa frase parece não ser profunda. Mas quando é considerada com outras passagens bíblicas, ela torna-se mais fantástica. Por exemplo, o rio Mississipi despeja aproximadamente 518 bilhões de galões de litros de água a cada 24 horas no Golfo do México. Para onde vai toda essa água? E esse é só um entre milhares de rios. A resposta está no ciclo hidrológico, tão bem explicado na Bíblia.

        Eclesiastes 11:3 diz que “Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra”. Olhe para as palavras resumidas da Bíblia em Amós 9:6 Ele … o que chama as águas do mar, e as derrama sobre a terra”. A idéia de um ciclo completo da água só foi compreendido pelos cientistas no século dezessete. Entretanto, dois mil anos antes das descobertas de Pierre Perrault, Edme Mariotte, Edmund Halley, e outros, as Escrituras mencionaram claramente um ciclo da água. A Bíblia e a primeira Lei da Termodinâmica

        As Escrituras dizem, “Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados.” (Gênesis 2:1). O original em hebraico usa o particípio para indicar que uma ação completada no passado nunca mais iria acontecer. A criação foi “acabada” de uma vez por todas. Isso é exatamente o que a primeira lei da termodinâmica diz. Essa lei (chamada geralmente de lei da conservação da energia ou massa) afirma que nem a massa nem a energia podem ser criadas ou destruídas.

        Foi por causa dessa lei que a teoria do “Estado-imutável” ou “Criação contínua” foi desconsiderada. Hoyle dizia que em alguns pontos do universo chamados “irtrons”, a matéria ou a energia estava sendo criada constantemente. Mas, a primeira lei da termodinâmica afirma exatamente o contrário. Realmente não há “criação” ocorrendo hoje em dia. Tudo está “acabado” exatamente como a Bíblia diz. A Bíblia e a dimensões de um navio

        Em Gênesis 6, Deus revelou a Noé as dimensões da arca de 42 milhões de litros cúbicos que ele deveria construir. Em 1609 em Hoor na Holanda, um navio foi construído de acordo com essas medidas (30:5:3), revolucionando a construção de navios. Por volta do ano 1900 todos os grandes navios nos oceanos tinham aproximadamente a mesmas proporções da arca (confirmado pelo “Registro de Navio de Lloyd” no Almanaque Mundial).

        A Bíblia e as leis meteorológicas

        A Bíblia descreveu um “ciclo” de correntes de ar dois mil anos antes de os cientistas descobrirem: “O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.” (Eclesiastes 1:6). Nós sabemos agora que o ar ao redor da Terra gira em gigantescos círculos, no sentido horário em um hemisfério e no sentido anti-horário no outro hemisfério.

      • Claro, esta puxando para fora do contexto da ciencia…tentar justificar que ciencia comprova D.I. Nenhum dos artigos que publicaram falando sobre a origem do Universo ou a expansão dele usaram Deus como premissa. porque voce esta usando?
        conveniente ne?
        …mas quando a ciencia comprova aquilo que nao esta de acordo com os dogmas ai ela esta errada né.
        Tipo a evolução? A abiogenese né? Essas estão erradas porque não contemplam o cristianismo!!!
        Muito comodo, usar somente o que convém da ciência para resguardar suas premissas e rejeitar aquilo que nao esta de acordo com o dogma. Assim fica fácil acreditar; cria uma noção errada de ciência e é parcial somente a sua própria cosmovisão hehehehe

        “As Escrituras nos dizem que a Terra é redonda”… redonda não é a mesma coisa que esféria. Uma pizza é redonda mais nao é esférica. Sentado sobre o circulo da terra traz a noção de sentado sobre firmamento, uma abobada que era comum ser defendida pelos terre planistas do século 8 antes de cristo….Voce esta misturando ciência com religião e distorcendo, espantalhando as afirmações científicas, e pior, até as religiosas…..tirando-as do contexto para justificar crença pessoal. Isto nao é fazer ciência, e há quem diga que isto nem é exercer o cristianismo na suas forma plena!!! A bíblia não diz nada sobre ondas de radio, sobre correntes oceânicas, isto é retirar do contexto original na qual ela foi escrita e distorcer pra caber no contexto atual.
        “A Bíblia e as leis meteorológicas”
        Quando vc quer saber sobre o clima, vc procura informações no instituto meteorologico ou na biblia ou um pastor? rsrsrsrs

        Valeu Samuel!!

      • Samuel, evolução e gravidade são teorias, elas tem suporte empírico. Procure artigos. Há um monte deles.
        Drosophilas criadas em seleção artificial em laboratorio. O proco domestico hoje é uma especie distinta do javali (Sur scrofa). Borboletas com cariotipos demonstrando processos de especiação. Espécies anel demonstrando processo de especiação. A dinamica dos genes demonstra como as espécies se separam seja pelo cariotipo seja mudando comportamentos.
        Dizer que algo não oorre porque é somente uma teoria não refuta a afirmativa. Termodinamica, placas tectonicas, evolução, eletromagnetismo são teorias…..cuidado. Afirmar que não aceita algo porque é uma teoria é como negar outras qye vc aceita porque lhe convém!!!

        http://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/19489704/
        https://netnature.wordpress.com/2014/01/20/cariotipo-de-borboletas-apresenta-evidencias-de-especiacao/
        https://netnature.wordpress.com/2012/04/11/as-marcas-da-especiacao-se-sobrepondo-ao-conceito-subjetivo-de-macro-evolucao-e-especie/
        https://netnature.wordpress.com/2013/04/17/macroevolucao-por-especiacao-em-drosophila%E2%80%8F-filosofia-da-ciencia-com-karl-popper/

      • Só desejei mostrar que a bíblia pode ser um livro confiável, levando em conta suas predições. Não que devemos usa-la para fazer ciência. Afinal a linguagem das Escritutas é pré-científica. Lembre-se que vocês devem o conhecimento presente ao trabalho genial de homens como o Isaac Newton, que era um cristão apaixonado e comprometido tanto com a ciência e a teologia.E sua fé em Deus retardou seus empreendimentos científicos, incapacitando-o ? Não mesmo, não é ? Bem, ciência oferece conhecimento imprescindível; porém a bíblia ofere algo superior : esperança e paz. Só acho que você não conhece 1% da Bíblia; por isso apresentei algumas nuances. Não quero determinar nada como o dono na verdade, pois estou longe disso; somente quero apresentar o panorama bíblico de maneira mais esclarecido. Só quero fornecer uma nova visão, agora cabe ao senhor avaliar com cuidado ou preconceito. Abraços amigo, desejo felicidades !😀

      • Samuel, se você já tivesse lido algum livro de Bart Ehrman ou o livro “A Bíblia não tinha razão”, Israel Finklstein, você seria muito menos ingênuo em relação a Bíblia. Não existe um único original do Novo Testamento, só existem cópias. O manuscrito mais antigo, se me recordo bem, é do século III d.c. e é um fragmento do tamanho de um cartão de crédito.

      • http://noticias.gospelprime.com.br/biblia-tora-documento-correto/A Bíblia é o documento mais historicamente correto de todos os tempos
        Estudiosos querem ajudar cristãos a entender melhor como as Escrituras foram preservadasChad Hovind, pastor da megaigreja Horizon Community, de 5.000 membros, em Cincinnati, Ohio, quer ajudar os cristãos a entender melhor por que a Bíblia é o documento “mais historicamente correto de todos os tempos”.
        Segundo Hovind, a visita do conhecido pregador Josh McDowell à sua igreja ajudou muitas pessoas a “abrirem os olhos” para alguns fatos fascinantes. O autor de “Mais que um carpinteiro” usou em suas palestras um rolo com os cinco primeiros livros da Bíblia (Torá) com cerca de 500 anos de idade. Ele permitiu que os presentes o tocassem e examinassem. Depois, explicou que aquele era um dos poucos manuscritos completos da Torá do mundo que não está em algum museu.
        Durante sua apresentação, mostrou como eram as técnicas detalhadas dos antigos escribas judeus para certificarem-se que a Bíblia que temos em nossas mãos hoje ficasse livre de erros.
        Para McDowell, as tentativas constantes de atacar a credibilidade histórica da Bíblia são a ameaça mais comum, pois ela é a base da fé cristã. Lamentou que até mesmo os cristãos acreditam em ‘bobagens’ que visam desacreditar a maneira que o texto bíblico foi passado de geração em geração.
        O pastor Hovind enfatiza que as explicações de McDowell fizeram muitos dos presentes repensar a maneira como veem as Escrituras Sagradas e que essas verdades deveriam ser mais divulgadas. Para isso, pretende produzir um DVD com esse material, visando a multiplicação do conhecimento.
        O rolo que McDowell usa para ensinar sobre o assunto foi copiado por escribas por volta de 1450 dC. Possui grande valor histórico pois naquela época era muito comum que material religioso deste tipo fosse proibido e muitas vezes queimado, como resultado da perseguição judaica por parte da Igreja Católica.
        O compromisso de copiar as Escrituras era uma tarefa sagrada. Havia milhares de métodos de controle de qualidade destinados a assegurar sua confiabilidade. Os escribas eram obrigados a memorizar mais de 4000 leis antes de começar a escrever. Nada poderia ser escrito a partir da memória.
        Cada letra das copiadas obedecendo um sistema de três escriba. Depois que um escrevia, outro verificava cuidadosamente cada letra e um terceiro escriba verificava a obra final. A maioria das cópias completas da Torá tinham cerca de 70 metros de comprimento e levavam mais de três anos para serem terminadas. Após a conclusão, três escribas verificavam o documento antes que ele pudesse ser usado.
        Sabe-se que os escribas literalmente contavam as letras do começo ao fim. São exatamente 304.805 letras na Torá, parando a contagem na 152.402a letra (em Levítico 11:42). Ficou estabelecido que a próxima letra era a chamada “letra central”. Se ela não estivesse certa, o pergaminho todo precisava ser reexaminado. Se estivesse correta, continuavam contando para ver se a última letra do pergaminho totalizava 152.402.
        As Escrituras eram confirmadas por meio de um rolo de papel que servia como um certificado de que seguira todos os processos necessários, incluindo a verificação de três escribas e o sistema de contagem para confirmação.
        Até hoje, não se conhece na história da humanidade nenhum processo de cópia com tamanho compromisso com o controle de qualidade. Hovind e McDowell querem enfatizar aos leitores da Bíblia e também aos seus críticos que as antigas histórias de que as Escrituras foram alteradas ao longo do tempo são bobagem.
        Embora as traduções possam variar, é possível ver cópias do documento mais historicamente confiável da história expostas em diversos museus. Ainda que se possa atacar seus ensinamentos, os fatos mostram que não há como questionar a seriedade do processo de cópia e a enorme quantidade de sangue que foi derramado para que o que Deus revelou ao homem fosse preservado. Letra por letra.

      • Samuel. Não nos interessa a validade teológica da bíblia, nos interessa saber separar ciência de religião. Note como nem de ciência vc esta se propondo a falar. Esta somente pregando!
        Nos estamos argumentando que Design e criacionismo não é ciência, vc esta dizendo que é e citando sites religiosos.
        Se for para pregar e fazer propaganda de sites religiosos neste blog que é assumidamente cientifico começarei a cortar seus comentários!

    • Puts, vocês se deram conta que estão debatendo com um ser que prefere acreditar que veio do barro? ahuhauhauha os fatalities foram tão humilhantes que deu pena.:\

  3. Começou a choradeira ignóbil dos “Criatostos” Biologo, so fico vendo até onde vai a Desinformação, aliada a quase sempre Desonestidade destes🙂

    • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ele oferece uma frase negacionista, tanto é que é uma frase curta “A evolução nunca foi comprovada. Senão não seria uma teoria”.
      Aguardo um artigo, apenas um que justifique qualquer afirmação dada por ele aqui. Por enquanto só achologia, muita pregação e nada de artigos para tentar justificar DI como ciência.

      • Eu só nunca vi macro evolução; agora se for micro-evolução tudo bem amigo. Porém não há melhoras em suas funções, apenas perda genética. E não venha com essa de bilhões de anos. Por que os métodos datativos são falhos quando passam de uma determinada marcação. A datação radiométrica só foi desenvolvida no início do século 20, altura em que uma grande parte da população mundial havia já aceite a mitologia dos “milhões de anos”. Portanto não se pode usar como evidência um ramo da ciência que só se desenvolveu depois de já se ter aceite os “milhões de anos”.

        Há já muitos anos que os cientistas criacionistas citam exemplos (em artigos publicados em revistas científicas) onde se observam instâncias destes métodos de datação a atribuírem idades na ordem dos milhões de anos a rochas formadas nas últimas centenas de anos (ou mesmo há apenas algumas décadas atrás).

        Em anos recentes criacionistas do projecto RATE levaram a cabo pesquisas experimentais, teoréticas e prácticas para desmascarar mais evidências deste tipo (ex: diamantes que os evolucionistas afirmarem terem “milhões de anos” foram datados com carbono14 e foi verificado que possuíam apenas alguns milhares de anos). Os cientistas mostraram também que as taxas de decaimento eram maiores no passado, o que encolhe as datas dos milhões de anos para milhares de anos.

      • Origem de novas espécies nem sempre tem a ver com melhorar funções, tem a ver com resultado da luta pela sobrevivencia. Defina macro-evolução e micro-evolução. Uma espécie de borboleta dar origem a outra espécie de borboleta ambas sendo do mesmo genero, é exemplo de macro ou micro-evolução? Qual é a diferença entre macro-evolução e saltacionismo?
        O fato de uma populações se dividir em duas e ambas seguir seus próprios caminhos não tem a ver com diminuição de informação, varibilidade genética é o grande lança da especiação. Espécies com pouca variedade tendem a entrar em extinção. Isso é amteria de vestibular!! rsrsr
        Voce esta falando besteira, e sim, a escala de tempo é medida em muito mais do que seis mil anos. Até a cidade biblica de Jericó é datada em 12 milanos. rsrsrsrs
        Diamante nao pode ser datado com carbono 14, a vida útil dele é baixa e tem espectro baixo (até no maximo 50 mil anos, acima disto é incerteza), e diamante não é um carbono orgânico. Voce nao sabe nem do que esta falando. As argumentações criacionistas não tem nada a ver com estabelecer um resultado honesto de datação e sim de tentar validar uma premissa religiosa. Gentry éum exemplo disto, Sneerling também e ambos se ferraram na frente das publicações.

        https://netnature.wordpress.com/2014/05/22/metodo-de-datacao-a-geologia-enterrando-a-terra-jovem/
        https://netnature.wordpress.com/2014/06/28/metodo-de-datacao-a-falacia-criacionista-de-andrew-snelling/

      • Eu não ansiei negar nada por absoluto. Só falei que nunca foi evidenciada em nível macroscópico. É fato que a evolução é uma teoria, ou estou anganado ? Agora não tem como comparar essa ideologia com a gravidade. Pois posso testar e constatar a gravidade agora mesmo : é só jogar algo com peso adequado para cima e esse objeto vai cair; tanto pela gravidade, quanto pelo magnetismo oruindo do movimento intrínseco do núcleo interior maciço em alta rotação. Verdades absolutas. Agora a evolução é outro caso, ou vocês acham que é um verdade absoluta também ?

      • Evolução não é ideologia, e tem comparação com a gravidade, ambas são teorias. Qual é a dificuldade em entender isto? Se vc nao sabe definir teoria como pretende discutir ciencia?
        Me apresente um artigo sobre D.I? Se vc nao sabe diferencia macro de micro-evolução como pretende criticar algo em que vc é analfabeto funcionalmente em discutir?
        Jogue algo pra cima e ela cai? Esta é a evidencia da gravidade? Só isto? Newton então concluiu uma teoria inteira a partir do simples observar de algo?
        Não é só observar meu caro, existem medições. Hahahah voce não sabe nem como fazer ciência básica.
        Existe todo um corpo de mensuração por trás dos trabalhos de newton, assim como ha uma serie de evidências de dinâmica de genes, marcadores genéticos que estabelecem conexão entre duas espécies e que vai alem das variações genomicas, mas tb comportamentais, cariotípicas, ecológicas, fisiológicas. rsrsrs
        Voce esta perdidão.
        Gravidade não é verdade absoluta. Voce nao sabe a diferença entre um dogma e um paradigma. hehehe Voce não tem o basico de filosofia da ciência!!

        http://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/19489704/
        http://www.nature.com/scitable/knowledge/library/macroevolution-examples-from-the-primate-world-96679683
        http://examples.yourdictionary.com/examples-of-macroevolution.html
        http://evolution.berkeley.edu/evolibrary/article/evo_48
        https://netnature.wordpress.com/2014/03/24/filosofia-da-ciencia-macroevolucao-saltacionismo-e-conceitos-basicos-para-nao-fazer-papel-de-incompetente/

      • Não distorci nada, voce que esta sentindo-se lesado pela critica ao D.I. Infelizmente é isto, ele é pseudociência, voce aceitando,ou não!!!
        É só pedir artigos a voces que vira essa choradeira negacionista. Que distorceu as afirmações cientificas, não apresentou um artigo sequer e misturou ciência com os cultos ao deusigner inteligente foi voce.
        Estou esperando artigos que validem o Design inteligente ou que refutem a evolução.
        Artigos científicos e não de sites religiosos, por gentileza.

      • Samuel, Alá te ama. Creia no Alcorão. Já pensou o que vai acontecer quando você morrer e se encontrar com Alá? Ele vai dizer: “Samuel, por que não acreditou em mim? Eu deixei o Alcorão para você me conhecer e a existência das coisas é a maior evidência da Minha existência.”. Você vai dizer: “Ué, eu pensei que as coisas criadas fossem evidência da existência de Yavé”.Mas, aí já vai ser muito tarde. Se arrependa Samuel. Não acredite nessa ciência maligna e nesse site NetNature que está tentando afastar o homem de Deus. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Só aceito artigo!!! Ciência se faz com publicações em artigos e nao em videos. Videos são anexos!!!

      As perguntas corretas são aquelas que voce deseja que se faça de acordo com os moldes do que voce pensa. Qualquer pergunta fora disto é considerada heresia e portanto não é ciência porque nao preenche a pré-concepção cristão do design.

  4. http://www.discovery.org/id/faqs/

    Perguntas sobre o projeto inteligente
    1. O que é a teoria do design inteligente?
    A teoria do design inteligente sustenta que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, não é um processo não-direcionado como a seleção natural. Para mais informações consulte o artigo de Stephen Meyer Diretor do Centro “não por acaso” do National Post do Canadá ou sua aparição em “da PBS Tavis Smiley Mostrar (Windows Media).

    2. É a ciência do design inteligente?
    O design inteligente (ID) é uma teoria científica que emprega os métodos comumente utilizados por outras ciências históricas para concluir que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, não é um processo sem direção como a seleção natural. Os teóricos do DI argumentam que o design pode ser inferida pelo estudo das propriedades informativas de objetos naturais para determinar se eles suportar o tipo de informação que, em nossa experiência surgir de uma causa inteligente. O formulário de informações que nós observamos é produzido pela ação inteligente, e indica, portanto, de forma confiável design, é geralmente chamado de “complexidade especificada” ou “informação complexa e especificada” (CSI). Um objeto ou evento é complexo, se é improvável, e especificado se ele corresponde a algum padrão independente. Para mais informações, consulte o artigo de Casey Luskin sobre como o design inteligente segue o método científico e comentários de Stephen Meyer sobre por que o design inteligente é ciência.

    3. É o design inteligente simplesmente uma resposta à evolução darwinista?
    Não. Ao contrário do que muitas pessoas supõem, o debate sobre o design inteligente é muito mais ampla do que o debate sobre a teoria da evolução de Darwin. Isso porque grande parte da evidência científica para o design inteligente vem de áreas que a teoria de Darwin nem sequer abordar. De fato, a evidência para o design inteligente vem de três áreas principais: física e cosmologia, a origem da vida, e para o Desenvolvimento da complexidade biológica.

    4. Qual é a evidência científica para o design inteligente?
    Por um breve resumo com links adicionais, leia este artigo. Para um tratamento mais prolongado, de Stephen Meyer ler visão geral da teoria do design inteligente.

    5. É a teoria do design inteligente incompatível com a evolução?
    Depende do que se quer dizer com a palavra “evolução”. Se alguém simplesmente significa “mudança ao longo do tempo”, ou até mesmo que os seres vivos são relacionados por ancestralidade comum, então não há nenhum conflito inerente entre a teoria evolucionária e teoria do design inteligente. No entanto, a teoria dominante da evolução hoje é neo-darwinismo, que argumenta que a evolução é impulsionada pela seleção natural agindo sobre mutações aleatórias, um processo imprevisível e sem propósito que “não tem nenhum sentido ou objetivo perceptível, incluindo a sobrevivência de uma espécie.” (2000 NABT Declaração sobre o ensino da evolução). É esta alegação específica feita pelo neo-darwinismo de que a teoria do design inteligente desafia diretamente. Para um tratamento mais completo veja o artigo “Sentidos da Evolução” pelo Centro Fellows Stephen C. Meyer & Michael Newton Keas.

    6. É o design inteligente baseada na Bíblia?
    Não. A idéia de que os seres humanos podem observar sinais de design inteligente na natureza remonta aos fundamentos da ciência e da civilização. Na tradição greco-romana, Platão e Cícero tanto defendida primeiras versões do design inteligente. Na história da ciência, a maioria dos cientistas até a última parte do século XIX aceite alguma forma de design inteligente, incluindo Alfred Russel Wallace, o co-descobridor com Charles Darwin da teoria da evolução pela seleção natural. Na tradição judaico-cristã, enquanto isso, a idéia de que o design pode ser discernida na natureza pode ser encontrada não só na Bíblia, mas entre os filósofos judeus como Filo e nos escritos dos Padres da Igreja Primitiva. A comunidade científica amplamente rejeitado projeto no início do século XX, após o neodarwinismo alegou ser capaz de explicar o surgimento da complexidade biológica através do processo inteligente de seleção natural agindo sobre mutações aleatórias. Nas últimas décadas, no entanto, novas pesquisas e descobertas em campos como a física, cosmologia, bioquímica, genética e paleontologia têm causado um número crescente de cientistas e teóricos da ciência para questionar neo-darwinismo e propor o design inteligente como a melhor explicação para a existência de complexidade especificada em todo o mundo natural.

