COMO O CRIACIONISMO ESTRUTUROU AS MAIORES EVIDÊNCIAS DA EVOLUÇÃO.

Poucas pessoas notam, mas mentes criacionistas foram muito importantes para a teoria da evolução. Graças a eles, as maiores evidências a favor da evolução foram bem estruturadas.

Estratigrafia – Estratos e linhas de sedimentação. As cores claras representam períodos de era do gelo: o intemperismo físico predomina (desgaste mecânico) como a ação dos ventos desgastam a rocha e criam sedimentos. O mesmo ocorre com deslocamento de geleiras onde sedimentos grosseiros são criados e representam os períodos mais secos. Neste período, pouco material orgânico criado,, por isso cor clara. As cores mais escuras representam períodos de aquecimento global (aumento da temperatura média do planeta) onde o intemperismo químico predomina (diluição química) pela ação das chuvas, por exemplo, que é intensa e dilui as rochas. Sedimentos mais finos são criados e há muita matéria orgânica, por isto a cor escura.

Para quem estuda ou trabalha com biologia – seja ministrando aulas ou pesquisando – sabe que ao tratar do tema “evolução” há sempre algumas controversas ou mitos que são erguidos e que precisam ser desconstruídos a respeito da teoria de Darwin. Isto envolve desde ideias como a termodinâmica e a evolução serem incompatíveis (falso), que o Design Inteligente confere uma teoria científica (falso), a suposta explosão cambriana repentina (falso), que sendo o homem um fruto da evolução de “macacos” então não deveria mais haver macacos (falso) dentre tantos outros mitos erguidos ao longo da história da ciência desde Darwin até os dias de hoje.

Uma das alegações comuns feitas por criacionistas é insistir que uma das principais provas da evolução biológica – o registro fóssil – envolve um caso de raciocínio circular. Esta tese foi erguida próxima á época de Darwin, mas se popularizou a partir da década de 60, com o criacionista Henry M. Morris em seu texto Circular Reasoning in Evolutionary Biology (1977).

A ideia por trás deste argumento é que se homologia define-se como uma semelhança de vida a partir de ascendência comum, e tal prova seria encontrada em registro fóssil, este então, evidenciaria a ascendência comum, conferindo assim um raciocínio circular. Em outras palavras, seria um argumento onde a serpente estaria mordendo a própria cauda.

Tal termo foi utilizado pela primeira vez pelo escritor anti-evolucionista G. K Chesterton (1874-1936) em seu livro The Everlasting Man (1925) quando utilizou esta imagem como símbolo de que considerava ser o raciocínio contra-prudente de boa parte da filosofia não-cristã.

A ideia de raciocínio circular de G. K. Chesterton

É comum a argumentação de que dois campos científicos – geologia com sua tabela estratigráfica e a homologia – não favorecem a teoria da evolução, pois tais teses comprometeriam a leitura literal do livro de Gênesis na Bíblia: de que a terra tem 6 mil anos e de que tudo é criação divina.

A tabela estratigráfica nada mais é do que uma coluna geológica que exibe as camadas geológicas do solo e os registros fósseis, ou seja, resquícios de formas de vida passada que na sua maioria já se extinguiram.

O primeiro livro escrito em língua inglesa a abraçar a teoria da evolução foi o Vestiges of The Natural History of Creation (1844) escrito e publicado anonimamente pelo editor de Edimburgo Robert Chambers em 1871. Ele baseava-se quase inteiramente na longa e progressiva história da Terra e da vida.

Darwin utilizou fenômenos da biologia e das colunas geológicas para estabelecer que as espécies pertencem a um determinado tipo plano básico, como por exemplo os vertebrados, que são construídos em torno de um plano arquitetônico comum. Isto significa que um membro anterior de uma determinada espécie de vertebrado é um órgão semelhante em todas as outras espécies de vertebrados, ocorrendo exatamente na mesma posição relativa.

Estas similaridades são designadas como homologias e seriam vistas ao longo das camadas estratigráficas.