    7. É a teoria do design inteligente o mesmo que o criacionismo?
    Não. Teoria do design inteligente é simplesmente um esforço para detectar empiricamente se a “aparente design” na natureza reconhecido por praticamente todos os biólogos é design genuíno (o produto de uma causa inteligente) ou é simplesmente o produto de um processo não-direcionado como a seleção natural agindo em aleatório variações. O criacionismo é focado em defender uma leitura literal do relato de Gênesis, geralmente incluindo a criação da terra por Deus bíblico alguns milhares de anos atrás. Ao contrário do criacionismo, a teoria científica do design inteligente é agnóstico em relação à fonte de criação e não tem compromisso com a defesa Gênesis, da Bíblia ou qualquer outro texto sagrado. Por que, então, fazer alguns darwinistas continuam tentando confundir o design inteligente com o criacionismo? É uma estratégia retórica por parte dos darwinistas que desejam deslegitimar a teoria do projeto, na verdade, sem abordar os méritos de seu caso. Para mais informações, leia o artigo de Stephen Meyer Diretor do Centro “Design Inteligente não é Criacionismo” que apareceu no The Daily Telegraph (Londres) ou uma peça do Centro de Diretor Associado “Design Inteligente e criacionismo Apenas não são as mesmas” em Pesquisa Notícias e Oportunidades.

    8. Há estudiosos estabelecidos na comunidade científica que apóiam o design inteligente?
    Sim. Teoria do design inteligente é apoiada por cientistas de doutorado, pesquisadores e teóricos em um número de universidades, faculdades, institutos de pesquisa e de todo o mundo. Esses estudiosos incluem bioquímico Michael Behe da Universidade Lehigh, microbiologista Scott Minnich na Universidade de Idaho, biólogo Paul Chien na Universidade de San Francisco, químico quantum Henry Schaefer da Universidade da Geórgia, geneticista Norman Nevin (emérito) da Universidade de Queen de Belfast , matemático Granville Sewell da Universidade do Texas, El Paso, e médico geneticista Michael Denton. Centros de pesquisa para o design inteligente incluem a Evolutionary Informática Lab, liderado por Robert Marks, Distinguished Professor de Engenharia na Universidade de Baylor; e do Instituto Biológico, liderada pelo biólogo molecular Douglas Machado, um ex-cientista da pesquisa na Universidade de Cambridge, o Medical Research Centre Conselho Cambridge, eo Instituto Babraham em Cambridge.

    9. É pesquisas sobre design inteligente publicados em revistas e monografias revisadas por pares?
    Sim. Os cientistas na comunidade de pesquisa design inteligente têm publicado seus trabalhos em inúmeras revistas e monografias científicas com revisão por pares. Uma listagem com anotações de publicações revisadas por pares seleccionados está disponível em nosso site. Peer-reviewed revistas científicas em que os cientistas favoráveis ​​ao design inteligente publicaram seus trabalhos incluem Protein Science, Journal of Molecular Biology, Theoretical Biology and Medical Modelling, Journal of Intelligence Avançada Computacional e Informática Inteligentes, Quarterly Review of Biology, Biologia Celular Internacional, Rivista di Biologia / Biologia Forum, Física de Life Comentários e Annual Review of Genetics. Além disso, os cientistas abertos a debater a questão do design na biologia estabeleceram o jornal biologia de acesso aberto peer-avaliação BIO-Complexity, que publica investigação original relacionada com a origem e desenvolvimento de informações biológicas. O conselho editorial para BIO-Complexidade inclui 29 cientistas eminentes de instituições acadêmicas em todo o mundo, como o Instituto de Tecnologia de Rochester, Wake Forest University, da Universidade da Geórgia, da Universidade de Bristol, da Universidade de Utah, da Universidade de Pittsburgh, da Universidade de Wisconsin-Superior, Universidade da rainha de Belfast, o Instituto Max Planck de Melhoramento de Plantas Research, e da Universidade de St. Andrews.

    Embora os cientistas de design inteligente publica regularmente pesquisa peer-reviewed, ele precisa ser observado que muitos avanços na ciência foram originalmente publicado como artigos ou livros de não-peer-reviewed, incluindo Charles Darwin A Origem das Espécies. Além disso, nos últimos anos peer-review foi alvo de críticas significativa para ilegitimamente censurar muitas boas idéias científicas e retardar o avanço da pesquisa científica.

    Finalmente, alguns críticos de design inteligente estão procurando ativamente para minar o processo de revisão por pares para impedir artigos de cientistas que apóiam o design inteligente de ser publicado. Em um caso, um jornal que inadequadamente retirou um artigo de um defensor do design inteligente depois de ter passado peer-review pagou US $ 10.000 e emitiu um pedido de desculpas ao cientista por sua má conduta.

    10. E sobre a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) ea sua resolução contra o design inteligente?
    Em 2002, o conselho de administração da AAAS publicou uma resolução atacar a teoria do design inteligente como não científica. Infelizmente, o processo pelo qual esta resolução foi aprovada em si era nada, mas científica. Na verdade, a resolução era mais um produto de preconceito de investigação imparcial. Após a resolução foi emitida, membros do Conselho AAAS foram inquiridas sobre o que livros e artigos por cientistas que favorecem o design inteligente tivessem realmente ler antes de adoptar a sua resolução. Alan Leshner, o Chief Executive Officer da AAAS, se recusou a especificar qualquer e respondeu vez que a questão tinha sido analisado pelo pessoal a política de seu grupo. Dois outros membros do conselho AAAS semelhante se recusou a identificar qualquer coisa que tinha lido pelos proponentes do projeto, enquanto ainda um outro membro do conselho ofereceu-se que ela tinha lidos nas fontes não especificadas na Internet. Em outras palavras, os membros do conselho AAAS aparentemente votaram para marcar o design inteligente como não-científica sem estudar por si mesmos os livros e artigos acadêmicos por cientistas que propõem a teoria. Deve-se notar que um número dos cientistas que apóiam a teoria do design inteligente são membros da AAAS, por isso a placa de AAAS claramente não fala por todos os membros dessa organização

    • Procure os artigos científicos, é melhor!!!
      Escrevi um texto inteiro destruindo as falácias do Eberlin usando fontes científicas, espero que se forem tentar me refutar, que apresentem referências científicas também. É só isto que peço…não quero vídeo de youtube, revistinha religiosa com pregações….eu quero artigos, apenas isto! Ou se preferir, chama o Eberlin aqui, pra de novo eu refutar ele, como fiz no caso das borboletas. Ou ele vai fugir como fez no começo do ano quando inventou uma desculpa esfarrapada pra não participar do hang out que marcamos com ele.
      Meu intuito é ajudar!!!😉

      • Engraçado que a turma todo do D.I ta acompanhando o Samuel rebolando pra tentar se justificar, mas ninguém se presta a vir aqui ajudar ele, ou ao menos deixar o link de um, APENAS UM artiguinho defendendo o D.I. Ninguém sai de la nem pra tentar separar D.I de criacionismo…é impressionante. E olha que o Samuel conectou ambos muito bem!!! Deixou claro que são farinha do mesmo saco!!!
        A argumentação deles é “RNA-world é furada” “Victor é um problematico cognitivo”….mas nenhum apresenta um artigo sequer sobre o RNA-World. a regra é “Negue tudo, ainda que não se tenha artigos em mãos” hehehehe
        O mais interessante é que o Eberlin disse que poderia chamar ele a qualquer hora se alguem tivesse algo sobre os tópicos que ele abordou. No final sobrou pro pobre Samuel que maç sabe a diferença entre macroevolução e saltacionismo, que defende que a bíblia é um manual de meteorologia enquanto eles ficam la repetindo o mântra, ad nauseun “D.i é contrarrevolucionário…D.i é padrão especifico e irredutível…..ad infinitum”
        Meninos, voces precisam muito mais do que um mântra pra firmar uma posição que vcs dizem ser científica!!!

        Isso sem contar a bobagem que o Eberlin e o Enézio disseram sobre os povos do Paleolítico que supostamente eram ignorante mas desenham melhor que nós os cavalos.
        Aquilo foi um baita espantalho.
        Razão pela qual fiz questão de desconstruir na segunda feira
        https://netnature.wordpress.com/2015/10/12/deveriamos-subestimar-os-povos-do-paleolitico/

  5. Samuel, quanto a questão da macro e da micro evolução os criacionistas tanto falam, além e todo o conteúdo que existe aqui no site e do que o Rosseti já falou aqui nos comentários, eu sugiro que leia essas respostas dadas pelo também biólogo Rodrigo Véras: http://pergunte.evolucionismo.org/post/105392602291

    “Uma coisa chata de se debater com criacionistas é quando você mostra evidências da evolução (por ex. as bactérias que passaram a sintetizar nylonase, as “ring species”, as mutações genéticas…), eles sempre vem com o argumento: “Ah, isto é micro-evolução, nós não somos contra a micro-evolução, mas não existem provas em laboratório de macro-evolução, é tudo conjectura”.
    Macro-evolução não seria somente uma sequência de milhares de micro-evoluções? Logo admitir a micro-evolução é admitir o mecanismo da evolução e pronto.” http://pergunte.evolucionismo.org/post/6447520394

    “Qual a diferença entre macro e microevolução? li alguns textos que tentam defender uma mas negam a outra. sites de cunho religioso, por isso fiquei na duvida da propria definicao que eles apresentam.” http://pergunte.evolucionismo.org/post/35317332707

    • Vou avaliar o contéudo desse site e de alguns links que vocês me passaram. Obrigado. E perdão se falei algo ignorante; preciso aprender muito ainda. Bem, mas não precisa-se de formação para saber que tudo que é criado corrobora nitidamente a ideia de um Criador. Isso é lógica na sua mais pura essência. Quero compreender mais como é a linha de pensamento de vocês. E perdão por ter me empolgado e ter falado sobre minha fé de maneira explícita; eu sei que vocês não conseguem compreender, mas eu sou apaixonado por esse Deus vasto em amor e misericórdia. Bem, boa noite ! Desejo saúde para vocês e suas famílias !:D

      • Lógica não responde todas as perguntas. Premissas podem ser lógicas entre si mas não corresponder a realidade

        1) todos os gatos tem 5 patas
        2) Tomo é meu gato
        3) logo, Tom tem cinco patas

        As três premissas se completam, são válidas, seguem uma lógica, mas não encontram respaldo empírico. Por isto a importância da filosofia da ciência. Ser lógico não é ser factual. O aristotelismo era lógico, mas caiu!!!
        Não é problema algum voce ter fé, desde que você entenda os limites de onde acaba a ciência e começa a crença e vice e versa. Ao contrário do Eberlin, eu acredito que as pessoas possam aceitar uma origem natural para o Big Bang, a vida e até a diversidade dela através da evolução sem a necessidade de excluir Deus de suas vidas.
        A mim voce não ofendeu, só acho que distorceu argumentos nas quais pontuei e tentei demonstrar estar errado.
        Eu entendo o significado da sua fé, pois fiz o caminho contrário, como um ex-cristão (e atual agnóstico) que sou. Minha argumentação não é que deus não exista, e sim que ele não pode ser validade cientificamente. A ciência produz conhecimento sem a necessidade de recorrer a Deus, isto não quer dizer que esteja afirmado que ele não exista!
        A minha argumentação é simples e muito mais aberta do que a do seu amigo Eberlin que dicotomiza o mundo entre cristãos criacionistas e evolucionistas teístas!!! Meus questionamentos soam como duvidas a existência de um design, pois como crítico que sou (e por isto uso muitas referências) preciso questionar a fundo essas premissas.
        Não ha nada errado em ter fé, se isto lhe faz bem isto é com voce, é um direito seu, e não tenho absolutamente nada contra. Nem me proponho a censurar sua crença a Deus….só pedimos que saiba os limites epistemológicos!!! isto também vale para Eberlin, na qual não tenho nada contra, apenas estou questionado a argumentação dele e se de fato ela tem caráter científico, na qual não vi nenhum. Mas se ele quer dividir o mundo entre crias e ateus é um posicionamento dele. Pra mim fica mais fácil refutar.

        Só peço que leia referências científicas. Eu vejo muitas pessoas criticarem teorias como o Big Bang (confundindo a origem do universo pelas flutuações quânticas com a expansão do universo que é de fato o Big Bang, mas que não é uma explosão), a evolução (confundindo saltacionismo com evolução pedindo exemplos empíricos de bactérias virando elefantes, ou saguis virando pessoas, demonstrando profundo desconhecimento do que é a teoria da evolução) ou biopoese (o potencial das descobertas e o avanço que houve nos últimos 15 ou 20 anos), mas sequer leram artigos ou livros sobre. Peço que leia estude, e nem precisa aceitar ou abandonar a Deus….só precisa saber o que cada lado propõe para que argumente com coerência!!! É sempre mais fácil e mais cômodo questionar o argumento oposto, mas nunca questionar os nossos próprios argumentos. Questione mais aquilo que voce acredita, pois eu mesmo questiono uma série argumentações evolucionistas e até mesmo de ateus nas quais recentemente andei excluindo do meu facebook por falta de coerência e competência.
        Sei que apesar das farpas trocadas suas intenções em desejar saúde a mim e minha família são puras. Obrigado, e desejo o mesmo a voce Samuel!

        PS: Avisa o Marcos Galvão que não sou malandro (“Falador passa mal” era usada na década de 70/80), e sim espontâneo e que não tenho problemas cognitivos.Sou mais lucido do que o Eskelsen, que realmente tem problemas mais graves a tal ponto de pegar fotos do meu facebook para me difamar.😉

    • Alá não viveu aqui, morreu e ressuscitou. Mas Jesus sim, e eu tenho evidências suficientes. Não tem como comparar o Deus da Bíblia com deuses oriundos da imaginação humana; pelo simples fato que somos imperfeitos e não poderiamos conceber um Ser perfeito como Deus. Sem contar que a Bíblia é o maior guia moral do mundo e suas profecias ocorreram de maneira precisa com antecendência de séculos e até milênios. Traduzindo : o Deus da Bíblia se harmoniza com a realidade; então é inocência e ignorância sua tentar compara-lo com algum deus pagão.

      • Bem, eu diria que voce é ateu a quase todos os deuses, menos um!!! rsrsrs Alá não viveu aqui, mas qual deles viveu? Como saber quem viveu? se é que viveu? Um muçulmano afirmaria categoricamente que Jibril realmente desceu a terra e conversou com maomé.
        Cuidado com as suas alegações, o islamismo é uma das três religiões abraamicas, as outras são o judaísmo e o cristianismo. Ao critica-la lembre-se que ela bebe da mesma fonte que o cristianismo.
        Outra coisa, um sistema moral religioso também não é objetivo. Pois não é possível saber se ele é correto quando há outras propostas de deuses, todos alegando serem os corretos e com “evidencias” a seu favor. Da mesma forma que o código de Manu em hipotese alguma é um codigo de moral para voce cristão, a biblia não é de maneira alguma um codigo de moral para os Hindus. Há, Mithra, Dionisio também ressuscitaram no terceiro dia após a morte, a estatua de Ganesha chorou leite na década de 90 após um terremoto.
        A bíblia pode ser considerado o guia moral com maior numero de seguidores (embora a maioria da população mundial ainda seja muçulmana), mas não significa que seja o modelo correto. meso porque pra saber qual é o modelo correto de moralidade um único Deus precisaria descer aqui na terra constantemente para ditar qual é a conduta correta. Por outro lado, ela pode ser racionalizada ao considerar errado algo que voce não gostaria que fizessem a voce. Não é preciso dizer que roubar ou estuprar é pecado, é perceptível que isto é errado quando vc se põe no lugar do próximo, e isto por si só pode ser uma medida que determina o que é certo ou errado. Confucio isto a 400 anos antes de cristo nascer. Sei disto porque apesar de ser agnóstico sou confucionista.
        Lembrando também que a moral do cristianismo se consolida em duas premissas básicas “Amar a Deus acima de coisas as coisas, e o próximo como a ti mesmo”. O código de conduta do cristianismo esta contido em Mateus 6 onde os bem aventurados e herdeiros do reino dos céus são os mansos, misericordiosos, piedosos, que tem cede de justiça etc e tal.
        Portanto cuidado, ao alegar estas coisas, voce pode dar munição para alguem dizer que o Deus que voce acredita também pode ser fruto de sua imaginação ainda que vc diga que haja evidências.

      • Eu vi um Muçulmano dizer a um Cristão que a Bíblia só estava correta naquela parte em que combinava com o Alcorão. Nas partes em que a Bíblia contradizia o Alcorão, ela estava errada. Portanto, o Alcorão é o livro mais sagrado. hehehehe

      • “Sem contar que a Bíblia é o maior guia moral do mundo”

        Guia moral? Então mandar matar as criancinhas cananéias inocentes é um belo guia moral. Parabéns Deus, muito lindo esse preceito moral. Atribuir culpa a todos os humanos por causa do suposto erro de um cara criado do barro. Parabéns Senhor Deus.

        “e suas profecias ocorreram de maneira precisa com antecendência de séculos e até milênios.”

        Nenhuma profecia bíblica se concretizou. Me diga qual delas se cumpriu?

        “o Deus da Bíblia se harmoniza com a realidade;”

        Por isso é que ele criou a Terra antes do Sol e a deixou vagando solta no espaço. Esse Deus se harmoniza muito com a realidade.

        “então é inocência e ignorância sua tentar compara-lo com algum deus pagão.”

        Pagão na sua concepção, na sua visão de mundo. Para os muçulmanos você é que é pagão. Para eles muitas profecias do Alcorão já se realizaram e esse livro sagrado até fala coisas da natureza que só foram descobertas pela ciência muito depois (claro que eles usam o mesmo artifício que os cristãos para achar ciência em seu livro de mitos).

    • Ué. Isto foi colocado desde a década de 20 e nunca conseguiu se firmar!!! Vá ao Instituto de Geociência e pergunte a idade da terra kkkkk Vá na The Royal Society, na Nature…. a ideia de terra jovem ja esta morta pra ciência. O que era falseável no criacionismo foi falseado e caiu por terra!!! A geologia do século 16 ficou no seculo 16 Samuel!!!

      • Okay. Bem você não vai me convencer, nem vice-versa, hehe. De qualquer forma lhe parabenizo pelo site; aparenta ter bom conteúdo, mesmo eu não concordando com a evolução. Bem eu consigo ter esperança de saber que mesmo com a dor da partida, vou poder ver meus entes queridos após a morte. Tenho perspectiva de um futuro glorioso ao lado do meu Deus. E você também pode ter essa certeza amigo, pois Ele te ama muito. Nossa vida é muito curta querido, hoje estamos vivos, amanhã talvez não. Devemos buscar o transcendental; porém com sinceridade e minuncioso estudo vamos ter uma fé baseada em evidências dos propósitos de paz e felicidade que Jesus tem para a humanidade em sua Palavra. Por que não dar uma chance para saber se a Bíblia é um livro comum ou uma fonte de vida transformadora. A vida não tem sentido sem Deus; só passa de um mero existencialismo com a sua ausência. A vida é um milagre e é nosso dever saber quem realizou tamanha proeza. Garanto que esse Deus existe, eu tenho uma comunhão com Ele diariamente que está me transformando radicalmente; conferindo-me real prazer em viver. Você precisa experimentar a paz que eu sinto, isso é maravilhoso. Bem, toda essa polêmica entre evolução e criacionismo é vã se sabemos que vamos morrer sem esperança. Então, tudo isso é passageiro, porém o contato com Deus pode fornece-lhe felicidade eterna.

      • Profecias cumpridas

        Uma das mais incríveis evidências para a inspiração divina da Bíblia são as profecias que se cumpriram. Centenas de profecias feitas na Bíblia vieram a se cumprir até o último detalhe. E a maioria delas foi cumprida quando o seu escritor já havia morrido.

        Por exemplo: Em cerca de 538 AC (Daniel 9:24-27), Daniel, o profeta, predisse que Jesus viria como o Salvador e Príncipe prometido para Israel exatamente 483 anos depois que o imperador persa desse aos judeus permissão para reconstruir a cidade de Jerusalém que estava em ruínas nesta época. Essa profecia foi clara e definitivamente cumprida no tempo exato.

        A Bíblia também contém uma grande quantidade de profecias tratanto de nações e cidades específicas ao longo da história, todas as quais foram literalmente cumpridas. Mais de 300 profecias foram cumpridas pelo próprio Jesus Cristo durante a sua primeira vinda. Outras profecias lidam a difusão do Cristianismo pelo mundo, falsas religiões e muitos outros assuntos.

        Não há outro livro, antigo ou moderno, como a Bíblia. As profecias vagas e geralmente errôneas, feitas por pessoas como Jeanne Dixon, Nostradamus, Edgar Cayce e outros como eles, não podem, nem de longe, serem colocadas na mesma categoria das profecias bíblicas. Nem outros livros religiosos como o Alcorão, os escritos de Confúcio e literatura religiosa similar. Somente a Bíblia manifesta esta evidência profética e ela a faz em uma escala tão gigantesca que torna absurda qualquer outra explicação que não a sua inspiração divina. A acurácia histórica das Escrituras é também uma classe de evidências por si só, infinitamente superior aos registros escritos deixados pelo Egisto, Assíria e outras nações antigas. As confirmações arqueológicas do registro bíblico são quase inumeráveis. O Dr. Nelson Glueck, a maior autoridade em arqueologia israelita, disse:

        Uma acurácia histórica única

        A acurácia histórica das Escrituras é também uma classe de evidências por si só, infinitamente superior aos registros escritos deixados pelo Egisto, Assíria e outras nações antigas. As confirmações arqueológicas do registro bíblico são quase inumeráveis. O Dr. Nelson Glueck, a maior autoridade em arqueologia israelita, disse:

        “Nenhuma descoberta arqueológica jamais contradisse qualquer referência bíblica. Dezenas de achados arqueológicos foram feitos que confirmam em exato detalhe as declarações históricas feitas pela Bíblia. E, da mesma maneira, uma avaliação própria de descrições bíblicas tem geralmente levado a fascinantes descobertas no campo da arqueologia moderna.” Acurácia científica

        Uma outra espantosa evidência da inspiração divina da Bíblia é o fato de que muitos princípios da ciência moderna foram registrados como fatos da natureza na Bíblia muito antes que qualquer cientista os confirmasse experimentalmente. Uma amostra destes fatos inclui:

        A redondeza da terra(Isaías 40:22)
        A quase infinita extensão do universo (Isaías 55:9)
        A lei da conservação de massa e energia (II Pedro 3:7)
        O cíclo hidrológico (Eclesiastes 1:7)
        O vasto número de estrelas (Jeremias 33:22)
        A lei do aumento da entropia (Salmo 102:25-27)
        A suma importância do sangue para a vida (Levítico 17:11)
        A circulação atmosférica (Eclesiastes 1:6)
        A campo gravitacional (Jó 26:7)
        e muitos outros
        Estes fatos obviamente não são declarados no jargão da ciência moderna, mas em termos da experiência básica no homem no dia-a-dia. Ainda assim, eles estão completamente de acordo com o fatos modernos da ciência.

        É significativo também que nenhum erro jamais foi demonstrado na Bíblia, seja em ciência, história ou qualquer outro assunto. Muitos erros foram de fato declarados, mas eruditos bíblicos conservadores sempre foram capazes de encontrar soluções para esses problemas. Estrutura única

        A incrível estrutura da Bíblia deve ser colocada em perspectiva também. Embora ela seja uma coleção de 66 livros, escritos por cerca de quarenta homens ao longo de um período de cerca de 2000 anos, a Bíblia ainda assim é um só Livro, em perfeita unidade e consistência.

        Os escritores individuais, na época em que escreviam, não tinha idéia de que, eventualmente, seus escritos seria incorporados em um só livro. Entretanto, cada um desses escritos individuais preenche perfeitamente o seu lugar e serve a um único propósito. Qualquer pessoa que estude diligentemente a Bíblia irá encontrar padrões estruturais e matemáticos cuidadosamente bordados em seu tecido com uma intrincácia e simetria que não são passíveis de explicação através do acaso ou coincidência.

        E o tema que a Bíblia desenvolve consistente e grandiosamente de Genêsis ao Apocalipse é o majestoso trabalho de Deus na criação do universo e a redenção de todas as coisas através de seu único filho, o Senhor Jesus Cristo.

  6. Apresentamos uma relação das profecias que se encontram nas Sagradas Escrituras, que serve para estudos ou para confirmação da Bíblia como a palavra verdadeira e fiel de Deus aos homens. As profecias estão relacionadas de forma sucinta, apenas mencionadas, sem comentário a seu respeito. O objetivo foi permitir em pouco espaço divulgar o conjunto profético que já se cumpriu, que está se cumprindo e que ainda se cumprirá. A todos os que desejam enriquecer a sua fé na Bíblia, principalmente com relação aos acontecimentos que ainda estão pela frente, este material, temos certeza, trará contribuições concretas.

    Profecia é a capacidade de falar com autoridade de parte de Deus, ou em seu nome, já que serve para predizer acontecimentos futuros ou declarar a sua vontade para o presente (ver Êxodo 3:10, 14 e 15; Deut. 18:15 e 18; II Sam. 23:2; Mateus 11:9 e 10; II S. Pedro 1:21). A profecia é o meio escolhido por Deus para comunicar-se com o homem (ver Núm. 12:6; Amós 3:7). A Bíblia chegou aos homens por este dom (ver II Tim. 3:16; II S. Pedro 1:20 e 21). As escrituras testificam de Jesus, e o dom de profecia é apropriadamente chamado “o testemunho de Jesus” (Apoc. 19:10; João 5:39; Apoc. 12:17). O dom de profecia manifesta-se por meio de visões, sonhos ou inspiração especial que chega à mente (ver Núm. 12:6; Apoc. 1:1-3); e então o instrumento humano converte-se no porta-voz de Deus (ver II Sam. 23:2; Mateus 3:3; II S. Pedro 1:21). Deus tem o propósito de que este importante dom do Espírito estivesse com Sua igreja até o fim dos tempos (ver Joel 2:28 e 29; Apoc. 12:17; 19:10). Na realidade, deve ser o sinal para identificar a verdadeira igreja de Deus nos últimos dias (Apoc. 12:17; 19:10). Isto é muito razoável, porque Deus sempre tem usado este meio para revelar-se e transmitir suas mensagens ao mundo desde a queda de Adão.

    Sobre a profecia em geral, registram-se os seguintes versículos:

    – É predição sobre acontecimentos futuros: Gênesis 49:1; Números 24:14; Dan 2:45
    – Deus é seu autor: Isaias 44:7; 45:21;
    – Deus as dá, por meio de Cristo: Apocalipse 1:1;
    – Um dom de Cristo: Efésios 4:11; Apocalipse 11:3;
    – Um dom do Espírito Santo: I Cor. 12:10;
    – Não vem por vontade de homem: II Pedro 1:21;
    – Dadas desde o princípio: Lucas 1:70;
    – É uma palavra certa: II Pedro 1:19;
    – Deus cumpre-a: Isaias 44:26; Atos 3:18;
    – Cristo, seu grande tema: Atos 3:22-24; 10:43; I Pedro 1:10-11
    – Cumpridas em Cristo: Lucas 24:44;
    – Seu dom prometido: Joel 2:28; Atos 2:16 e 17;
    – Para o benefício de outras gerações: I Pedro 1:12;
    – Uma luz em lugar escuro: I Pedro 1:19;
    – Não vem de particular elucidação: II Pedro 1:20;
    – Não a desprezemos: I Tessalonicenses 5:20;
    – Demos-lhe ouvidos: II Pedro 1:19;
    – Recebamo-lha com fé: II Coríntios 20:20; Lucas 24:25;
    – Bênção de lê-la, ouví-la e observa-la: Apoc. 1:3; 22:7;
    – Culpa de pretender possuir o dom de profecia: Jeremias 14:14; 23:13 e 14; Ezequiel 13:2 e 3.

    Serão castigados os que:

    – Não lhe derem ouvidos: Neemias 9:30
    – Adicionarem ou subtraírem algo: Apoc. 22:18 e 19;
    – Fingir possuir seu dom: Deut. 18:20; Jeremias 14:15 e 23:15;
    – Fingir estar convertidos: Números 24:2-9; I Sam. 19:20-23; Mateus 7:22; João 11:49-51; I Cor. 13:2;
    – Como deve ser testada: Deut. 13:1-3; 18:22.

    2 – PROFECIAS QUE JÁ SE CUMPRIRAM

    Do cativeiro dos judeus
    – Sua predição: Deut.: 28:36; I Reis 14:15; Isaias 39:7; Jeremias 13:19; 25:8 a 12; Amós 7:11; Lucas 21:24.
    – Seu Cumprimento: II Reis 15:29; 17:6; 18:11; 24:14; 25:11; II Crôn. 28:5. O cativeiro durou de 606 a 538 aC.

    Da conversão dos gentios
    – Passagens em que foi profetizada: Gên. 22:18; Salmos 22:27; 86:9; Isaias 9:2; 49:6; 60:3; Daniel 7:14; Oséias 2:23; Efésios 3:6.
    – Exemplos do cumprimento: Atos 2:41; 2:47; 4:4; 5:14; 6:7; 9:31; 11:1, 21 e 24; 13:12 e 48; 14:1; 15:7; 16:5 e 33-34; 17:4; 18:6 e 8; 28:28; Apoc. 11:15

    Da destruição de Babilônia
    – Profecias: Salmo 137:8; Isaias 13:19; 14:22; 21:9; 43:14; 47:1; 48:14; Jeremias 25:12; 50:1, 51:1; Daniel 2:37 a 39; 5:26 a 28.
    – Babilônia foi conquistada pelos Medo Persas em 539 aC, sendo destruída em parte por Xerxes mais tarde, estando em completa ruína na época de 20 aC. Conforme a profecia, nunca mais foi reconstruída. A mesma profecia refere-se também à babilônia espiritual, o grande poder religioso no fim dos tempos, como se pode ver em Apoc. cap 18 e 19.

    Da destruição de Jerusalém
    – Isaias 3:1; Jeremias 9:11; 19:8; 21:10; 25:18; Amós 2:5; Miquéias 3:12; Mateus 23:37 e 38; 24:15 a 21; Lucas 19:43 e 44; 21:24.
    – Jerusalém foi destruída em 70 dC.

    O grande período profético dos 2.300 anos de 457 aC a 1844.
    Foi profetizado através de Daniel, que haveria um período de 2.300 anos, que se iniciaria no ano 457 aC, com o decreto da reconstrução de Jerusalém (Dan. 9:25) e concluiria com o início do juízo investigativo no céu, em 1844. Dan 8:14. Este grande período divide-se em sub-períodos.

    Primeiro sub-período, de 490 anos, que se inicia em 457 aC e termina em 34 da nossa era. Foi destinado ao povo judeu para que aceitasse a Jesus Cristo (Atos 8:1 a 3 e 26:9 a 12), que como se sabe, com a apedrejamento de Estevão, em 34, rejeitaram de vez o evangelho. Nesse ano inicia-se outro sub-período de 1810 anos, até 1844, de pregação do evangelho aos gentios (não judeus) (Atos 13:46 e Dan 8:14). O primeiro sub-período divide-se em outros períodos menores, como, os 49 anos, de 457 aC até 408 aC, para a reconstrução dos muros de Jerusalém (Esdras 6:14; 7:6-26; Dan 9:25. Mais outros 434 anos se passaram até a unção de Jesus Cristo (Dan 9:25 e 26), até o ano 34. Para o final deste último período, Daniel profetizou um pequeno período de uma semana profética, 7 anos literais, do ano 27 a 34 dC. No ano 27 Jesus foi ungido (S. Mateus 3:13, 17 e Atos 10:38. Na metade da semana, foi crucificado, em 31, (Dan 9:26,27) e no ano 34 Estevão foi apedrejado (Atos 7:59-60; 6:8-15 e 8:1).

    O terceiro sub-período, que se cumpriu fielmente, durou 1260 anos de perseguição aos que seguiam a Bíblia integralmente (Apoc. 11:2 e 3; 12:6 e 14; 13:5, e Dan. 7:25 e 12:7; Dan 9:22 – 27), que durou de 538, com o estabelecimento firme do papado, até 1798, com a deposição do Papa Pio VI pelo general francês Bertier, em 10/02/1798. Nesta data iniciou-se o tempo de fim (Dan. 12:9 e 4). Nesta data também terminou a grande perseguição (fogueiras, inquisição, arena de leões, gladiadores, leis dominicais, união da igreja com o estado, etc.) O que aconteceu durante os 1260 anos denomina-se o período da idade escura da humanidade, onde os maiores horrores aconteceram e que degradou espiritualmente o mundo, levando a desconfiança sobre a verdadeira intenção dos religiosos. Foram denominados “ópio do povo”, por líderes que não conheciam o verdadeiro evangelho.

    Este grande período de Daniel 8:14 pode ser melhor estudado num diagrama preparado para tal fim, disponível aos que o desejarem.

    Em síntese, as profecias de Daniel envolvem 16 cenários futuros:
    1) Babilônia perderia a hegemonia
    2) Seria substituída pela Medo-Pérsia
    3) Este reino seria inferior am glória e riqueza à Babilônia, e assim sucessivamente, cada reino inferior ao seu precedente
    4) A Medo-Pérsia seria substituída pela Grécia
    5) A Grécia seria substituída por Roma
    6) Roma seria dividida em 10 reinos
    7) Roma seria forte e fraca ao mesmo tempo
    8) Haveria tentativas de implantar um reino mundial
    9) Haveria alianças com semente humana
    10) Estas tentativas de união não atingiriam seu objetivo
    11) A figura apoteótica de Cristo sobre as nações
    12) Sua segunda vinda – pedra cortada sem mãos
    13) A pedra abarcaria o mundo todo
    14) Não haveria mais impérios locais
    15) Desmoronamento total da babilônia e de suas riquezas
    16) Implantação do Reino de CRISTO

    Pelo cálculo da probabilidade, as profecias de Daniel tem apenas uma possibilidade em 437.893.890.380.859.375 tentativas para dar certo integralmente, nessa ordem. Só DEUS conhece o fim desde o princípio.

    – A grande profecia de Daniel 2:31-45, sobre a estátua que representa os reinos desde o império babilônico até os últimos dias. Todos os versículos referem-se a Daniel cap. 2.

    – Cabeça de ouro (32, 37 e 38): Reino babilônico – de 606 a 538 aC;
    – Peito de prata (32 e 39): Medo-Pércia – de 538 a 331 aC;
    – Ventre e coxas de bronze (32 e 39): Grécia – de 331 a 168 aC;
    – Pernas de ferro (33 e 40): Roma – de 168 aC a 476 dC;
    – Pés em barro e ferro: Divisão o reino de Roma em dez reinos, que jamais formariam um império mundial;
    – Não haverá mais império mundial: (43) – houveram casamentos entre nobres na Europa, porém não mais uniram-se os reinos divididos;
    – A pedra que destruiu a estátua: (44 e 45) – é a profecia da segunda vinda de Jesus a este mundo.

    – A grande profecia de Daniel 7 – os 4 animais. Todos os capítulos e versículos referem-se ao livro de Daniel.
    – Leão com asas de águia (7:4): Reino da Babilônia, de 606 a 538 aC;
    – Urso, que trazia entre os dentes três costelas (7:5): Império Medo-Persa, de 538 a 331. As três costelas simbolizam os principais poderes deste reino, ou seja, a Lídia, Babilônia e Egito.
    – Leopardo, com quatro asas e quatro cabeças (7:6): Império grego de Alexandre o Grande, de 331 a 163. As quatro asas significam um reino muito veloz, como realmente foi, conquistou o mundo em menos de uma década, um feito sem precedentes. As quatro cabeças representam os quatro reinos em que se dividiu este império em 301 aC, que foram dominados por Ptolomeu, Cassandro, Seleuco e Lisímaco.
    – Animal terrível e espantoso (Daniel não comparou com animais conhecidos), forte, com dentes de ferro e dez chifres e mais um chifre pequeno (7:7 e 8): Trata-se do império romano, de 168 aC a 476 dC. Os dentes de ferro representam a força destruidora deste reino; os dez chifres representam dez reinos bárbaros que sucederam Roma, ou seja os Ostrogodos, Visigodos, Francos, Vândalos, Suevos, Alamanos, Anglo-saxões, Hérulos, Lombardos e Burgúndios. O chifre pequeno representa Roma Papal, pequena no início mas que cresceu e superou os demais em poder.

    Profecias relacionadas ao capítulo 7 de Daniel:
    – O animal foi morto (v. 11) refere-se a destruição de poder romano por ocasião da segunda vinda de Cristo, ainda a ocorrer;
    – Foi tirado o domínio dos outros animais anteriores (v. 12) refere-se aos reinos anteriores que perderam o poder, porém seus habitantes não foram exterminados, como será no caso do quarto animal, quando da segunda vinda de Cristo;
    – Segunda vinda de cristo (v.13 e 14), refere-se a retorno de Cristo, ainda a ocorrer;
    – O capítulo 7 de Daniel contém outras profecias que são detalhes da grande profecia acima mencionada. Estas profecias foram omitidas aqui para não tornar a relação profética muito extensa.

    A grande profecia de Daniel capítulo 8, especificamente sobre os tempos finais. Em síntese, os elementos da profecia são:
    – Um carneiro com dois chifres (reis da Média e da Pérsia);
    – Surgiu um bode com um chifre notável entre os olhos (A Grécia, e o chifre, o seu primeiro rei) e destruiu o reino Medo-Persa;
    – O chifre notável foi quebrado e em seu lugar vieram quatro chifres, significando os quatro reis que sucederam a Alexandre o Grande, com força inferior;
    – De um dos quatro chifres saiu um chifre pequeno, que se tornou muito forte, para o oriente e para a terra gloriosa, cresceu até os céus (…) engrandeceu-se etc. Refere-se a Roma como império e a Roma papal, esta tornando-se um poder mundial, muito forte no período da Idade Média, perseguindo os cristãos que queriam obedecer fielmente os princípios bíblicos. Roma papal havia gradativamente alterado estes princípios, dando cumprimento à profecia. Há muitos detalhes a mais nesta profecia que merecem melhor atenção, em estudo particular.

    – A profecia das sete igrejas, que se refere a história da igreja de Deus antecipadamente descrita. Apocalipse cap. 2 e 3.
    Esta profecia encontra-se em Apocalipse capítulo 2 e 3. Apresentamos apenas as informações mais importantes a respeito. Esta profecia pode ser melhor estudada em diagrama que está disponível aos interessados.
    – Primeira igreja: Éfeso, de 34 a 100 – Boas obras;
    – Segunda igreja: Esmirna, de 100 a 313 – Igreja perseguida;
    – Terceira igreja: Pérgamo, de 313 a 538 – Igreja popularizada;
    – Quarta igreja: Tiatira, de 538 a 1517 – Igreja deturpada;
    – Quinta igreja: Sardes, de 1517 a 1833 – Reforma espiritual;
    – Sexta Igreja: Filadélfia, de 1833 a 1844 Igreja missionária;
    – Sétima igreja: Laodicéia, de 1844 até o fim – Igreja morna.

    – A profecia dos sete selos, que se refere à natureza da luta em que se envolvem as respectivas igrejas.
    Esta profecia encontra-se em Apocalipse capítulo 6. Como a anterior, serão apresentadas apenas informações importantes. Também pode ser melhor estudado no diagrama acima mencionado.
    – Primeiro selo – cavalo branco: de 34 a 100 – pureza;
    – Segundo selo – cavalo vermelho: de 100 a 313 – perseguição;
    – Terceiro selo – cavalo preto: de 313 a 538 – apostasia;
    – Quarto selo – cavalo amarelo: de 538 a 1517 – trevas espirituais;
    – Quinto selo – reforma espiritual: de 1517 a 1755 – almas em baixo do altar;
    – Sexto selo – mensagem do advento: de 1755 a … – sinais do fim;
    – Sétimo selo Apoc 8:1 – é a segunda vinda de Jesus Cristo, que não se cumpriu ainda, como sabemos.

    As sete trombetas, que se refere as guerras de natureza política mas com conseqüências no mundo religioso. Igualmente apenas faremos referência. Pode ser estudado em diagrama. Apoc. 8: 6-13; 9:1-21; 10:15-19.
    – Primeira trombeta: Invasão da Europa pelos Godos comandados por Alarico (Apoc. 8:6-7), com destruição de Roma.
    – Segunda trombeta: Invasão pelos Vândalos de Genserico, vindo pelo mar e destruindo Roma em 455, saquendo-a por 14 dias e posterior destruição da esquadra naval com morte de 1/3 do exército romano, cerca de 30.000 soldados.
    – Terceira trombeta: Invasão pelos Hunos de Átila, que em 452, na batalha às margens do Marne, eliminou 150.000 soldados romanos.
    – Quarta trombeta: Invasão dos Érulos de Odoacro, que destruiu definitivamente o Império Romano Ocidental, em 476, sendo deposto Rômulo, o último dos Césares.
    – Quinta trombeta: Período de muitas guerras, onde se distinguiram as conquistas dos Sarracenos, Maomé e os Otomanos, e que culminou com a Queda de Constantinopla, em 1453, e o fim do Império Romano Oriental. Terminou de todo o império romano.
    – Sexta trombeta: Foi o período de supremacia turca e árabe, e que terminou em 11 de agosto de 1840 com o fim da supremacia turca e a queda do império otomano.
    – Sétima trombeta, está em vigor, com nações iradas e preparo para o fim do mundo e segunda volta de Cristo.

    – O escurecimento do Sol e da Lua e a chuva de meteoritos
    Marcos 13:24 e 25; Isaias 13:10; Ezequiel 32:7; Joel 2:10; 11 e 30 a 32; Apoc 6;12 a 14; Lucas 21:25. Isto se cumpriu, quanto em 19/05/1780 ocorreu o escurecimento do Sol e a noite a Lua ficou como saco de silício, e em 13/11/1833 ocorreu a chuva de meteoritos, na América do Norte.

    – O movimento religioso do séc. XIX, previsto no cap. 10 de Apocalipse.

    – As duas testemunhas (velho e novo testamentos) oprimidas pelo papado, Apoc. 11:3-6.

    – As duas testemunhas mortas pela França, Apoc. 11:7-14.