Com isso, é possível dizer que o braço de um ser humano, por exemplo, é homólogo a uma barbatana de um peixe ou a asa de um morcego. As continuidades homológicas de uma espécie para outra, segundo Darwin, ajustavam-se de forma bastante coerente a sua teoria da evolução – de que todas as espécies descendiam de um ancestral comum.

Assim, como é alegado pelos criacionistas, os argumentos em favor da evolução que eram baseados na coluna estratigráfica e na homologia são inválidos, pois constituem exemplos de raciocínio circular puro.

Este argumento começou a ganhar uma visão mais popular a partir de George McCready Price (1870-1963), um criacionista da Igreja Adventista do Sétimo Dia que fundou a pseudociência da geologia diluviana.

Em seu livro The New Geology (1923) ele afirmou que a coluna geológica é um artefato alinhado com a base de uma crença a priori, de uma progressão evolutiva da vida ao longo do tempo. O argumento ganhou popularidade no movimento anti-ciência a partir da década de 60 com o livro The Gênesis Flood (1961) escrito por um evangélico estudioso do Antigo Testamento famoso pelo seu ultra-conservadorismo John Whitcomb (1924) e Henry M. Morris (1918-2006) um engenheiro hidráulico criacionista defensor da Terra-Jovem fundador do Institute for Creation Research (onde atualmente seu filho é diretor).

A ideia por trás de tal movimento era defender que a geologia diluviana pretende retirar todo o sentido da tabela estratigráfica padronizada. Seus proponentes argumentavam que ela não ilustrava ao longo da história a acumulação de rochas e tão pouco a sucessão ordenada dos fósseis. Considerando o fato de que os únicos indícios históricos genuínos em favor da evolução se encontravam no registro fóssil (naquela época), a teoria desmoronaria como um baralho de cartas caso eles conseguissem justificar suas alegações.

Naquela época não existia biologia molecular e a genética ainda estava florescendo e pouco poderia ajudar, pois ainda era um ramo emergente. Grande parte dos estudos de relacionamentos filogenéticos (ou seja, evolucionários) vinha da embriologia, anatomia, ecologia e fósseis.

A mesma linha de argumentação (circularista) foi adotada por movimento que emergiu do criacionismo (e ainda é criacionista), o Design Inteligente – centrado atualmente no Discovery Institute. Os proponentes do Design inteligente evitam habitualmente abordar temas como a idade da terra a partir da coluna geológica, pois se apresentam com uma nova roupagem tentando não transparecer o caráter e conteúdo religiosa/criacionista. Por esta razão, não tem discutido a respeito da idade da Terra porque a maioria dos seus membros defende a tese da Terra-Jovem, como é característico do criacionismo (são na verdade o mesmo movimento com nomes diferentes, mas muitas vezes com os mesmo membros).

Jonathan Wells (1942) que é biólogo, teólogo e ministro na Igreja da Unificação formado em Berkley e Yale é membro do Centro de Ciência e Cultura do Discovery Institute, é proponente do Design Inteligente, e em seu livro Icons of evolution (2000) crítica o que ele chama de um dos maiores ícones citados é a favor da teoria da evolução: a homologia e as colunas estratigrafias.

Para estratigrafia e homologia são exemplos de raciocínios circulares usados pelos biólogos evolucionistas, pois definem o termo como a semelhança existente entre espécies diferentes devido ascendência comum, e portanto, a homologia aponta para evolução e a evolução para a homologia, criando assim um argumento circular: como ele defende, ser um círculo vicioso.

Para Wells, qualquer tentativa de inferir relacionamentos evolutivos entre fósseis com base na homologia enquanto ascendência comum rapidamente conduz um emaranhado de argumentos circulares dos quais não há escapatória e não faz sentido algum.

Infelizmente para os criacionistas, a afirmação segundo a evolução baseia-se em um modo de argumentos circulares é mítica. Uma boa razão, e bem simples que descarta tal tese vem da descrição do progresso fóssil nas colunas geológicas e da homologia: basta observar a história da ciência. Tanto a coluna geológica como a teoria da homologia adquiriram a sua forma básica e mais ou menos definitiva cerca de 10 a 20 anos antes da obra de Darwin mudar o mundo.

De fato, essas duas teses (estratigrafia e homologia) foram elaboradas e estruturadas por mentes criacionistas.