    As profecias de Apocalipse 12
    Apenas apresentamos os tópicos mais relevantes.
    – A vitória de Cristo contra Satanás na Terra, (v. 1-5).
    – A Igreja no deserto perseguida pelo papado, (v. 6-15).
    – A reforma do séc. XVI (v. 16).
    – Dragão vermelho (v. 3 – 4): representa o Império Romano e Satanás;
    – tinha 7 cabeças (3 – 4): os fortes poderes romanos;
    – dez chifres (3 – 4): divisão do império romano em 10 reinos, formando a Europa;
    – cauda de dragão (3 – 4): representa a força do poder romano;
    – parou diante da mulher (3 – 4): representa Herodes que quis matar Jesus;
    – deu luz a um filho (5): Maria gerou a Jesus;
    – a mulher fugiu para o deserto (6): Maria, com José, fugiram para o Egito escapando de Herodes;
    – outra vez a mulher foi sustentada no deserto, por 1 tempo (1 ano profético), tempos (2 anos proféticos) e metade de um tempo (meio ano profético) perfazendo 1260 anos literais: Trata-se da grande perseguição que a Igreja católica empreendeu contra os seguidores da Bíblia, por 1260 anos, Idade Média, de 538 a 1798. Em 538, o Edito de Justiniano punia com pena de morte aos que não obedecessem o Bispo de Roma. Neste ano (538) foi estabelecido o Papa em Roma. Durante o Séc. V, aplica-se com todo o rigor a guarda do Domingo, até então muitos católicos ainda observavam o Sábado. Em 787, o Concílio de Nicéia estabelece o culto às imagens. Em 800, a lei dominical de Carlos Magno proíbe trabalho no Domingo. Em 1229 estabeleceu-se o tribunal da inquisição, que durou 500 anos. No Séc XII surgem os reformadores, movimento que culminou com o Protesto de Spira em 19/04/1529 e com a pregação das 95 teses de Lutero, em 31/10/1517, contra Roma. Em 1773, ocorreu o fim da grande perseguição (aqueles dias foram abreviados) e em 1798 cai o Papa pela espada de Napoleão.
    – O dragão irou-se (outra vez) contra a mulher (igreja) (17): novamente, no fim da história, a igreja do Papa promoverá perseguição aos que guardam a Bíblia.

    As profecias de Apocalipse 13

    A primeira besta ou o papado na Idade Média, Apoc. 13:1-10.
    – A besta que saiu do mar (Europa, onde tem muita gente), que tinha 7 cabeças e 10 chifres (v.7): Interpretação idem a Apoc 7:3 a 4.
    – A besta é ferida de morte (3 a 4): Em 10/02/1798, Napoleão Bonaparte depos o Papa, que morreu em 29/08/1799.
    – A chaga mortal foi curada (3 e 4): Em 14/03/1800 foi eleito novo Papa, Pio VII;
    – e toda a terra se maravilhou após a besta (3 a 4): O mundo todo, cada vez mais, admira o papa, desde o seu reestabelecimento.
    – Fez guerra contra os santos (5 – 10): Novamente referindo-se a grande perseguição já mencionada anteriormente, por 1260 anos, de 538 a 1798.

    A segunda besta ou os Estados Unidos, Apoc. 13:11.
    – A besta que subiu da terra (11): Veio da terra, onde haviam na época poucos habitantes, ou seja, a América do Norte. Trata-se dos Estados Unidos da América, cuja independência foi proclamada em 04/07/1776, firmando-se como a nação mais poderosa do mundo.
    – Tinha dois chifres de cordeiro (11): Representa a liberdade civil e religiosa nos EUA, garantidas pela constituição.
    – Falava como o dragão (Satanás) (11): Por fim, os EUA falarão do mesmo modo como o papado, unindo-se a ele. É a atual união do protestantismo com a Igreja Católica, em breve com o apoio formal do estado americano. Os EUA darão força ao papado.
    – Exercerá o poder da primeira besta (12): Fará o que o papado fez durante os 1260 anos. (é futuro próximo)
    – Para adorar a primeira (papado) besta (12): Confirma a aliança dos EUA com o Vaticano. (é futuro próximo)
    – Grandes sinais (13): Trata-se das maravilhas e prodígios realizados pelo espiritismo, que também se une ao catolicismo. Isto já é uma realidade hoje.
    – Engana os que habitam na terra (14): Novamente voltarão os protestantes a seguir os preceitos da Igreja Católica, o que aliás já ocorre a tempo. O protestantismo (dos reformadores) foi esquecido pelos protestantes. É o atual ecumenismo ou união das igrejas, unindo catolicismo, protestantismo e espiritismo.
    – Morte aos que não adorassem a imagem da besta (15): O protestantismo é a imagem (semelhança) da besta (papado), que unido ao estado (assim se concede vida a imagem da besta, que recebe poder formal), repetirá o que ocorreu na grande perseguição dos 1260 anos.
    – Impondo o sinal da besta (16 e 17): O sinal da besta é a guarda do Domingo, não bíblico, instituído pelo Edito de Constantino, em 07/03/321, como o dia do Sol, que o papado sancionou mais tarde como o “dia do Senhor”. Foi adotado pelo protestantismo no século 17. Os EUA decretarão a imposição da guarda do Domingo.
    – Número da besta (18) – 666: refere-se ao Papa, identificado na inscrição constante em sua coroa, comparada com os números romanos, ou seja: V (5); I (1); C (100); A: R: I (1); V (5); S; F; I (1); L (50); I (1); I (1); D (500); E; I (1); PERFAZENDO 666 DE APOC 13:18.
    – A grande Babilônia do Apocalipse, cap. 17.
    A maior parte destas profecias já se cumpriu ou está em pleno cumprimento. Pouco delas está pela frente.

    Sobre os oponentes de Deus e seu povo – Em Apocalipse
    – Roma e as nações modernas: Caps. 8; 9 e 11:15;
    – O Papado, na idade média e futuro: Caps. 13; 12; 11:3-6;
    – A revolução francesa inimiga da Bíblia: Cap. 11
    – O protestantismo norte-americano: Cap. 13:11-18
    – A grande Babilônia: Caps. 14:8; 18:1-4; 17; 16:13.

    3 PROFECIAS ACERCA DE JESUS, QUE JÁ SE CUMPRIRAM

    As profecias estão ordenadas cronologicamente e acompanhadas pelo seu cumprimento.

    – Seria “semente de uma mulher”
    Profecia: Gênesis 3:15
    Cumprimento: Gálatas 4:4; Lucas 2:7; Apoc. 12:5; Mat. 1:18

    – Seria descendente de Abraão
    Profecia: Gênesis 18:18 (12:3)
    Cumprimento: Atos 3:25; Mateus 1:1; Lucas 3:34; Gál. 3:16

    – Seria descendente de Isaque (filho de Abraão)
    Profecia: Gênesis 17:19
    Cumprimento: Mateus 1:2; Lucas 3:34

    – Seria descendente de Jacó (filho de Isaque)
    Profecia: Números 24:17 e Gênesis 28:14
    Cumprimento: Lucas 3:34; Mateus 1:2

    – Descenderia da Tribo de Judá
    Profecia: Gênesis 49:10
    Cumprimento: Lucas 3:33; Mateus 1:2-3

    – Descendente de Davi
    Profecia: Jer. 23:5 e 6
    Cumprimento: Mateus 22:41-46

    – Seria herdeiro do trono de Davi
    Profecia: Isaias 9:7 e 11:1-5; II Samuel 7:13
    Cumprimento: Mateus 1:1 e 6

    – Seu lugar de nascimento
    Profecia: Miqueias 5:2
    Cumprimento Mateus 2:1; Lucas 2:4-7

    – A época de nascimento
    Profecia: Daniel 9:25
    Lucas: 2:1-2 e 2: 3-7

    – Nascido de uma virgem
    Profecia: Isaias 7:14
    Cumprimento: Mateus 1:18; Lucas 1:26-35

    – A matança dos meninos
    Profecia: Jeremias 31:15
    Cumprimento: Mateus 2:16-18

    – A fuga para o Egito
    Profecia: Oséias 11:1
    Cumprimento: Mateus 2:14 e 15

    – João Batista preparando o caminho
    Profecia: Malaq. 3:1; Isa. 40:3; II Reis 1:8
    Cumprimento: Mat. 3:3; Marc. 1:4 e 6

    – Seu ministério na Galiléia
    Profecia: Isaias 9:1 e 2
    Cumprimento: Mateus 4:12-16

    – Iria curar doenças, carregando Ele mesmo nossos sofrimentos
    Profecia: Isaias 53:4
    Cumprimento: Mat. 8:17

    – Seu ministério na região de Zebulom e Naftali
    Profecia: 9:1
    Cumprimento: 4:15-16

    – Como profeta
    Profecia: Deuteronômios 18:15
    Cumprimento: João 6:14; 1:45; Atos 3:19-26

    – Como servo de DEUS
    Profecia: Isaias 42:1-4
    Cumprimento: Mateus 12:18-21

    – Falaria por parábolas
    Profecia: Salmos 78:2
    Cumprimento: 13:35

    – Seria sacerdote como Melquisedeque
    Profecia: Salmos 110:4
    Cumprimento: Habacuque 6:20; 5:5 e 6; 7:15-17

    – O desprezo por parte do judeus
    Profecia: Isaias 53:3
    Cumprimento: João 1:11; 5:43; Lucas 4:29; 17:25; 23:18

    – Algumas de suas características
    Profecia: Isaias 11:2; Salmos 45:7; Isaias 11:3 e 4
    Cumprimento: Lucas 2:52; 4:18

    – Sua entrada triunfal em Jerusalém
    Profecia: Zacarias 9:9; Isaias 62:11
    Cumprimento: João 12:12-14; Mateus 21:1-11

    – Seria traído por um amigo
    Profecia: Salmos 41:9
    Cumprimento: Marcos 14:10 e 43-45; Mateus 26:14-16

    – Seria vendido por trinta moedas de prata
    Profecia: Zacarias 11:12 e 13
    Cumprimento: Mateus 26:15; 27:3-10

    – O dinheiro seria devolvido para comprar um campo de um oleiro
    Profecia: Zacarias 11:13
    Cumprimento: Mateus 27:6 e 7; 27:3-5; 8-10

    – O lugar de Judas deveria ser ocupado por outro
    Profecia: Salmos 109:7 e 8
    Cumprimento: Atos 1:16-20

    – Testemunhas falsas o acusariam
    Profecia: Salmos 27:12; 35:11
    Cumprimento: Mateus 26:60 e 61

    – Permaneceria em silêncio quando acusado
    Profecia: Isaias 53:7; Salmos 38:13-14
    Cumprimento: Mateus 26:62 e 63; 27:12-14

    – Seria golpeado e cuspido
    Profecia: Isaias 50:6
    Cumprimento: Marcos 14:65; 15:17; João 19:1-3; 18:22

    – Seria odiado sem motivo
    Profecia: Salmos 69:4; 109:3-5
    Cumprimento: João 15:23-25

    – Sofreria em substituição a nós
    Profecia: Isaias 53:4-6 e 12;
    Cumprimento: Mateus 8:16 e 17; Rom. 4:25; I Col. 15:3

    – Seria crucificado com pecadores
    Profecia: Isaias 53:12
    Cumprimento: Mateus 27:38; 15:27 e 28; Lucas 23:33

    – Suas mãos e pés seriam traspassados
    Profecia: Salmos 22:16; Zacarias 12:10
    Cumprimento: João 20:27; 19:37; 20:25 e 26

    – Seria escarnecido e insultado
    Profecia: Salmos 22:6-8
    Cumprimento: Mateus 27:30-44; Marcos 15:29-32

    – Dariam a Ele fel e vinagre
    Profecia: Salmos 69:21
    Cumprimento: João 19:29; Mateus 27:34 e 48

    – Ouviria palavras proféticas com zombaria
    Profecia: Salmos 22:8
    Cumprimento: Mateus 27:43

    – Oraria por seus inimigos
    Profecia: Salmos 109:4; Isaias 53:12
    Cumprimento: Lucas 23:34

    – Seu lado seria traspassado
    Profecia: Zacarias 12:10
    Cumprimento: João 19:34

    – Os soldados lançariam sortes sobre suas roupas
    Profecia: Salmos 22:18
    Cumprimento: Marcos 15:24; João 19:24

    – Seus ossos não seriam quebrados
    Profecia: Salmos 34:20; Êxodo 12:46
    Cumprimento: João 19:33

    – Seria sepultado com os ricos
    Profecia: Isaias 53:9
    Cumprimento: Mateus 27:57-60

    – Sua ressurreição
    Profecia: Salmos 16:10, 110; Isa. 53:8, 10; Zac. 6:12 e 13; Mateus 16:21; Atos 2: 24; 8:32 e 33
    Cumprimento: Mateus 28:9; Lucas 24:36-48

    – Sua ascensão
    Profecia: Salmos 68:18
    Cumprimento: Lucas 24:50 e 51; Atos 1:9

    4. PROFECIAS QUE ESTÃO SE CUMPRINDO

    (Retratam com fidelidade os dias atuais, embora escritas a 2.000 anos atrás, ou mais, se forem do velho testamento)

    – Da propagação do evangelho
    Isaias 2:2 e 3; 29:18; 52:7; 61:1; Dan. 12:3-10; Miq. 4:1; Mateus 24:14; 28:18-20; Marcos 13:10; 16:15; Lucas 24:14 e 47; Atos 1:8 e 2:17-21 (=Isa. 2:2-3); Colossenses 1:28; Apocalipse 14:6

    – Dos últimos dias, suas condições econômicas e políticas
    II Tim. 3:1 e 13; Mateus 24:6-7; Marcos 13:7-8; Luc. 21:9-11

    – Do juízo final
    Joel 2:11 e 31; Sofonias 1:14; Malaquias 4:1; Mateus 25:31 – 32; Habacuque 9:27 e 10:25; II Pedro 2:9; 3:7; I João 4:17; Romanos 2:5; II Tim. 1:12; Judas 6 e 15; Apoc. 6:17 e 20:12.

    – Do derramamento do Espírito Santo
    Isaias 32:15 e 59:21; Ezequiel 39:29; Joel 2:28; Zacarias 12:10; Mateus 3:11; Lucas 11:13 e 24:49; João 7:39, 14:16 e 16:7; Atos 1:8, 2:38 e 2:17-21; Rom. 5:5; Tito 3:5-6.

    – Da perseguição da Igreja
    Mateus 10:17 e 24:9; Lucas 21:12; Joel 15:20 e 16:2; II Tim. 3:12; Apoc. 2:10.

    – Sinais do fim do mundo
    Mateus capítulo 24; Marcos 13:6 a 32; Lucas 21:7 a 19

    – Falsos cristos
    Mateus 24:5 e 24; Marcos 13:6 e 22

    – Contexto social (de corrupção e imoralidade) nos tempos do fim
    II Timóteo 3:1-6 e 13; Lucas 17:26 e 28; II Pedro 3:3; Dan 12:9-10; Rom. 1:28-32; 3:10-18

    – Angústia no fim dos tempos
    S. Lucas 21:11 e 26

    – Situação moral e homossexualismo
    Rom. 1:18-27

    – Sobre os zombadores das profecias, nos últimos tempos
    II Pedro 3:3 e 4

    – Os pés da estátua
    Daniel capítulo 2:44 e 45

    – Sobre a aparente “paz e segurança”, antes do fim
    I Tes. 5:2 e 3

    – Sobre a apostasia antes da vinda de Cristo
    II Tes. 2:3 a 6; 11 e 12; I Tim. 1:19; 4:1 a 5; II Tim. 4:1-4; Heb.3:12; II Pedro 3:17; Lucas 18:8; Rom. 1:18-25

    Profecias em cumprimento no Apocalipse
    – A Igreja de Laodicéia, cap. 3:14-22.
    – A Corte do Universo, cap. 4.
    – Quatro anjos detendo os ventos, cap. 7:1.
    – A Igreja que adora no santuário, cap. 11:1-2.
    – A sétima trombeta ou o movimento do advento, cap. 11:15-18.
    – As duas primeiras mensagens angélicas, cap. 14:6-8.

    5. PROFECIAS QUE AINDA SE CUMPRIRÃO

    Estas profecias encontram-se todas no livro do Apocalipse.

    Profecias que se cumprirão durante a crise final:
    – O selamento do povo de Deus, cap. 7:2-8.
    – A Lei de Deus vista no santuário, cap. 11:2-8.
    – O povo do advento perseguido, cap. 12:17.
    – A opressão da segunda besta nos Estados Unidos, cap. 13:12-18.
    – A destruição da terra pelo fogo, cap. 14:10; 20:10 e 15; 21:8
    – O terceiro anjo e o sinal da besta, cap. 14;9-13.
    – A vindima das uvas ímpias, cap. 14:17-20.
    – Sobre o fim do tempo de graça (ou de escolha): Cap. 15:1, 5-8;
    – As sete pragas: Cap 16;
    – Sobre os três últimos impérios, cap. 17:9 e 10
    – Sobre a ação final de Satanás, 17:11
    – Sobre a organização do mundo para a batalha final, 17:12-14
    – Sobre a revolta das nações contra a Besta, 17:16-17
    – O alto clamor de terceiro anjo, cap. 18:1-4;
    – A queda de babilônia (poder papal): Caps 18 e 19;

    Profecias que se cumprirão após a crise final:
    – A abertura do sétimo selo, cap. 8:1;
    – A segunda vinda de Cristo: Caps. 1:7; 3:3 e 11 14:14-20; 19:11-21;
    – Todo o olho O verá: cap 1:7
    – O milênio, após a segunda vinda: cap. 20;
    – A prisão milenar de Satanás, cap. 20:1-3.

    Profecias que se cumprirão na Nova Jerusalém
    – A nova Jerusalém: Cap. 21 e 22;
    – Uma multidão incontável vitoriosa, cap. 7:9-17; 14:1-5; 15:2-4;
    – Os 144.000 na glória, cap. 14:1-5;
    – O regozijo da vitória dos 144.000 contra a besta, cap. 15:2-4;
    – A festa das bodas do Cordeiro, cap. 19:1-10;
    – O juízo dos ímpios no milênio: Cap 20:4-6.

    Profecia a cumprir-se no fim do milênio
    – O juízo executivo dos anjos e dos ímpios, cap. 20:7-10.

    Profecias a cumprirem-se na restauração
    – Novo céu e nova terra: Cap. 21:1-8; 7:13-17
    – A metrópole da Nova Terra, cap. 21:9-22.
    – Epílogo, cap. 22:6-21.

    Profecias que se encontram em outros livros;
    – A destruição da terra por fogo (trata-se da execução do juízo final, ou a segunda morte): II Pedro 2:4; 3:7; Malaquias 4:1; Mateus 3:12; 5:22 e 29; 10:28; 13:42; 18:9; 23:15 e 33; Isaias: 33:14; 66:24; I Tes. 1:8 e 9; II Ped. 3:7 e 10-12; marcos 9:43; Lucas 12:5; Tiago 3:6.
    – O dia escuro antes da 2a Vinda: Isaias 13:9-11; Jó 34:20; Ezeq. 32: 7-8;
    – Haverá um grande julgamento: Mateus 25:31 a 46; Dan. 7:10 e 22;
    – A terra será destruída com a vinda de Cristo: II Pedro 3:10
    – Os reinos deste mundo serão destruídos com a vinda de Cristo: Dan 7:12-26
    – Haverá novo céu e nova terra: II Pedro 3:13; Daniel 7:14 e 18; João 14:3; Isaías 65:17-25 (as características do novo Céu); I Cor. 2:9
    – A segunda vinda de Jesus: Daniel 2:44 e 45; 7:13 e 14; Mat. 24:44; Atos 1:11; II Ped. 3:10
    – Aqueles que O traspassaram, o verão: João 19:37 (Zaq. 12:10); Apoc. 1:7 (todos O verão)
    – Falsos profetas nos tempos finais: Mateus 24:4-5, 11 e 24; I João 4: 1; II João 7;
    – Revelação do Anti-Cristo, no final dos tempos: II Tess. 2:3, 4, 7, 9 e 10 a 12; João 4:3;
    – Ministério do engano: Atos 20: 29 a 30; II Tess. 2: 3 a 12;
    – Tempos de angústia (apreensão, insegurança): Daniel 12:1; Isaias 13:9 a 11; 34:1 a 4; Ezequiel 32: 8 a 10; Lucas 21:26; Apoc. 6: 15 a 17;
    – Fim do sistema Papal: Dan. 7:11 e 26;
    – O Reino de Cristo será eterno: Dan 7:18;
    – Os santos tomarão parte no julgamento, por 1000 anos: I Corr. 6:2 e 3; Apoc. 20:4.

    Bibliografia consultada

    BÍBLIA VIDA NOVA. São Paulo – SP, CPB, 1990.
    CAIJ, Fernando. Preparação para a crise final. Santo André, SP. CPB, 1975.
    Comentário Bíblico Adventista, Publicaciones Interamericanas, Division Hispana de la Pacific Press Publishing Assiciation (EUA). v. 4, p 206-7 e v. 6, p 766.
    DANIEL S.D.A.B.C, FAT, 1979.
    GOMES, Edson Pereira. Diagrama histórico religioso da terra. Castro, Paraná. Kugler Artes Gráficas Ltda, 1978.
    MELLO, Araceli S. As verdades dobre as profecias do Apocalipse. São Paulo, 1982.
    THOMPSON, Frank Charles. Bíblia de referência Thompson. Ed. Vida, 1993.
    WITE. E. G. O Grande conflito. Santo André, SP. CPB, 1981

    • E as que não se cumpriram?

      Deus diz que se Adão comer da árvore da ciência do bem e do mal, ele morrerá. Mas tarde Adão come da fruta proibida [Gn 3:6] e vive durante 930 anos [Gn 5:5]. [Gn 2:17]
      Como castigo pela morte de Abel, Deus diz que Caim será “fugitivo e errante.” Um pouco mais a frente, nos versos [Gn 4:16] Caim se estabelece, se casa, tem um filho e constrói uma cidade. Isto não é atitude que se esperaria de um fugitivo e errante. [Gn 4:12]
      Deus promete para Abrão e todos os seus descendentes a terra de Canaã. Mas a história e a Bíblia [At 7:5] e [Hb 11:13] mostra que a promessa de Deus para Abrão não foi cumprida. [Gn 13:15], [Gn 15:18], [Gn 17:8], [Gn 28:13-14]
      Quanto tempo durou o cativeiro no Egito? Este verso diz 400 anos, mas em [Ex 12:40] e [Gl 3:17] dizem 430 anos. [Gn 15:13]
      “E a quarta geração (dos descendentes de Abraão) tornará para cá.” Mas, se nós contamos desde Abraão, então o retorno deles aconteceu depois de sete gerações: Abraão, Isaque [Gn 21:1-3], Jacó [Gn 25:19-26], Levi [Gn 35:22-23], Coate [Ex 6:16], Anrão [Ex 6:18] e Moisés [Ex 6:20]. [Gn 15:16]
      Deus promete para os descendentes de Abrão as terras desde o Nilo até o Eufrates. Mas de acordo com [At 7:5] e [Hb 11:13] a promessa de Deus para Abrão não foi cumprida. [Gn 15:18]
      Deus promete fazer os descendentes de Isaque tão numerosos quanto “as estrelas dos céus” que, claro, nunca aconteceu. Os judeus sempre foram uma pequena minoria. [Gn 26:4]
      Deus renomeia Jacó duas vezes [Gn 32:28] e [Gn 35:10]. Deus diz que Jacó será chamado de Israel daqui em diante, mas a Bíblia continua chamando-o de Jacó [Gn 47:28-29]. E o próprio Deus o chama de Jacó em [Gn 46:2]. [Gn 32:28], [Gn 35:10]
      Deus chama Jacó de Jacó, embora ele tenha dito [Gn 32:28] e [Gn 35:10] que seu nome não seria mais Jacó, e sim Israel. [Gn 46:2]
      Deus promete devolver Jacó ao Egito, mas Jacó já estava no Egito. [Gn 47:28-29], [Gn 46:3]
      A tribo de Judá reinará “até que venha Siló”, mas o primeiro rei de Israel (Saul) era da tribo de Benjamim [At 13:21], e a maior parte do tempo depois desta profecia não houve nenhum rei. [Gn 49:10]
      Ao contrário do que diz a profecia em [Gn 48:21], José morreu no Egito, não em Israel. [Gn 50:24]
      Deus promete expulsar muitas nações, inclusive os cananeus e os jebuseus. Mas ele não pôde cumprir a promessa. [Ex 33:2]
      Neste verso diz que Deus escreverá nas tábuas de pedra, mas em [Ex 34:27] ele diz para Moisés escrever. [Ex 34:1]
      Deus promete expulsar sete nações, inclusive os amorreus, cananeus e os jebuseus. Mas ele não pôde cumprir a promessa. [Dt 7:1]
      Aqueles que agem como Deus quer nunca serão estéreis (nem as vacas deles!) e nunca adoecerão. [Dt 7:14-15]
      Deus diz que os israelitas destruirão todas as pessoas que encontrarem. Mas de acordo com [Js 15:63], [Js 16:10], [Js 1:12-13], [Jz 1:21], [Jz 1:27-36], [Jz 3:1-5] havia algumas pessoas que eles não puderam matar. [Dt 7:24]
      Os profetas e sonhadores serão executados se eles disserem ou sonharem coisas erradas. [Dt 13:1-5]
      Falsos profetas serão (adivinhe) executados. Como você sabe quem é um falso profeta? Se suas predições se tornam realidade ou não. (Mostre isto para um Evangélico!) [Dt 18:20]
      Deus promete que “destruirá estas nações diante de ti.” Mas ele não manteve a promessa. Veja em [Js 15:63], [Js 16:10], [Js 17:12-13], [Jz 1:21], [Jz 1:27-36], [Jz 3:1-5]. [Dt 31:3-6]
      Deus promete dar para Josué “todo lugar que pisar a planta do vosso pé.” Ele diz que nenhuma pessoa poderá resistir a ele. Mas eu acho que Deus não manteve a sua promessa, já que muitas tribos resistiram a tentativa de Josué de roubar-lhes a terra. [Js 1:3-5]
      Josué fala aos israelitas que Deus “lançará de diante de vós” os cananeus e os jebuseus. Mas tarde, a Bíblia nos diz que ele não pôde “lançá-los” para lugar nenhum. [Js 3:10]
      Este verso diz que Ai nunca foi ocupada novamente depois de destruída por Josué. Mas Neemias [Ne 7:32] cita Ai entre as cidades de Israel no cativeiro babilônico. [Js 8:28]
      Deus prometeu aos israelitas que expulsaria todos os habitantes das terras por onde eles passaram. Mas este verso mostra que ele não manteve a promessa já que ele não pôde expulsar os jebuseus. [Js 15:63]
      “E não expeliram os cananeus.” Uma vez mais Deus falha em sua promessa de destruir todas as pessoas que os israelitas encontraram. [Js 16:10]
      Os israelitas, ao contrário da promessa de Deus, não conseguiram expulsar os cananeus. [Js 17:12-13]
      Josué conta para Manassés que ele poderá expulsar os cananeus, mas ele (veja em [Jz 1:27-28]) não pôde fazer isto. [Js 17:17-18]
      De acordo com estes versos, Deus cumpriu a sua promessa de dar aos israelitas todas as terras que eles encontraram. Mas em vários lugares da Bíblia nos fala que estas promessas não foram mantidas. [Js 21:43-45]
      Deus prometeu muitas vezes que ele expulsaria todos os habitantes das terras que eles encontraram. Mas o que mostra estes versos é que Deus não manteve a sua promessa já que ele não pôde expulsar os cananeus. [Jz 1:21], [Jz 1:27-30], [Jz 3:1-5]
      Deus diz que o reino de Salomão durará para sempre. E é claro que não aconteceu. O reino foi completamente destruído aproximadamente 400 anos após a morte de Salomão, e nunca foi reconstruído. [II Sm 7:13], [II Sm 7:16]
      Deus põe “um espírito da mentira” na boca dos seus profetas. [I Rs 22:22]
      Deus promete que Josias terá uma morte calma. Mas a morte de Josias foi qualquer coisa menos calma [II Rs 23:29-30], [II Cr 35:23-24]. [II Rs 22:20]
      Em Jeremias [Jr 34:4] Deus conta para Zedequias que ele morrerá em paz e será enterrado com seus pais. Mas em [Jr 52:10-11] diz que ele teve uma morte violenta em uma terra estrangeira. [II Rs 25:7]
      Dizer que Salomão foi o rei mais sábio e mais rico que já viveu e viverá, é no mínimo um exagero. Então esta também é uma falsa profecia. [II Cr 1:12]
      Deus põe mentiras na boca dos profetas e fala mal das pessoas. [II Cr 18:21-22]
      Josias morreu de uma ferida de flecha em batalha, não “em paz” como é prometido em [II Rs 22:20]. [II Cr 35:23]
      Citado erroneamente em [Mt 13:35]. [Sl 78:2-3]
      “Fiz um concerto com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi: a tua descendência estabelecerei para sempre e edificarei o teu trono de geração em geração.” Mas os reinados após Davi terminaram com Zedequias; não havia nenhum durante o cativeiro babilônico, e não há nenhum hoje. [Sl 89:3-4], [Sl 89:34-37]
      Deus disse para Isaías contar a Acaz (o rei de Judá), que não estava interessado em Rezim (o rei de Síria) ou Peca (o rei de Israel). Mas de acordo com [II Cr 28:5-6], “o SENHOR, seu Deus, o entregou (Acaz) nas mãos do rei dos siros, os quais o feriram e levaram dele em cativeiro uma grande multidão de presos, que trouxeram a Damasco; também foi entregue nas mãos do rei de Israel, o qual o feriu com grande ferida.” [Is 7:3-7]
      Aqui há um erro de tradução, onde a palavra hebréia almah significa mulher jovem não necessariamente virgem. (A palavra bethulah, significa virgem) Além disso, a mulher jovem referida neste verso estava vivendo na hora da profecia. E Jesus, é claro, foi chamado de Jesus – e não é chamado de Emanuel em nenhum verso do Novo Testamento. [Is 7:14]
      Estes versos falsamente predizem que a Babilônia nunca será habitada novamente. [Is 13:19-20]
      Feras viverão nos palácios babilônicos e sátiros dançarão lá. [Is 13:21-22]
      Este verso profetiza que Damasco será completamente destruída e não mais habitada. Acontece que Damasco nunca foi completamente destruída e é uma das mais velhas cidades continuamente habitadas. [Is 17:1]
      O rio do Egito (provavelmente o Nilo) secará. Isto nunca aconteceu. [Is 19:5]
      “E a terra de Judá será um espanto para o Egito.” Judá nunca invadiu o Egito e nunca foi uma ameaça militar para o Egito. [Is 19:17]
      Este verso prediz que haverá cinco cidades no Egito que falarão “a língua de Canaã.” Mas esta língua nunca foi falada no Egito, e está extinta a muito tempo. [Is 19:18]
      Estes versos predizem que os egípcios adorarão o Deus (dos israelitas) com sacrifícios e ofertas. Mas o judaísmo nunca foi uma religião importante no Egito. [Is 19:18-21]
      Estes versos predizem que haverá uma aliança entre o Egito, Israel e Assíria. Mas nunca houve tal aliança, e é improvável que haja, já que a Assíria não existe mais. [Is 19:23-24]
      “O sacerdote e o profeta erram por causa da bebida forte.” Não se pode mais confiar num profeta bêbedo. [Is 28:7]
      Citado erroneamente em [Rm 9:33]. [Is 28:16]
      “E será a luz da lua como a luz do sol, e a luz do sol, sete vezes maior.” Bem, esta é uma profecia que nunca se tornará realidade, já que a lua não tem luz própria, ela só reflete a luz recebida do sol, e nunca poderia brilhar como o sol. E o sol não vai, pelo menos enquanto houver humanos para ver isto, brilhar 7 vezes mais. [Is 30:26]
      “Nunca mais entrará em ti [Jerusalém] nem incircunciso nem imundo.” Mas muitas pessoas incircuncisas visitaram e ocuparam Jerusalém depois que esta profecia foi feita. [Is 52:1]
      As nações que não servirem Israel perecerão. [Is 60:12]
      Jeremias profetiza que todas as nações da terra abraçarão o judaísmo. Isto não aconteceu. [Jr 3:17]
      Aparentemente, os profetas que trazem boas notícias enfurecem a Deus. Assim ele os matará. [Jr 5:12-13]
      “Os profetas profetizam falsamente.” Infelizmente, nós não podemos diferenciar entre os verdadeiros e falsos profetas. [Jr 5:31]
      Deus fará de Jerusalém “morada de dragões.” [Jr 9:11]
      Judá se tornará uma morada de dragões. [Jr 10:22]
      Deus reclama que “os profetas profetizam falsamente em meu nome.” Isto significa que Isaías, Daniel e Jeremias estavam profetizando mentiras? [Jr 14:14]
      Deus destruirá com a fome e pela espada aqueles que são enganados pelos profetas, como também os próprios profetas. [Jr 14:15-16]
      Mateus [Mt 1:12] lista Jeconias como um antepassado de Jesus – o qual, de acordo com esta profecia, desqualifica Jesus como o Messias. [Jr 22:28-30]
      Deus acha que alguns profetas e sacerdotes estão contaminados. Como Jeremias, talvez? [Jr 23:11]
      Deus diz que vai castigar Nabucodonosor e os babilônicos pelo que fizeram ao seu povo – embora o próprio Deus foi quem fez os babilônicos atacarem e escravizarem Judá! Como parte do castigo, Deus visitará a terra dos babilônicos e “farei deles um deserto perpétuo.” Uma falsa profecia, já que o atual Iraque é totalmente ocupado. [Jr 25:12]
      Deus mata Hananias por profetizar falsamente. [Jr 28:16-17]
      Mateus [Mt 2:17-18] cita este verso, reivindicando que esta era a profecia da matança das crianças alegada à Herodes perto de Belém depois do nascimento de Jesus. Mas esta passagem recorre ao cativeiro babilônico, e fica claro lendo os próximos dois versos [Jr 31:16-17], que não tem nada a ver com o massacre de Herodes. [Jr 31:15]
      Citado erroneamente em [Hb 8:9]. [Jr 31:32]
      “Nunca faltará a Davi varão que se assente sobre o trono da casa de Israel.” Mas os reinados após Davi terminaram com Zedequias; não havia nenhum durante o cativeiro babilônico, e não há nenhum hoje. [Jr 33:17]
      Deus mente novamente para Zedequias lhe falando que ele morrerá em paz e será enterrado com seus pais. Mas ele [II Rs 25:7] e [Jr 52:10-11] teve uma morte violenta em uma terra estrangeira. [Jr 34:5]
      O começo do fim para Zedequias. Apesar das garantias de Deus [Jr 34:5] que ele morreria em paz e em casa, aqui Zedequias assiste seus filhos serem mortos e então seus olhos são arrancados e ele é algemado e levado para a Babilônia. Também, sua cidade é queimada aqueles que restaram são escravizados. [Jr 39:6-9]
      Todos aqueles que se mudarem para o Egito morrerão pela espada, fome ou pestes, “e deles não haverá quem reste e escape do mal que eu (Deus) farei vir sobre eles.” Mas muita gente, inclusive judeus, se mudaram para o Egito e a maioria parece ter escapado do mal prometido por Deus. [Jr 42:15-18], [Jr 42:22]
      Jeremias prediz que nenhum humano viverá novamente em Hazor, e que será moradia de dragões. Mas as pessoas ainda vivem lá e nunca foram vistos dragões. [Jr 49:33]
      Deus profetiza que a Babilônia nunca será habitada novamente. Mas ela foi sempre habitada desde que esta profecia foi feita, e ainda está habitada hoje. [Jr 50:39]
      Deus diz que a Babilônia será sempre desolada e despovoada. Ele diz que só dragões viverão lá. Mas a Babilônia está livre de dragões e continuamente habitada desde então. [Jr 51:26], [Jr 51:29], [Jr 51:37], [Jr 51:43], [Jr 51:62], [Jr 51:64]
      Deus prometeu a Zedequias [Jr 34:5] que ele morreria em paz e seria enterrado com os seus pais. Mas aqui nós vemos que ele teve uma morte miserável numa terra estrangeira. [Jr 52:10-11]
      Os profetas não estão tendo notícias de Deus? Isso é uma coisa permanente? [Lm 2:9]
      Profetas têm visões vãs e tolas. [Lm 2:14]
      Deus diz, “Chegaram os dias e a palavra de toda visão.” Assim, estão próximos os dias que todas as visões irão passar? Isso ainda não aconteceu. E no próximo verso, outra mentira: “Porque não haverá mais nenhuma visão vã, nem adivinhação lisonjeira, no meio da casa de Israel.” Como não haverá mais “visão vã”, se a Bíblia está cheia delas, antes e depois de Ezequiel. [Ez 12:23-24]
      Ezequiel profetiza (no século 6 a.C.) que ninguém mais lembrará dos amonitas. Eles continuaram existindo até o século 2 d.C. (e são ainda lembrados na Bíblia). [Ez 21:28-32]
      Ezequiel profetiza que Tiro será completamente destruída por Nabucodonosor e nunca será reconstruída novamente. Mas não foi destruída, como comprovado pelas visitas de Jesus e Paulo [Mt 15:21], [Mc 7:24], [Mc 7:31], [At 21:3]. [Ez 26:14], [Ex 26:21]
      Ezequiel repete a falsa profecia da destruição de Tiro. (Veja [Mt 15:21], [Mc 7:24], [Mc 7:31], [At 21:3]). [Ez 27:36]
      Mais uma vez Ezequiel repete a falsa profecia da completa destruição de Tiro. [Ez 28:19]
      Ezequiel traz a promessa de Deus que Israel viverá segura em sua pátria, e nunca será atormentada novamente por nações vizinhas. É só olhar o jornal para ver que isto não foi cumprido. Os israelitas se espalharam pelo mundo e foram atormentados por várias nações, inclusive os romanos e turcos. Recentemente os problemas são com os palestinos e as nações árabes vizinhas. Israel não teve paz e ao que parece, não vai ter tão cedo. [Ez 28:24-26]
      Ezequiel faz outra falsa profecia: que o Egito não seria habitado por humanos ou animais durante quarenta anos depois de destruído por Nabucodonosor. Mas nunca houve algum momento em que o Egito fosse despovoado. Os humanos e animais viveram lá continuamente desde a profecia de Ezequiel. [Ez 29:10-13]
      “Mais baixo se fará do que os outros reinos (o Egito) e nunca mais se exalçará sobre as nações; porque os diminuirei, para que não dominem sobre as nações.” Mas o Egito permaneceu uma importante e poderosa nação. [Ez 29:14-15]
      “Está perto o dia do SENHOR, dia nublado; o tempo dos gentios ele será.” Deus planeja acabar com os pagãos. Quando? Logo. [Ez 30:3]
      Os rios do Egito (provavelmente o Nilo também) secarão. Isto nunca aconteceu. [Ez 30:12]
      Mais uma vez, Ezequiel profetiza que Deus protegerá os israelitas de invasões e saques como um pastor protege o seu rebanho. Novamente, nós sabemos que isto não aconteceu. [Ez 34:28-29]
      Apesar de se saber que o escritor de Daniel provavelmente viveu bem depois dos eventos que ele descreve, ele fala do fim dos tempos, usando a visão das quatro bestas para sustentar que o fim está próximo. Alguns acreditam que as quatro bestas representam a Europa, a Rússia, Israel e os EUA. E, a batalha entre o carneiro e o bode representa a batalha entre cristianismo e islã. [Dn 7:3], [Dn 8:3-6]
      Muitos crentes acreditam que estes versos descrevem o anticristo. Porém, é mais provável que eles estejam se referindo a um rei tirano da Síria, Antiochus IV. Ele reinou por volta de 170 a.C. e perseguiu os judeus, e empreendeu uma guerra bem-sucedida contra o Egito. Esta informação está muito mais próxima da história contemporânea do escritor de Daniel que viveu no 2º século a.C. do que de uma profecia. [Dn 8:23-25], [Dn 11:21-45]
      Cuidado para não se confundir com as 70 semanas de Daniel (que ocorreram no século 2 a.C.). Normalmente tenta-se unir este prazo com passagens do Apocalipse. [Dn 9:25-27]
      “Depois de dois dias, nos dará a vida; ao terceiro dia, nos ressuscitará, e viveremos diante dele.” Este pode ser o verso referido em Lucas [Lc 18:31-33] e 1 Coríntios [I Co 15:3-4]. Porém, Oséias fala de pessoas (comuns) que viviam na ocasião, que seriam curadas por Deus, e então, nada tem a ver com a morte e ressurreição de Jesus. [Os 6:2]
      “O profeta é um insensato, o homem de espírito é um louco.” Finalmente concordamos em alguma coisa! [Os 9:7]
      “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei a meu filho.” Mateus [Mt 2:15] reivindica que a ida da família de Jesus para o Egito é um cumprimento deste verso. Mas Oséias não profetizou nada. Isto é uma referência ao êxodo hebreu do Egito e não tem nada a ver com Jesus. Mateus tenta esconder este fato citando só a última parte do verso (“Do Egito chamei o meu Filho.”). [Os 11:1]
      “O dia do SENHOR vem, ele está perto.” Todo dia ruim é o “dia do Senhor”? E sempre está “perto” [Jl 2:1]
      Apesar desta promessa, os judeus foram continuamente desarraigados. Até mesmo hoje, a sua terra é motivo de discussões. [Am 9:15]
      “Porque o dia do SENHOR está perto, sobre todas as nações.” Nesse caso, então deve ter vindo e passado desapercebido, antes do nascimento de Cristo. [Ob 1:15]
      Jonas profetiza que em quarenta dias Nínive será subvertida. Mas isso não aconteceu porque Deus se arrependeu [Jn 3:10]. [Jn 3:4]
      Alguns dos profetas de Deus contam mentiras e mordem (?!) (com seus dentes). [Jn 3:5]
      “Os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro.” Algumas coisas nunca mudam. [Mq 3:11]
      “E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.” O evangelho de Mateus [Mt 2:5-6] reivindica que o nascimento de Jesus em Belém confirma esta profecia. Mas isto é improvável. “Belém Efrata” descrito em Miquéias [Mq 5:2] não se refere a uma cidade, mas um clã: o clã de Belém que era o filho da segunda esposa de Calebe Efrata [I Cr 2:18], [I Cr 2:50-52]. [I Cr 4:4]
      A profecia (se é que se pode dizer isso) não se refere ao Messias, mas a um líder militar, como pode ser visto de verso [Mq 5:6]. É suposto que este líder derrote os assírios, e é claro que Jesus nunca fez isso. Também deve ser notado que Mateus alterou o texto de Miquéias dizendo: “Em Belém da Judéia” em lugar de “Belém Efrata” como é dito em Miquéias [Mq 5:2]. Ele fez isto intencionalmente, sem nenhuma dúvida, para fazer o verso se referir à cidade de Belém em vez de um clã familiar.
      Sofonias profetiza que “o grande dia do SENHOR está perto.” Mas nós ainda estamos esperando, 2.600 anos depois. [Sf 1:14-18]
      “Ainda uma vez, daqui a pouco, e farei tremer os céus, e a terra, e o mar, e a terra seca.” [Ag 2:6]
      Os evangelhos (especialmente [Mt 21:4-5] e [Jo 12:14-15]) reivindicam que Jesus cumpriu a profecia de Zacarias [Zc 9:9]. Mas os próximos versos [Zc 9:10-13] mostram que a pessoa que ele se referiu era um rei militar que regeria “de um mar a outro mar.” Já que Jesus não teve um exército nem um reino, ele não poderia ter cumprido esta profecia. [Zc 9:9]
      O rio de Egito (provavelmente o Nilo) secará. Isto nunca aconteceu. [Zc 10:11]
      Mateus (Mt 27:9) cita este verso, mas incorretamente atribui isto a Jeremias. [Zc 11:12]
      O evangelho de Marcos reivindica que João Batista cumpriu a profecia de Malaquias [Ml 3:1], [Ml 4:1], [Ml 4:5]. Mas a profecia de Malaquias diz que Deus enviará Elias antes do “dia grande e terrível do SENHOR” no qual o mundo será consumido pelo fogo. Além de João Batista não ser Elias (veja em [Jo 1:21] que ele nega ser Elias) a terra não foi destruída depois do aparecimento dele. [Ml 3:1], [Ml 4:1], [Ml 4:5]
      A profecia descrita em [Is 7:14] não se refere a uma virgem, apenas uma mulher jovem, vivendo na hora da profecia. E Jesus, é claro, foi chamado de Jesus – e não é chamado de Emanuel em nenhum verso do Novo Testamento. [Mt 1:23]
      Mateus reivindica que o nascimento de Jesus em Belém confirma a profecia descrita em Miquéias [Mq 5:2]. Mas isto é improvável por duas razões:
      1) “Belém Efrata” não se refere a uma cidade, mas um clã: o clã de Belém que era o filho da segunda esposa de Calebe Efrata [I Cr 2:18], [I Cr 2:50-52]. [I Cr 4:4]. Também deve ser notado que Mateus alterou o texto de Miquéias dizendo: “Em Belém da Judéia” em lugar de “Belém Efrata” como é dito em Miquéias [Mq 5:2]. Ele fez isto intencionalmente, sem nenhuma dúvida, para fazer o verso se referir à cidade de Belém em vez de um clã familiar. [Mt 2:5-6]
      2) A profecia (se é que se pode dizer isso) não se refere ao Messias, mas a um líder militar, como pode ser visto em Miquéias [5:6]. É suposto que este líder derrote os assírios, e é claro que Jesus nunca fez isso.
      “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei a meu filho.” Mateus reivindica que a ida da família de Jesus para o Egito é um cumprimento deste verso de Oséias [Os 11:1]. Mas Oséias não profetizou nada. Isto é uma referência ao êxodo hebreu do Egito e não tem nada a ver com Jesus. Mateus tenta esconder este fato citando só a última parte do verso (“Do Egito chamei o meu Filho.”). [Mt 2:15]
      Mateus cita Jeremias [Jr 31:15], reivindicando que esta era a profecia da matança das crianças alegada à Herodes perto de Belém depois do nascimento de Jesus. Mas esta passagem recorre ao cativeiro babilônico, e fica claro lendo os próximos dois versos [Jr 31:16-17], que não tem nada a ver com o massacre de Herodes. [Mt 2:17-18]
      “Ele será chamado Nazareno.” Mateus reivindica o cumprimento da profecia, contudo tal profecia não é achada em nenhum lugar do Velho Testamento. [Mt 2:23]
      O diabo cita corretamente as escrituras [Sl 91:11-12], enquanto Jesus erra ao citar o Deuteronômio [Dt 6:13]. [Mt 4:6], [Mt 4:10]
      Jesus fala para seus discípulos que ele voltará antes que eles pudessem “percorrer as cidades de Israel.” Mais adiante [Mt 24:14] ele diz que não virá até que o evangelho seja pregado por todo o mundo. Bem, os discípulos dele percorreram as cidades de Israel e morreram esperando pelo “retorno de Jesus.” Hoje, quase 2.000 anos depois, e depois do evangelho ter sido pregado por todo o mundo, os seus seguidores ainda esperam. [Mt 10:23]
      Quando Jesus e seus discípulos são acusados de profanarem o Sabbath, ele se desculpa recorrendo a escritura na qual diz que “os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa.” Mas não existe tal passagem no Velho Testamento. [Mt 12:5]
      Citação errônea de [Sl 78:2]. [Mt 13:35]
      Jesus visita Tiro que de acordo com Ezequiel ([Ez 26:14], [Ez 26:21], [Ez 27:36], [Ez 28:19]) não mais existia. [Mt 15:21]
      Jesus fala erroneamente aos seus seguidores que ele voltará e estabelecerá o seu reino enquanto eles estiverem vivos. [Mt 16:28]
      Este verso reivindica que Jesus cumpriu a profecia em Zacarias [Zc 9:9]. Mas isto não pode verdade já que a pessoa que Zacarias se referiu (veja os versos [Zc 10-13]) era um líder militar e rei de um reino terrestre. [Mt 21:4]
      Jesus prediz o fim do mundo durante a vida dos seus ouvintes. [Mt 23:36]
      Jesus diz que o evangelho será pregado a todas as nações “e então virá o fim.” De acordo com Paulo, o evangelho foi pregado a todo o mundo [Rm 10:18] contudo o fim não veio. [Mt 24:14]
      Jesus é um falso profeta, já que ele prediz que o fim do mundo virá durante a geração de seus discípulos. O mundo não terminou (é claro), e de acordo com [Ec 1:4] nunca terminará. [Mt 24:34]
      “Mas tudo isso aconteceu para que se cumpram as Escrituras dos profetas.” Que escrituras? Que profetas? Não existe tal profecia no Velho Testamento. [Mt 26:54-56]
      Jesus profetiza falsamente que o sacerdote veria a sua segunda vinda. [Mt 26:64]
      Esta não é uma citação de Jeremias, mas sim de Zacarias [Zc 11:12-13]. [Mt 27:9]
      Marcos reivindica que João Batista cumpriu a profecia de Malaquias [Ml 3:1], [Ml 4:1], [Ml 4:5]. Mas a profecia de Malaquias diz que Deus enviará Elias antes do “dia grande e terrível do SENHOR” no qual o mundo será consumido pelo fogo. Além de João Batista não ser Elias (veja em [Jo 1:21] que ele nega ser Elias) a terra não foi destruída depois do aparecimento dele. [Mc 1:2]
      Ezequiel [Ez 26:14], [Ez 26:21], [Ez 27:36] profetizou que Tiro seria completamente destruída por Nabucodonosor e nunca seria reconstruída novamente. Mas não foi destruída, como comprovado pelas visitas de Jesus. [Mc 7:24], [Mc 7:31]
      Jesus profetiza falsamente que o fim do mundo virá durante a vida de seus ouvintes. [Mc 9:1]
      Jesus mostra que ele é um falso profeta predizendo o seu retorno e o fim do mundo durante a geração de seus ouvintes. [Mc 13:30]
      Jesus profetiza falsamente que o sacerdote veria a sua segunda vinda. [Mc 14:62]
      Jesus fala erroneamente aos seus seguidores que ele voltará e estabelecerá o seu reino enquanto eles estiverem vivos. [Lc 9:27]
      Jesus reivindica que o seu sofrimento e morte seja um cumprimento da profecia de Oséias [Os 6:2]. Mas este verso se refere às pessoas (comuns) que viviam na ocasião e então, nada tem a ver com a morte e ressurreição de Jesus. [Lc 18:31]
      Jesus diz que tudo o que ele descreve (o seu retorno, sinais do sol, da lua, e estrelas, etc.) acontecerá durante a geração dos seus ouvintes. [Lc 21:32]
      Jesus reivindica que o seu sofrimento e morte seja um cumprimento da profecia. Mas não existe tal profecia no Velho Testamento. [Lc 24:44], [Lc 24:46]
      Jesus diz que “vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão.” Mas isto nunca aconteceu. [Jo 5:25]
      Jesus diz que Moisés escreveu sobre ele. Onde? É uma vergonha ele não ter-nos dado o capítulo e verso. [Jo 5:46]
      Jesus diz que aqueles que acreditarem nele vão, como diz a escritura, ter águas vivas fluindo de seu ventre. Isso parece diversão, mas qual escritura ele estava se referindo? [Jo 7:38]
      Jesus profetiza falsamente que só “haverá um rebanho e um Pastor.” Isto nunca acontecerá com tantas seitas cristãs que estão baseadas na Bíblia. [Jo 10:16]
      Este verso reivindica que Jesus cumpriu a profecia de Zacarias [Zc 9:9]. Mas isto não pode ser verdade, já que a pessoa que Zacarias se referiu (veja os versos [Zc 10-13]) era um líder militar e um rei de um reino terrestre. [Jo 12:15]
      O verso 33 diz que durante a crucificação de Jesus, os soldados não quebraram as suas pernas porque ele já estava morto. O verso 36 reivindica o cumprimento de uma profecia: “Nenhum dos seus ossos será quebrado.” Mas não existe tal profecia. Alguns podem dizer que a profecia aparece em Êxodo [Ex 12:46], Números [Nm 9:12] e Salmos [Sl 34:20]. Mas isto não é correto. Êxodo [Ex 12:46] e Números [Nm 9:12] não são profecias, são ordens aos israelitas para não quebrar os ossos do cordeiro de Páscoa, e é somente isto. Quanto ao Salmos [Sl 34:20] parece se referir à pessoas íntegras em geral, não uma profecia sobre uma pessoa específica. [Jo 19:33], [Jo 19:36]
      Jesus insinua que ele voltará a terra durante a vida de João. [Jo 21:22]
      Este verso reivindica que o [Dt 18:18-19] se refere a Jesus, o que não é verdade, mesmo assim é usado para dizer que aqueles que se recusam a segui-lo (todos os não cristãos) devem ser mortos. [At 3:23]
      Este verso admite que a promessa de Deus a Abraão não foi cumprida. (veja [Gn 12:7], [Gn 13:15], [Gn 15:18] e [Gn 17:8]). [At 7:5]
      Em [Gn 49:10] diz que todos os reis de Israel serão da tribo de Judá, porém nós vemos neste verso que o primeiro rei de Israel era da tribo de Benjamim. [At 13:21]
      Em um dos poucos momentos que Paulo cita Jesus, ele atribui a Jesus palavras que não são encontradas nos evangelhos. [At 20:35]
      Ezequiel [Ez 26:14], [Ez 26:21], [Ez 27:36] profetiza que Tiro será completamente destruída por Nabucodonosor e nunca será reconstruída novamente. Mas não foi destruída, como é evidente nestes versos. [At 21:3-4]
      Estes versos reivindicam que Moisés e os profetas profetizaram que Jesus sofreria e ressuscitaria dos mortos. Mas em que escritura é feita tal profecia? [At 26:22-23]
      Citação errônea de [Is 28:16]. [Rm 9:33]
      Paulo cita erroneamente [Dt 30:14]. [Rm 10:8]
      Paulo diz que a todo o mundo (na visão dele) foi pregado o evangelho. Até mesmo aos nativos americanos, asiáticos, e nas ilhas do Pacífico? Em todo caso, se Paulo tiver razão, então Jesus é um falso profeta, já que ele disse que voltaria antes do evangelho ser pregado a todo o mundo [Mt 10:23]. [Rm 10:18]
      Paulo acreditou que o fim do mundo estava próximo. “O dia é chegado.” [Rm 13:11-12]
      Paulo diz para os coríntios que sejam bons até “o Dia de nosso Senhor Jesus Cristo.” Assim ele esperou que Jesus voltasse durante as suas vidas. [I Co 1:7-8]
      Jesus, assim como Paulo e os outros escritores do Novo Testamento, esperam o fim para breve. “O tempo se abrevia.” Assim, não há tempo para sexo, de qualquer maneira, o mundo logo terminará. [I Co 7:29]
      Paulo diz que o fim do mundo virá durante a vida dele. [I Co 10:11]
      Este versos reivindicam que as escrituras profetizaram que Jesus sofreria, morreria e ressuscitaria dos mortos. Mas qual profecia diz isso? Talvez Oséias [Os 6:2]. Mas este verso se refere às pessoas (comuns) que viviam na ocasião e então, nada tem a ver com a morte e ressurreição de Jesus. [I Co 15:3-4]
      Paulo diz para os filipenses que sejam bons até “o Dia de Cristo.” Assim ele esperou que Jesus voltasse durante as suas vidas. [Fp 1:10]
      “Perto está o Senhor.” Paulo pensou que o fim estava próximo e que Jesus voltaria logo após dele escrever estas palavras. [Fp 4:5]
      Paulo espera que Jesus volte durante a vida dos seus seguidores. [I Ts 3:13]
      Paulo pensou que viveria para ver a volta de Jesus. [I Ts 4:15], [I Ts 4:17]
      Paulo reza para que os tessalonicenses sejam bons até a volta de Jesus. É claro que ele esperava que isto acontecesse durante a vida deles. [I Ts 5:23]
      Paulo acreditava que ele veria o retorno de Jesus. [II Ts 2:2]
      Paulo esperava que Jesus voltasse durante a geração dele. [I Tm 6:14]
      O autor de Hebreus acreditava estar vivendo os “últimos dias.” [Hb 1:1]
      Citação errônea de [Jr 31:32]. [Hb 8:9]
      Jesus se sacrificou “na consumação dos séculos.” [Hb 9:26]
      Citação errônea de [Sl 40:6]. [Hb 10:5-6]
      O autor de Hebreus acreditava que Jesus voltaria em “um poucochinho de tempo, e o que há de vir virá e não tardará.” [Hb 10:37]
      Em [Gn 13:15], [Gn 15:18], [Gn 17:8] e [Ex 32:13] Deus promete para Abraão e seus descendentes a terra de Canaã, “para que a possuam por herança eternamente.” Mas aqui Paulo admite que a promessa de Deus não foi cumprida. [Hb 11:9-13]
      Tiago cita as escrituras quando diz, “O Espírito que em nós habita tem ciúmes?” Mas não existe tal verso no Velho Testamento. [Tg 4:5]
      Tiago pensou que Jesus voltaria logo. [Tg 5:8]
      Cansaram de esperar acreditando que estariam vivendo os “últimos tempos.” [I Pe 1:5], [I Pe 1:7], [I Pe 1:20], [I Pe 5:4]
      Cansaram de esperar acreditando que “está próximo o fim de todas as coisas.” [I Pe 4:7]
      O autor de 2 Pedro está atento as expectativas frustradas dos crentes. Ele sabe que Jesus que era para vir logo, não veio. Muitos começaram a perguntar, “Onde está a promessa da sua vinda?” Ele tenta se explicar dizendo “que um dia para o Senhor é como mil anos.” [II Pe 3:4], [II Pe 3:8]
      João pensa que está vivendo “as últimas horas.” Ele sabe disto porque vê tantos anticristos ao seu redor. [I Jo 2:18], [I Jo 4:3]
      João adverte seus seguidores para se prepararem porque Jesus está vindo logo. [I Jo 2:28]
      João espera viver para ver o retorno de Jesus. [I Jo 3:2]
      Judas diz “Enoque, o sétimo depois de Adão”, profetizou que viria “o Senhor com milhares de seus santos, para fazer juízo contra todos.” Mas esta profecia é do Livro de Enoque, não da Bíblia. [Jd 1:14-15]
      João acredita que “o tempo está próximo”, e as coisas que ele escreve no Apocalipse “brevemente devem acontecer.” [Ap 1:1], [Ap 1:3]
      João cita Jesus (1.900 anos atrás) dizendo, “Eis que venho sem demora.” [Ap 3:11], [Ap 22:7], [Ap 22:12], [Ap 22:20]