A história da ciência nos diz isto claramente. No início, a tabela estratigráfica e a homologia não tinham absolutamente nada a ver uma com a outra, e tão pouco com a evolução, sem relação com as ideias de Darwin ou mesmo com qualquer suas hipóteses precursoras acerca da origem das espécies.

Ambas atingiram a sua forma madura no contexto de ciência criacionista ainda que se tratasse de criacionismo da Terra-Antiga. Isso significa que os proponentes que deram toda a base e todo o conteúdo teórico e prático desses dois argumentos eram defensores declarados de uma terra que era criada segundo as mãos de Deus, mas com o tempo geológico que era muito superior ao defendido atualmente de que a Terra tem 6 mil anos.

William Buckland

A ideia de que a Terra tem 6 mil anos foi estrutura inicialmente por James Ussher, um Irlândes de Dublin que era Arcebispo de Armagh. Estudando a Bíblia e fontes informais escreveu o livro The Annals of the World (1658). Ussher defendeu uma cronologia da vida na Terra e concluiu que a criação do mundo ocorreu no dia 23 de outubro do ano 4004 antes de Cristo pelo calendário Juliano. Na época, a afirmação foi amplamente aceita, e a frente criacionista literalista defende esta tese de 6 mil anos até os dias de hoje.

Em 1820 na Grã-Bretanha, um primeiro esboço de uma tabela estratigráfica foi feito, produzindo o esqueleto de uma tabela que foi formada primeiramente no ano de 1840:  foi crescendo e acrescentando gradualmente correções parciais. O sacerdote anglicano e geólogo de Oxford William Buckland (1784-1856) foi o responsável por elaborar a primeira tabela de formações rochosas.

O esqueleto estratigráfico de Buckland remontava a década de 1790 e teve origem no trabalho do mineralogista luterano Abraham Gottoon Werner (1749-1817) dentre outros. Werner dava aulas na academia Mineira de Freiberg na Saxônia e através do trabalhado de Buckland, o primeiro esboço estratigráfico espalhou-se pela Europa chegando até Edimburgo.

Na primeira década do século 19, o paleontólogo luterano francês George Cuvier (1769-1832) e seus amigos construíram para este novo campo científico uma descrição das formações rochosas que ocorriam na Bacia de Paris. Os estratos estudados por Cuvier mostravam a real sobreposição e a composição mineralógica das rochas e portanto, evidenciava uma terra antiga, acrescentando a observação fundamental de que diferentes unidades rochosas contém diferentes coleções de fósseis.

George Cuvier

Posteriormente a Geological Society de Londres ficou bastante interessada nos dados empíricos produzidos pelo inglês William Smith (1769-1839) que documentava sequências de estratos na Inglaterra, País de Gales e Escócia. Tal como Cuvier, estes estratos apontavam para o valor dos fósseis na caracterização geológica. A sociedade geológica de Londres considerava seria impossível uma estratigrafia internacional padronizada, mas Buckland demonstrou que eles estavam errados.

O fim das guerras Napoleônicas (1815) trouxe um novo estímulo ás viagens internacionais e Buckland visitou várias vezes a Europa continental trabalhando junto com o geólogo anglicano William Daniel Conybeare (1787-1857) e construiu uma tabela estratigráfica que agrupava as diversas secções da sobreposição dos estratos das Ilhas Britânicas permitindo assim comparar e correlacionar com séries rochosas encontradas na Saxônia por Werner, na Bacia de Paris por Curvier, na Bacia de Viena e na região de São Petersburgo, no leste e partes da Itália no sul da Europa.

Buckland unificou todos os trabalhos estratigráficos dos geólogos de sua época e foi muito importante para geologia. Vale lembrar que ele era assumidamente criacionista.

A pessoa que estabeleceu a similaridade essencial das séries rochosas europeias e americanas e escreveu o maior tratado de geologia nesta época foi Alexander Von Humboldt (1769-1859). Seu livro Geognostical essay in The Superposition of Rocks, in Both Hemisphere (1823) descreveu as analogias mais evidentes na posição composição e resquícios orgânicos incluídos nos leitos contemporâneos.