    • Samuel, se quiser debater teologia (visto que o tema do artigo é D.I. e evolução) podemos conversar em outro lugar. Meu email é viniciussenasantos@yahoo.com.br e meu WhatsApp é (74) 8811-6431. Vamos debater aqui só o tema do artigo, pois pode ser que os leitores não gostem caso o debate descambe para o campo teológico. Mas, enfim, é só uma sugestão. Abraço colega. Continue por aqui. Você vai aprender muito neste site, como eu aprendi e acompanho diariamente.

    • Quando Deus fala certamente morrerás, Ele está se referindo tanto a degeneração genética do ser humano, como também, e principalmente, a morte eterna. E não que a pessoa vai morrer naquele exato momento, até porque estamos vivos justamente para aceitar a salvação que é gratuita e nos livrarmos da morte que tornou-se, infelizmente o destino natural do ser humano. E sobre a volta de Jesus ela é individual; ou seja eu não espero por Jesus há mais de 2 000 anos, graças a Deus; mas aguardo no tempo que estou vivo. Então o máximo que alguém pode esperar é na casa dos 120 anos, mas levando em conta a normalidade, uns 70-80 anos; pois quando morremos é igual um sono, num abrir e fechar de olhos vamos ressuscitar. Isso evidencia o amor e misericórdia de Deus ao nos possibilitar uma espera curtinha, afinal temos só uma vida.

      • “Quando Deus fala certamente morrerás, Ele está se referindo tanto a degeneração genética do ser humano, como também, e principalmente, a morte eterna.”

        Como sabe disso?

      • A Bíblia fala de dois tipos de morte: A espiritual (separação do homem para com Deus por causa do pecado – Gn 3:8-10) e a física (Separação do espírito do corpo – Gn 3:17-19).

        A morte espiritual aconteceu no ato do pecado de Adão. Quando Adão pecou, ele foi separado da comunhão com Deus.

        A morte física veio depois separando o espírito de Adão de seu corpo.

        Porque Deus não matou Adão no momento em que ele comeu do fruto?
        R: Por causa do Seu amor para com o homem. Deus insistiu no homem, mesmo diante da escolha deste de lhe desobedecer. Por isso Adão não morreu fisicamente no momento em que comeu do fruto. Deus limitou sua vida na carne para que durante este processo de envelhecimento e caminho até a sepultura, o homem tivesse a chance de:

        1. Ressuscitar espiritualmente;

        2. Por meio da fé receber a esperança de que por mais que descesse a sepultura, dela um dia ressurgiria para a eternidade.

        Resumindo:
        Primeiro, o homem recebe a sentença no seu espírito e é por tanto primeiramente no seu espírito que ele recebe a sentença de morte para em seguida no mesmo espírito, receber a esperança de salvação por meio da fé (a primeira ressurreição – Ap 20:5-6, Ef 2:6).

        Segundo, o homem recebe a sentença na sua carne (ele começa a envelhecer) até que desce a sepultura. Porém, para aqueles que dormem em Cristo existe a esperança por meio da fé de ressureição também do corpo (a segunda ressurreição – I Co 15:12-58; 1 Ts 4:13-18).

        Concluindo: Quando alguém diz haver contradições na Bíblia, fala de um ponto de vista reducionista. Longe de entender o todo da revalação bíblica, fazem afirmações que apenas comprovam sua ignorância. Deus é a fonte de toda saúde; por isso o mundo ao nosso redor está se degenerando com sua ausência.

    • As promessas de Deus só se cumprem em nossas vidas quando optamos escolher viver sua vontade. É uma via de mão dupla, se um lado não faz sua parte nada feito. Olha que o povo de Deus só precisava e precisa escolher; é algo tão simples; mas a humanidade é complexa mesmo, adora complicar o que é fácil.

  7. Como deseja comparar esse livro com outro agora que tem essas informações ? Esse livro é sobrenatural meu caro, pois sua precisão é assustadora. Nada escrito se consegue se igualar a Bíblia. Olha que tem muito mais. Bem, analise as profecias e fique pasmo como eu sempre fico também.😀

    • Lhe falta exegética Samuel. Sera mesmo que esses livros são revelações divnas??
      Veja, Apocalipse 4:8 (CANONIZADO)
      “E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir”.
      II Enoque 19 21-1 (APÓCRIFO)
      ” E os querubins e serafins que estavam perto do trono, os de seis asas e muitos olhos não se afastaram da face do Senhor, fazendo sua vontade e rodeando seu trono, cantando com doces vozes diante da face do Senhor: “Santo, Santo, Santo, Senhor Soberano de Sabaoth, céus e terra estão pleitos de tua glória”

      Interpolação. Em exegese se estuda a estrutura literária, textual, forma e fontes. Cerca de 20 fontes de Apocalipse foram interpoladas. Passagem de querubins e serafins é a mesma encontrada no apocalipse judaico mas que foi rejeitada pelos cristãos.

      Apocalipse 2-7 (Canonizado)
      Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.

      Testamento de Levi 18-04 (Apócrifo)
      “4 “Ele mesmo abrirá as portas do Paraíso, afastará a espada que foi brandida contra Adão, e aos santos dará de comer da Árvore da Vida; sobre eles repousará o Espírito da santidade. Ele acorrentará Belial, e dará aos seus filhos o poder de enfrentar os espíritos maus. O Senhor alegrarse-á com os seus filhos, e seus bem-amados gozarão do seu beneplácito eterno, e, com isso, exultarão Abraão, Isaac e Jacó; eu também me
      alegrarei, e todos os santos cantarão de júbilo.”

      Apocalipse 4:1
      Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz, que como de trombeta ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer.

      Testamento de Levi 5:1
      “Em seguida, o Anjo abriu-me as portas do céu. Eu vi o Templo santoe o Altíssimo assentado sobre o trono da glória. Ele falou-me: A ti, Levi, confio as bênçãos do ministério sacerdotal, até que eu venha para permanecer no meio de Israel’.

      I Enoque 14:15
      “Tão grandemente superou em todos os pontos, em glória, em magnificiência, em magnitude, que é impossível descrever-vos o esplendor ou a extenção dela”.

      Em Enoque especialmente em grego, a estrutura textual é a mesma.

      Apocalipse 9:20
      “E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar”.

      I Enoque 97:7-9
      7 – Novamente eu juro a vós, pecadores, que crimes têm sido preparados para o dia de sangue, que nunca cessam.
      8 – Eles adorarão às pedras, e ao ouro gravado, à prata, e às imagens de madeira. Eles adorarão espíritos impuros, demônios, e todo ídolo, nos templos; mas nenhuma ajuda será obtida por eles. Seus corações se tornarão ímpios por causa de sua loucura, e seus olhos estarão cegos com superstição mental. (141) Em seus sonhos visionários eles serão ímpios e supersticiosos, mentindo em todas as suas ações, e adorando uma pedra. Eles perecerão completamente.

      Só pra constar. Datação livros de Enoque. A datação paleográfica datou estes documentos de Qumram entre 200 a.C. e o fim do primeiro século da era cristã.
      Datação de Apocalipse de João de Patmos. Datação por radiocarbono 81-96 d.C

      O livro de Isaías é recheado de passagens que correspondem a atos proféticos de diferentes épocas, diferentes autores cuja redação final se deu por volta de 400a.c. Isso significa que 300 anos após a morte de Isaias, novas profecias foram criadas, re-editadas e revistas sobre uma perspectiva pós-exílica (já que Isaías escrevia em um momento em que a Assíria se tornara domínio dos Babilônios). O segundo e terceiro livro de Isaias (onde se localiza a citação do circulo sobre a terra em 40:22) foi escrito por um profeta anônimo (Bíblia de Jerusalém, 2004).

      Da mesmo pra confiar nesses relatos que são de devoção e não descrição factuais de 3 mil anos atrás em um contexto socio/historico/cultural completamente distinto e que foi submisso a interesses de impérios?

      * Bíblia de Jerusalém, Nova Edição Revista e Ampliada, Ed. de 2002, 3ª Impressão (2004), Ed. Paulus, São Paulo, p 1.237

      • Apocalipse é um livro muito complexo; pois ele sua como referência interpretativa os outros 65 livros da Bíblia para decifrar seus códigos. Sabia que esse livro profetizou o surgimento dos Estados Unidos em Apocalipse 13 : 11-18? E também a perseguição de 1260 anos aos cristãos. Por incrível que pareça, existe na História um período de exatamente 1260 anos de perseguição religiosa, que começa no ano 538, com o edito de Justiniano. Foi Justiniano quem, depois de derrotar os ostrogodos, decretou que o bispo de Roma teria a preeminência sobre os bispos das outras cidades, pelo fato de que Roma era a capital do império e dominava o mundo político daqueles dias.

        Esse período abrange os anos em que a Igreja perseguiu aqueles que se negavam a obedecer-lhe cegamente. Como já vimos, nessa época a igreja utilizou um instrumento chamado “Santa” Inquisição e tentou impedir que qualquer pessoa estudasse a Bíblia. Isso para que ninguém percebesse os erros que foram transferidos do paganismo para o cristianismo daqueles dias.

        Ler e defender verdades bíblicas era considerado heresia, e a pena para os hereges era a fogueira. Previa ainda a confissão de “delitos” sob torturas terríveis. Instrumentos de torturas usados pela igreja medieval podem ser vistos em vários museus, como o Museu da Inquisição, em Lima, Peru. Esse período de perseguição terminou em 1798, quando o General Berthier levou preso o líder religioso da igreja, Chamado Pio VI. Você mesmo disse : ”Datação de Apocalipse de João de Patmos. Datação por radiocarbono 81-96 d.C.”Leia o livro de história para comprovar. Incrível a exatidão, não ?😀
        Bem, tem muito mais; se desejar saber sobre Apocalipse pode acessar esse link https://www.youtube.com/user/BibliaFacil/videos. Ao menos vai ser uma fonte de conhecimento para você e uma oportunidade de questionar e se maravilhar com as inevitáveis conclusões. Bem no final deixo um questionamento : o que o império ganharia direcionando a mente das pessoas a um Deus; sendo que esse Deus solicita que devemos colocar ele como prioridade máxima em nossas vidas; primeiro obedecendo sua vontade e depois de homens; então qual seria a vantagem em oferecer adoração e perder o poder sobre os governados paulatinamente ?

  8. Uma das evidências mais fortes, e que tem total ligação com a oração, é a profecia. Em ambos os casos, trata-se de Deus respondendo ao homem – no que ele orou ou no que ele profetizou[1]. O último é mais interessante pois mexe de forma direta com um tema muito tratado na Bíblia, que muitas vezes faz previsões sobre acontecimentos futuros improváveis de se cumprir, mas que se cumpriram perfeitamente.

    Só sobre Jesus os estudiosos dizem que há pelo menos 72 profecias cumpridas há séculos antes, registradas nas páginas do Antigo Testamento. Entre elas podemos citar 48, que estão listadas abaixo:

    PROFECIA
    CUMPRIMENTO
    Nascido de mulher (Gênesis 3:15)
    Mateus 1:20; Gálatas 4:4
    Nascido de uma virgem (Isaías 7:14)
    Mateus 1:18
    Filho de Deus (Salmos 2:7)
    Mateus 3:17
    Descendente de Abraão (Gênesis 22:18)
    Mateus 1:1
    Descendente de Isaque (Gênesis 21:12)
    Lucas 3:23,34
    Descendente de Jacó (Números 24:17)
    Lucas 1:23
    Da tribo de Judá (Gênesis 49:10)
    Lucas 3:23,33
    Descendente de Jessé (Isaías 11:1)
    Lucas 3:32
    Da casa de Davi (Jeremias 23:5)
    Lucas 3:31
    Nascido em Belém (Miquéias 5:2)
    Mateus 2:1
    Presenteado por reis (Salmos 72:10)
    Mateus 2:1,11
    Matança das crianças (Jeremias 31:15)
    Mateus 2:16
    Chamado Emanuel (Isaías 7:14)
    Mateus 1:23
    Profeta (Deuteronômio 18:18)
    Mateus 21:11
    Sacerdote (Salmos 110:4)
    Hebreus 3:1
    Rei (Salmos 2:6)
    Mateus 27:37
    Precedido por um mensageiro (Isaías 40:3)
    Mateus 3:1,2
    Início do ministério na Galiléia (Isaías 9:1)
    Mateus 4:12
    Faria milagres (Isaías 35:5)
    Mateus 9:35
    Falaria por parábolas (Salmos 78:2)
    Mateus 13:34
    Entraria no templo (Malaquias 3:1)
    Mateus 21:12
    Entraria em Jerusalém montado num jumento (Zacarias 9:9)
    Lucas 19:35-37
    Seria tropeço para os judeus (Salmos 118:22)
    1ª Pedro 2:7
    Porém luz para os gentios (Isaías 60:3)
    Atos 13:47-48
    Ressuscitaria (Salmos 16:10)
    Atos 2:31
    Subiria ao céu (Salmos 68:18)
    Atos 1:9
    Seria traído por um amigo (Salmos 41:9)
    Mateus 10:4
    Vendido por 30 moedas de prata (Zacarias 11:12)
    Mateus 26:15
    O dinheiro seria jogado na casa de Deus (Zacarias 11:13)
    Mateus 27:5
    O preço de um campo de oleiro (Zacarias 11:13)
    Mateus 27:7
    Abandonado pelos discípulos (Zacarias 13:7)
    Marcos 14:50
    Acusado por falsas testemunhas (Salmos 35:11)
    Mateus 26:59-61
    Mudo diante dos acusadores (Isaías 53:7)
    Mateus 27:12-19
    Ferido (Isaías 53:5)
    Mateus 27:26
    Cuspido (Isaías 50:6)
    Mateus 26:67
    Escarnecido (Salmos 22:7-8)
    Mateus 27:31
    Mãos e pés traspassados (Salmos 22:16)
    Lucas 23:33
    Crucificado com malfeitores (Isaías 53:12)
    Mateus 27:38
    Intercedeu pelos que o perseguiam (Isaías 53:12)
    Lucas 23:34
    Desprezado pelo Seu povo (Isaías 53:3)
    João 7:5
    Os amigos ficariam longe (Salmos 38:11)
    Lucas 23:49
    Roupas sorteadas (Salmos 22:18)
    João 19:23-24
    Sentiu sede (Salmos 69:21)
    João 19:28
    Deram-Lhe vinagre (Salmos 69:21)
    Mateus 27:34
    Clamor a Deus (Salmos 22:1)
    Mateus 27:46
    Encomendou-Se a Deus (Salmos 31:5)
    Lucas 23:46
    Os ossos não seriam quebrados (Salmos 34:20)
    João 19:33
    Sepultado no túmulo de um rico (Isaías 53:9)
    Mateus 27:57-60
    De todos estes textos, o mais famoso é o de Isaías 53, que claramente fala sobre Jesus como o Messias, com uma enorme riqueza de detalhes, quase 800 anos antes da crucificação de Jesus. Que o leitor veja estes versos e consiga não enxergar Jesus por estas linhas:

    Isaías 53
    2 Ele cresceu diante dele como um broto tenro, e como uma raiz saída de uma terra seca. Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada em sua aparência para que o desejássemos.
    3 Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de tristeza e familiarizado com o sofrimento. Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não o tínhamos em estima.
    4 Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças, contudo nós o consideramos castigado por Deus, por ele atingido e afligido.
    5 Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados.
    6 Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.
    7 Ele foi oprimido e afligido, contudo não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado para o matadouro, e como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a sua boca.
    8 Com julgamento opressivo ele foi levado. E quem pode falar dos seus descendentes? Pois ele foi eliminado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo ele foi golpeado.
    9 Foi-lhe dado um túmulo com os ímpios, e com os ricos em sua morte, embora não tivesse cometido qualquer violência nem houvesse qualquer mentira em sua boca.
    10 Contudo foi da vontade do Senhor esmagá-lo e fazê-lo sofrer, e, embora o Senhor faça da vida dele uma oferta pela culpa, ele verá sua prole e prolongará seus dias, e a vontade do Senhor prosperará em sua mão.
    11 Depois do sofrimento de sua alma, ele verá a luz e ficará satisfeito; pelo seu conhecimento meu servo justo justificará a muitos, e levará a iniqüidade deles.
    12 Por isso eu lhe darei uma porção entre os grandes, e ele dividirá os despojos com os fortes, porquanto ele derramou sua vida até à morte, e foi contado entre os transgressores. Pois ele carregou o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.

    A descrição exata e fiel de Jesus exclui as possibilidades tradicionais que os não-cristãos têm interpretado este versículo, como se referindo a outra pessoa ou ao próprio Israel. Por até dez séculos após a morte de Jesus havia consenso até mesmo entre os israelitas sobre este capítulo ser messiânico, mas, ao verem que o texto claramente estava se aplicando a Jesus, os rabinos decidiram mudar a interpretação tradicional, para, no lugar, interpretarem como sendo a própria nação de Israel. Esta interpretação, contudo, é falha por várias razões:

    a) Torna o texto demasiadamente alegórico, já que claramente fala de uma pessoa, e não de uma nação. No livro de Isaías, quando Deus fala da nação ele deixa isso claro, ou, no mínimo, o faz alegoricamente através de analogias explicadas ou nitidamente identificadas no próprio contexto, o que não ocorre em Isaías 53.

    b) Israel não poderia fazer expiação por si mesmo (v.4).

    c) Não faz sentido dizer que “foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados” (v.5), se o sujeito em questão é o próprio Israel. Seria o mesmo que dizer que Israel foi esmagado por causa de si mesmo, ou que o castigo que trouxe a paz a Israel estava sobre Israel, ou que pelas feridas de Israel os israelitas foram curados. Totalmente nonsense.

    d) Ele era imaculado (v.9), diferente da nação de Israel, que constantemente pecava contra o Senhor. Dizer que Israel não tem pecado é contradizer o Antigo Testamento inteiro.

    Norman Geisler e Frank Turek assim se referem à tentativa moderna de reinterpretação de Isaías 53 para evitar a conclusão óbvia de que Jesus é o Messias:

    “Essa interpretação mais recente de Isaías 53 parece ser motivada pelo desejo de evitar a conclusão de que Jesus é realmente o Messias que fora predito centenas de anos antes. Mas não há maneira legítima de evitar o óbvio. Lembre-se: o grande rolo de Isaías foi escrito cerca de 100 anos antes de Cristo, e sabemos que o material que ele contém é ainda mais antigo. A Septuaginta, a tradução do AT hebraico (incluindo todo o livro de Isaías) para o grego, é datada de cerca de 250 a.C. Desse modo, o original hebraico deve ser ainda mais antigo. Além disso, manuscritos ou fragmentos de manuscritos de todos os livros do AT, com exceção de Ester, foram encontrados nos Manuscritos do mar Morto. Assim, não há dúvida de que o AT, incluindo a passagem do Servo Sofredor, é anterior a Cristo em várias centenas de anos”[2]

    Mas não é somente sobre Jesus que a Bíblia é exata em termos de profecias. Podemos numerar outros vários temas que se cumpriram como a Bíblia previu, tais como:

    TEMA
    PREDIÇÃO
    CUMPRIMENTO
    Cativeiro dos judeus
    Dt.28:36; 1Rs.14:15; Is.39:7; Jr.13:19; 25:8; Am.7:11; Lc.11:24.
    2Rs.15:29; 17:6; 18:11; 24:14; 25:11; 2Cr.28:5. O cativeiro durou de 606 a 538 a.C.
    Conversão dos gentios
    Gn.22:18; Sl.22:27; 86:9; Is.9:2; 49:6; 60:3; Dn.7:14; Os.2:23; Ef.3:6.
    At.2:41; 2:47; 4:4; 5:14; 6:7; 9:31; 11:1,21,24; 13:12,48; 14:1; 15:7; 16:5; 17:4; 18:6; 28:28; Ap.11:15.
    Destruição da Babilônia
    Sl.137:8; Is.13:19; 14:22; 21:9; 43:14; 47:1; 48:14; Jr.25:12; 50:1; 51:1; Dn.2:37-39; 5:26-28.
    Babilônia foi conquistada pelos Medo-Persas em 539 a.C. Conforme a profecia, nunca mais foi reconstruída, embora muitos tenham tentado.
    Destruição de Jerusalém
    Is.3:1; Jr.9:11; 19:8; 21:10; 25:18; Am.2:5; Mq.3:12; Mt.23:37-38; 24:15-21; Lc.19:43-44; 21:44.
    Jerusalém foi destruída pelos romanos em 70 d.C.
    Propagação do evangelho

    Is.2:2-3; 29:18; 52:7; 61:1; Dn.12:3-10; Mq.4:1; Mt.24:14; 28:18-20; Mc.13:10; 16:15; Lc.24:14; At.1:8; 2:17-21; Cl.1:28.
    Hoje o Cristianismo conta com aproximadamente 2,3 bilhões de fieis.
    O retorno do Estado de Israel
    Is.11:11-12; 66:8; Ez.36:37; Jr.23:5-8; 23:19-20.
    Em maio de 1948, a criação do Estado de Israel foi oficialmente instituída.
    Falsos cristos que surgiriam
    Mt.24:5,24; Mc.13:6,22.
    Inri Cristo, José Luis Jesus Miranda, etc.
    Perseguição à Igreja
    Mt.10:17; 24:9; Lc.21:12; Jl.15:20; 16:2; 2Tm.3:12.
    Hoje, mais de 200 milhões de cristãos no mundo são perseguidos.
    Babilônia nunca mais seria povoada
    Jr.50:39.
    Até hoje, ninguém mais habita ali.
    Egito perderia sua força e não mais teria o poder de dominar as nações
    Ez.29:14-15
    Egito está longe de ter a força que tinha antigamente, e não mais tem poder para dominar as outras nações.
    Estou ignorando aquelas profecias mais gerais, como as que falam que nos últimos dias haveria guerras, fome, etc. Ficando somente com as profecias improváveis e específicas, já temos várias que a Bíblia acertou exatamente no alvo. Os ateus teriam que confiar enormemente na “sorte” ou no “acaso” como a única explicação para o fato de tantas profecias improváveis terem acertado da forma como a Bíblia previu há centenas ou milhares de anos. A verdade é que esta probabilidade é ínfima, e exige muito mais fé do que a crença em Deus.

    Pense, por exemplo, na profecia sobre a destruição da Babilônia. A Babilônia era a superpotência da época, e só de prever a destruição do maior império do planeta já era absurdo. Seria como alguém profetizar que os Estados Unidos será totalmente destruído dentro de alguns séculos, com a diferença de que a Babilônia era muito mais poderosa na época do que os Estados Unidos são hoje. Mas a Bíblia não apenas profetiza a destruição da Babilônia, como também profetiza que essa destruição ocorreria pelas mãos do império medo-persa, como de fato ocorreu (se a Babilônia tivesse caído nas mãos de qualquer outro império do mundo, em qualquer outra época da história, a profecia teria falhado!). E, como se não bastasse, ainda cita até o nome do rei que faria isso, chamado Ciro (Is.44:28)! Como é que alguém, escrevendo há séculos antes dos acontecimentos, iria conseguir prever com exatidão um evento altissimamente improvável, e acertar também o nome da nação que faria isso e até da pessoa que lideraria essa conquista? Impossível, se a Bíblia não fosse inspirada por Deus.

    As profecias de Daniel também merecem uma análise à parte, pela profundidade das mesmas. O livro de Daniel foi escrito no sexto século antes de Cristo, mas possui profecias impressionantes em relação ao futuro, dizendo:

    “Foi esse o sonho, e nós o interpretaremos para o rei. Tu, ó rei, és rei de reis. O Deus dos céus te tem dado domínio, poder, força e glória; nas tuas mãos ele colocou a humanidade, os animais selvagens e as aves do céu. Onde quer que vivam, ele fez de ti o governante deles todos. Tu és a cabeça de ouro. Depois de ti surgirá um outro reino, inferior ao teu. Em seguida surgirá um terceiro reino, reino de bronze, que governará sobre toda a terra. Finalmente, haverá um quarto reino, forte como o ferro, pois o ferro quebra e destrói tudo; e assim como o ferro a tudo despedaça, também ele destruirá e quebrará todos os outros. Como viste, os pés e os dedos eram em parte de barro e em parte de ferro. Isso quer dizer que esse será um reino dividido, mas ainda assim terá um pouco da força do ferro, embora tenhas visto ferro misturado com barro. Assim como os dedos eram em parte de ferro e em parte de barro, também esse reino será em parte forte e em parte frágil. E, como viste, o ferro estava misturado com o barro. Isso quer dizer que se procurará fazer alianças políticas por meio de casamentos, mas essa união não se firmará, assim como o ferro não se mistura com o barro. Na época desses reis, o Deus dos céus estabelecerá um reino que jamais será destruído e que nunca será dominado por nenhum outro povo. Destruirá todos esses reinos e os exterminará, mas esse reino durará para sempre” (Daniel 2:31-44)

    O primeiro ponto em que Daniel acerta é na quantidade de reinos “mundiais” que existiriam. Em sua época o império babilônico dominava o mundo, mas ele cairia e surgiria um outro império quase tão grande quanto o babilônico: o medo-persa. Depois eles seriam destruídos e dariam lugar aos gregos, que, por fim, sucumbiriam diante dos romanos. Dos romanos até os dias atuais não surgiu mais um império tão grande em poder quanto estes quatro (Babilônia, Medo-Persa, Grécia e Roma) em suas respectivas épocas.

    Mesmo os EUA, que hoje é certamente o mais poderoso país do planeta, não possui a extensão de poder mundial que estes quatro possuíam. A Europa sozinha já é superior em poder, muito mais com a adesão dos demais países do globo terrestre. Seu poder não chega perto da extensão que aqueles quatro impérios do passado tiveram. Roma foi o último grande império. Daniel acertou perfeitamente a quantidade de impérios com dominação mundial (4), quando poderia ter “chutado” qualquer outro número, se isso realmente foi um “chute”, como pensam os ateus. Ele poderia ter dito que depois de Roma haveria mais um, dois, cinco, dez ou um milhão de impérios até o fim do mundo, mas acertou exatamente quantos seriam.

    Daniel também previu com exatidão quais seriam estes impérios e qual seria a força deles. Babilônia era a cabeça de ouro porque depois dela não surgiu mais império tão poderoso em extensão de poder. Os três que vieram depois eram similares, porém não tão poderosos. Depois da Babilônia se levantaria “outro reino, inferior ao teu” (v.39). E, de fato, o império medo-persa não teve a mesma extensão e domínio da Babilônia em seu auge. Outra observação importante é que os gregos, que tomaram o posto do império medo-persa, usavam capacetes, peitorais, escudos e espadas de bronze, exatamente a cor que Daniel dizia ao se referir a este império.

    Daniel também diz que o quarto reino (Roma) seria um “reino dividido” (v.41). E a história nos diz que Roma foi dividida mais tarde em reinos independentes, que se tornaram todas as nações da Europa moderna. Note também que Daniel diz que este reino “ainda assim teria um pouco de força” (v.41), isto é, que ele não se tornaria completamente irrelevante no futuro. E, de fato, Roma existe até hoje, embora tenha apenas um pouco de força, longe da força do passado. Ela não ficou arruinada e desolada, como a Babilônia (por exemplo). A profecia acertou nisto também.

    Os críticos da Bíblia, que querem situar Daniel no segundo século a.C ao invés do sexto, única e exclusivamente em razão de sua incredulidade em aceitar as espantosas previsões feitas por Daniel, estão sendo sistematicamente esmagados pelo peso das evidências arqueológicas, que cada vez mais comprovam que o livro foi escrito mesmo no sexto século a.C. Mesmo se Daniel tivesse sido escrito mesmo somente no segundo século a.C (contra todas as evidências), ainda assim seria surpreendente o fato de ele não prever que Roma seria um império eterno, e que não haveria outros impérios poderosos que a sucederia (5º, 6º, 7º, etc). Os críticos permanecem de boca fechada em relação a isto, mesmo os que questionam a datação do livro a despeito das evidências.