Alexander Von Humboldt

Deve-se acrescentar que embora Humboldt não fosse um criacionista – como era Cuvier – ele também não era evolucionista. De fato, ele morreu no ano da publicação do livro A origem das Espécies de Darwin, em 1859.

Em Geology and Mineralogy Considered with References to Natural Theology (1836) Buckland observou não apenas que certas estratos contém coleções características de fósseis, mas também que os resquícios orgânicos inferiores eram mais antigos e taxonomicamente inferiores as coleções mais recentes, e acima deles estavam organismos de ordem sucessivamente superior.

Buckland interpretou este desenvolvimento progressivo dos fósseis como resultante de um globo em lento resfriamento e concluiu concordando com a geoteoria do naturalista francês Conde Buffon (1707-1788) de que ao longo de diversos períodos geológicos – cada um deles rematado por uma catástrofe global, tal como proposto por Cuvier – a terra se tornará gradualmente mais habitável para animais e plantas cada vez mais avançados. Em última análise, tornou-se habitável em épocas mais antigas e mais quentes para os répteis e aves que prosperaram. Enquanto em tempos posteriores mais frios abriu as portas para o domínio dos mamíferos, e os últimos aparecerem na terra foram os seres humanos, mais elaborados.

Georges-Louis Leclerc, o Conde de Buffon

Partindo desses pressupostos e a partir dessas adaptações, Buckland observou-as como prova irrefutável de uma concepção divina. Quando no passado geológico uma catástrofe global apagou da face da terra uma criação divina, Deus repovoava o mundo com novas espécies adaptando-as perfeitamente as novas condições físicas. Assim, ele demonstrava perfeição das adaptações funcionais dos fósseis, tais como os diferentes tipos de amonitas e as preguiças-gigantes. A natureza descontínua do registro fóssil, segundo eles, provava a transformação das espécies através de distintas e repetidas revoluções mediadas por intervenções divinas criativas e a noção de progresso fácil era considerada uma conclusão retirada da coluna estratigráfica e não uma crença utilizada para construir essa coluna. Portanto, fazia sentido para eles acreditarem no que acreditavam.

Neste sentido, a teoria da evolução nada tinha a ver com a construção da coluna geológica ao longo das décadas em que adquiriram a sua forma. A construção da estratigrafia e a diversidade de fósseis encontrados nesses estratos simplesmente refletia o poder divino de Deus ao longo do tempo repovoando a Terra. A estratigrafia dava suporte a noção teológica e não naturalista para diversidade biológica.

O mesmo se aplica a homologia. O conceito de homologia e analogia, foi descrito pelo anglicano Richard Owen (1804-1892) um especialista em anatomia comparada e protegido de Buckland.  Owen estudou muitos trabalhos científicos anteriores e pesquisando sobre a Europa continental resolveu estudar anatomia comparada na Inglaterra no Hunterian Museum do Royal College of Surgeons onde criou uma reputação como principal biólogo britânico.

Richard Owen

A monografia de Owen foi sobre Archaeopteryx (1863), o dinossauro com penas, cauda grande encontrado em uma rocha litográfica da Baviera, é também um trabalho marcante para a época. Hoje ele é um marco evolucionário na origem das aves.

Owen foi o primeiro a sugerir o termo Dinosauria (lagarto terrível) para indicar os répteis de ossos gigantes que encontrara no sul da Inglaterra. Ele classificou estes répteis em dois grandes grupos: Saurischios e Ornitischios, que são válidos até os dias de hoje – embora atualmente sugere-se uma reclassificação conforme novas pesquisas.

Owen começou a trabalhar de forma sistemática em problemas de morfologia homológica em 1841 para formar a coleção osteológica do Museu fazendo uma descrição exaustiva da osteologia comparada em 1846 para a British Association for The Advancement of Science sobre a forma de um denso relatório.

Posteriormente, publicou um livro com o título On The Archetype and Homology of the Vertebrate Skeleton (1848) onde definiu e ilustrou um chamado arquétipo vertebrado – um esquema arquitetônico e formulou o significado preciso dos termos homologia e analogia.