    Por fim, as previsões de Daniel no capítulo 7 não ficam por menos. Na verdade, elas são ainda mais específicas e impressionantes. Daniel viu um leão com asas de águia (v.4), que representava a Babilônia. Ela seria destruída pelo urso de três costelas (v.5), que representava o império medo-presa. As três costelas simbolizavam os principais poderes deste reino: Lídia, Babilônia e Egito. O leopardo de quatro asas e quatro cabeças (v.6) representava o império grego de Alexandre, o Grande. Seu império foi marcado por quatro principais divisões após sua morte:

    1º Macedônia e Grécia (governadas por Antípater e Cassandro);
    2º Trácia e Ásia Menor (governadas por Lisímaco);
    3º Síria (governada por Seleuco I);
    4º Palestina e Egito (governadas por Ptolomeu I).

    O “animal aterrorizante” que Daniel vê no verso 7 simbolizava o império romano. Os “dez chifres” (v.7) representavam os dez reinos bárbaros que sucederam Roma: Ostrogodos, Visigodos, Francos, Vândalos, Suevos, Alamanos, Anglo-saxões, Hérulos, Lombardos e Burgúndios. Nos capítulos seguintes Daniel continua falando em termos bem específicos sobre os reinos e os reis que surgiriam, cada qual confirmado historicamente com uma enorme precisão. Não escreverei tudo aqui para não tornar o capítulo demasiadamente extenso, mas qualquer leitor poderá encontrar facilmente em uma Bíblia de Estudos (como a NVI).

    O quadro abaixo mostra apenas algumas das previsões que se cumpriram historicamente (ainda insisto que o leitor busque as informações de forma completa em uma Bíblia de Estudo do seu interesse)[3]:

    TEXTO PROFÉTICO
    CONCRETIZAÇÃO HISTÓRICA
    “Alguém da linhagem dela se levantará para tomar-lhe o lugar. Ele atacará as forças do rei do norte e invadirá a sua fortaleza; lutará contra eles e será vitorioso” (11:7)
    Alguém da linhagem dela. O irmão de Berenice, Ptolomeu III Euergets (246-221 a.C), do Egito, que mandou executar Laodice. Rei do norte. Seleuco II Calínico (246-226 a.C), da Síria. Sua fortaleza. A cidade de Antioquia.
    “Em face disso, o rei do sul marchará furioso para combater o rei do norte, que o enfrentará com um enorme exército, mas mesmo assim será derrotado” (11:11)
    Rei do Norte. Ptolomeu IV Filopátor (221-203 a.C), do Egito. Rei do Sul. Antíoco III. Derrotado. Em Rafia, no sul da Palestina.
    “Quando o exército for vencido, o rei do sul se encherá de orgulho e matará milhares, mas o seu triunfo será breve” (11:12)
    Matará milhares. O historiador Políbio registra que Antíoco perdeu quase 10 mil homens de sua infantaria em Rafia.
    “Naquela época muitos se rebelarão contra o rei do sul. E os homens violentos do povo a que você pertence se revoltarão para cumprirem esta visão, mas não terão sucesso” (11:14)
    Rei do sul. Ptolomeu V Epifânio (203-181 a.C), do Egito. Homens violentos do povo a que você pertence. Judeus que se afiliaram às forças de Antíoco. Não terão sucesso. O general ptolomaico Escopas reprimiu a rebelião em 200 a.C.
    “O invasor fará o que bem entender; ninguém conseguirá resistir-lhe. Ele se instalará na Terra Magnífica e terá poder para destruí-la. Virá com o poder de todo o seu reino e fará uma aliança com o rei do sul. Ele lhe dará uma filha em casamento a fim de derrubar o reino, mas o seu plano não terá sucesso nem o ajudará” (11:16-17)
    O invasor. Antíoco, que já em 197 a.C tinha a Palestina sob controle. Ele lhe dera uma filha em casamento. Antíoco III deu a filha Cleópatra I em casamento a Ptolomeu V, em 194 a.C.
    “Então ele voltará a atenção para as regiões costeiras e tomará muitas delas, mas um comandante dará fim à arrogância dele e lhe devolverá a sua arrogância” (11:18)
    Regiões costeiras. Ásia menor e talvez também a própria Grécia continental. Comandante. O cônsul romano Lúcio Cornélio Cípião Asiático, que derrotou Antíoco em Magnésia, em 190 a.C.
    “Depois disso ele se dirigirá para as fortalezas de sua própria terra, mas tropeçará e cairá, para nunca mais aparecer” (11:19)
    Tropeçará e cairá. Antíoco III morreu em 187 a.C, enquanto tentava saquear um templo na província de Elimais.
    “Seu sucessor enviará um cobrador de impostos para manter o esplendor real. Contudo, em poucos anos ele será destruído, ainda que não com ira nem em combate” (11:20)
    Seu sucessor. Seleuco IV Filopátor (187-175 a.C), filho e sucessor de Antíoco, o Grande. Cobrador de impostos. Heliodoro, o ministro das finanças, de Seleuco. Ele será destruído. Seleuco foi vítima de uma conspiração engendrada por Heliodoro.
    “Ele será sucedido por um ser desprezível, a quem não tinha sido dada a honra da realeza. Este invadirá o reino quando o povo do reino sentir-se seguro, e ele se apoderará dele mediante intrigas” (11:21)
    Um ser desprezível. O irmão mais jovem de Seleuco, Antíoco IV Epifânio (175-164 a.C). A quem não tinha sido dada a honra da realeza. Antíoco assumiu à força as rédeas do governo, enquanto o verdadeiro herdeiro do trono, o filho de Seleuco (Demétrio II), ainda era muito jovem. Reino. Síria-Palestina.
    “Então um exército avassalador será arrasado diante dele; tanto o exército como um príncipe da aliança serão destruídos” (11:22)
    Príncipe da aliança. O sumo-sacerdote Onias III, assassinado em 170 a.C.
    “Navios das regiões da costa ocidental se oporão a ele, e ele perderá o ânimo. Então se voltará e despejará sua fúria contra a santa aliança. Ele retornará e será bondoso com aqueles que abandonarem a santa aliança” (11:30)
    Navios das regiões. Navios de guerra romanos sob o comando de Popílio Lenas. Aqueles que abandonaram a santa aliança. Judeus apóstatas.
    “Suas forças armadas se levantarão para profanar a fortaleza e o templo, acabarão com o sacrifício diário e colocarão o sacrilégio terrível” (11:31)

    Sacrilégio terrível. O altar do deus pagão Zeus Olímpio, levantado em 168 a.C, por Antíoco Epifânio, prefigurando uma abominação semelhante que, segundo a predição de Jesus, ainda se levantará (Mt.24:15).

    “Quando caírem, receberão uma pequena ajuda, e muitos que não são sinceros se juntarão a eles” (11:34)
    Uma pequena ajuda. Os primeiros sucessos do levante guerrilheiro (168 a.C) que teve origem em Modeína, a 27 km a noroeste de Jerusalém, sob a liderança de Matatias e do filho Judas Macabeu. Em dezembro de 165 a.C, foi reedificado o altar do templo.
    Pense em tudo isso. Como é que alguém, escrevendo séculos antes de todos estes acontecimentos, conseguiria prever com precisão todos estes eventos? Se a Bíblia é um livro meramente humano e as profecias são invenções da cabeça do homem que tenta enganar e iludir os leitores, o óbvio seria que nada disso, ou praticamente nada, sucedesse. Uma única previsão errada e toda a profecia cairia em descrédito. Mas Daniel acerta no alvo em 100% das previsões que faz. Os paralelos históricos são impressionantes, e somente alguém muito cego ou com uma enorme predisposição a não crer pode rejeitar o peso das evidências. Ou seja: um ateu fanático.

    Toda a insistência dos críticos que dizem que Daniel escreveu tudo isso depois dos eventos (portanto, já no segundo a.C) já foi refutado há décadas, em especial nas descobertas arqueológicas que fortemente apóiam a datação tradicional do livro de Daniel (sexto século a.C), e que, portanto, confirmam a validade da profecia. Alguns dados que podemos mencionar são:

    a) Os céticos começaram duvidando da existência e extensão da Babilônia, onde se passa toda a história do livro. O arqueólogo alemão Robert Koldewey, no entanto, provou que a Babilônia era um grande centro econômico e político no Antigo Oriente Médio, na metade do 1º milênio a.C. (600 a.C).

    b) Então os céticos passaram a duvidar da existência de Nabucodonosor. Mais uma vez, a arqueologia demonstrou muitos tabletes que foram encontrados nas ruínas escavadas por Koldewey com o nome Nabu-Kudurru-Usur, ou seja, Nabucodonosor.

    c) Então os céticos passaram a duvidar da existência de Belsazar, mencionado em Daniel como o último rei da Babilônia. Então a arqueologia trouxe à luz vários tabletes cuneiformes que confirmam que Nabonido, o último rei de Babilônia, deixou seu filho Bel-Shar-Usur (Belsazar) cuidando do império enquanto ele estava em Temã, na Arábia. Isso está subtendido no próprio livro de Daniel, onde ele recebe o terceiro lugar no reino (Dn.5:7), já que o rei Nabonido era o primeiro e Belsazar o segundo.

    d) Então os céticos passaram a duvidar dos amigos de Daniel, que foram lançados na fornalha. E a arqueologia descobriu um prisma de argila, publicado em 1931, contendo o nome dos oficiais de Nabucodonosor, entre eles: Hanunu (Hananias), Ardi-Nabu (Abed Nego) e Mushallim-Marduk (Mesaque). Ou seja: exatamente os três amigos de Daniel! Este artefato está atualmente no Museu de Istambul, na Turquia.

    e) Então os céticos passaram a afirmar que Daniel escreveu no segundo século a.C por causa de algumas palavras gregas em seu livro. Isso seria o que deveria se esperar de alguém que escrevia no sexto século, e não no segundo. Como disse o teólogo Luiz Gustavo Assis: “Se o livro de Daniel foi escrito durante o período de dominação grega sobre os judeus, por que há apenas três palavras gregas ao longo de todo o livro? Por que não há costumes helenísticos em nenhum dos incidentes do livro numa época em que os judeus eram fortemente influenciados pelos filósofos da Grécia? Esse fato parece negar uma data no 2º século a.C”[4].

    f) Ele também acrescenta, de acordo com numerosos estudiosos do aramaico (como Kenneth Kitchen, Gleason Archer Jr e Franz Rosenthal), que “o aramaico usado por Daniel difere em muito do aramaico utilizado nos Manuscritos do Mar Morto que datam do 2º século a.C. Para Archer Jr., a morfologia, o vocabulário e a sintaxe do aramaico do livro de Daniel são bem mais antigos do que os textos encontrados no deserto da Judeia. Não só isso, mas que o tipo da língua que Daniel utilizou para escrever era o mesmo utilizado nas “cortes” por volta do 7º século a.C”[5].

    g) Alguns termos técnicos que aparecem no capítulo 3 já eram tão obsoletos no século II a.C que os tradutores da Septuaginta (a tradução do Antigo Testamento em grego) os traduziram incorretamente[6]!

    Finalmente, é o próprio bom senso que derruba definitivamente a teoria ultrapassada de que Daniel foi escrito no segundo século a.C. Isso porque o livro é quase inteiramente uma predição de acontecimentos futuros, ou seja, de profecias. Agora imagine se você fosse um escritor do segundo século a.C, e pensasse em fazer uma obra que contasse acontecimentos passados como se fossem acontecimentos futuros. Que raios você ganharia com isso?

    Eu já devo imaginar o entusiasmo dos leitores que adquirissem em primeira mão um livro que quase totalmente fala de acontecimentos passados, querendo fazer de conta que ainda não aconteceram. Não somente um livro destes não despertaria o menor interesse em seu público, como também identificaria facilmente o tal “profeta” como sendo um grande falsário. É como se você recebesse uma obra que falasse que no futuro ocorrerá uma Revolução Francesa, uma Revolução Industrial e o Big Brother Brasil. Que atenção você daria para isso?

    É óbvio que o livro de Daniel só ganhou a atenção da comunidade judaica por falar de coisas futuras, da mesma forma que o livro do Apocalipse para os cristãos. Ninguém estaria nem minimamente interessado em receber profecias do que já aconteceu. Além disso, dizer que o livro é do século II a.C é fazer os judeus de idiotas, como se eles não conseguissem identificar o que vêm de data antiga e o que é obra recente e farsante. Havia uma quantidade imensa de obras catalogadas pelos judeus, mas apenas uma pequena parte (o nosso AT) foi aceita por eles como canônica e divinamente inspirada.

    Somente os livros mais universalmente aceitos pelos judeus, os mais confiáveis, os mais importantes e os mais antigos foram admitidos. Este rigoroso exame exclui a possibilidade de eles terem deixado escapar um livro que seria tão grosseiramente falso e escandalosamente recente, como os ateus pensam que foi Daniel. Os judeus sabiam desde sempre que Daniel data do sexto século a.C, e é nisto que eles creem até hoje, e é isto que todas as evidências juntamente indicam. Prova disso é que eles de fato identificaram e rejeitaram os livros apócrifos escritos no período intertestamentário (depois de Malaquias e antes de Mateus), por serem obras tardias (os católicos acrescentam estes livros em suas Bíblias; os protestantes os rejeitam assim como os judeus). Se Daniel também tivesse sido escrito no período intertestamentário, ele teria sido rejeitado também.

    Negar isso é abandonar completamente o senso crítico tão apurado nos ateus quando em relação a Deus, para defender uma tese absurdamente improvável (a do século II a.C) que um mínimo de ceticismo já seria suficiente para derrubar e que somente os mais crédulos em uma fé cega podem sustentar. Mas os ateus são praticamente forçados a sustentar esta “hipótese”, porque ela é a única que os salva (mesmo que parcialmente, pois já vimos que Daniel previu com exatidão até acontecimentos posteriores ao século II a.C) da conclusão inevitável, que é a de que a Bíblia possui profecias extremamente improváveis, e, mesmo assim, extraordinariamente precisas.

    Mas façamos uma concessão desnecessária aos nossos opositores e suponhamos que o livro de Daniel seja realmente uma grande fraude inventada no século II a.C. Além das profecias sobre Roma (que já vimos), o que mais poderíamos obter de profecias futuras e precisamente fieis aos relatos? A mais forte evidência neste sentido é, com certeza, as famosas setenta semanas de Daniel. Ele prevê que haveria 69 “semanas”, cada semana de 7 anos (=483 anos), desde a reconstrução de Jerusalém até o Messias (Dn.9:24-27).

    Estes 483 anos se iniciaram em 5 de março de 445 a.C, quando o rei medo-persa Artaxerxes emitiu um decreto autorizando a reconstrução de Jerusalém. Mas será que a conta bate? Se os ateus estão corretos na hipótese de que Daniel era um charlatão, é óbvio que este dia não teria nenhuma relação com Jesus – na verdade, o mais provável é que sequer abrangesse o período de vida dele! Mas, ao fazermos as contas (levando em consideração o calendário judaico de 360 dias no qual Daniel se baseava, e depois transformando para o equivalente ao nosso calendário gregoriano) descobrimos que as 69 “semanas” terminam em 31 de março de 30 d.C, que é exatamente o mesmo dia que a Bíblia mostra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, quando foi proclamado rei pela multidão[7]!

    Daniel, desta forma, acertou de uma forma extraordinariamente precisa os dias que separavam a reconstrução de Jerusalém da entrada triunfal do Messias na cidade. As 69 “semanas” começam com Jerusalém sendo construída, e terminam com o Messias entrando triunfantemente nela, consumando espiritualmente a profecia. É como se a cidade tivesse sido construída exatamente para aquele momento! Agora pense em quais seriam as chances reais de Daniel acertar isso – mesmo se ele tivesse escrito no século II a.C. Seria necessária uma gigantesca coincidência, absurdamente fora do comum, para que ele acertasse isso.

    Seria mais fácil ganhar na loteria do que acertar o dia exato, ainda mais quando levamos em consideração que este dia era indeterminado, i.e, na visão de um homem comum poderia levar meses ou até milênios. Poderia ser até que o templo jamais tivesse sido reconstruído! E, se Daniel acertou profeticamente com precisão o dia da vinda de Jesus em Jerusalém, por que deveríamos esperar coisa diferente em relação à famosa 70ª semana, que fala nada a menos que da volta de Jesus, desta vez para o mundo todo? Se ele acertou “milagrosamente” a vinda, por que deveríamos ser céticos em relação à volta? Se Daniel costumava ser tão “sortudo” em todas as suas previsões sobre tudo o que escreveu no livro, por que deveríamos ser tão céticos assim sobre a 70ª semana? O que é uma única profecia a mais, em comparação com dezenas, senão centenas que Daniel acertou com exatidão?

    Alguém poderia dizer que Daniel era “somente sortudo”, que ele tinha uma sorte fora do comum e que, para a sorte dos cristãos, este “livro de sorte” foi parar na Bíblia. É como se Daniel tivesse ganhado na loteria, mas não deveríamos nos impressionar com isso mais do que nos impressionamos com o Joãozinho de Sabe-Se-Lá-Onde que ganhou na loteria uma vez, mas nem por isso era profeta. Esta alegação até poderia ser levada em conta se não fosse o fato de Daniel não ter acertado uma profecia, mas dúzias delas. Seria como ganhar na loteria não apenas uma vez, mas muitas vezes consecutivas. Exigiria uma dose muito maior de fé para explicações “naturais”.

    Mais do que isso, o que mais impressiona não é o fato de haver profecias verdadeiras em Daniel, mas sim o de não haver uma única profecia falsa. Pense nisso: uma única profecia falha, uma única flecha longe do alvo, um único errinho, e colocaria por terra toda a sua competência de profeta. É até possível que uma Mãe Diná ou um Polvo Paul acertem de vez em quando em alguma coisa (quase sempre muito vaga e pouco imprevisível), mas acertar dúzia de vezes, e todas as vezes, e sem nenhum erro, e em coisas bem específicas e difíceis de acertar ao natural, está longe das probabilidades humanas. Seria como acertar dezenas e dezenas de vezes na loteria seguidamente, e sem deixar de ganhar nenhuma vezhttp://ateismorefutado.blogspot.com.br/2015/04/profecias-biblicas-que-se-cumpriram.html.

  9. Francamente, dizer que a informação é metafísica revela o quão pautado na fé são os argumentos criacionistas. A informação existe nos moldes de um sistema em que existe um emissor, um código e um receptor, de forma que a significância do código *deve* ser conhecida pelo emissor e pelo receptor da mensagem, sob pena de o código não ter valor significativo algum, virando apenas lixo. Ou seja, a informação *não* existe separada deste modelo. Até então não existe nada relacionado ao sobrenatural nesse sistema e mesmo os mecanismos de que dispõe o receptor para conversão do código são processos *totalmente* naturais, mesmo que não possam ser conhecidos em seus detalhes. Um bom exemplo é o código genético, que é traduzido em proteínas que desempenharão suas respectivas funções celulares. Todo processo que leva a este funcionamento foi construído de maneira gradual.

  10. O espaço devia ser pra discutir Biologia e Ciências, e não pra ser poluído por textos bíblicos chatos e argumentos repetitivos. Sem falar dum livro de profecias que se cumprem no próprio livro… não torra minha paciência!!! Posso então escrever um livro com passagens onde são profetizadas N coisas e depois escrever que essas coisas se cumpriram – e dizer, olha, que mágico, meu livro é a verdade de deus. Ou então encaixar profecias extremamente abstratas a acontecimentos reais e dizer que estão se cumprido – isso é ridículo.

    É obvio que o sujeito pregando aqui não tem um conhecimento mínimo conceitual de ciência, pra vir com a falácia do “é apenas teoria”. Não sabe a diferença entre teoria no sentido vulgar e Teoria Científica, lei no sentido vulgar e Lei em ciências, e por aí vai.
    É o melhor que os Design-Inteligentistas tem a oferecer? Temos que perder tempo refutando textos bíblicos contraditórios em lugar de discutir ciência avançada e os erros bisonhos do Eberlin?
    Eu já esperava a completa derrota dos criacionistas se repetindo, só não esperava ser tão fácil. É um PhD sendo refutado fácil e sem força intelectual pra se defender – decepcionante.

    Ah, Samuel, não adianta passar textos conceituais complexos, mas há material simples pra alguém que precisa pegar desde o começo, conceitos científicos simplificados ao máximo, sobre o que é uma Teoria Científica, e porque em Ciência não só sabemos sim de coisas sem observar diretamente, mas a maior parte do que já sabemos e já comprovamos, nunca foi observado diretamente – como na ciência forense – um crime não precisa de testemunhas para ser provado, o trabalho da perícia, dos detetives, é seguir as pistas e as evidências e remontar cenários do que aconteceu – é análogo a como a ciência trabalha.

    Assista pelo teu próprio bem, Samuel: https://www.youtube.com/watch?v=kyGu9lTr_jM

      • E tem a mesma quantidade de artigo publicados sobre design inteligente que eu….NENHUM!!!
        O fato dele ser bom em química não significa que ele seja um profeta, de fato, nem que profecias existam. rsrsr Ele pode ser o que for, mas quando mete sua crença religiosa (criacionismo/D.I) nomeio de suas falas e se mete a atribui-las caráter de ciência, faz PSEUDOCIÊNCIA COM TODAS AS LETRAS, e não interessa se ele é pHD em química ou o que quer que seja.
        Sinto muito!!!

  11. E Como sempre em Criacionismo, não acaba em Pizza,. mas sim em Torpe Religião. azar do Criatosco Samuel, que o Biologo sabe bem Teologia🙂

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