O arquétipo vertebrado para Owen representava o esqueleto generalizado e simplificado de todos os animais dotados de espinha dorsal. Owen demonstrou que ele poderia equivaler ao esqueleto humano ás estruturas ósseas não apenas dos mamíferos, mas também de aves répteis e mesmo as espinhas dos modestos peixes. Para Owen, todas eram todas relacionadas.

Homologias representadas pelas cores

Graças a Owen os esforços sobre a pesquisa da homologia adquiriram uma base de fatos sistemática em 1830 e no começo de 1840. Owen foi um defensor entusiástico e bem conhecido da doutrina da criação das espécies apoiando as críticas de Cuvier relativamente ás ideias transformistas (especialmente no debate histórico entre Thomas Henry Huxley e Samuel Wilberforce na qual Richard Owen participou).

O argumento de um projetista foi colocado em uma nova base mais abstrata graças a Owen: Deus não era mais o designer supremo de muitas adaptações funcionais como propôs Buckland, mas dos projetos arquitetônicos de Owen.

Owen fez outra leitura: para ele, o arquétipo – uma ideia platônica – era um plano de criação da mente do Criador, o projeto divino deveria ser reconhecido não tanto pelas adaptações específicas, mas no plano básico comum de todos os seres vivos. A homologia deixou de ser simplesmente um fato indicativo da ascendência e transformou-se no critério de ascendência que é defendido como um raciocínio circular pelos criacionistas atualmente.

O que Darwin fez foi simplesmente utilizar um corpo de deduções homológicas que não se baseava na noção de ascendência como um critério, e em uma nova leitura segundo o que ele observou em sua viagem ao redor do mundo no H.M.S Beagle viu que tudo se encaixava. Nesta leitura, a homologia de Owen forneceu a Darwin todo argumento simples e não-circular em favor da evolução, que foi gradualmente alimentando especulações acerca de uma origem das espécies evolutivas de forma não-miracolosa.

Devemos notar então, que a obra estratigráfica produzida por Buckland foi publicada em 1836, a versão de Humboldt foi publicada em 1823 e a descrição de homologia e analogia de Owen em 1848 (todas citadas acima). Darwin e a evolução biológica via seleção natural como conhecemos atualmente só se fundou em 1859- ou seja, quando estratigrafia e homologia já haviam sido estruturadas e não eram consideradas argumentos circulares.

Desde então, a estratigrafia tem fornecido datas cada vez mais refinadas (graças ao decaimento radioativo) e a genética/bioquímica tem evidenciado como as homologias ocorrem em nível molecular – nada circular.

Isto nos leva a concluir que todo arcabouço teórico da estratigrafia e da homologia não foi estruturado por evolucionistas, mas por criacionistas e não conferem um argumento circular uma vez que toda a produção criacionista antes de Darwin estruturou o argumento evolucionário. O criacionismo forneceu todo aparato de suporte a definição intelectual e científica/empírica da evolução darwiniana.

A ideia de que conferem um argumento circular é apresentada na tentativa de invalidar a evolução a partir de um campo de conhecimento produzido pelos próprios criacionistas que historicamente sentem-se indignados em ver como as observações e anotações feitas por Darwin em sua viagem pelo mundo fizeram mais sentido (empírico, lógico, teórico e prático) para o que se vê na estratigrafia e nos estudos de homologia do que a leitura baseada em credulidade.

Saiba mais em: HOMOLOGIA DEMONSTRA RELACIONAMENTO FILOGENÉTICO? SIM! e HOMOLOGIA, HOMOPLASIA, ANALOGIA, CONVERGÊNCIA EVOLUTIVA E OUTROS MECANISMOS QUE FAVORECEM A DESCENDÊNCIA COM MODIFICAÇÃO.

Victor Rossetti

Palavras chave: NetNature, Rossetti, Estratigrafia, Geologia, Buckland, George Cuvieri, Alexander Von Humboldt, Buffon, Darwin, Owen, Argumento Circular,  História da ciência.

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Referências

Rupke, N. A. A Teoria da Evolução Orgânica baseia-se num raciocínio circular. Livro: Galileu Na Prisão – e  outros mitos sobre ciência e religião. Ronald L. Numbers. Ed. Gradativa. 2012
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